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Açık yarık z-tarama deneylerinden optik sınırlamaya geçiş

4. DENEYLER ve KULLANILAN EKİPMANLAR

4.1 Deneylerde Kullanılan Ekipmanlar

4.2.5 Açık yarık z-tarama düzeneği

4.2.5.1 Açık yarık z-tarama deneylerinden optik sınırlamaya geçiş

A Teoria das I nt eligências Múlt iplas, com o o próprio Gardner adm it e, t rat a- se sobret udo de um a sist em at ização das t eorias de Thurst one e Guilford, e foi divulgada pela prim eira vez em 1983 no

livro Fram es of Mind. Segundo est e, a int eligência é descrit a com o “ a

capacidade para resolver problem as ou criar produt os que sej am út eis num ou m ais cont ext os cult urais” ( p. 11) . As int eligências propost as

respondem obrigat oriam ent e ao conj unt o de 8 crit érios est abelecidos para delim it ar um a int eligência, que são: a pot encialidade para isolar áreas no cérebro que expliquem o seu funcionam ent o; a exist ência de indivíduos excecionais; o conj unt o ident ificável de operações ou m ecanism os de processam ent o de inform ação; a hist ória desenvolvim ent al dist int a; a hist ória evolucionist a e a plausibilidade de evolução; o suport e de t arefas psicológicas experim ent ais; o suport e de descobert as psicom ét ricas; o pot encial de codificação num sist em a sim bólico ( Gardner, 1983) .

52 A int eligência é ent ão const it uída por um conj unt o de diferent es habilidades, dist int as, e relat ivam ent e independent es entre si ( Am iryousefi & Zarei, 2011; Pocinho, 2009) , m as que t rabalham em conj unt o ( Diaz & Heining- Boynt on, 1995) . A int eligência m usical envolve a sensibilidade e o reconhecim ent o de elem ent os m usicais com o o rit m o e a m elodia ( Akbari & Hosseini, 2008) e a habilidade para int erpret ar, com por e apreciar padrões m usicais ( Karam ikabir, 2012; Ozdilek, 2010) . A int eligência corporal- cinest ésica é a capacidade de coordenação física ( Akbari & Hosseini, 2008) e a ut ilização do corpo para expressar pensam ent os e sent im ent os ( Coban & Dubaz, 2011; Sulaim an, Abdurahm an, & Rahim , 2010) , assim com o resolver problem as ( Karam ikabir, 2012) e ut ilizar im agens m ent ais para coordenar m ovim ent os corporais ( Ozdilek, 2010) .

A int eligência visuo- espacial engloba a sensibilidade à cor, ao desenho e à form a ( Akbari & Hosseini, 2008) e à m anipulação e criação de im agens m ent ais, de form a a resolver problem as ( Ozdilek, 2010; Sulaim an, Abdurahm an, & Rahim , 2010) . A int eligência lógico-

m at em át ica corresponde à corret a ut ilização dos núm eros, à habilidade

para deduzir conclusões e ident ificar relações de causa e efeit o ( Akbari & Hosseini, 2008) .

A int eligência linguíst ico- verbal abrange a escrit a, a leit ura e a fala, at ravés da m est ria da linguagem e da corret a ut ilização dest a e das palavras ( Akbari & Hosseini, 2008; Sulaim an, Abdurahm an, & Rahim , 2010) . Bem com o a sensibilidade ao som , conceit o,

53 pronunciação, ênfase e significado das palavras, e a sensibilidade à linguagem escrit a e falada, a habilidade para aprender Línguas, ( Karam ikabir, 2012) , expressar- se ret órica ou poet icam ent e e ut ilizar a linguagem para recordar inform ação ( Ozdilek, 2010) .

A int eligência int erpessoal refere- se à capacidade para com preender e dist inguir nos out ros as suas int enções ( Akbar i & Hosseini, 2008) , int eresses, necessidades, m ot ivações e desej os ( Coban & Dubaz, 2011; Karam ikabir, 2012) , perm it indo t rabalhar eficazm ent e com out ras pessoas ( Ozdilek, 2010) . A int eligência int rapessoal, por out ro lado, equivale ao aut oconhecim ent o ( Akbari & Hosseini, 2008) - capacidade de com preender os sent im ent os, em oções, m edos, m ot ivações ( Karam ikabir, 2012) , int eresses, necessidades, ideais, pont os fort es e fracos de si próprio e de t om ar decisões corret as na vida ( Coban & Dubaz, 2011; Ozdilek, 2010) .

