KONTROL NOKTASI LONGITUDE LATITUDE
3.2.3 Analiz Bölgesinde Oluşan Besi Maddesi Yüklerinin Hesaplanması
A razão entre as horas trabalhadas dos indivíduos saudáveis e doentes por regiões e gênero está demonstrada na Figura 4. Observa-se que as mulheres saudáveis tendem a ofertar mais horas de trabalho do que as portadoras de Diabetes em todas as regiões do País. Entretanto, nas regiões Norte e Nordeste, os homens menos saudáveis, ou seja, portadores de Diabetes, trabalham mais horas. Na região Sul, os indivíduos saudáveis, tanto homens quanto mulheres, possuem maior nível de horas trabalhadas. Não há distinção de horas trabalhadas entre homens saudáveis e com DM nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. O mesmo acontece para as mulheres no Distrito Federal.
Figura 4 - Razão entre as horas trabalhadas dos indivíduos saudáveis e doentes por regiões e gênero
Fonte: Elaborada pela Autora, a partir de microdados da PNAD de 2008.
A Figura 5 representa a razão entre as horas trabalhadas dos indivíduos saudáveis e doentes, por idade e gênero. Percebe-se que há menos diferenças quanto ao número de horas de trabalho entre saudáveis e doentes, exceto entre os jovens menores de 20 anos e entre as mulheres com idade superior a 40 anos. As mulheres saudáveis, com mais de 40 anos, trabalham mais horas do que as não saudáveis e/ou portadoras de Diabetes. Na faixa etária de 30 a 39 anos, não há diferença acentuada nas horas trabalhadas entre as mulheres saudáveis e com Diabetes.
Verifica-se que os homens saudáveis, na faixa etária maior de 60 anos, trabalham mais horas do que os indivíduos com Diabetes.
Figura 5 - Razão entre as horas trabalhadas dos indivíduos saudáveis doentes por idade e gênero
A Figura 6 mostra a razão entre as horas trabalhadas dos indivíduos saudáveis e doentes, por escolaridade e gênero. Observa-se que os homens, mesmo doentes, em geral, ofertam mais horas de trabalho do que os indivíduos saudáveis, principalmente indivíduos na faixa de escolaridade que compreende o ensino fundamental incompleto e ensino médio. As mulheres saudáveis ofertam mais horas de trabalho com nível de escolaridade inferior a oito anos de estudos e a razão entre a média de horas de trabalho de saudáveis e doentes é maior que um para mulheres com escolaridade inferior a sete anos de estudo e na faixa após os 14 anos de estudo.
Figura 6 - Razão entre as horas trabalhadas dos indivíduos saudáveis e doentes por escolaridade e gênero
Fonte: Elaborada pela Autora, a partir de microdados da PNAD de 2008.
A razão entre a participação no mercado de trabalho dos indivíduos saudáveis e doentes por regiões e gênero encontra-se na Figura 7, na qual se pode verificar que os indivíduos saudáveis têm maior probabilidade de participar do mercado de trabalho em todas as regiões, com maior intensidade na região Sul, para ambos os gêneros e, nas regiões Centro-Oeste e Norte, para as mulheres.
Figura 7 - Razão entre a participação no mercado de trabalho dos indivíduos saudáveis e doentes por regiões e gênero
Fonte: Elaborada pela Autora, a partir de microdados da PNAD de 2008.
A razão entre a participação no mercado de trabalho dos indivíduos saudáveis e doentes por idade e gênero, pode ser vista na Figura 8, na qual se observa que indivíduos menores de 20 anos de idade e portadores de Diabetes têm maior probabilidade de participar da força de trabalho do que os indivíduos saudáveis. Observa-se que não há diferença entre a participação da força de trabalho entre as mulheres saudáveis e com Diabetes entre 20 e 39 anos. A partir dos 40 anos, as mulheres saudáveis apresentam maior probabilidade de participar da força de trabalho quando comparado com as mulheres portadoras de Diabetes. Os homens saudáveis a partir dos 20 anos de idade tendem a ter maior participação da força de trabalho do que os homens com diabetes.
Figura 8 - Razão entre a participação no mercado de trabalho dos indivíduos saudáveis e doentes por idade e gênero
Fonte: Elaborada pela Autora, a partir de microdados da PNAD de 2008.
A Figura 9 mostra a razão entre a participação no mercado de trabalho dos indivíduos saudáveis e doentes por escolaridade e gênero, na qual se verifica que a probabilidade de participar da força de trabalho é maior para os indivíduos saudáveis do que para os nãos saudáveis, em todas as faixas de escolaridades, tanto para homens quanto para mulheres.
Figura 9 - Razão entre a participação no mercado de trabalho dos indivíduos saudáveis e doentes por escolaridade e gênero
Conclui-se, que os indivíduos com saúde debilitada, ou seja, portadores de Diabetes tendem a auferir rendimentos menores, e que esse rendimento reduzido acaba por agravar ainda mais o estado de saúde. Adicionalmente, supõe-se que indivíduos saudáveis tendem a ser mais produtivos do que aqueles com Diabetes.
Ademais, há redução da probabilidade de Participação da Força de Trabalho dos indivíduos portadores de Diabetes. Por exemplo: quando alguém deixa de trabalhar devido à doença, a perda de rendimentos corresponde ao valor que essa pessoa poderia obter trabalhando durante um determinado período, a uma taxa salarial por hora.
Conforme a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a Lei federal de n° 11.347 (assinada em 27 de setembro de 2006 pelo Presidente da República) está em vigor e determina que os portadores de Diabetes ganhem gratuitamente do SUS os medicamentos necessários para o tratamento, bem como os materiais exigidos para a sua aplicação e a monitoração da glicemia capilar.
No entanto, o texto da lei afirma que, para ter esse direito, é preciso estar inscrito em algum programa de educação especial em diabetes, ou seja, estar inscrito em um programa como a estratégia Saúde da Família (ESF) ou nas unidades básicas de saúde (UBS) de sua cidade.
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