2. KURAMSAL TEMELLER ve KAYNAK ARAŞTIRMASI
2.7. Arıtma Çamuru Külünde Fosfor Varlığı ve Geri Kazanımı
2.7.1. Arıtma Çamurlarının Fosfor Kaynağı
Para avaliação da eficácia do reconhecimento de emoções através de expressões faciais laboratoriais (dinâmicas e estáticas) e expressões faciais reais, foi elaborado um instrumento com três tarefas distintas e considerado o número de respostas corretas/ acertos e o tipo de erros cometidos. Cada tarefa utiliza estímulos faciais diferenciados, nomeadamente expressões faciais estáticas reais, expressões faciais estáticas laboratoriais e expressões faciais dinâmicas laboratoriais. Serão avaliadas quatro das emoções básicas definidas por Freitas-Magalhães (2007): aversão, cólera, medo e surpresa. Foram selecionadas estas emoções, uma vez que, tal como referido na literatura, no desenvolvimento normal estas emoções básicas são aquelas que registam valores mais elevados de dificuldade de reconhecimento, sendo também facilmente confundíveis entre si (Matuszewski et al., 2011).
Antes da avaliação, foi realizada uma fase de treino para que os participantes se familiarizassem com o tipo de estímulo e tarefa que lhes ia ser apresentado e para que
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compreendêssemos até que ponto as questões colocadas e as tarefas eram claras e bem entendidas pelos participantes.
Fase de treino:
Para a fase de treino foram selecionadas aleatoriamente oito imagens fotográficas de faces de jovens adultos de ambos os sexos, cada uma representativa de uma emoção básica (alegria, aversão, cólera, desprezo, medo, surpresa e tristeza) e expressão neutra. As imagens, retiradas do i-Emotions (i-E) (Freitas-Magalhães & Castro, 2007) e que se encontram em Apêndice 2, foram mostradas aos participantes de forma isolada e aleatoriamente. Nenhuma das imagens selecionadas constou das tarefas de avaliação.
Tarefa 1 (T1) - Reconhecimento da expressão facial da emoção através de imagens estáticas reais:
Na T1, recorreu-se a imagens fotográficas de faces retiradas do F-M Portuguese Face 2D Database (F-MPF) (Freitas-Magalhães, 2003), para avaliar o reconhecimento da expressão facial da emoção através de imagens estáticas reais. O F-MPF consiste num conjunto de fotografias coloridas de faces humanas que expressam as sete emoções básicas e expressões neutras. É composto por 120 imagens de dez sujeitos portugueses de ambos os sexos. As fotografias foram tiradas no Laboratório da Expressão Facial da Emoção (FEELab), da Faculdade de Ciências de Saúde (FCS), da Universidade Fernando Pessoa (UFP), no Porto.
Para esta primeira tarefa foram escolhidas aleatoriamente do F-MPF quatro fotografias de faces de jovens adultos (masculinos) e quatro fotografias de faces de jovens adultas (femininas) representativas de cada uma das emoções básicas em estudo, isto é, a aversão, a cólera, o medo e a surpresa, que se encontram em Apêndice 2.
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Apesar de estar descrito na literatura que os indivíduos do sexo feminino são, de forma geral, emocionalmente mais expressivas do que os homens e os seus sinais afetivos mais fáceis de descodificar (Ekman, 1993), foram utilizadas imagens de indivíduos de ambos os sexos pois tem uma maior correspondência com o contexto real e quotidiano.
Com as fotografias selecionadas construiu-se o instrumento para avaliação do reconhecimento da expressão facial da emoção através de imagens estáticas reais que consiste num conjunto de oito fotografias a cores, de faces humanas, de ambos os sexos, a representar as expressões faciais das emoções anteriormente enumeradas.
Tarefa 2 (T2) - Reconhecimento da expressão facial da emoção através de imagens estáticas laboratoriais:
Nesta segunda tarefa, recorreu-se a imagens de faces humanas retiradas do F-M Portuguese Face 3D Database (Freitas-Magalhães, 2013), no sentido de se avaliar o reconhecimento da expressão facial da emoção através de imagens estáticas laboratoriais. Esta base de dados foi desenvolvida com base no F-MPF e é composta por imagens tridimensionais coloridas de faces humanas que expressam emoções, criadas no FEELab, da FCS, da UFP, no Porto.
Assim, a T2 é composta por quatro imagens estáticas criadas em computador com faces de jovens adultos que expressam as emoções básicas em estudo, que se encontram em Apêndice 2. Não se fez distinção de sexo uma vez que nas imagens utilizadas as diferenças entre as faces masculinas e femininas são muito ténues.
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Tarefa 3 (T3) - Reconhecimento da expressão facial da emoção através de imagens dinâmicas laboratoriais:
Com o objetivo de se avaliar a competência de reconhecimento da expressão facial da emoção através de imagens dinâmicas laboratoriais, construiu-se um instrumento com recurso a vídeos de faces tridimensionais retirados do F-M Portuguese Face 3D Database (Freitas-Magalhães, 2013). As imagens coloridas de faces humanas passam gradualmente da face neutra para uma das quatro emoções básicas em estudo num período de 10 segundos.
Assim, a T3 é composta por um total de quatro expressões laboratoriais dinâmicas.
Registo e cotação de respostas:
Para registar as respostas dos participantes, foi criada uma folha de registo específica, que se encontra em Apêndice 3. Cada resposta foi posteriormente cotada como “correta” ou “incorreta”, sendo aceites diferentes vocábulo para cada emoção, com o mesmo significado (e.g., “repugnante” ou “enojado” para se referir à “aversão”). Na T1, a pontuação máxima por sessão é de oito respostas corretas. Na T2 e na T3, a pontuação máxima por sessão é de quatro respostas corretas em cada tarefa. Tendo em conta que são realizadas três sessões com cada participante, os resultados máximos são: 24 respostas corretas na T1; 12 respostas corretas na T2; e 12 respostas corretas na T3.
Tal como nos estudos levados a cabo por Lacroix, Guidetti, Rogé e Reilly (2009) e Balconi, Amenta e Ferrari (2011), na presente investigação considera-se que um indivíduo reconhece uma emoção quando é capaz de a nomear corretamente. Embora se assuma muitas vezes que, quer as tarefas de nomeação, quer as tarefas de emparceiramento ou correspondência de emoções, recorram aos mesmos sistemas de reconhecimento emocional, há diferenças importantes entre ambos. As tarefas de emparceiramento ou correspondência podem ser realizadas com base em características
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superficiais dos estímulos sem uma compreensão completa da emoção, permitindo aos indivíduos com PEA a utilização de estratégias compensatórias para a obtenção de sucesso nas respostas. Por outro lado, as tarefas de nomeação são mais complexas e requerem uma interpretação mais aprofundada da emoção e competências verbais, essencialmente nas tarefas de resposta livre, como as exigidas neste estudo. Uljarevic e Hamilton (2013) não encontraram diferenças significativas ao nível do desempenho dos participantes em tarefas de nomeação e de emparceiramento ou correspondência. Isto sugere que as dificuldades experienciadas pelos indivíduos com PEA nessas tarefas são decorrentes do processamento da emoção e não se devem às exigências linguísticas ou de perceção das diferentes tarefas (Uljarevic & Hamilton, 2013), pelo que, optámos por esta metodologia.