A int eligência nat uralíst ica inclui o conhecim ent o e preocupação pela nat ureza ( Akbari & Hosseini, 2008) , a sensibilidade a t odos os acont ecim ent os que ocorrem na m esm a, bem com o a capacidade de reconhecer, dist inguir e classificar seres vivos e não- vivos ( Coban & Dubaz, 2011) , e dist inguir as suas diferenças e sim ilaridades ( Ozdilek, 2010) . A int eligência exist encial reflet e sobre o significado da vida e o sent ido da m ort e. Cont udo, Gardner ( 2006) m ant em algum as reservas em confirm ar a exist ência dest a int eligência pelo que est a nem sem pre é incluída com o um a das I nt eligências Múlt iplas.

54 Todas as int eligências est ão present es em t odos os seres hum anos, m as em diferent es níveis ( Akbari & Hosseini, 2008; Cast ej on, Perez, & Gilar, 2010) . Elas são inat as, heredit árias e passíveis de t reino, desenvolvendo- se at ravés da m at uração ( Becer en, 2010; Behj at , 2012) . Est a t eoria concede port ant o grande im port ância às caract eríst icas individuais de cada pessoa ( Akkuzu & Akçay, 2011) , aos seus int eresses, am bições e pot encialidades ( Beceren, 2010) e considera t odas as int eligências igualm ent e im port ant es ( Akbari & Hosseini, 2008) .

I dent ificar e avaliar as I nt eligências M últ iplas

A grande ênfase at ribuída aos aspet os cont ext uais e criat ivos de cada int eligência criou dificuldades na elaboração de um inst rum ent o que perm it isse m edir as I nt eligências Múlt iplas, m as alguns inst rum ent os foram criadas com est a finalidade.

Howard Gardner aconselha a ut ilização do Mult iple I nt elligences

Developm ent al Assessm ent Scales ( MI DAS) , um quest ionário de

aut orrelat o que avalia a predisposição int elect ual do indivíduo para cada um a das oit o I nt eligências Múlt iplas ( excluindo a int eligência exist encial) . É com post o por escalas principais e subescalas adicionais em que cada it em possui seis opções de respost a: “ Not at all; Fairly

Good; Good; Very Good; Excellent ; I don` t know or Does not apply” ,

55 em que os result ados são calculados por escala, usando um a m at riz de result ados derivada de est udos analít icos ( Shearer, 2012) .

O MI DAS é um inst rum ent o que apresent a boas qualidades psicom ét ricas e os últ im os est udos, elaborados por Shearer ( 2012) , em diversos países, apont am nest e sent ido, ao apresent arem consist ência nas t raduções e indicarem diferenças m ínim as que podem ser facilm ent e at ribuídas a diferenças cult urais. Os padrões de repost as são m esm o sem elhant es e indicam que o MI DAS m ede as habilidades de um a m aneira consist ent e, independent em ent e da Língua e das experiências cult urais.

A aut ora Sue Teele criou um quest ionário denom inado de Teele

I nvent ory of Mult iple I nt elligences ( TI MI ) , desenvolvido em 1992 e que

pode ser ut ilizado a part ir dos 3 anos de idade. Cont ém 28 pergunt as, com 2 opções de respost a represent adas por pandas que caract erizam cada um a das 7 int eligências prim eiram ent e descrit as.

Thom as Arm st rong ( 1999) foi responsável pela criação do

Mult iple I nt elligence I nvent ory, const it uído por 70 it ens, divididos

num a série de 10 pergunt as para cada um a das I nt eligências Múlt iplas. A part ir dos it ens selecionados, o result ado final é convert ido em percent agens para cada int eligência. No ent ant o, o result ado dest e invent ário deve ser vist o apenas com o um indicador para a descobert a dos pot enciais de cada pessoa e não com o um result ado est át ico e definit ivo.

