Após o período de estudo as voluntárias responderam um questionário sobre aceitação do produto consumido.
As respostas das 36 voluntárias que realizaram todas as análises foram representadas em gráficos de colunas para uma melhor visualização.
Figura 27 - Percentual do primeiro consumo de Figura 28 - Percentual da frequência do consumo chá verde. de chá verde.
27,8% das voluntárias já haviam consumido chá verde. Acredita-se que um dos motivos por esse consumo ser tão baixo em relação à outras ervas, como camomila e erva doce, seja pela Camellia sinensis ser uma erva relativamente nova quanto ao consumo popular (Figura 27).
Um dos pontos importantes da pesquisa era o controle sobre o consumo de chá verde, ou placebo entre as voluntárias. O segundo gráfico indica que todas as voluntárias participantes fizeram uso do produto na frequência correta indicada no estudo (Figura 28).
Figura 29 - Percentual sobre o gosto do chá verde.
Das 36 voluntárias que consumiram o chá cerca de um décimo delas não aprovou o gosto do produto, conforme opinião indicada mais a frente.
A figura 29 apresenta os motivos pelos quais as voluntárias resolveram tomar o produto em estudo, sendo que elas podiam indicar mais de uma opção. A grande maioria: 89% foi pela saúde; 22,2% das voluntárias gostam de tomar o chá verde por causa do gosto; 5,6% foi por indicação médica; 11,1% teve indicação de amigo ou familiar para que houvesse interesse em consumir chá verde; a motivação própria levou 22,2% das mulheres a buscar pelo chá verde; 11,1% leu sobre os benefícios do chá verde em revistas (Boa forma e Época). Apesar da televisão ser um grande meio de comunicação, nenhuma das voluntárias indicou-a como sendo fonte de informação para o interesse do consumo de chá verde. Dos 27,8% que escolheram outra opção, apenas uma das voluntárias citou a internet, indicando que através dela, soube que o consumo de chá verde emagrece. Outra voluntária indicou que o motivo de consumir chá verde é porque ele auxilia na perda de peso. Uma das voluntárias citou o auxílio do chá verde na manutenção do percentual de gordura. Outras sete voluntárias indicaram que o
motivo pelo qual estavam tomando chá verde era por terem lido sobre esta pesquisa num dos jornais circulantes na cidade de Piracicaba.
Figura 30 - Percentual dos motivos que levaram as voluntárias a tomar chá verde.
Das voluntárias que já fizeram uso do chá verde independente de seu consumo na pesquisa, 11,1% consumiu chá verde instantâneo; 22,2% o consumiram em cápsulas; e a grande maioria, 89,9%, o consumiram em folhas, preparando-o como infusão. Acredita-se que este último seja o tipo de chá verde mais consumido por ser de fácil acesso às classes mais baixas, já que tanto cápsulas, chá instantâneo ou sachê tem um valor agregado devido sua industrialização. Nenhum outro tipo de consumo foi citado.
No questionário de aceitação do chá verde as voluntárias puderam dar sua opinião, sugestão ou crítica sobre o chá verde (ou placebo) que tomaram durante a pesquisa.
No grupo em que houve apenas consumo de chá verde, as voluntárias citaram a função diurética do produto que está envolvida com a ação do chá verde, algumas tiveram isso como ponto positivo, outras como ponto negativo.
A maior disposição oferecida pelo consumo do chá também foi comentada, o que está associada ao aumento no metabolismo.
Muitas citaram sobre o emagrecimento, que foi um dos pontos principais focados nesta pesquisa.
O aumento da fome relatada por algumas voluntárias é explicado também pelo aumento do metabolismo. Como o organismo gasta mais energia para se manter, o indivíduo precisa consumir mais energia para suprir este aumento, o que ocasiona a fome.
Algumas indicaram a saciedade, com relação à ingestão do chá verde. Muitas comentaram sobre a melhora no funcionamento do intestino o que pode estar associada à maltodextrina (O'BRIEN; ROWLANDS, 2011).
