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A elaboração de um circuito pelo jardim, prende-se com a possibilidade de se desenvolver um momento de educação não formal destinada às “nossas crianças”. De acordo com Jacobucci “o espaço formal diz respeito apenas a um local onde a Educação ali realizada é formalizada, garantida por Lei e organizada de acordo com uma padronização nacional.” (Jacobucci, 2007: p.56) Ao passo que na educação não formal podem ser sugeridas duas categorias; instituições e locais que não são instituições. Na categoria instituições, podem ser incluídos os espaços que são regulamentados e que possuem equipa técnica responsável pelas atividades executadas, sendo o caso dos museus, centros de ciências, jardins botânicos, planetários, aquários ou jardins zoológicos. Na categoria não- instituições podem ser incluídos parques, casas, ruas, praças, terrenos, cinemas, praias, grutas, rios, lagoas, campos de futebol, entre outros inúmeros espaços.

Como diz Paulo Freire “Se estivesse claro para nós que foi aprendendo que aprendemos ser possível ensinar, teríamos entendido com facilidade a importância das experiências informais nas ruas, nas praças, nas salas de aula das escolas, nos pátios dos recreios.” (Freire, 1997, p.50).

Este circuito didático pelo Jardim do Bonfim, pretende ser um passeio educativo e ativo pelo mesmo. Uma vez que a educação pré-escolar contem aprendizagens relativas ao conhecimento do mundo, “supõe também uma referência ao que existe e acontece no espaço exterior, que é refletido e organizado no jardim-de-infância.) (OCEPE, 1997, p.79)

A pessoa responsável pela execução do circuito deve receber os grupos de crianças na entrada principal do jardim, iniciando aí a explicação do percurso e acompanhando os mesmos ao longo de todo o circuito, sendo o responsável pela explicação de cada estação e auxílio na execução das atividades.

A proposta prevê que os grupos percorram o jardim passando pelas várias estações do circuito.

Este circuito aborda de forma geral, temas relativos à área de conteúdo do Conhecimento do Mundo. “Esta área tem alguma correspondência com o “Estudo do Meio”(…) cujos grandes blocos são, a descoberta de si mesmo, dos outros e das instituições, do ambiente natural, das inter-relações entre espaços e de materiais e objetos.” (OCEPE, 1997: p.80)

Apesar de diretamente serem abordadas apenas as áreas de conteúdo do Conhecimento do Mundo e da Expressão Motora (Expressão e Comunicação) as restantes, implicitamente, também estão presentes, nomeadamente a Formação Pessoal e Social que “é considerada uma área transversal, dado que todas as componentes curriculares deverão contribuir para promover nos alunos atitudes e valores que lhes permitam tornarem-se cidadãos conscientes e solidários.” (OCEPE, 1997: p.51)

Os educadores que acompanham as crianças devem intervir apenas pontualmente, auxiliando alguma criança com alguma dificuldade, ou caso o guia o solicite.

Relativamente à avaliação das atividades nas diferentes estações e em todo o circuito de forma geral, pretende-se fazer uso da avaliação formativa que segundo a circular nº4/DGDC/DSDC/2011 do Ministério da Educação, este tipo de avaliação é a mais utilizada no pré-escolar tornando a criança protagonista da sua aprendizagem, tomando consciência do que conseguiu aprender das dificuldades que vai tendo ao longo do ensino e como as vai ultrapassar.

Considerando a importância da educação não formal em todos os níveis de ensino, incluindo o pré-escolar, foi elaborado não só um circuito com 6 estações no Jardim do Bonfim, como também foram enumerados os objetivos a atingir com o mesmo.

Principais Objetivos:

• Promover a consciência ecológica, através do contacto com a natureza;

• Desenvolver o espírito de observação, a curiosidade científica e o trabalho em equipa;

• Promover o Ensino Experimental das Ciências;

• Incrementar o gosto pelas Ciências Naturais, História, Expressão Físico-Motora e pelo património natural;

• Ser um complemento educativo;

• Contactar com aspetos históricos e culturais.

