2. MAGNEZYUM ALAŞIMLARININ KOROZYONU
2.3. Korozyon Kaybı ve Hızı
2.3.1. Korozyon Hızı Belirleme Yöntemleri
2.3.1.4. Alternatif Akım Empedans Ölçme Yöntemi
De acordo com Cervo e Bervian (2002, p.87), a variável dependente “é o fator, propriedade, efeito ou resultado decorrente da ação da variável independente”.
Nesta pesquisa a variável dependente foi: a conduta da direção, professores e funcionários frente à violência na escola.
Teórica: conduta: é a manifestação do comportamento do indivíduo, que pode ser boa ou má, dependendo do código moral e ético do grupo onde ele se encontra (COSTA, 2004).
Operacional: consideramos os aspectos relacionados ao modo com que a direção, professores e funcionários frente aos episódios de violência na escola.
4.5. INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS
Para a coleta de dados utilizamos um instrumento, o formulário (APÊNDICE D), contendo questões fechadas, dividido em quatro itens. No item A constam “Dados de caracterização sociodemográfica da direção, professores e funcionários”, como: sexo, idade, procedência, escolaridade, religião, estado civil e renda familiar. No item B, “Dados de identificação profissional”, com aspectos referentes à categoria profissional, tempo de experiência profissional, tempo de serviço na instituição, carga horária semanal, série de ensino que atua.
No item C, “Dados relacionados à dimensão da violência na escola”, abordamos variáveis relacionadas aos episódios de violência, tipos de violência presenciados, condutas quando há lesão devido ao ato violento, razão para ocorrência da violência, frequência, setor onde ocorreram as agressões, se o profissional já havia sido vítima da violência na escola (bullying), frequência, os tipos de violência sofridos, distinção entre comportamento violento e atos de indisciplina, conduta do profissional relativa a algum ato violento, conduta da instituição em relação ao ato violento repetitivo.
O item D, “Dados relacionados às ações para minimizar e prevenir a violência na escola”, inclui os seguintes aspectos: a participação em cursos/palestras sobre violência na escola, local onde adquiriu esse conhecimento, duração dos cursos/palestras, ações realizadas para prevenir e minimizar a violência na escola, existência de reuniões de pais e mestres, frequência das reuniões, existência de cursos de atualização, profissionais que participam da escolha da temática das atualizações, frequência das atualizações, tempo de duração das atualizações, participação dos pais e familiares nas atualizações.
Para que a coleta ocorresse, adotamos os seguintes procedimentos: enviamos um Ofício à direção das escolas (APÊNDICE A e B), informando sobre a pesquisa, solicitando autorização para a sua realização e uso formal do nome das instituições no relatório final da investigação.
Após a autorização, o projeto foi encaminhado e analisado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Com a aprovação desse Comitê, com o Parecer 149/10 (APÊNDICE E) iniciamos a primeira etapa da coleta de dados, que foi o pré-teste do instrumento com 10% da população, em uma escola estadual localizada na Zona Oeste de Natal, no mês de novembro, com a finalidade de avaliar a sua aplicabilidade e necessidade de alterações. Feito isso, realizamos algumas modificações no instrumento testado. Logo após o pré-teste, iniciamos a coleta de dados propriamente dita.
Para que essa etapa acontecesse, entramos em contato com a direção das escolas e marcamos uma reunião com os diretores e vice-diretores, no intuito de expor os objetivos da pesquisa e pedir sua autorização e colaboração na pesquisa.
Em seguida, iniciamos a coleta de dados. Chegávamos nas escolas e abordávamos os funcionários, professores e membros da direção disponíveis no momento, de forma individual, apresentando os objetivos da pesquisa. Aqueles que se dispunham a participar eram convidados para uma sala reservada, mostrávamos o Termo de Consentimento Livre Esclarecido (TCLE) (APÊNDICE C) e pedíamos que lessem e assinassem. Em seguida, iniciávamos a entrevista seguindo as perguntas do formulário. Com todos esses cuidados, estávamos cumprindo a Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que preconiza o comprometimento com os princípios éticos e legais que regem a pesquisa cientifica em seres humanos. (BRASIL, 2000).
Os dados foram coletados durante os turnos matutino e vespertino de trabalho, de segunda-feira a sexta-feira, durante os meses de novembro e dezembro de 2010.
4.7. PROCESSAMENTO DE DADOS
Os dados foram categorizados e processados eletronicamente, através dos software Microsoft-Excel XP e Statistica 6.0.
4.8. TRATAMENTO ESTATÍSTICO
Inicialmente, com o auxílio do software Microsoft Excel 2007, apresentamos os dados em forma de tabelas, quadros e gráficos. A análise descritiva das observações foi realizada de forma a proporcionar uma visão organizada, sumarizada e inteligível dos dados.
Os dados foram exportados e analisados no programa estatístico Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), para realização de todo tratamento inferencial. Dessa forma, optou-se pela utilização do teste não paramétrico Qui-Quadrado, para observar a associação ou dependência entre as variáveis, analisando as frequências observadas e esperadas.
De Acordo com Barbetta (2007), os testes não paramétricos são aqueles que não dependem dos parâmetros populacionais. O teste qui-quadrado é o teste estatístico mais antigo e um dos mais usados em pesquisa social. É um método que permite comparar (no sentido de teste de significância) duas ou mais amostras, quando os resultados da variável resposta estão dispostos em categorias.
Para calculá-lo, Karl Pearson propôs a seguinte fórmula para medir as possíveis discrepâncias entre proporções observadas e esperadas:
X2 =∑[(o – e)2 /e] Em que:
o = frequência observada para cada classe e = frequência esperada para aquela classe
Nota-se que (o – e) = desvio (d), portanto a fórmula também pode ser escrita como: X2 =∑(d2 /e)
Percebe-se que as frequências observadas são obtidas diretamente dos dados das amostras, enquanto que as frequências esperadas são calculadas a partir delas. É importante notar que (o – e) passa a ser também grande e, consequentemente, X2 assume valores altos.