O que mais chamou a atenção foi que uma das voluntárias comentou sobre a melhora no quadro da enxaqueca. Muitas vezes a enxaqueca está ligada a quadros de alimentação inadequada, a base de frituras e açúcares, ou ligados ao sedentarismo, tabagismo, e etilismo (MAHAN; ESCOTT-STUMP, 2005). Com a dieta a enxaqueca pode ter apresentado uma melhora; o consumo de chá verde relacionado a este quadro precisa ser melhor investigado.
Outro ponto importante observado foi de uma voluntária que teve melhorado a dor no nervo ciático de uma das pernas. Isto pode estar envolvido com a perda de massa corporal que esta voluntária teve.
No grupo 2 (placebo), apenas uma das voluntárias teve uma pequena perda de peso. Isso pode estar envolvido com um efeito platô tardio, já que cada voluntária apresenta uma variabilidade genética, ou mesmo pelo efeito placebo. O que ela indica é a perda de peso desde o início da dieta até o término com a mensuração final dos parâmetros aqui já discutidos; outro fator para isso é o efeito placebo.
A disposição também pode estar relacionada ao efeito placebo, ou pela mudança alimentar, que com uma diminuição da gordura e do açúcar, pode ter auxiliado para esta sensação.
Muitas delas observaram melhora no funcionamento intestinal, isto pode ter ocorrido devido a maltodextrina encontrada no preparo estudado. (O'BRIEN; ROWLANDS, 2011).
Os pontos negativos relatados com a ingestão foram: queimação, azia e a não perda de peso.
No grupo em que houve o consumo do chá associado ao exercicio fisico (grupo 3), algumas voluntárias considereram o efeito diurético do chá verde como ponto positivo. Sentiram também o corpo menos inchado. Outras sentiram saciedade nos primeiros momentos após seu consumo, ou melhora no processo de digestão.
Um dos pontos importantes destacados no testemunho de uma das voluntárias, foi a facilidade do ganho de massa muscular que antes não se observava em um dos quadríceps que passara por uma cirurgia após acidente, como a própria voluntária observou. A oxigenação muscular pode ter aumentado com o consumo do chá verde além do que o exercício muscular oferece. Isto está de acordo com o estudo de Richards et al. (2010) que observaram um aumento do VO2max em homens e mulheres que consumiram pílulas com 135 mg de EGCG/dia com exercício no ciclo ergometro, sugerindo que a oxigenação é aumentada na artéria venosa. Outro ponto verificado pelos autores é que em não praticantes de exercício físico o EGCG pode diminuir o
fluxo sanguíneo, mas em praticantes, como nos de musculação, esta catequina aumenta o fluxo sanguíneo para o músculo esquelético. Este dado também pode estar relacionado à melhora na função muscular.
As voluntárias do grupo 4 (placebo mais musculação), relacionaram o consumo do produto a uma maior disposição, e melhora do funcionamento intestinal. Outras comentaram sobre o aumento do apetite. Tudo isso pode ser explicado pela prática de exercício físico. Como ele aumenta o gasto energético, aumenta o apetite, pois o organismo precisa de uma maior ingestão calórica para fornecer uma fonte adequada de energia para o organismo, o funcionamento do intestino melhora com a prática regular de exercícios, assim como a disposição.
5 CONCLUSÃO
Do presente trabalho foram sugeridas as seguintes conclusões:
O chá verde proporciona ao indivíduo uma mudança na composição corporal, com diminuição da gordura e consequente perda de peso, e manutenção da massa magra.
O consumo do produto a base de chá verde aliado à prática de exercícios físicos (musculação) auxilia em um ganho de massa magra maior que o proporcionado pelo exercício físico isolado (musculação + placebo) e favorece uma maior perda de massa gorda, por mobilizar esta como fonte de energia.
O aumento da força muscular observada nos exercícios físicos de resistência é maior quando o chá verde é consumido anterior à prática dos exercícios propostos.
O tempo prolongado do consumo de chá verde ocasiona numa maior perda de peso corporal.
Aliado ao treinamento físico de resistência, o chá verde auxilia em uma maior perda de gordura e maior ganho de massa magra; a médio e longo prazo favorece a perda de peso, com qualidade de vida.
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