VII. AKILLI VATANDAŞ
3. Akıllı Vatandaş Sistemlerinin Zorlukları
Por ser um tema tão controverso, no decorrer do desenvolvimento da dissertação foi-se
descobrindo a enormidade de outros assuntos relacionados com a pesquisa.
Um trabalho de pesquisa não se esgota em si mesmo. Além de procurar responder a um
questionamento, abre-se espaço para outros trabalhos e estudos.
Esta dissertação está inserida nesse contexto. As limitações impostas ao autor desta
dissertação impediram a exploração de outras dimensões relevantes ao objeto do estudo. Várias
lacunas se apresentaram, mas não puderam ser devidamente preenchidas. A realização de
entrevistas ao invés da aplicação de questionários bem como um maior alcance do universo da
pesquisa em outras instituições de ensino podem enriquecer ainda mais o estudo ora
empreendido.
Nesse contexto, vislumbram-se algumas sugestões e recomendações para futuras
pesquisas:
• Devem-se construir novas teorias com valor mais preditivo sobre a interação entre a intuição e a razão nas decisões e julgamentos humanos?
• Por que existe o gap entre a teoria e a prática acadêmica? Qual seria o atalho entre esses dois mundos e quais seriam as outras formas de construção do conhecimento
acadêmico?
• A formação dos estudantes em administração atende ao mercado de trabalho? Esta dissertação, bem como as questões sugeridas, sinalizam para a possibilidade de
trilhar caminhos ainda não esclarecidos. Outras possibilidades de estudo certamente foram
percebidas pelo leitor. Espera-se que essas possibilidades despertem no estudioso a paixão que a
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APÊNDICE – QUESTIONÁRIO APLICADO
Senhor(a) Professor(a):
Nas últimas décadas, foi edificada no campo da Administração uma impressionante estrutura de
conhecimentos, a qual foi auxiliada pelo advento da informática e pelo desenvolvimento de
diversas disciplinas.
Entretanto, há uma forte percepção de que a ciência positivista e a tecnologia não são tudo:
existem diversos fenômenos que aguardam uma explicação satisfatória, fora do domínio das
teorias/práticas racionais, dentre eles o papel desempenhado pela Intuição.
É neste contexto que o mestrando Renato de Castilho Gomides, sob orientação da professora
Sylvia Constant Vergara, desenvolverá sua dissertação que tem como título: “A intuição na
formação acadêmica do administrador”.
Como parte do esforço acadêmico, foi elaborado um questionário para colher respostas dos(as)
professores(as) da EBAPE/Fundação Getulio Vargas, instituição que representa uma elite
acadêmica estratégica no ensino superior brasileiro.
Ficaremos gratos se V.Sa. puder reservar um pouco do seu valioso tempo para preencher o
questionário. A sua cooperação para esse esforço significará uma importante contribuição para o
avanço da teoria e da prática da Administração.
Assim, esperamos, sinceramente, que V.Sa. dê a este questionário a importância e a urgência que
ele merece.
Cordialmente,
Renato de Castilho Gomides.
Instruções para o preenchimento:
1. Favor responder as questões na mesma seqüência em que elas são apresentadas;
2. Não há respostas certas ou erradas. Sinta-se livre para registrar suas palavras só com base nas suas percepções;
3. Sugestões/Observações serão sempre bem-vindas. Solicita-se que as faça no final do questionário.
1- Na sua opinião, o que é intuição?
2- As decisões administrativas são tomadas com base: a) Mais pela lógica/raciocínio;
b) Mais pela intuição;
c) Por ambas, em quase igual proporção.
3- A formação acadêmica do administrador se baseia mais pela racionalidade instrumental?
a) Sim; b) Não.
4- O desenvolvimento da intuição está presente na formação acadêmica do administrador?
a) Sim; b) Não.
5- Caso a resposta anterior seja positiva, como ela se manifesta no contexto acadêmico?
ANEXO A – RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 300 DO CFA
Publicada no D.O.U. n.º 11, de 17/01/2005, Seção 1 – Página 105
RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 300, DE 10 DE JANEIRO DE 2005
Dispõe sobre o registro profissional de Coordenador de Curso de Administração (Bacharelado), e dá outras providências.
O CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO, no uso da competência que lhe conferem a Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965, o Regulamento aprovado pelo Decreto nº 61.934, de 22 de dezembro de 1967, e seu Regimento, aprovado pela Resolução Normativa CFA nº 298, de 8 de dezembro de 2004;
CONSIDERANDO que se constitui em uma das finalidades do CFA orientar e disciplinar o exercício da profissão de Administrador, nos termos da alínea “b” do art. 7º da Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965;
CONSIDERANDO que o art. 3º, alínea “e”, do Regulamento aprovado pelo Decreto 61.934, destina como atividade privativa do Administrador o magistério em matérias técnicas do campo da Administração e Organização;
CONSIDERANDO as disposições da Resolução n° 1, de 2 de fevereiro de 2004, do Ministério da Educação, instituindo as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração (Bacharelado), que em seu art. 5°, inciso II, define os Conteúdos de Formação Profissional;
CONSIDERANDO, finalmente, a decisão do Plenário do CFA na sua 20ª reunião, realizada no dia 9 de dezembro de 2004,
RESOLVE:
Art. 1º Só poderá exercer as atribuições do cargo de Coordenador de Curso de Administração (Bacharelado) o Administrador com registro profissional em Conselho Regional de Administração.
Art. 2º A falta do registro torna ilegal, punível, o exercício do cargo a que se refere o artigo anterior, nos termos dos arts. 14 da Lei nº 4.769 e 51 do Regulamento aprovado pelo Decreto n° 61.934.
Art. 3º O Conselho Regional de Administração, conforme lhe faculta o art. 8º, alínea “b”, da Lei nº 4.769, poderá solicitar da Instituição de Ensino Superior as informações necessárias para a comprovação da habilitação legal do Coordenador de Curso de Administração (Bacharelado).
Art. 4° Esta Resolução Normativa entrará em vigor na data de sua publicação.
Adm. Rui Otávio Bernardes de Andrade
Presidente
ANEXO B – RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 301 DO CFA
Publicada no D.O.U. n.º 11, de 17/01/2005, Seção 1 – Página 105
RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 301, DE 10 DE JANEIRO DE 2005
Dispõe sobre o registro profissional de Professor que leciona matérias técnicas dos campos da Administração e Organização nos cursos de Graduação (Bacharelado), e dá outras providências.
O CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO, no uso da competência que lhe conferem a Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965, o Regulamento aprovado pelo Decreto nº 61.934, de 22 de dezembro de 196, e o seu Regimento, aprovado pela Resolução Normativa CFA nº 298, de 8 de dezembro de 2004;
CONSIDERANDO que se constitui em uma das finalidades do CFA orientar e disciplinar o exercício da profissão de Administrador, nos termos da alínea “b” do art. 7º da Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965;
CONSIDERANDO que o art. 3º, alínea “e”, do Regulamento aprovado pelo Decreto 61.934, destina como atividade privativa do Administrador o magistério em matérias técnicas do campo da Administração e Organização;
CONSIDERANDO as disposições da Resolução n° 1, de 2 de fevereiro de 2004, do Ministério da Educação, instituindo as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração (Bacharelado), que em seu art. 5°, inciso II, define os Conteúdos de Formação Profissional;
CONSIDERANDO, finalmente, a decisão do Plenário do CFA na sua 20ª reunião, realizada no dia 9 de dezembro de 2004,
RESOLVE:
Art. 1º Cabe ao Administrador exercer o magistério das matérias técnicas dos campos da Administração e Organização, existentes nos currículos dos Cursos de Graduação (Bacharelado), tanto em Administração como em currículos de cursos referentes a outros campos do conhecimento, nos termos do art. 2°, alínea “b”, da Lei n° 4.769, combinado com a Resolução nº 1, de 2 de fevereiro de 2004, do Ministério da Educação, relacionadas com as áreas específicas e que envolvam teorias da administração e das organizações e a administração de recursos humanos, mercadologia e marketing, materiais, produção e logística, administração financeira e orçamentária, sistemas de informações, planejamento estratégico e serviços.
Art. 2º A falta do registro torna ilegal, punível, o exercício do cargo a que se refere o artigo anterior, nos termos dos arts. 14 da Lei n 4.769 e 51 do Regulamento aprovado pelo Decreto n° 61.934.
Art. 3º O Conselho Regional de Administração poderá solicitar da Instituição de Ensino Superior as ementas e os programas, objetivando a identificação das matérias com aquelas previstas no art. 1° desta Resolução Normativa, conforme lhe faculta o art. 8º, alínea “b”, da Lei nº 4.769.
Art. 4° Esta Resolução Normativa entrará em vigor na data de sua publicação.
Adm. Rui Otávio Bernardes de Andrade
Presidente