• Pré-Escolar (crianças entre os 3 e 6 anos de idade)

Acompanhamento:

• Guia (Formado em Biologia, Animação, Desporto ou Educação)

Sugestões/normas para a realização das atividades: • Seguir as instruções dadas pelo guia;

• É recomendado o uso de chapéu, sapatos e roupa confortável;

• É proibido deixar lixo fora dos recipientes próprios; ฀ Não é permitida a recolha de plantas ou partes das mesmas; ฀ Os animais não devem ser importunados. • O circuito tem prevista a duração de 2h:30m.

1º Estação – Estação dos pisos e das árvores

Sendo que a diversidade de espécies é uma característica do nosso planeta, “a espécie humana como as demais formas de vida, é absolutamente dependente dessa relação.”(Andreoli, Andreoli, Piccinini e Sanches, p.444) Assim sendo, é crucial que esta perceção esteja presente desde a mais tenra idade.

A 1º estação deste circuito terá início na entrada do jardim e apenas terminará antes da realização das atividades da última estação. Trata-se de uma atividade que pretende consciencializar as crianças para a existência da diversidade da flora no nosso planeta, partindo de um pequeno exemplo, como o Jardim do Bonfim. É também objetivo desta atividade, que as crianças observem a existência de diversos tipos de solo/pavimento, sendo que no jardim podem observar a terra, a relva, o alcatrão, a calçada portuguesa e a pedra. Colocar as crianças em contacto com a natureza e os recursos que a mesma nos oferece, é contribuir para a formação de futuros adultos mais conscientes e consequentemente mais responsáveis pelo nosso planeta.

Logo no início, aquando da receção na entrada principal, e após a explicação às crianças sobre o que irá decorrer, devem ser distribuídos cartões identificados com o nome de cada

um, onde estarão imagens de várias espécies de árvores e outros com vários tipos de pavimentos. Cada criança fica responsável pelos seus dois cartões e lápis, que também devem ser distribuídos.

Ao longo do caminho devem verificar se encontram pavimentos e árvores correspondentes às das imagens. Sempre que for necessário, quando as crianças se encontrarem a realizar as atividades das outras estações, os responsáveis que as acompanham (educadores), devem guardar os cartões temporariamente. Antes de iniciarem as atividades da 6º estação, o grupo deve parar, para em conjunto com o/a responsável pelo circuito, verificarem que tipo de pavimentos e que tipo de árvores encontraram no jardim, fazendo o guia referência ao nome das árvores e dos tipos de pavimento, sendo que, no decorrer do percurso o deve ir fazendo, sempre que uma criança faça referência a um novo elemento.

Ao longo da atividade deve-se observar as crianças, a atenção que despendem, os registos efetuados pelas mesmas (nos cartões). O diálogo sobre o que foi visto e registado deve servir como estruturação do conhecimento adquirido.

2º Estação – Estação do Calafate

Segundo a UNESCO o património é o legado que recebemos do passado, vivemos no presente e transmitimos às futuras gerações. O nosso património cultural e natural é fonte insubstituível de vida e inspiração, o nosso ponto de referência, a nossa identidade. De acordo com o Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional do Brasil (IPHAN), o património cultural é o conjunto de manifestações, realizações e representações de um povo. Ele está presente em todos os lugares e atividades: nas ruas, nas nossas casas, nas nossas danças e músicas, nas artes, nos museus, escolas, igrejas e praças.

A educação patrimonial “é, evidentemente, um ato pedagógico e, como tal, compreende uma dimensão didática.” (Tinoco, 2012: nº42)

Nesta estação pretende-se explorar o património da cidade de Setúbal, mais exatamente, uma figura bastante reconhecida e apreciada pelos setubalenses, António Maria Eusébio, mais conhecido por “Calafate”, ou o “Cantador de Setúbal”. De acordo com informação disponibilizada na página da Câmara Municipal de Setúbal, este poeta, era analfabeto e os seus poemas apenas foram publicados aos 84 anos de idade.

Esta atividade pretende proporcionar às crianças o contacto com o património cultural da cidade de Setúbal e desta forma garantir que personagens de relevo “da Terra” não são esquecidas, tal como lhes dar a conhecer a existência de diferentes profissões (calafate e poeta).

