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BÖLÜM 3: UYGULAMALI KARŞILAŞTIRMA

3.2. Siegfried Lenz’in Eserlerinde Baba-Oğul İlişkisi Ve Örneklemleri

3.2.2. Almanca Dersi İsimli Eserde Baba Motifi

ƒ Os usuários assinalam com o posit ivo o fat o de t erem t ido o direit o de opinião nas at ividades que at ingem a população carent e ( sem condições de pagar qualquer espécie de espet áculo) ; conseguem se divert ir e dist rair m esm o com alguns erros; m as falt a int eresse por part e dos professores;

preencherem horas vagas, t om arem o t em po das crianças para que não fiquem nas ruas.

ƒ Consideram as atividades ent re boas e regulares devido ao fat o de a m áquina ser “ em perrada” , m as dão oport unidade de se m ost rar o que se sabe; precisava m ais at ividades.

ƒ É um “ espaço que precisava” , porque se conhecem pessoas e propicia cont at o com os m oradores da região.

ƒ A organização é regular; os usuários poderiam t er m ais part icipação. Apesar de falt ar infra- est rut ura, o espaço at ende a necessidade da com unidade local; os funcionários têm um a atividade difícil com resultado sat isfat ório; não há funcionários suficient es.

ƒ As at ividades são bast ant e aproveit adas e t em dist ração para quem gost a, m as o t em po é pouco; falt a aparelhagem áudio- visual de qualidade e infra- est rutura.

Algum as sugest ões dos usuários: solicit am m ais oficinas para o público

infant o- j uvenil, e que a população e os polít icos t ivessem m ais respeit o e conservassem o local, além de acharem que as Casas deveriam ser desvinculadas t ot alm ent e de qualquer t ipo de polít ico. Tam bém enfat izam a necessidade de t er m ais verbas para as at ividades das Casas: a cult ura não deve ficar em segundo plano.

Propõem m elhorar as condições das at ividades ofert adas, os equipam ent os e a infra- est rut ura, com m elhor organização e m ais t em po funcionando.

Um a preocupação que aparece em relação às Casas é que é preciso “ t ornar oficial” o espaço físico, ist o é, “ legalizar as Casas” , devido à possibilidade de não haver cont inuidade.

Reclam am ainda da falt a de m ais profissionais para oficinas; além de solicit arem m ais oficinas.

As Casas deviam ser lugar para expressão art íst ica livre.

Nest e últ im o exem plo, gost aríam os de observar que há um uso por part e dos “ polít icos” do local. Os usuários dest a Casa condenam est e

procedim ent o, alert am para a necessidade de “ oficialização” e da im port ância da part icipação da população carent e. No ent ant o, a im pressão final é de que a precariedade t ant o da infra- est rut ura com o de um a organização e um plano de m et as robust o, depõe contra essa t ent ativa de am pliar os equipam ent os cult urais da cidade com o um espaço de vivência e discussão sobre o significado e sent ido da cult ura, que deveria, por princípio, ser dem ocrát ica.

A m esm a equipe do I nst it uto Polis realizou ent revist as colhendo opiniões dos usuários em pesquisa fechada. Os resultados obtidos, dos 92 part icipant es, est ão apont ados em percent agens ( vide anexo B) .

Das análises efetuadas desse período, ent endem os que as coordenadas por Faria j unt o ao I nst it uto Polis vão ao encont ro do nosso quest ionam ent o, ao sugerir que devem os aprofundar const ant em ent e as análises sobre as prát icas de polít icas públicas na área cult ural, e ao afirm ar que a gest ão 1989- 1992, com o experiência “ ... pode ser considerada um a m at riz...” .85

Durant e a gest ão de Chauí, realizou reflexões próprias, j unt ou depoim ent os m ost rando as prát icas ut ilizadas no Proj et o Cidadania Cult ural, e t am bém apont ou possíveis cam inhos que solucionariam , por exem plo, os ent raves havidos no t ocante à part icipação popular. Esse m at erial, publicado na Revist a Polis, serviu de font e essencial para as reflexões de nossa tese.

