5.2. Öneriler
5.2.2. Araştırmacılara Öneriler
4.A - Comparação pelos valores Limite Inferior e Superior e pelo teste estatístico de Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn
O quadro 01 mostra quais grupos diferiram do controle de acordo com cada citocina estudada, quando se utilizou os valores Limite Inferior e Superior ou o teste estatístico de Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn.
Quadro 1: Comparação dos valores de citocinas por RT-PCR e ELISA entre os grupos de
estudo (G1, G2, G3 e G4) e o grupo controle (G5), utilizando o desvio padrão da normalidade e pelo teste estatístico de Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn.
Desvio Padrão Kruskal-Wallis Dunn Citocina G1 G2 G3 G4 G1 G2 G3 G4 IFN-γ RT-PCR
ELISA
IL-2 RT-PCR Valores Superiores ao G5
ELISA Valores Equivalentes ao G5
IL-4 RT-PCR ELISA IL-10 RT-PCR ELISA TNF-α RT-PCR ELISA TGF-β RT-PCR ELISA
G1: pacientes portadores da coinfecção HIV/VHC; G2: pacientes monoinfectados com o VHC; G3: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral detectável; G4: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral indetectável; G5: indivíduos doadores de sangue.
Quando as citocinas dos grupos de estudo foram comparadas ao grupo controle utilizando os limites inferiores e superiores, o perfil das citocinas dosadas por RT-PCR ficou do seguinte modo: INF-γ superior em G1, G2, G3 e G4; IL-2 superior em G4; IL-4 superior em G2, G3 e G4; IL-10 superior em G1, G2, G3 e G4; TNF superior em G1, G2, G3 e G4 e TGF-β superior em G1 e G2. Já o perfil de comparação dessas citocinas dosadas por ELISA teve o seguinte resultado: INF-γ superior em G2; IL-4 superior em G1; G2, G3 e G4; IL-10 superior em G1, G2, G3 e G4; TNF superior em G1, G2, G3 e G4 e TGF-β superior em
Resultados
Quando a comparação foi realizada se utilizando o teste estatístico de Kruskal- Wallis, seguido pelo teste de Dunn, o perfil das citocinas dosadas por RT-PCR ficou do seguinte modo: INF-γ superior em G1, G2; IL-2 superior em G4; IL-4 superior em G2, G3 e G4; IL-10 superior em G1, G3 e G4; TNF superior em G1, G2 e TGF-β superior em G1 e G2. Já o perfil de comparação dessas citocinas dosadas por ELISA teve o seguinte resultado: INF-γ superior em G2; IL-4 superior em G2, G3 e G4; IL-10 superior em G1, G2, G3 e G4; TNF superior em G1, G2 e TGF-β superior em G1 e G2.
4.B - Comparação entre IFN-γ, IL-2, IL-4 e IL-10 e interpretação do perfil imune
O quadro 2 ilustra especificamente o comportamento das citocinas mais intimamente ligadas à caracterização dos perfis de resposta imune Th-1, Th-2 e Th-0 maduro, e sua interpretação.
Quadro 2: Comparação dos valores de IFN-γ, IL-2, IL-4 e IL-10 por RT-PCR e ELISA entre os
grupos de estudo (G1, G2, G3 e G4) e o grupo controle (G5), utilizando o desvio padrão da normalidade e pelo teste estatístico de Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn. Interpretação do perfil de resposta imune Th-1/Th-2.
IFN-γ IL-2 IL-4 IL-10
Grupo DP KD DP KD DP KD DP KD DP KD DP KD DP KD DP KD RT-PCR ELISA RT-PCR ELISA RT-PCR ELISA RT-PCR ELISA Perfil
G1 Th-2
G2 Th-0/Th-2
G3 Th-2
G4 Th-2
Valores Superiores ao G5 Valores Equivalentes ao G5
G1: pacientes portadores da coinfecção HIV/VHC; G2: pacientes monoinfectados com o VHC; G3: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral detectável; G4: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral indetectável; G5: indivíduos doadores de sangue; DP: cálculo pelo desvio padrão da normalidade; KD: teste estatístico de Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn.