Sendo que o “Calafate” foi homenageado com a construção do seu busto e exposição do mesmo no Jardim do Bonfim, esta segunda estação baseia-se num pequeno diálogo onde o “guia” do circuito deve questionar as crianças sobre a identidade da pessoa representada e sobre os motivos para a construção e exposição do mesmo. Nesta estação, após a explicação sobre quem foi António Maria Eusébio, deve ser solicitado às crianças que elaborem desenhos onde o “Calafate” desempenhe as suas duas ocupações, como poeta e como calafate (os materiais mais uma vez serão disponibilizados pelos guias, papel, lápis e mesas para que os meninos possam desenhar).

Ao longo da atividade a participação das crianças deve ser observada, mais concretamente as questões colocadas e interesse sobre o tema e os desenhos elaborados pelos próprios, que nos esclarecem de alguma forma sobre o que os meninos interiorizaram/entenderam daquilo que lhes foi referido.

3º Estação – Estação da Purificação da Água

Se as atividades experimentais “se alicerçarem em temas do quotidiano, do mundo que rodeia os alunos e com significado para eles, está-se a contribuir para o pleno desenvolvimento do cidadão, no sentido de adquirir a literacia científica.” (Sousa, 2012: p.19)

Tal como refere, Gonçalves, Pereira, Azeiteiro e Pereira (2007) a Educação Ambiental ajuda no desenvolvimento de competências associadas ao processo científico. Desta forma, a atividade possibilita trabalhar questões relacionadas com o ambiente e desenvolver competências científicas.

Esta terceira estação tem a finalidade de abordar a questão da água, mais concretamente, a questão da poluição da água. É uma atividade que tem o intuito de alertar as crianças para a importância de um bem essencial à vida de todas as espécies do nosso planeta, tal como proporcionar um momento onde as crianças tenham acesso à ciência experimental. Esta estação terá lugar junto ao lago do jardim e servirá de apoio à mesma um dos edifícios integrantes do jardim.

Após a observação da água do lago, tal como da água dos canais que envolvem o jardim, que as crianças vão observando até chegarem a esta estação, o guia deve questionar sobre a existência de algum lixo que podem observar (os responsáveis devem colocar lixo (como plástico ou madeira) naquela zona, sendo que o retiram de imediato após a partida das crianças). Deve dirigir a conversa para a poluição da água, questionar as crianças sobre os malefícios da água poluída para os animais que nela habitam, dando o exemplo dos animais do lago do Jardim do Bonfim. Após essa conversa, deve propor às crianças que ajudem esses animais a viverem numa água mais limpa, recolhendo um pouco da mesma e efetuando a purificação dessa água.

Faz-se a recolha de uma amostra de água do lago e já nas instalações do edifício, podem com a ajuda de algum material simples, (referindo que o podem fazer em casa com os pais) como garrafas de água, passadores, funis, meias, algodão e chaleiras elétricas iniciar o processo de tratamento/purificação da água. Todo este processo deve ir sendo acompanhado de diálogo sobre o processo de poluição e a necessidade de mantermos a água e o planeta de uma forma geral, limpo.

A participação das crianças no decorrer da experiência, as suas questões e conclusões são os aspetos a observar e refletir.

Durante o meu estágio curricular, tive a oportunidade de desenvolver esta atividade, em contexto de sala de aula, contudo, partindo das fotografias da água do lago do Jardim do Bonfim, onde podíamos observar lixo.

A água que passou pelo processo de purificação na sala, com os meninos, era supostamente água proveniente do jardim e tínhamos como finalidade, devolve-la ao jardim.

Todas as crianças se interessaram pelo assunto e pelo processo em si. Pude constatar que assimilaram o processo e o seu significado quando no dia seguinte desenharam os instrumentos utilizados na experiencia e verbalizaram todas as etapas.

Fig.2 – Conceções de uma criança sobre as etapas do processo de purificação da água, antes e depois da atividade.

Fig.3 - Conceções de uma criança sobre as etapas do processo de purificação da água, antes e depois da atividade.

Fig. 4 - Conceções de uma criança sobre as etapas do processo de purificação da água, antes e depois da atividade.