Nos vários t ext os por nós analisados encontram os j ustificativas dos próprios m em bros da equipe para as falhas, principalm ent e devido à burocracia e à inexperiência da equipe de t écnicos convidados pela secret ária, que não perm it iram a im plant ação do proj et o com o era esperado. Esses últ im os possuíam

apenas vivência acadêm ica. Nesse sent ido, ent endem os ser im port ant e regist rar o depoim ento de Willer86

,

que não fez part e da equipe da SMCSP. Suas

observações perm it em verm os o que funcionou ou não na gest ão de Chauí. Foram esses docum ent os cont endo análises da adm inist ração cult ural, que perm it iram efet uarm os nossa int erpret ação de que o Proj eto de Cidadania Cult ural não possuía a consist ência necessária, pois não criou processo cult ural e sim político, com o afirm ou a própria secretária no t ext o Um a opção radical e

m oderna: Dem ocracia Cult ural ( 1997) .

Durand ( 2000) reafirm a que esse fat o pôde ser confirm ado pois, t ão logo t erm inou a gest ão, t ant o as experiências com o os m ovim ent os “ desapareceram no ar” .

Out ras razões do não funcionam ent o das propost as, alegadas pelos próprios secret ários de cult ura pet ist as87, era a t ot al desart iculação exist ent e

ent re eles, a falt a de relações m ais orgânicas e de um plano com um de t rabalho: “ Em bora tenham os feito alguns encontros ( ...) e a experiência do corredor cultural ( ...) trocado experiências e atividades, ainda não conseguim os form ar um coletivo para a ação nacional ( com o os secretários de finanças j á fizeram ) , nem para um a ação nacional ( com o fizeram as secretarias de transportes e de saúde) ...” .88

86 Cláudio Willer, poeta, ex- Presidente da União Brasileira de Escritores na época em que Chauí est eve na SMCSP, com entando a gest ão afirm a que t ant o a ação de Fernando Collor com o a m á adm inistração do Est ado de São Paulo, propiciaram seu bom desem penho. A SMCSP se beneficiou de bons funcionários dem itidos ou afast ados. O m aior m érit o foi salvar a Secretaria que est ava em pleno processo de sucateam ento e estabelecer prioridades que possibilit aram as reform as da Bibliot eca Mário de Andrade, Teatro Municipal, Martins Pena e Paulo Eiró, reform a parcial do Cent ro Cultural São Paulo e restauração do solar da Marquesa de Sant os. Willer tece crít ica à gest ão por essa não ter atendido as associações de escritores, de artistas cênicos e cineastas e outras. Tam bém há que se considerar, segundo ele, a honest idade e transparência que pode ser vista, por exem plo, na correção e im plantação da lei de incent ivo fiscal à cult ura. ( O com it ê, na sua m aioria, era da sociedade civil e trabalhou livrem ent e) .

Para ele, a fantasia do PT de um a prát ica dem ocrát ica diret a através de plenárias, est ava baseada num a visão voluntarista “ ... superestim ava o nível de organização e vit alidade de m ovim ent os populares de cult ura,

associações culturais de bairros e regiões da periferia, atribuindo- lhes um alcance que na realidade não t inham ” . Willer apud Durand, 2000, pp.45- 46.

87 Em 1990 foi criada a Associação dos Dirigent es Municipais de Cult ura do Estado de São Paulo, tendo com o

presidente Luiz Roberto Alves, Secretário de Educação e Cult ura de São Bernardo.

Além disso, consideravam que as próprias dinâm icas das cidades no t ocant e t ant o à quant idade e qualidade das at ividades cult urais, quant o aos recursos para as Secretarias por eles adm inist radas, tam bém dificult avam suas gestões; m as ent endiam que, se o PT t ivesse, de fato, um a propost a para a cult ura direcionando suas ações, as colaborações e cooperações poderiam t er ocorrido rapidam ente.

