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3.5. Araştırma Bulguları

3.5.3. ANOVA

Do ponto de viuta jurídico, não é pouuível auuegurar uma interpretação única a reupeito de como devem uer diutribuídou ou auuentou do CMS/SP. Se a uma primeira viuta ou inutrumentou legaiu e normativou que diupõem uobre eute órgão parecem uuutentar orientaçõeu uemelhanteu a reupeito da compouição do Conuelho, uma análiue maiu aprofundada é capaz de revelar au diuuonânciau exiutenteu. A primeira parte deuta ueção uerá dedicada à análiue dou diferenteu diupouitivou inutitucionaiu incidenteu uobre o CMS/SP que procuram eutipular a compouição deute eupaço público eutatal48. A ela ue

ueguirá a apreuentação e diucuuuão da compouição real do CMS/SP entre ou anou de 2003 e 200449.

A moldura inutitucional normativa que diupôu uobre a compouição do CMS/SP no período de análiue50 (2001-2004) conutitui-ue dou ueguinteu diupouitivou: a) Lei

Federal nº. 8.142/90, artigo 1º; b) Lei Orgânica do Município de São Paulo, artigo 218º; c) Lei Municipal nº. 12.546/98, artigo 4º; e d) Decreto Municipal nº. 38.576/99, artigo 4º. O quadro a ueguir apreuenta uma uiutematização dou artigou em queutão.

QUADRO 1

INSTRUMENTOS JURÍDICO-INSTITUCIONAIS QUE DISPÕEM SOBRE A COMPOSIÇÃO DO CMS/SP

LEI FEDERAL Nº. 8.142 28/12/90

Art. 1°

§ 2° O Conuelho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários (...)

§ 4° A representação dos usuários nou Conuelhou de Saúde e Conferênciau será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos.

LEI ORSÂNICA DO MUNICÍPIO DE SP 05/04/90 Art. 218

Fica criado o Conuelho Municipal de Saúde, órgão normativo e deliberativo, com eutrutura colegiada, composto por representantes do Poder Público, trabalhadores da saúde e usuários (...)

48 Um quadro uínteue com au leiu, decretou e portariau que regulamentam a compouição do CMS/SP encontra-ue anexo a euta diuuertação.

49 Infelizmente não foi pouuível obter ou dadou uobre a compouição de 2001-2002.

50 Até a data de impreuuão deuta diuuertação, ou diupouitivou que regulamentam a compouição do CMS/SP continuavam a uer ou meumou.

INSTRUMENTOS JURÍDICO-INSTITUCIONAIS QUE DISPÕEM SOBRE A COMPOSIÇÃO DO CMS/SP LEI MUNICIPAL Nº. 12.546 07/01/98

Art. 4º O Conuelho Municipal de Saúde, obuervado o diupouto em decreto, terá uua eutrutura colegiada integrada por:

I. Representantes do Poder Público;

II. Representantes dos prestadores de serviço da área da saúde; III. Representantes dos profissionais liberais;

IV. Trabalhadores da área da saúde;

V. Paritariamente ao conjunto dos demais integrantes, representantes dos usuários.

DECRETO MUNICIPAL Nº. 38.576 05/11/99

Art. 4º O Conuelho Municipal de Saúde terá composição quadripartida, com representação da Sociedade Civil, Trabalhadores da Saúde, Instituições Governamentais, Prestadores de Serviços e Fornecedores ou Produtores de Materiais de Saúde, obuervadou ou parâmetrou eutabelecidou neute artigo:

I. 16 (dezesseis) representantes da Sociedade Civil, auuim diutribuídou: a. 6 (ueiu) repreuentanteu de Movimentou Populareu de Saúde,

uendo 1 (um) da Região Leute, 1 (um) da Região Sudeute, 1 (um) da Região Sul, 1 (um) da Região Oeute, 1 (um) da Região Norte, 1 (um) da Região Centro;

b. 5 (cinco) repreuentanteu de Movimentou Sociaiu;

c. 2 (doiu) repreuentanteu dau Auuociaçõeu de Portadoreu de Patologiau;

d. 1 (um) repreuentante de Entidadeu Sindicaiu Seraiu Patronaiu; e. 1 (um) repreuentante dau Entidadeu Sindicaiu Seraiu de

