Madde 41- Bu Yönetmelik hükümlerini, Sağlık Bakanı yürütür.
C- Acil Teda
Vivemos uma época de plena era do conhecimento, em que as informações estão disponíveis em tempo real, direcionando as empresas compartilhar os conhecimentos e identificar as ações que levam ao sucesso da organização contemporânea, nesse novo ambiente de globalização e avanço tecnológico, orientado para uma gestão digital e no capital intelectual.
O emprego-padrão de hoje, com vínculo salarial, patrão e horário rígido, já é um cenário pertencente ao passado. O novo milênio chegou e, com ele, a era do conhecimento que proporciona acesso a um número de informações muito maior do que podemos absorver e, ao mesmo tempo, nunca se teve tanta incerteza sobre o futuro. Para Leite (2012), a geração de
empregos mantém um alto grau de dependência em relação à força criadora dos empreendedores.
Faz-se necessário uma aposta na formação de base do empreendedorismo de uma maneira geral, em especial por parte daquelas pessoas que se encontram na situação de desemprego.
Garvi (2000) define as organizações que aprendem como aquelas que apresentam habilidades em cinco atividades principais: solução de problemas por métodos sistemáticos, experimentação de novas abordagens, aprendizado com a própria experiência, aprendizado com as melhores práticas alheias e transferência de conhecimento rápido e eficiente em toda organização. A nova economia do conhecimento é fortemente caracterizada pela transição da eficiência individual para a eficiência coletiva.
Nessa perspectiva, a atividade empreendedora sofre e gera impactos no meio econômico, social e político no qual a organização se insere. E, em virtude de seu efeito multiplicador, produz emprego, renda, crescimento e desenvolvimento. O empreendedorismo é hoje um fenômeno global, sobre o qual diversas instituições públicas e privadas têm investido para pesquisar e incentivar.
Existe uma clara correlação entre o empreendedorismo e o crescimento econômico. Os resultados mais explícitos manifestam-se na forma de inovação, desenvolvimento tecnológico e geração de novos postos de trabalho. A riqueza gerada pelos empreendedores contribui para a melhoria da qualidade de vida da população.
De acordo com Drucker (2008), na antiguidade, o conhecimento era usado para o crescimento pessoal e para aumentar a sabedoria e satisfação individual. Com a industrialização, o conhecimento passou a sinalizar características do indivíduo que afetam a produtividade e a educação passou a diferenciar os indivíduos e possibilitar o acesso a determinados círculos e a partir daí possibilitar ganhos de salários.
Birley e Musyka (2001) acreditam que os empreendedores recebem influências de origens diversificadas e variadas no decorrer do tempo. Eles podem ser influenciados pela carga genética, pela formação familiar, pelas experiências profissionais anteriores e pelo ambiente econômico em que estão inseridos.
O aporte do capital humano é crucial para o desenvolvimento da economia, mesmo nas novas e pequenas empresas. A atual realidade econômica tem sido marcada pela exacerbação dos padrões de concorrência, na qual a necessidade constante de aprendizado e de introdução de novos produtos e serviços torna-se condição obrigatória às empresas que desejam obter vantagens comparativas.
Espejo e Previdelle, ancorados em Degen (2006) apontam que:
O agente do processo de destruição criativa que, de acordo com Joseph A. Shumpeter é o impulso fundamental que aciona e mantém em marcha o motor capitalista, constantemente criando novos produtos, novos métodos de produção, novos mercados e, implacavelmente, sobrepondo-se aos antigos métodos menos eficientes e mais caros. (2006, p. 24).
Para enfrentar essa mudança, é necessário abandonar o sistema rígido de produção e passar para um processo flexível que ofereça qualidade e mude frequentemente para atender clientes exigentes e dispares.
As empresas devem trabalhar de forma que permitam estar em relação mais ou menos estreita com diversas empresas e diferentes organismos parceiros. Sendo assim, aumentar a capacidade de inovação, gerando uma economia voltada para o conhecimento, pesquisa e formação, que possibilita às organizações na construção de aprendizado e um savoir-faire em constante aperfeiçoamento, proporcionando às empresas distinguirem-se e melhor enfrentar as incertezas e ambiguidades.
Nesse contexto, referenciamos o papel do meio de suma importância para fornecer os recursos base, principalmente a mão de obra e infraestrutura que ajuda as empresas inserir novos negócios, com o despertar de um espírito empreendedor, a fim de enfrentar os desafios da nova economia. A economia empreendedora está desempenhando relevante papel no desenvolvimento econômico pelo estímulo à inovação e à concorrência.
Para Mendonça (2010), ao lado da inovação, oportunidade e mudança, o empreendedor, ou melhor, dizendo, o espírito empreendedor não seria algo encontrado apenas na cabeça dos grandes homens ou visionários. As pessoas que enxergam oportunidades e que ousam satisfazer as necessidades vislumbradas nessas oportunidades, qualquer que seja o tamanho ou a natureza da organização, seriam pessoas dotadas do espírito empreendedor.
O espírito empreendedor é um potencial de qualquer ser humano e necessita de algumas condições indispensáveis para se materializar e produzir efeitos. Entre essas condições estão, no ambiente macro, a democracia, a cooperação e a estrutura de poder tendendo para a formação de rede. (DOLABELA, 2003, p.24).
O meio é a construção social do mercado capaz de facilitar os múltiplos laços entre os recursos e competências, por um lado, e os compradores, por outro lado. Ele age como um espelho social que estimula, tempera ou limita os comportamentos empreendedores.
O empreendedor é uma pessoa criativa, marcada pela capacidade de estabelecer e atingir objetivos e que mantem alto nível de consciência do ambiente em que vive, usando-a para detectar oportunidades de negócios. Um empreendedor que continua a apreender a respeito de possíveis oportunidades de negócios e a tomar decisões moderadamente arriscadas que objetivam a inovação continuará a desempenhar o papel empreendedor. (FILION, 1999, p. 19).
Percebemos que, para concretização de uma gestão focada na economia do conhecimento, inovação, meio empreendedor e novas tecnologias: faz-se necessário o entendimento desses fatores que direcionam a estratégia o aprendizado organizacional, a cultura organizacional e a gestão das novas tecnologias.
De acordo com Drucker (2008) a inovação e o espírito empreendedor são, portanto, necessários na sociedade tanto quanto na economia. Para Leite (2012), compete ao empreendedor a responsabilidade pela sobrevivência da empresa na economia, isto é, pela lucratividade, por seu mercado e seu produto.
A compreensão do período histórico permite aprofundar as possibilidades e limitações que se apresentam para o grupo a partir da conjuntura econômica social e cultural que ele vivencia, além de permitir o aprofundamento da discussão sobre o tempo cronológico que define uma geração. Após apresentados às teorias e características empreendedoras, a próxima seção apresenta os conceitos e características da Geração Y.