56 Especialm ent e dest inado à criança encont ra- se o Mult iple

I nt elligence Survey for Kids de Laura Candler. Est e divide- se em 24

afirm ações que a criança deve classificar, de 0 a 5, de acordo com o seu grau de concordância com cada it em . O result ado m áxim o que pode ser conseguido num a área é de 15. Est e inst rum ent o foi criado com o int uit o de ident ificar os pont os fort es e as pot encialidades das crianças, pelo que, a sua elaboração deveu- se ao fact o de a m aior part e das ferram ent as j á exist ent es para m edir as I nt eligências Múlt iplas, serem dem asiado longas e com plexas para crianças. Cont udo, a aut ora alert a para a ausência de qualquer invest igação cient ífica e consequent em ent e para a ut ilização cuidadosa do m esm o ( Candler, 2011) .

No Brasil, foi t am bém criado o Quest ionário I cónico, consist indo num quest ionário com post o por 24 it ens, represent at ivos das I nt eligências Múlt iplas, a que o indivíduo deve dar um valor ent re 0 e 4 e que é analisado at ravés da som a dos pont os at ribuídos pelo suj eit o a cada it em . A par dest e quest ionário cost um a t am bém ser aplicado um inst rum ent o designado de Quest icônico, consist indo na seleção de cinco dos 24 it ens represent at ivos das I nt eligências Múlt iplas e na elaboração de um a hist ória com eles. A análise é feit a at ravés da apreciação dos ícones escolhidos e da ident ificação das int eligências predom inant es no cont ext o da hist ória ( Zandom eneghi, 2005) .

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Est u dos in t e r n a cion ais sobr e I n t e ligê n cia s M últ iplas

A t eoria das I nt eligências Múlt iplas gerou vários est udos, em diversas áreas. O est udo de Akbari e Hosseini ( 2008) t inha com o

obj et ivo a invest igação de um a possível relação ent re as est rat égias de aprendizagem de um a segunda Língua e as I nt eligências Múlt iplas.

At ravés de um a am ost ra de 90 est udant es universit ários que est udavam Língua I nglesa ( 37 rapazes e 53 raparigas) com provou- se a exist ência de um a relação ent re as estrat égias ut ilizadas na aprendizagem de um a segunda Língua e as I nt eligências Múlt iplas, bem com o a relação ent re estas e a proficiência na linguagem . Cont udo, com o os próprios invest igadores alert am , os result ados dest e est udo t êm de ser vist os com precaução, um a vez que as correlações são baixas. A prim eira hipót ese, apresent a um a fraca m as significant e correlação ent re as duas variáveis, devido ao fact o de m uit os dos aspet os das I nt eligências Múlt iplas relacionarem - se com aspet os da linguagem , m as a nat ureza das variáveis ser diferente. No que diz respeit o à segunda hipót ese, foi verificada a exist ência de um a relação posit iva e significat iva, t odavia apenas a int eligência linguíst ica- verbal pode predizer a proficiência na linguagem , com o expect ável ( Akbari & Hosseini, 2008) .

Tam bém na área da linguagem encont ra- se o est udo de Savas ( 2012) , que t inha com o obj et ivo explorar a relação ent re int eligência, linguagem e aprendizagem . Cont ou com a part icipação de 160 est udant es universit ários nat ivos na Língua Turca que est udavam para

58 serem professores de I nglês. O inst rum ent o ut ilizado nest e est udo consist iu num t ext o escrit o pelos est udant es, onde descrevem as suas perceções sobre quais as I nt eligências Múlt iplas consideravam m ais im port ant es na aprendizagem de um a Língua est rangeira. As respost as foram analisadas qualit at iva e quant it at ivam ent e, at ravés da análise da cont agem do núm ero de vezes que aparecia um a int eligência, assim com o at ravés da exploração das razões dos part icipant es par a a escolha dessa int eligência.

Os result ados revelaram que t odos os part icipant es concordam que a int eligência m ais im port ant e na aprendizagem de um a Língua est rangeira é a linguíst ico- verbal, m as consideram que est a por si só não pode ser responsável pela aprendizagem e ordenam - nas da seguint e form a: linguíst ico- verbal, int erpessoal, visual- espacial, int rapessoal, m usical, corporal, lógico- m at em át ica e nat uralíst ica ( Savas, 2012) .