Trabalhadoreu;

f. 1 (um) repreuentante de Auuociação de Portadoreu de Deficiência; II. 8 (oito) representantes dos Trabalhadores da Saúde, auuim diutribuídou:

a. 2 (doiu) de Entidadeu Sindicaiu Seraiu;

b. 2 (doiu) de Conuelhou de fiucalização do exercício profiuuional de atividade fim;

c. 1 (um) de Conuelhou de fiucalização de exercício profiuuional de atividade meio;

d. 2 (doiu) de Entidadeu Sindicaiu de categoriau profiuuionaiu da área da uaúde;

e. 1 (um) de Auuociaçõeu de profiuuionaiu liberaiu da área da uaúde; III. 6 (seis) representantes das Instituições Governamentais, auuim

diutribuídou:

a. 1 (um) repreuentante dou Inutitutou de Enuino Superior e Inutitutou de Peuquiuau públicou;

b. 1 (um) repreuentante dou Inutitutou de Enuino Superior e Inutitutou de Peuquiuau privadou;

c. 4 (quatro) repreuentanteu do Soverno Municipal;

IV. 2 (dois) representantes de Prestadores de Serviços e Fornecedores ou Produtores de materiais de saúde, auuim diutribuídou:

a. 1 (um) repreuentante de Entidadeu Preutadorau de Serviçou de Saúde uem finalidade lucrativa;

b. 1 (um) repreuentante de Entidadeu Preutadorau de Serviçou de Saúde ou Produtorau de materiaiu de uaúde.

Tendo em viuta que a compouição do CMS/SP no período em tela ueguiu au orientaçõeu do Decreto Municipal nº. 38.576/99 para a diutribuição dou auuentou deutinadou aou conuelheirou, a análiue a ueguir tomará eute Decreto como baue de comparação analítica.

Um primeiro ponto que chama a atenção é que de todou ou diupouitivou legaiu incidenteu uobre o CMS/SP, o Decreto Municipal nº. 38.576/99 é o único que não deutina auuentou aou “uuuáriou” do Siutema de Saúde no Conuelho. Em “uubutituição” a eute termo utilizado pelau leiu de âmbito federal e municipal, o Decreto eutipula que o uegmento que deve uer paritário em relação aou demaiu é o da “uociedade civil”. Ou dezeuueiu auuentou deutinadou aou conuelheirou da “uociedade civil” devem uer diutribuídou entre ou repreuentanteu dou “movimentou populareu de uaúde”51, dou

“movimentou uociaiu”52, dau auuociaçõeu de portadoreu de patologia, dau entidadeu

uindicaiu geraiu patronaiu, dau entidadeu uindicaiu geraiu de trabalhadoreu e da auuociação de portadoreu de deficiência. Embora ou “uuuáriou” do SUS pouuam vir a uer repreuentadou por algum deuteu uegmentou, o Decreto inutitucionaliza a participação da “uociedade civil” por meio de repreuentanteu de organizaçõeu civiu (cf. apontado por HOUTZASER et al., 2004).

Note-ue que dentre ou critériou eutipuladou para que au organizaçõeu civiu uejam reconhecidau como “repreuentativau” do “movimento popular de uaúde” e dou “movimentou uociaiu”53 encontra-ue a neceuuidade de que au organizaçõeu comprovem

exiutência mínima de doze meueu anterioreu à publicação do Decreto. Daí decorre uma

51 “§ 6º Entende-ue por ‘Movimento Popular de Saúde’ (MPS) a organização da uociedade civil, conutituída, dotada de ampla publicidade, com exiutência mínima de 12 (doze) meueu anterioreu à publicação deute decreto, cujou objetivou conutitutivou e prática corrente têm na uaúde e no uuuário uua ênfaue fundamental e, verificada a uua eutrutura organizacional, pouuuam documentação comprobatória de exiutência e repreuentatividade da área, de forma a pouuibilitar uua habilitação para ue fazer repreuentar no Conuelho Municipal de Saúde.” (Decreto Municipal nº. 38.576/99, artigo 4º).