O G1 teve IFN-γ superior ao G5 apenas quando dosado pelo RT-PCR, e a IL-2 se mostrou equivalente pelos dois métodos, enquanto a IL-4 estava aumentada pelo ELISA quando utilizado a análise pelo desvio padrão da normalidade, e a IL-10 se mostrou aumentado por todos os meios. Tal comportamento foi interpretado como mais compatível com o perfil Th-2.
Resultados
No G2 o IFN-γ foi superior por todas as análises, e a Il-2 se mostrou equivalente pelos dois métodos, enquanto a IL-4 foi superior por todas as análises, o mesmo acontecendo com a IL-10, com exceção da dosagem pelo RT-PCR utilizando o teste estatístico de Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn. Tal comportamento foi interpretado como intermediário entre Th-0 e Th-2.
Já no G3 o IFN-γ foi superior ao G5 apenas quando dosado pelo RT-PCR na análise pelo desvio padrão da normalidade, enquanto a IL-4 foi superior por todas as análises, o mesmo acontecendo com a IL-10. Tal comportamento foi interpretado como mais compatível com o perfil Th-2.
Finalmente no G4, o IFN-γ foi superior ao G5 apenas quando dosado pelo RT-PCR na análise pelo desvio padrão da normalidade, e a IL-2 se mostrou superior quando dosada por RT-PCR, enquanto a IL-4 foi superior por todas as análises, o mesmo acontecendo com a IL-10, com exceção da dosagem pelo RT-PCR utilizando o teste estatístico de Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn. Tal comportamento foi interpretado como mais compatível com o perfil Th-2.
Resultados
4.C - Comparação individual entre as citocinas nos grupos de estudos e no grupo controle
4.C.1 - IFN-γ
Os gráficos 5 e 6 mostram a distribuição dos valores de IFN-γ dosados por RT-PCR e ELISA respectivamente nos grupos estudados.
Gráficos 5 e 6: Distribuição dos valores de IFN-γ dosado por RT-PCR e ELISA
respectivamente, nos grupos estudados.
pg/ m l G1 > G3/G4/G5 G2 > G5 *p < 0,05 G2 > G1/G3/G4/G5 *p < 0,05 RT-PCR ELISA
G1: pacientes portadores da coinfecção HIV/VHC; G2: pacientes monoinfectados com o VHC; G3: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral detectável; G4: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral indetectável; G5: indivíduos doadores de sangue. Estatística: Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn.
Analisando a distribuição dos valores de IFN-γ dosados por RT-PCR, o resultado é que G1 tem valores significativamente maiores que G3, G4 e G5, e que G2 tem valores maiores que G5. Já pela dosagem sérica do IFN-γ por ELISA, os valores de G2 foram superiores ao G1, G3, G4 e G5.
Resultados
4.C.2 - IL-2
Os gráficos 7 e 8 mostram a distribuição dos valores de IL-2 dosados por RT-PCR e ELISA respectivamente nos grupos estudados.
Gráficos 7 e 8: Distribuição dos valores de IL-2 dosado por RT-PCR e ELISA
respectivamente, nos grupos estudados.
pg/ m l G4 > G1/G2/G5 *p < 0,05 G4 > G1 *p < 0,05 RT-PCR ELISA
G1: pacientes portadores da coinfecção HIV/VHC; G2: pacientes monoinfectados com o VHC; G3: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral detectável; G4: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral indetectável; G5: indivíduos doadores de sangue. Estatística: Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn.
Analisando a distribuição dos valores de IL-2 dosados por RT-PCR, o resultado é que G4 tem valores significativamente maiores que G1, G2 e G5. Já pela dosagem sérica do IL-2 por ELISA, os valores de G4 foram superiores ao G1.
Resultados
4.C.3 - IL-4
Os gráficos 9 e 10 mostram a distribuição dos valores de IL-4 dosados por RT-PCR e ELISA respectivamente nos grupos estudados.
