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Anadolu’da Neolitik Dönemde Av Sahnesi Betimlemeleri

5. ANADOLU’DA BAŞLANGICINDAN II BİN YILIN SONUNA KADAR A

5.1. Anadolu’da Neolitik Dönemde Av Sahnesi Betimlemeleri

• Juridicização da Declaração de Princípios com autoridade não juridicamen- te obrigatória para um Consenso Global sobre Manejo, Conservação e Desen- volvimento Sustentável de todos os tipos de Florestas.

• Adoção de convenção internacional ou, pelo menos, de mecanismos de implementação e accountability da Declaração de 1992.

• Discutir o tema e efetivamente reforçar as instituições de proteção do meio ambiente, em nível internacional, mas também em nível interno. • Inserir, como recomendação na Declaração do Rio de Janeiro de 2012,

que os Estados estabeleçam exigências socioambientais nas relações bi ou multilaterais que envolvam comércio de commodities.

• Traçabilidade de produtos com vistas à sustentabilidade, com a neces- sidade de estandartização de dados, de referências etc. e vínculo com normas internas de ordenamento territorial.

• Privilegiar, com preços mais interessantes, possibilidade de subsídios e de eliminação de barreiras para produtos agrícolas sustentáveis. • Estabelecer certifi cação socioambiental.

• Para a madeira, pensar no modelo da União Europeia FLEGT como possível padrão mundial.

• Uma vez reconhecido em nível internacional o direito humano ao meio ambiente, deve -se reforçar a importância das cortes internacionais de di- reitos humanos para julgar questões atinentes à degradação ambiental. • Possibilitar o efetivo acesso à justiça em matéria ambiental, como

ocorre na Corte Europeia de Direitos Humanos, em virtude do prin- cípio da interpretação evolutiva dos casos.

• Possibilidade de recomendações relativas a danos ambientais, no seio do Conselho de Direitos Humanos da ONU e em conselhos ou co- missões do sistema regional de proteção aos Direitos Humanos. • Considerar, para os sistemas global e regionais, diante de violação do

direito humano ao meio ambiente, que os conselhos ou comissões possam, juntamente com o Estado violador, sopesar o justo equilíbrio entre a garantia do direito e, por exemplo, as questões de interesse na- cional — v.g., obras de infraestrutura com graves impactos ambientais. • Reforçar o conceito de desenvolvimento sustentável, colocando -o como

objetivo a ser alcançado nas relações internacionais, retirando a sua de- pendência da vontade política dos Estados — o que consta expressamen- te do relatório Brundtland (1987).

• O desenvolvimento sustentável deve ser o fi o condutor que permeia todas as negociações internacionais, pouco importando o assunto. • Os Estados devem ser incitados a investir em meio ambiente quantias que

sejam minimamente coerentes em relação aos seus objetivos e desafi os. • Dar seguimento à implementação do princípio de integração, em nível

internacional.

• Ensejar a viabilidade de debater horizontalmente o tema da proteção das fl orestas, como, aliás, já vem sendo feito em sede de mudanças climáticas ou de proteção da biodiversidade.

• Os Estados devem adotar, em nível internacional, compromisso relativo à promoção, em seus respectivos territórios, do adequado ordenamento territorial.

• Devido à grande quantidade de seres humanos que vivem nas cidades, a temática urbana deve relacionar -se diretamente com as discussões inter- nacionais para a proteção do meio ambiente.

• Deve -se propor, minimamente, por ocasião da Rio + 20, que os Esta- dos promovam em suas normas internas a integração entre os meios humano e natural.

APONTAMENTOS SOBRE A GESTÃO FLORESTAL NO BRASIL 199

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sustentável; institui, na estrutura do Ministério do Meio Ambiente, o Serviço Florestal Brasileiro — SFB; cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Flo- restal — FNDF; altera as Leis nos 10.683, de 28 de maio de 2003, 5.868, de 12 de dezembro de 1972, 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, 4.771, de 15 de setembro de 1965, 6.938, de 31 de agosto de 1981, e 6.015, de 31 de dezembro de 1973; e dá outras providências”.

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Benzer Belgeler