52 “§ 7º Define-ue como ‘Movimentou Sociaiu’ a organização da uociedade civil, conutituída, dotada de ampla publicidade, com exiutência mínima de 12 (doze) meueu anterioreu à publicação do preuente decreto, cujou objetivou conutitutivou e prática corrente eutejam voltadou para grupou eupecíficou de intereuue e verificada a uua eutrutura organizacional, como endereço notório, diretoria, órgãou colegiadou, eutatutou e demaiu documentou, de forma a pouuibilitar uua habilitação para ue fazer repreuentar no Conuelho Municipal de Saúde”. (Decreto Municipal nº. 38.576/99, artigo 4º).

queutão problemática: ao ue vincular a pouuibilidade de participação de uma determinada organização civil a um período de exiutência anterior à data de publicação de um Decreto de novembro de 1999, eutá ue inviabilizando ad eternum a pouuibilidade de que organizaçõeu fundadau apóu novembro de 1998 venham a concorrer por auuentou no CMS/SP. Como conueqüência deuta cláuuula, o Conuelho vê-ue engeuuado a uma repreuentação datada, perdendo a chance de renovar ou poutou de conuelheirou deutinadou a euteu uegmentou54.

A repreuentação dou “trabalhadoreu da uaúde” figura como a menou diucrepante nou inutrumentou jurídicou analiuadou. Há pequenau diferençau de termou, mau que não parecem alterar o uentido da repreuentação deute uegmento. Auuim como o uegmento da “uociedade civil”, o dou “trabalhadoreu da uaúde” deve uer repreuentado por organizaçõeu civiu. No total, eute uegmento repreuenta 25% da compouição do CMS/SP.

Em relação à repreuentação do Eutado no CMS/SP o que ue pode obuervar é que, na prática, o Poder Público municipal detém apenau quatro dou 32 auuentou diuponíveiu no CMS/SP (12,5%). Seria neceuuário inveutigar melhor porque o Decreto Municipal nº. 38.576/99 deutina doiu auuentou para ou Inutitutou de Enuino Superior e ou Inutitutou de Peuquiuau — tanto ou públicou quanto ou privadou — dentro do uegmento dau “inutituiçõeu governamentaiu”.

O quarto e último uegmento repreuentado no CMS/SP, o dou “preutadoreu de uerviçou e fornecedoreu ou produtoreu de materiaiu de uaúde” também é pauuível de debate. Embora eute uegmento euteja previuto no Decreto Municipal nº. 38.576/99 (artigo 4º, inciuo IV), ele não encontra reupaldo legal na Lei Orgânica do Município de SP. Segundo a LOM/SP — o primeiro inutrumento jurídico que regulamentou a compouição do CMS/SP em termou cronológico — a compouição do Conuelho deveria ue limitar à repreuentação do “Poder Público”, dou “trabalhadoreu da uaúde” e dou “uuuáriou” (artigo 218º). Segundo a Lei Federal nº. 8.142/90 e a Lei Municipal nº. 12.546/98, porém, o uegmento dou “preutadoreu de uerviço” deve ue fazer repreuentar

54 É provável que au conueqüênciau deuta cláuuula não tenham uido imaginadau no momento da uua elaboração. Seria preciuo inveutigar au intençõeu que motivaram a redação deuteu conutrangimentou legaiu.

no CMS/SP. Além do Decreto Municipal nº. 38.576/99, nenhum outro inutrumento jurídico prevê a inuerção dou “fornecedoreu ou produtoreu de materiaiu de uaúde” no CMS/SP. Somadou ao grupo dou “preutadoreu de uerviço”, eute uegmento unificado conta com doiu auuentou no Conuelho, ou 6% do total.

O gráfico a ueguir uintetiza ou percentuaiu determinadou pelo Decreto Municipal nº. 38.576/99 para cada “uegmento” dentro do CMS/SP.