Gráficos 9 e 10: Distribuição dos valores de IL-4 dosado por RT-PCR e ELISA
respectivamente, nos grupos estudados.
pg/ m l G2/G3 > G1/G5 G4 > G5 *p < 0,05 G2/G3/G4 > G1/G5 *p < 0,05 RT-PCR ELISA
G1: pacientes portadores da coinfecção HIV/VHC; G2: pacientes monoinfectados com o VHC; G3: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral detectável; G4: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral indetectável; G5: indivíduos doadores de sangue. Estatística: Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn.
Analisando a distribuição dos valores de IL-4 dosados por RT-PCR, o resultado é que G2 e G3 têm valores significativamente maiores que G1 e G5, e que G4 tem valores maiores que G5. Já pela dosagem sérica do IL-4 por ELISA, os valores de G2, G3 e G4 foram superiores ao G1 e G5.
Resultados
4.C.4 - IL-10
Os gráficos 11 e 12 mostram a distribuição dos valores de IL-10 dosados por RT- PCR e ELISA respectivamente nos grupos estudados.
Gráficos 11 e 12: Distribuição dos valores de IL-10 dosado por RT-PCR e ELISA
respectivamente, nos grupos estudados.
pg/ m l G1/G3 > G5 *p < 0,05 G1 > G2/G4/G5 G2/G3 > G5 *p < 0,05 RT-PCR ELISA
G1: pacientes portadores da coinfecção HIV/VHC; G2: pacientes monoinfectados com o VHC; G3: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral detectável; G4: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral indetectável; G5: indivíduos doadores de sangue. Estatística: Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn.
Analisando a distribuição dos valores de IL-10 dosados por RT-PCR, o resultado é que G1 e G3 têm valores significativamente maiores que G5. Já pela dosagem sérica da IL- 10 por ELISA, os valores de G1 foram superiores ao G2, G4 e G5 e os de G2 e G3 superiores ao G5.
Resultados
4.C.5 - TNF-α
Os gráficos 13 e 14 mostram a distribuição dos valores de TNF-α dosados por RT- PCR e ELISA respectivamente nos grupos estudados.
Gráficos 13 e 14: Distribuição dos valores de TNF-α dosado por RT-PCR e ELISA
respectivamente, nos grupos estudados.
pg/ m l G1 > G4/G5 G2 > G5 *p < 0,05 G1 > G2/G4/G5 G2 > G5 *p < 0,05 RT-PCR ELISA
G1: pacientes portadores da coinfecção HIV/VHC; G2: pacientes monoinfectados com o VHC; G3: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral detectável; G4: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral indetectável; G5: indivíduos doadores de sangue. Estatística: Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn.
Analisando a distribuição dos valores de TNF-α dosados por RT-PCR, o resultado é que G1 tem valores significativamente maiores que G4 e G5, e que G2 tem valores maiores que G5. Já pela dosagem sérica do TNF-α por ELISA, os valores de G1 foram superiores ao G2, G4 e G5, e G2 tem valores maiores que G5.
Resultados
4.C.6 - TGF-β
Os gráficos 15 e 16 mostram a distribuição dos valores de TGF-β dosados por RT- PCR e ELISA respectivamente nos grupos estudados.
Gráficos 15 e 16: Distribuição dos valores de TGF-β dosado por RT-PCR e ELISA
respectivamente, nos grupos estudados.
pg/ m l G1/G2 > G3/G4/G5 *p < 0,05 RT-PCR ELISA G1/G2 > G3/G4/G5 *p < 0,05
G1: pacientes portadores da coinfecção HIV/VHC; G2: pacientes monoinfectados com o VHC; G3: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral detectável; G4: pacientes monoinfectados pelo HIV com carga viral indetectável; G5: indivíduos doadores de sangue. Estatística: Kruskal-Wallis, seguido pelo teste de Dunn.
Analisando a distribuição dos valores de TGF-β dosados por RT-PCR, o resultado é que G1 e G2 têm valores significativamente maiores que G3, G4 e G5. Os mesmo resultados foram observados quando se utilizou a dosagem sérica do TGF-β por ELISA.