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3.2. Ekonometrik Bir Analiz

3.2.3. Durağanlık Analizleri

3.2.3.2. Dickey-Fuller Testleri ile Durağanlık

3.2.3.2.2. Augmented Dickey-Fuller (ADF)

O trabalho final realizado obedeceu às seguintes etapas:

i. Levantamento da memória dos projetos e da construção das praças, através da análise das plantas originais, fotos, documentos do período da construção. O conhecimento da memória dos espaços pesquisados é importante, pois favorece a maior contextualização das praças na pesquisa.

ii. Observação (walk-throught) das estruturas funcionais e físicas, a fim de identificar os diferentes tipos de usuários, as atividades desenvolvidas por eles e os horários mais utilizados pelos mesmos. A análise técnica, que será realizada pelo pesquisador, terá como base essas observações.

iii. Entrevistas exploratórias (iniciais): Identificar os anseios, as sugestões, as atividades mais desenvolvidas, os locais mais valorizados, os horários e dias mais solicitados pelos usuários (ou não) dos espaços, a fim de melhor estruturar as entrevistas e questionários finais;

iv. Aplicação de dois tipos de questionários, sendo um aos usuários encontrados na praça, e o outro aos moradores do entorno (ambos detalhados na seqüência), visando tornar a amostra o mais abrangente possível, a fim de caracterizar o perfil dos usuários e suas preferências em relação às qualidades dos espaços estudados.

Aplicação de questionário do tipo 01 (modelo em apêndice 1), aos vários tipos de usuários encontrados no espaço da praça, escolhidos aleatoriamente, de acordo com as categorias a seguir: ƒ Pessoas com idade superior a 18 anos (homens e mulheres);

ƒ Abordagem de pessoas em diferentes horários (manhã, tarde e noite; ƒ Pessoas em atividades diferenciadas: estacionárias (como pegando

ônibus e conversando), deslocando-se (andando) ou trabalhando no local (como barraqueiros, garis, guardas em geral, entre outros).

Os questionários foram ora aplicados pelo pesquisador, ora respondidos diretamente pelos usuários, mas sempre com a presença do pesquisador. Os horários escolhidos para a aplicação foram: das 8 h às 11h, das 17 h às 20 h. A realização desta etapa ocorreu nas quartas-feiras e sábados, a fim de possibilitar, uma visão da utilização diária (durante a semana ou no final de semana).

O questionário do tipo 01, conta com perguntas abertas e fechadas, que se distribuem por 7 questões que abordam, pela ordem, o perfil do usuário, a avaliação geral dos indivíduos da situação da praça, freqüência de utilização do espaço, atividade desenvolvida e análise dos principais itens composicionais do lugar.

A questão 2, referiu-se a percepção dos usuários quanto à realidade atual da praça como um todo, observando o lugar como um conjunto de elementos naturais, artificiais e até mesmo culturais, considerando a praça como uma paisagem composta por todos esses elementos.

Já a questão 7, pede uma avaliação item por item dos principais elementos que compõem a praça, tais como mobiliário e equipamento urbano, iluminação noturna, arborização, paisagismo, segurança pública e nível de ruídos, pavimentação, limpeza e manutenção, tranqüilidade e privacidade, aparência estética e segurança pública. Considerando que a paisagem é apreendida de forma diferente em função de que à observa, devido à uma série de fatores, optou-se por detalhar ainda mais os elementos que, na questão 2, foram tratados em conjunto.

Pedimos ainda a sugestão dos usuários para a melhoria do lugar, revelando as suas aspirações, conforme mostramos no modelo (em apêndice). A opção por um questionário semi-estruturado, ocorreu por favorecer a interação e dar maior flexibilidade no contato com o usuário, contribuindo para que mais informações fossem adquiridas e

diminuindo a formalidade da situação de pesquisa. A aplicação do instrumento durou aproximadamente 15 minutos.

As informações colhidas com este questionário, objetivam investigar a situação sócio-econômica dos indivíduos, discutir sua satisfação com as praças e os tipos de tipos e quais os equipamentos e mobiliário urbanos que devem ser implantados a fim de favorecer um projeto mais afinado com a realidade local.

Neste momento da pesquisa foram levantados os seguintes aspectos:

ƒ Aspectos funcionais: adequação ambiental, acessibilidade a deficientes físicos, qualidade e quantidade do mobiliário e equipamento, paisagismo, aparência, manutenção e conservação, iluminação noturna, adequação do mobiliário e equipamentos.

ƒ Aspectos comportamentais: segurança, sensações de conforto acústico e térmico, privacidade, tranqüilidade, satisfação.

A aplicação de 15 questionários do tipo 02 (modelo em apêndice), foi feita aos moradores do entorno no raio delimitado de 250m, a partir do centro da praça, definido observando uma distância que pode ser percorrida a pé pelo cidadão em pequeno período de tempo para percorrê-la.

O questionário do tipo 2 é composto por perguntas que variam entre abertas e fechadas. Primeiro é definido o perfil do usuário, em seguida pergunta com que freqüência ele visita a praça, os principais motivos para a utilização ou não do espaço, as atividades desenvolvidas e as melhorias que podem ser implantadas no lugar.

As perguntas deste questionário objetivaram aferir a realidade local, e indicar as pessoas que utilizam as praças, de que forma e com que freqüência.

v. Finalmente, em contraponto ao caráter seletivo e indutivo dos questionários e entrevistas, foram elaborados mapas comportamentais centrados-no-lugar (SOMMER & SOMMER,1980, pp.160-169), a fim de analisar o comportamento dos indivíduos naqueles locais, quais os lugares mais valorizados, as atividades desenvolvidas e os horários de maior freqüência. Para tanto, as praças foram divididas em setores de acordo com suas características físicas; para isso foi necessário uma planta real do local e a delimitação de setores, levando em consideração atrativos importantes, tais como quadra poliesportiva, quiosque, banca de revista ou mesas de bar. Foram utilizados intervalos de 30 minutos, momentos nos quais eram feitos registros em fichas específicas, um quadro no qual constam, nas colunas os setores na linhas as principais atividades desenvolvidas.

As atividades inscritas na ficha (modelos em apêndice) foram definidas a partir da pesquisa exploratória e do pré-teste, e se dividiam em: ativas (como passear, caminhar, jogar, namorar, pajear,/acompanhar usuários, principalmente crianças), estar apenas de passagem e passivas (ler, conversar e contemplar. Além da opção “vazio”, quando não havia nenhum indivíduo presente (ver ficha em apêndice).

Outro esclarecimento importante diz respeito à definição dos setores à observar. Apesar de num primeiro momento as praças terem sido subdividias em vários setores (9 a 12 setores cada), com o tempo, o pouco uso verificado fez com que simplificássemos tal recorte, aglutinando setores, de modo como se verifica nos esquemas contidos no próximo capítulo.

Foi mapeado o uso da praça em dias da semana e finais de semana, tendo-se observado uma certa constância na ocupação dos espaços. Devido a esta “repetição”, embora o mapeamento tenha envolvido varias semanas de trabalho, optou-se por, a título de ilustração, relatar nesse volume apenas o uso em dias específicos, conforme aqueles descritos no capítulo a seguir.

Benzer Belgeler