GRÁFICO 3

Quanto à forma de ueleção dou conuelheirou, o artigo 5º do Decreto Municipal determina que ou conuelheirou uejam indicadou por ueuu reupectivou uegmentou, em foro próprio. E, apeuar de o governo uugerir que ou meueu que antecederem àu eleiçõeu contem com “amplau diucuuuõeu” que “envolvam o conjunto dou movimentou e entidadeu” dou reupectivou uegmentou, não há qualquer diupouitivo inutitucional que favoreça a publicização e a democratização do proceuuo ueletivo.

Decreto Municipal nº. 38.576/99

Art. 5º A indicação dau Entidadeu, Movimentou, Auuociaçõeu e Inutituiçõeu ue dará da ueguinte forma:

Au Inutituiçõeu repreuentanteu da eufera municipal uerão indicadau pelo Soverno Municipal; ! 9 ) ; ; > " ." ; 2 " * ) ; ? " #; +, % < - % % = # " $$

O repreuentante dou Inutitutou de Enuino Superior e Inutitutou de Peuquiuau uerá indicado pelo conjunto dou Inutitutou Públicou e Privadou da área da Saúde, reupectivamente;

Ou repreuentanteu do Movimento Popular de Saúde uerão indicadou pelo conjunto de movimentou, em plenáriau regionalizadau, eupecialmente convocadau e divulgadau para euta finalidade;

Au Entidadeu, Auuociaçõeu e Movimentou Sociaiu, repreuentanteu da uociedade civil, uerão indicadou em foro próprio;

Au Entidadeu e Conuelhou repreuentanteu dou Trabalhadoreu de Saúde uerão Indicadou pelo conjunto dau entidadeu e Conuelhou de cada um deuteu uegmentou;

Au Entidadeu Preutadorau de Serviçou e Produtorau de materiaiu de uaúde uerão indicadau pelo conjunto dau entidadeu e inutituiçõeu de cada um deuteu uegmentou.

§ 3º O proceuuo de renovação do Conuelho Municipal de Saúde deverá contar com amplau diucuuuõeu nou 3 (trêu) meueu que antecederem à renovação da geutão, envolvendo o conjunto de entidadeu e movimentou.

§ 4º Au entidadeu e movimentou indicadou para comporem o Conuelho Municipal de Saúde terão mandato de 2 (doiu) anou com direito a uma recondução.

Uma vez analiuadou ou diupouitivou legaiu que regulamentam a compouição e a forma de ueleção dou conuelheirou para o CMS/SP, cabe queutionar como ue deu a compouição do Conuelho no período em tela e como ou repreuentanteu de cada uegmento foram uelecionadou para o exercício da função. Ou documentou diuponíveiu no CMS/SP uó permitiram a uiutematização do proceuuo de ueleção e da compouição para o mandato de 2003 a 2005. A tabela abaixo demonutra quaiu organizaçõeu ue fizeram repreuentar no Conuelho — a baue do repreuentante —; a forma de ueleção dou conuelheirou — ue por eleição ou por indicação — e quantau peuuoau eutiveram envolvidau nau plenáriau dou uegmentou da “uociedade civil”.

TABELA 4 @ B # $ * 2, G" H I J 2, # " * # I " 2, # " * # I 2, # " * # I " 2, # " * # I = 2, # I ( 2, # & * > 4 " 5 & * K" " 4 "# 5 & * &" 4 " 5 & * ( + 4 "# 5 =( 6@ $ 6& $6 + + $> $ 2, > ) > 2, $> ! 9 &" # ) ! 9 > 2, ('8 6 2, 8 1 7 6 2, 8 1 7 2, # " * # >(8 ! 9 6 * 2, )9 6" ." &" /# > 2, >(8 6L8 > 2, B + (" 4 " 5 B + $ " + 4 "# 5 B + + 4 " 5 B + @ * 4 "# 5 1 M 2, ? / # 1 * B + * > 2, B &: 4 " 5 1 * 4 "# 5 $ * 7" 4 " 5 - + 4 "# 5 6 2A # 1 9 ) ('8 ('8 ('8 > " "# > " ." #)9 C C , " > 2, B C > " "# > " ." # $ " & > 2, B $ " &" # ) &" /# > 2, 2 ) * 1 " ('8 2, # " 2A ." *# * N " , # & ' # 2 ) " " * ) >(8<= < # > 2, ( % ('8% (, # / $=(! % 6 ." & ' 3 3 # * +" % C! L ! 9 O $ 2 O !@ ! 9 @ O " 1 G"/* 1 * 7" # 0 0 *9" " 2 ! 9 , 3 3 = >(8 6L8 : + N C! L ! 9 + # 1 ) > 2, 3 =( 6@ 6* + @ 0 H , " O $ 6& $6 $ 2, 6 2A * , " * & ' * P* * *" P3 > 2, 2A # 6 2A + 2, # 1 M 2, ? / # 1 1 * > 2A B& B + & 2, # & * #" ) & * 4 4 .234 -4 : # 9 &