Out ro fat or desconsiderado pelo PT foi o ocorrido no governo federal: o desm antelam ent o da cult ura realizado pelo governo do President e Fernando Collor. Nesse sent ido, o part ido realizou análises e crít icas econôm icas, esquecendo que a cult ura t am bém fora at ingida.

Se isso ocorreu no t ocant e ao país com o um todo, no caso específico de São Paulo t am bém não levou em conta que o governador Fleury t eve com o cabo eleit oral Fernando Moraes, secret ário de cult ura de Orest es Quércia, considerado um hom em de esquerda e que im pulsionou ações que rom peram as est rut uras est aduais da secret aria.89 De acordo com Durand ( 2000) , sua figura

foi utilizada para neutralizar os secretários m unicipais de cultura.

Segundo a análise dos secret ários de cult ura do PT, ao serem t rat ados separadam ente, os dois casos não criaram “ ... ações de resist ência cultural ...”90,

principalm ent e para elim inar a figura do produt or cult ural, por ent enderem que essa figura represent a o corporat ivism o e o client elism o t ão present e nos balcões das Secret arias de Cult ura.

O fat o de não t erem sido realizados debat es m ais aprofundados sobre a influência da indúst ria cult ural e dos m eios de com unicação de m assa enquant o

89 Por exem plo, Fernando Moraes inst alou no térreo do edifício da Secretaria de Estado da Cult ura um a livraria,

em bora a legislação não perm itisse. Segundo ele, a proibição se devia ao fat o de nunca t er sido realizado ant es.

form adores de cultura e opinião, t am bém é apontado com o um a falha grave da gest ão, pois não é possível propor Cidadania Cult ural e desconsiderar os papéis dessas dinâm icas no processo.91

O t ext o elaborado em conj unt o pelos secretários m unicipais de cultura do PT, não se rest ringe a ser apenas um “ desabafo” , m as apresenta um a propost a de polít ica pública para a cult ura resum ida assim por eles:

“ Alargar o conceito de cult ura, ultrapassar os m arcos definidos pela inst it ucionalidade est at al vigent e que reduz a cult ura às belas- art es, exam inar o sistem a de confusões que tem orientado nossa prática, social e governam ental no cam po da cultura, não ceder à “ dem anda” inst ituída, não ceder à privatização disfarçada acarret ada pelo corporat ivism o ext erno e interno à estrutura governam ental, não ceder ao clientelism o disfarçado em “ part icipação” . Não separar cult ura polít ica de polít ica cult ural, pensar e agir no cam po da cult ura, tom ando com o referência as noções de tem poralidade, sim bolism o, trabalho das obras e direito dos cidadãos” .92

Observam os que os secretários reforçam que a polít ica im plem ent ada na cidade de São Paulo, ent re 1989- 1992, foi um proj et o de polít ica pública para a cult ura pensado e elaborado com o olhar do out ro.93

Esse out ro, aqui ent endido com o o possuidor dos saberes, aquele que det erm ina os m odos de operacionalização na prát ica. Na m aioria das vezes, esses m odos pré- det erm inados acabam propiciando a im plant ação de proj et os que não dizem respeit o ao vivido no local. No caso da cidade de São Paulo, isso acarret a im plicações m onum ent ais; sabe- se que a cidade cresce um a rua de quinhent os m et ros por dia. Est am os falando da periferia da periferia, ou m elhor, com o diria Silva ( 2003)94 onde São Paulo acaba. Se perceberm os essa dim ensão,

91 Faria, 1997, p.20. 92 I dem , I bidem , p. 10.

93 Não reinventam os o conceit o de cultura, não inventam os outras prát icas culturais, não saím os do cam po do

convencional inst it uído. Som os governos de esquerda que não fom os capazes – senão de m odo esporádico e episódico – de propor outra prática e outro conteúdo para cult ura. Ainda não fom os radicais” .