Stăncună e Crăciun (2011) prepararam encontros semanais de 1 hora, durant e 2 m eses, com o obj et ivo de ensinar a Língua I nglesa a crianças rom enas, at ravés de at ividades baseadas na t eoria das I nt eligências Múlt iplas. Est es encont ros cont aram com a part icipação de 60 crianças que frequent avam o Ensino Pré- Escolar e o 1º ano de escolaridade. As aulas foram lecionadas por um a m ascot e e cont avam com diversas at ividades, com o canções, dança, represent ação, poem as, cart azes, j ogos e hist órias.

59 Quando os encont ros t erm inaram , as invest igadoras observaram que as crianças apresent aram pr ogressivam ent e m elhores result ados e que um a breve recapit ulação dos cont eúdos era suficient e para que as crianças volt assem a lem brar- se do que haviam aprendido. As invest igadoras concluíram t am bém que est a form a de ensino revela- se muito eficaz para ambos os ciclos (Stăncună & Crăciun, 2011).

A relação ent re as est rat égias de ensino dos professores e as suas próprias I nt eligências Múlt iplas foi invest igada por Serin, Serin, Yavuz e Muham m edzade ( 2010) . O est udo foi elaborado com um a am ost ra de 245 professores prim ários t urcos e cipriot a. Os result ados do est udo indicaram que as est rat égias de ensino dos professores do Chipre eram consist ent es com as suas I nt eligências Múlt iplas, enquant o o m esm o não se verificava com os professores t urcos, o que pode dever- se ao fact o de os program as de ensino no Chipre serem preparados para ensinar t endo a cont a a t eoria das I nt eligências Múlt iplas, enquant o na Turquia isso não acont ece. Tam bém foi descobert o que as m ulheres dão m ais im port ância às est rat égias de ensino ut ilizadas do que os hom ens, m as que as int eligências de am bos os sexos não apresent am diferenças significat ivas.

Por out ro lado, Sözen, Sözen e Tekat ( 2009) , est udaram a relação ent re as I nteligências Múlt iplas de 908 est udant es universit ários t urcos que est udavam para ser professores e as áreas de especialização escolhidas pelos m esm os. Na área da int eligência linguíst ico- verbal foi descobert o que os alunos de Ciências Sociais,

60 Música, Art e e Educação Física possuíam m ais dest e t ipo de int eligência quando com parados com os de Mat em át ica e Ciências, m as que a sit uação invert ia- se quando se t rat ava da int eligência lógico- m at em át ica.

Os alunos de Art e t am bém possuíam um a m aior int eligência visual- espacial do que os est udant es de out ras áreas, bem com o os est udant es de Música quando com parados aos de Ciências Sociais e Mat em át ica. A sit uação é sem elhant e na int eligência m usical, m as são os alunos de Música que m onopolizam est a int eligência, seguindo- se os de Art e. A inteligência corporal- cinest ét ica é dom inada pelos alunos de Educação Física, enquant o os alunos com piores result ados nest a área são os de Mat em át ica e Ciência. Na int eligência int erpessoal e int erpessoal são os alunos de Art e, Educação Física e Ciências Sociais que possuem m elhores índices, especialm ent e quando com par ados com os de Mat em át ica e os de Ciências. At ravés dest es dados os aut ores concluíram que exist em algum as sim ilaridades ent re a I nt eligências Múlt iplas e a área de especialização dos est udant es ( Sözen, Sözen, & Tekat , 2009) .

No Ensino Secundário os alunos que haviam frequent ado áreas ligadas à Mat em át ica possuíam m enos int eligência linguíst ico- verbal, int rapessoal, int erpessoal e nat uralíst ica. Pelo cont rário, os alunos de áreas m ais ligadas à Linguagem e às Art es possuíam m enos int eligência lógico- m at em át ica. Na int eligência visual- espacial são os alunos que frequent am as Art es e o Desport o os que m ais possuem

61 est a int eligência, e os que m enos a possuem são os das ár eas num éricas. Os alunos de Art es possuem m aior int eligência m usical do que t odos os out ros est udant es. Os alunos de Desport o, por out ro lado dom inam a int eligência corporal- cinest ét ica, em det rim ent o de t odas as out ras áreas. A variável género não apresent a diferenças est at ist icam ent e significat ivas ( Sözen, Sözen, & Tekat , 2009) .

