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1.2 AKTİF İŞGÜCÜ PİYASASI POLİTİKALARI

1.2.2 Aktif İşgücü Piyasası Politikaları Araçları

A cepa C. neoformans LM 2601 foi cultivada em ágar-fubá-Tween 80 na ausência e na presença do óleo essencial de L. nobilis L. nas concentrações 256 (CIM), 512 (CIM x 2), 1024 µg/mL (CIM x 4) e anfotericina B em concentração correspondente a CIM (16 µg/mL), com base na técnica do microcultivo em lâmina. Através dessa técnica é possível analisar por microscopia óptica a morfologia dos fungos e as possíveis alterações promovidas pelo produto testado nas referidas concentrações. A análise microscópica foi realizada em um aumento de 400x, como pode ser visto nas figuras A, B, C, D e E, onde a visualização das estruturas fúngicas foi possível com a utilização de tinta Nanquim/tinta da China (CONSENSO EM CRIPTOCOCOSE, 2008; QUEIROZ et al., 2008).

Figura 10- Efeito do O. E. de Laurus nobilis L. sobre a micromorfologia de C. neoformans LM 2601: A) Controle da levedura; B) na presença do O. E. de Laurus nobilis L. CIM, C) na presença do O. E. de Laurus nobilis L. CIM x 2, D) presença do O. E. de Laurus nobilis L. CIM x 4, E) na presença de anfotericina B CIM (16 μg/mL). Baar: 100 μm (400x).

As células de C. neoformans apresentam cápsula polissacarídica característica que aparece nas preparações microscópicas como uma área clara em torno da célula, devido à coloração negativa da cápsula quando em contato com a solução de tinta Nanquim (CASADEVALL; PERFERCT, 1998; QUEIROZ et al., 2008).

A cápsula é considerada o principal fator de virulência para o C. neoformans, sendo constituída de material polissacarídico que permite a sobrevivência da levedura em diversos ambientes e no hospedeiro exibe capacidade fagocítica e imunossupressora (BOSE et al., 2003; CHERNIAK, 1994; DOERING, 2009; LEITE, 2010). Os mecanismos que resultam neste fenômeno estão relacionados à interferência desses polissacarídeos na migração de leucócitos e neutrófilos por quimiotaxia devido à dessensibilização de seus receptores, impedindo que os mesmos deixem a circulação sanguínea e migrem para o local da inflamação (ELLERBROEK et al., 2004).

Alterações na estrutura das leveduras não foram observadas ao microscópio óptico e as cepas de C. neoformans LM 2601 permaneceram com a cápsula inalterada mesmo em contato com diferentes concentrações do produto testado. Foi possível confirmar através do ensaio as características inerentes da espécie, como: células redondas ou ovais, envolvidas por uma cápsula de espessura variável, geralmente com brotamento único e ausência de hifas e pseudo-hifas (KWON- CHUNG; BENNETT, 1992).

Já foram relatadas na literatura que as células leveduriformes de C. neoformans podem exibir pseudo-hifas em condições atípicas, sob condições limitantes de nitrogênio, especialmente quando uma pequena quantidade de amônia está disponível como uma única fonte, e quando cultivados na presença de amebas (Acanthamoeba polyphaga), como mecanismo de defesa, essas células que conseguem sobreviver ao englobamento das amebas apresentam-se com pseudo- hifas, demonstrando que essa alteração morfológica é uma alternativa para escapar desse tipo de predador (LEE et al., 2012; NEILSON et al., 1978).

Os óleos essenciais por apresentarem características hidrofóbicas, poderiam estar exercendo sua ação antimicrobiana perturbando ou até mesmo rompendo a membrana do microrganismo (BRULL; COOTE, 1999). Entretanto, há outros mecanismos de ação antifúngica dos compostos oriundos de plantas, incluindo a granulação citoplasmática e a inativação e/ou inibição de enzimas intra e

extracelulares (STANGARLIN; FREITAS; CRUZ, 1999). Dessa forma, sugere-se que o óleo essencial testado possa estar atuando por algum desses mecanismos, já que mesmo sem promover alterações na cápsula polissacarídica, foi capaz de exercer efeito fungistático e/ou fungicida sobre as cepas de C. neoformans estudadas.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

De acordo com os resultados obtidos nesse estudo, pode-se concluir que:  O isoeugenol foi o constituinte majoritário identificado na CG/EMS para o óleo essencial de Laurus nobilis L.;

 O óleo essencial de L. nobilis L. apresentou forte atividade antifúngica, através da avaliação da inibição do crescimento fúngico de 7 (70%) das 10 cepas de Cryptococcus neoformans utilizadas, apresentando uma CIM de 256 µg/mL e CFM de 1024 µg/mL, com efeito fungicida a partir da análise da CFM/CIM em cerca de 6 (60%) das cepas ensaiadas;

 A micromorfologia da levedura não apresentou alterações visíveis por microscopia ótica na presença de diferentes concentrações do óleo essencial e pelo antifúngico padrão utilizado no estudo;

 O óleo essencial de L. nobilis L. interfere na cinética de crescimento da cepa fúngica (LM 2601), apresentando efeito fungistático e fungicida, e a partir desses conhecimentos, tornando-se como ferramenta importante para estudos posteriores, avaliando-se a sua toxicidade, mecanismos de ação, sinergismo com drogas antifúngicas para que o seu uso na terapia da criptococose possa ser efetivado.

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