94 A Profa. Dra. Dilm a de Melo Silva referindo- se à localização das escolas m unicipais onde se realizava o proj et o

é preciso levar em cont a: quem são, de onde vêm e qual a vivência cult ural ant es da proposição de qualquer t ipo de proj et o. Claro est á que um proj et o de polít ica pública de cult ura para a cidade deve conter linhas básicas discut idas ant ecipadam ent e com a com unidade, pois sua im plem ent ação e cont inuidade dependerão m uit o de t ais anseios atendidos.

Para at ender plenam ent e os anseios, ent endem os que o PT deveria t er previst o, por exem plo, um proj et o pilot o95 onde se pudesse acom panhar e

analisar t odas as et apas, que perm it isse readapt ações dos envolvidos – represent ant es da adm inist ração ou facilit ador e o grupo social, com o foi feit o em São Bernardo do Cam po.96 Além de const it uir um m odelo que perm it iria

flexibilidade quando ut ilizado, pois ent endem os que não exist am processos idênticos, são necessárias adaptações e correções de rum o, para cada caso.

Ent endem os que a t ent at iva de im plant ar em t oda cidade o Proj et o de Cidadania Cult ural proporcionou alguns avanços, m as não propiciou a inclusão cult ural da população sem acesso à cult ura. O resultado da pesquisa da Fundação Escola de Sociologia e Polít ica de São Paulo, realizada em 1997, constatou, após entrevista com 1.233 pessoas em diversas localidades da cidade de São Paulo, que exist e um a degradação cult ural do paulist ano e conclui que o

95 Ao participarm os, em 2004, das discussões e etapas para escolha dos delegados de cultura da cidade de São

Paulo, vim os claram ent e posturas nada dem ocrát icas dos m em bros pet istas que coordenavam os trabalhos. Havia um a ‘condução orquest rada’ para aprovar sugestões sem serem discut idas nos grupos. Os participant es desses grupos não represent avam suas bases, pois a prática de conselhos populares não t eve continuidade, por falt a de respaldo social. Devem os considerar que o PT contava com um voluntariado ‘im aginário’ que não existia de fato. Participam os de todo o processo, fom os eleitos delegados de cultura entre os 280 tam bém eleitos na Conferência Municipal de Cultura, de onde saíram propost as para o Fórum Cult ural Mundial, em j unho de 2004. Observam os que o trabalho de 3 finais de sem ana ( m ais de 12horas/ dia) foi abandonado. Foram várias propost as cuj a prim eira prerrogat iva era a de que houvesse um ret orno que j am ais ocorreu. Se por um lado o Fórum Cultural Mundial foi apenas um evento, entendem os que as pré- conferências e a conferência m unicipal ocorreram no ‘afogadilho de últ im a hora’ apenas para cum prir calendário e dizerm os ao m undo do ‘globalism o’ , com o diria I anni; est am osinseridos.

96 Ver Tese de Doutorado de BOLOGNESI intitulada: Polít ica cult ural: um a experiência em quest ão ( São

conceito de dem ocracia cultural não foi assim ilado.97 Desta form a, consideram os

que o processo de const rução da cidadania do brasileiro ainda não vai além da visualização de suas necessidades básicas para sobreviver. Evidenciam os que a post ura m ais incisiva de m ilit ant es provoca o afast am ento da população, por ent ender que há o perigo de ser ut ilizada por um part ido ou out ro de acordo com seus interesses políticos, e não na efetivação desse ou daquele proj et o.

Nesse sentido, concordam os com Alves98 que o despert ar da

consciência deve passar por um sist em a educat ivo, ou sej a, deve fazer part e da form ação perm anent e do indivíduo o pensar a polít ica pública para a cult ura, com o condição viável para serem criados cam inhos que possam ser trilhados na t ent at iva da const rução de um cam inhar próprio.