Fig.5 – Realização do processo de purificação da água.

Fig.6 - Realização do processo de purificação da água.

4º Estação – Estação dos tipos de revestimentos dos animais

Este tipo de atividade é mais uma possibilidade de cativar as crianças para conteúdos relativos à natureza e consequentemente ao meio ambiente, até porque “a ciência não é uma coleção de factos isolados, organizados em sucessão linear, como as folhas de um livro. Os conceitos estão ligados uns aos outros.” (Astolfi, Peterfalvi e Vérin, 1998: p. 261)

Esta atividade debruça-se sobre os diferentes tipos de revestimento dos animais. Tem como objetivo levar as crianças a refletirem sobre as diferenças que caracterizam a natureza. Partindo da “amostra” de animais no Jardim do Bonfim, esta estação pretende desenvolver os conhecimentos das crianças em relação a aspetos específicos da fauna do nosso planeta.

A 4º estação também se situa junto ao lago do jardim. Após a observação dos patos, cisnes, pombos e pardais, o “guia” deve questionar as crianças relativamente ao tipo de revestimento dos animais observados. A atividade tem continuidade no edifício que serviu de apoio à estação anterior. Aí estão disponíveis cartolinas e materiais como penas, escamas, pelos, conchas, entre outros, tais como imagens de animais em papel, que permitem que as crianças, em grupo, possam elaborar trabalhos onde constam diferentes tipos de revestimentos e os animais que correspondem aos mesmos.

A avaliação decorre ao longo da atividade, através da observação e intervenção das crianças relativamente ao assunto tratado.

A presente atividade também foi desenvolvida no decorrer do meu estágio curricular, onde pude observar um grande interesse e entusiasmo por parte das crianças. Alguns tipos de revestimentos já conheciam, outros foram uma novidade (sendo que não falámos em todos), assim como facilmente identificaram alguns animais no grupo certo, também tiveram alguma dificuldade em identificarem outros no grupo correspondente. A planificação da atividade está em anexo (Anexo IV)

Algumas das frases que registei no decorrer das apresentações foram:

– “As escamas são um tipo de revestimento.” – “A pele nua é um tipo de revestimento.” – “As penas são um tipo de revestimento.” – “O pelo é um tipo de revestimento.” – “O pato e o cisne têm penas.” – “O peixe tem escamas.” – “A tartaruga tem escamas.” – “As cobras têm escamas.”

Fig.8 - Trabalho de grupo sobre os revestimentos dos animais.

Fig.10 – Trabalho de grupo sobre os revestimentos dos animais.

5º Estação – Estação do Relógio do Sol

A abordagem a temas relacionados com a astronomia, tal como com qualquer outra área do conhecimento, requer cuidado e dedicação por parte dos profissionais de educação. De acordo com a Sociedade Portuguesa de Astronomia (SPA), o ensino da mesma não deve colocar em prática a abordagem dos temas de forma “enciclopédica”, deve partir-se daquilo que está bem próximo. Desta forma, o relógio do sol disponível para todos no Jardim do Bonfim é uma “ferramenta” que não poderia deixar de ser utilizada neste circuito.

Nesta penúltima estação a atividade desenvolve-se em volta de temáticas relacionadas com a astronomia. Como referem Azevedo, Pessanha, Schramm e Souza (2013), o relógio do sol permite abordar os mais variados temas, tais como, os ângulos, figuras geométricas, unidades de medida, história e origem dos relógios, tipos de relógios, os povos antigos, Geografia, os movimentos da terra (rotação e translação) fusos horários, pontos cardeais, latitude e longitude, o solstício e equinócio, o analema solar, que de acordo com a página de Astronomia Estelar em Ambiente Escolar (2015), do Departamento de Física da Universidade do Minho, é uma figura traçada pelas diferentes posições do sol, observada e registada mais ou menos à mesma hora, durante um ano (o conjunto dessas posições formam uma curva fechada que se assemelha a um 8) a biologia, os horários de maior incidência solar, a relação entre as plantas e o sol, a educação artística, os modelos de relógios de sol, e a construção do analema solar.