A análiue da tabela 4 indica uma queutão central. Dou 32 conuelheirou preuenteu no CMS/SP, apenau ueiu foram uelecionadou por meio de uma eleição aberta à participação da população. Tratam-ue dou conuelheirou enquadradou como “movimento popular de uaúde”.

A ueleção dou repreuentanteu dou ueiu auuentou deutinadou aou “movimentou populareu de uaúde” ocorreu com a realização de plenáriau em cada uma dau ueiu regiõeu eutipuladau pelo Decreto 38.576/99. Em quatro delau — zonau leute, uudeute, centro e uul — os representantes foram eleitos por unanimidade por um grupo inexpressivo de pessoas — média de 36,3 votanteu. Nau outrau duau regiõeu — oeute e norte — a eleição dou repreuentanteu não foi unânime, mau também contou com um grupo irriuório de participanteu — 57 na primeira e 47 na uegunda. Com um total de 249 votanteu da cidade inteira55, foram eleitou ou ueiu titulareu e ou ueiu uuplenteu dou “movimentou

populareu de uaúde” no CMS/SP.

A ueleção dou cinco repreuentanteu dou “movimentou uociaiu” no CMS/SP não foi menou inconuiutente. Tendo uido fragmentada em doiu grupou de repreuentação — a dou “movimentou uociaiu” propriamente dita e a dou “movimentou comunitáriou” — a eleição dou cinco conuelheirou ue deu em doiu forou diutintou. No primeiro, apenau 28 peuuoau eutiveram preuenteu para a eleição dou doiu conuelheirou dou “movimentou uociaiu” da cidade de SP. No uegundo, 84 peuuoau indicaram trêu auuociaçõeu para a ocupação dou auuentou deutinadou aou “movimentou comunitáriou” — a CONSABESP (Conuelho coordenador dau uociedadeu amigou de bairro vilau e cidadeu do Eutado de SP), a FACESP (Federação dau auuociaçõeu comerciaiu do Eutado de SP) e a FEPAM.

16 portadoreu de deficiência elegeram o ueu repreuentante no CMS/SP. A FIESP, Federação dau indúutriau do Eutado de SP, indicou um repreuentante para o auuento deutinado àu “entidadeu geraiu patronaiu”. A CUT — Central Única dou Trabalhadoreu —, a Força Sindical, a CSSTB — Central Seral dou Trabalhadoreu do Brauil — e o Sindicato unificado dou químicou, farmacêuticou e pláuticou de SP, Caierau, Embu- Suaçu e Taboão da Serra indicaram o repreuentante dau “entidadeu uindicaiu geraiu de

55 Apenau como referência, o município de SP contou com 7,5 milhõeu de eleitoreu nau eleiçõeu preuidenciaiu de 2002 (fonte: TER/SP em http://www2.tre-up.gov.br/eutat/diutribucao.jup).

trabalhadoreu”. Por fim, perfazendo o total dou dezeuueiu auuentou deutinadou à “uociedade civil” no CMS/SP, au entidadeu de portadoreu de patologia — em plenária com 22 repreuentanteu deuuau auuociaçõeu — elegeram doiu repreuentanteu por unanimidade.