Na verdade, o que exist iu, de acordo com o nosso ent endim ent o, foi o uso político da cult ura com o vist o na im plem ent ação dos proj et os especiais efet uados a part ir do gabinet e da SMCSP. As inst it uições governam ent ais ao aceit arem as regras de organism os int ernacionais com o a UNESCO, est ão t endendo cada vez m ais para t ransform ar a área cult ural em indúst ria criat iva. E com o indústria irá seguir as leis de m ercado.99

Em nosso caso, é im port ant e levarm os em cont a que o fat o de inserirm os cult uralm ent e o m undo na cidade de São Paulo im plicou, t am bém , na

97 Ver pesquisa sobre os hábit os culturais do Paulistano, publicada na Revist a “ E” – SESC/ SP nº 11 – ano 3,

m aio de 1997.

98 Luiz Roberto Alves, Polít icas de cultura e com unicação na urbanidade. Revista do I nst ituto de Est udos

Avançados nº 30. São Paulo, 1977, p.303; e em Por um a política cultural sem desculpas “ ... falt a ainda am pliar os significados da educação e da cultura, ou do educativo cultural...” ( p.1) . disponível em www.t erravist a.pt / enseada/ 33- 6/ pol% c3% adt icacult ural.ht m l. Acesso: m aio. 2003. Roberto Alves, int electual da Universidade de São Paulo que adm inist rou a área cultural em São Bernando, t endo com o base o proj eto de Jorge Andrade. A partir de suas experiências vem realizando reflexões aprofundadas sobre os m odelos ut ilizados pelas gestões petistas na área de cult ura.

99 Nesse sentido, o deput ado Francisco de Oliveira em Conferência no Sem inário Os Sentidos da Dem ocracia e

da Participação, I nstituto Pólis, São Paulo, 1º de j ulho de 2004, alerta sobre “ A hegem onia, processo pelo qual o

dissenso era um elem ento insubstituível da estrutura do consenso, tornou- se transparente: a em presa assum iu esse lugar, tornou- se hegeliana. Ela é a sociedade civil. A em presa faz polít ica e a grande em presa é a política” .

subm issão às regras internacionais as quais são m utáveis de acordo com as pressões polít icas e os interesses econôm icos dos grandes grupos em presariais m undiais. Conform e apont a Bot elho ( 1996), são regras para países que deixaram de ser colônias em um período ainda recent e, port ant o não se encaixam no est ágio em que o Brasil se encont ra.

Chauí reconhece que a m aneira de governar de t odo o grupo escolhido pela prefeit a Luísa Erundina buscou a credibilidade. Foram considerados adm inist radores honestos e que deram t ransparência e, que por isso, t iveram m uit as dificuldades. Um dos episódios vivido por ela, por exem plo, foi a t ent at iva de conseguir verbas para proj et os j unt o ao em presariado: depois de várias visit as das quais saía frust rada, sem ent ender a causa da negat iva, resolveu consult ar m ais um em presário e est e lhe disse: “ Sabe o que é, senhora secret ária, nós não vam os apoiar esse proj et o porque não querem os eleger um presidente de seu partido” . 100

Em ent revist a para a Revist a Teoria e Debat es, realizada em 21 de dezem bro de 1991, por Renat o Ort iz, Eugênio Bucci e Paulo de Tarso Venceslau, Chauí cont a:

“ Eu herdei coisas m uit o difíceis. Em prim eiro lugar, um excesso de funcionários pouco qualificados. Além disso, Jânio Quadros usou a Secretaria de Cultura para garant ir o 17º vot o na Câm ara, com o 17º ele garant ia a m aioria. Eu encontrei um a Secret aria onde boa part e dos funcionários t inha sido post a pelo vereador Andrade Figueira, que era o 17º vot o do Jânio. Era um cabide de em pregos de um vereador. Out ra peculiaridade que faz part e da hist ória da Secret aria Municipal