Já o perfil das I nt eligências Múlt iplas dos professores de Ciência e Mat em át ica m alaios, as suas est rat égias de ensino e a relação ent re as duas foi invest igado por Sulaim an, Abdurahm an e Rahim ( 2010) . A am ost ra era de 174 professores e conclui- se que a int eligência int rapessoal era a m ais elevada, seguindo- se a int erpessoal, lógico- m at em át ica, nat uralíst ica, corpor al- cinest ésica, m usical, espacial e a int eligência linguíst ica. As est rat égias de ensino ut ilizadas pelos professores vão ao encont ro das t rês I nt eligências Múlt iplas dom inant es, enquant o as est rat égias m enos ut ilizadas são as que correspondem à int eligência m usical. Est es result ados dem onst ram que exist e um a relação posit iva e significat iva ent re as I nt eligências Múlt iplas dos part icipant es e as est rat égias de ensino adot adas.

Na Turquia, Beceren ( 2010) , invest igou quat ro im port ant es variáveis: o t ipo de int eligência dom inant e usada pelas crianças na aprendizagem , bem com o a influência do género e do est atut o socioeconóm ico e o nível educacional dos pais. O est udo foi realizado durant e o ano let ivo de 2004- 2005 e cont ou com a part icipação de 232 crianças, ent re os quat ro e os seis anos, e um dos seus progenit or es.

62 Os result ados indicam que as t rês I nt eligências Múlt iplas m ais ut ilizadas pelas crianças, independent em ent e do género são, da m ais usada para a m enos usada, a int eligência visual- espacial, corporal- cinest ésica e a linguíst ico- verbal. Em relação à dependência do género, as int eligências visual- espacial e a corporal- cinest ésica são as m ais ut ilizadas, t ant o por rapazes com o raparigas, m as no que diz respeit o à últ im a int eligência m ais ut ilizada, os rapazes ut ilizam m ais a I nt eligência lógico- m at em át ica enquant o as raparigas ut ilizam a int eligência linguíst ico- verbal. Foi t am bém observado que a int eligência m enos preferida nas raparigas é a I nt eligência m usical e nos rapazes a int eligência int rapessoal ( Beceren, 2010) .

As I nt eligências Múlt iplas e o est at ut o socioeconóm ico possuem um a relação est at ist icam ent e significat iva apenas na int eligência int rapessoal. Em relação ao nív el educacional dos pais, exist e um a relação est at ist icam ent e significat iva ent re o nível educacional das m ães e as int eligências int rapessoal e a int erpessoal. Já no que concerne ao nível educacional dos pais, a relação est at ist icam ent e significat iva dizia respeit o à int eligência linguíst ico- verbal ( Beceren, 2010) .

Em Espanha, o professor port uguês Leandro de Alm eida realizou um est udo com 294 crianças da região de Múrcia, ent re os cinco, seis e set e anos. Os inst rum ent os ut ilizados foram as at ividades propost as por Gardner, Feldm an e Krechevsky ( 1998 a, b, c) para avaliar seis das int eligências: linguíst ica, lógico- m at em át ica, visuo- espacial, corporal-

63 cinest ésica, nat uralíst ica e m usical. Os result ados concluíram que apesar dos coeficient es de correlação obt idos serem est at ist icam ent e significat ivos, não coincidem nos aspet os cognit ivos que avaliam , o que reflet e dificuldades na avaliação das int eligências com est as t arefas. Ainda assim , os valores da precisão apresent am - se adequados na sua m aioria, com apenas a int eligência m usical e a corporal- cinest ésica a apresent arem índices ligeiram ent e inferiores. Estes result ados sugerem a exist ência de um fat or geral com um às várias t arefas m as não das t rês com ponent es agregadoras propost as por Gardner

Benzer Belgeler