O relógio do sol situa-se na mesma zona das duas estações anteriores, em frente ao lago. O guia deve começar por perguntar às crianças o que é que elas sabem sobre aquela construção e após ouvir todas as observações deve proceder à explicação do que é a construção e qual foi a sua origem. Uma vez que ao explicar como se constrói o relógio necessita de se referir aos pontos cardeais, o responsável deve solicitar que as crianças se dividam em volta do espaço, em grupos, e cada grupo terá o nome de um dos pontos. Desta forma as crianças adquirem pequenas noções que mais tarde os auxiliarão na aquisição de conteúdos académicos. Depois o guia deve solicitar que o grupo “Este” troque para o lugar do grupo “Sul”, por exemplo, e vice-versa. De seguida, todas as crianças devem poder observar de perto o relógio e colocarem as questões lhes surgirem.

A observação da compreensão das crianças acerca dos pontos cardeais durante o exercício é um ponto de referência para refletir sobre o sucesso da atividade, tal como as questões das mesmas.

6º Estação – Estação dos Jogos Tradicionais

Numa altura em que observamos as crianças a dedicarem-se mais aos computadores e outras máquinas eletrónicas, é oportuno afirmarmos que “as mudanças sociais implicam respostas mais precisas sobre as condições de estilo de vida ao nível das culturas de infância e a importância do jogo no contexto familiar, escolar e comunitário.” (Neto, 2003: p. 6)

De acordo com Fonseca (2005), as crianças no pré-escolar, ao nível da psicomotricidade, encontram-se nos estádios de desenvolvimento personalístico.

• Estádio Personalístico (dos 3 aos 4/5 anos) – A criança está virada para a pessoa, para o enriquecimento do eu. Sucede-se a passagem do ato motor ao ato mental.

Desta forma, é essencial que a criança possa brincar, jogar exercitar-se. É crucial que tenha tempo livre, visto que segundo Peres, Serrano e Cunha (2009), a “exploração” de jogos ou atividades lúdicas, exercem influência sobre o nível de desenvolvimento motor das crianças.

Para finalizar este circuito “de aprendizagens” pelo jardim, esta estação oferece às crianças a possibilidade de jogarem alguns jogos tradicionais de acordo com Pereira (2006), que possivelmente não conhecem, como o “jogo do elástico”, o “jogo da corda” e o “jogo da corrida de sacos”. Estas atividades permitem-lhes não só experimentar “novas brincadeiras”, tomar conhecimento de jogos tradicionais como também exercitarem-se. Nesta estação o guia que acompanha as crianças no decorrer do circuito deve ter o auxílio de outros dois elementos, uma vez que esta atividade se divide em três jogos; o do elástico, o da corda e o da corrida de sacos. Cada elemento responsável dinamizará um dos jogos que devem decorrer ao mesmo tempo. O grupo é assim dividido em três e vão alternando consoante vão terminando as atividades.

• Jogo do elástico Material: elástico.

Descrição do jogo: Duas crianças ficam “dentro” do elástico (e depois vão trocando) e as restantes têm que saltar o elástico, cumprindo o ritmo de contagem dos saltos (123, 123, 123,123…) sem pisar o elástico. Quando pisam saem e entram os que se seguem na fila.

• Jogo da corda

Material: corda comprida

Descrição do jogo: As crianças formam uma fila e saltam individualmente, até pisarem a corda, e dão a vez ao elemento seguinte na fila.

• Jogo da Corrida de sacos Material: Sacos resistentes

Descrição do jogo: As crianças devem dividir-se e competir individualmente entre si. Até cinco crianças de cada vez. Devem saltar com uma perna dentro do saco e a outra fora até à meta indicada, vencendo o que chega primeiro. A observação do desempenho e entusiasmo das crianças, tal como a observação das suas competências psicomotoras, permitem desenvolver uma reflexão sobre a atividade. Este circuito foi elaborado para ser colocado em prática no Jardim do Bonfim, contudo, um circuito semelhante pode ser desenvolvido em qualquer outro espaço verde. Os objetivos referidos, permitem que muitos outros espaços ofereçam a possibilidade de os realizar. Interessa aproveitar os recursos naturais e públicos à disposição para realizar de