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Çocuk Yazını Metinleri Üzerine Alan Yazın Çalışmaları

de base à tese de CODA apresentada em 1953 na ESBAP, com a classificação final de 20 valores.

No mesmo ano, colabora pontualmente com Alfredo Viana de Lima, designadamente no Bloco da Rua Costa Cabral no Porto. Entre 1949 e 1953 trabalhou no atelier do Arquiteto João Andresen tendo, em colaboração com este, obtido o 3º prémio no concurso Lusalite, o 3º prémio para um bairro das Caixas da Previdência na cidade da Guarda e uma menção especial no concurso para as instalações da Empresa de Pesca de Aveiro.

Em colaboração com o Arquiteto João Andresen deu o seu apoio ao movimento ODAM, tendo participado nos trabalhos da exposição realizada em 1951.

Em 15 de novembro de 1953, entra oficialmente para a HED, para a qual desde há algum tempo realizava trabalho, sendo o primeiro arquiteto da Empresa. Durante a sua permanência na HED realizou várias visitas de estudo de forma a investigar os aproveitamentos elétricos doutros países, rio Pó na Itália, Suíça, rio Danúbio na Áustria, Alemanha, frança, Bélgica, Holanda, Inglaterra e rio Ebro em Espanha. O trabalho escolar e a colaboração com João Andresen constituem as bases para a elaboração do Plano Geral de Picote e das casas para o pessoal especializado. Para além do papel de coordenador do grupo de arquitetos desenvolve vários projetos ligados às construções industriais, centrais de comando e descarga, em Picote, Miranda, Bemposta, e a piscina de Picote.

Após a reforma da EDP (Junho de 1994) presta assessoria a várias empresas do grupo EDP (Milleiro, 2009; Companhia Portuguesa de Produção de Electricidade [CPPE], 1991).

Manuel Carlos Duarte Silva Nunes de Almeida, nasceu no Porto em 9 de Dezembro de 1924. Estuda arquitetura na Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP) onde frequentou o Curso Especial de Arquitetura durante os anos de 1944 e 1950 e posteriormente conclui o Curso Superior, no ano letivo 1952-53.

Antes de entrar para a HED, trabalha com Fernando Eurico e Anselmo Gomes Teixeira.

Em Agosto de 1954 entra como arquiteto na Hidroelétrica do Douro e o projeto da Capela do novo núcleo urbano do Barrocal do Douro, em Picote, constitui o trabalho de CODA que apresenta em 1958 com o resultado de 19 valores.

Com a entrada na empresa, no âmbito da investigação na fase dos projetos de construção das habitações para os novos núcleos urbanos das centrais hidroelétricas, faz uma série de viagens que o levam à Holanda, França e decalcando-se as de Inglaterra, às várias visitas às New Towns de Glenrothes na Escócia, Stevenage a norte de Londres e Roehampton perto de Londres.

Entre 1954 e 1968 participa, coletivamente e como responsável por alguns projetos, no Gabinete de Arquitetura da Hidroelétrica do Douro. São os anos da construção das centrais do Douro Internacional. Durante este período, para além de ter colaborado em quase todos os projetos, é responsável por uma série de obras, das quais se destacam a Capela, as casas do pessoal dirigente, o centro comercial e a escola de Picote (Milleiro, 2009; CPPE, 1991).

Rogério Araújo de Oliveira Ramos, nasceu na cidade do Porto em Junho de 1927. Estudou arquitetura na Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP) onde frequentou o Curso Especial de Arquitetura durante os anos de 1944-1949 e seguidamente, conclui o Curso Superior no ano letivo 1952-1953.

Colabora nos ateliers de Viana de Lima, Carlos Ramos e Arménio Losa, e com o arquiteto José Carlos Loureiro elabora um anteprojeto para um restaurante, no recinto do Palácio de Cristal, que não se chega a realizar, este projeto transforma-se

Fig. 54 Nunes de Almeida

no trabalho de CODA que apresenta em 1954, tendo obtido a classificação de 20 valores.

Em 1954 foi convidado para fazer parte do quadro de pessoal da Hidro-Eléctrica do Douro, iniciando a sua atividade na empresa com o projeto da Estalagem para Pessoal Dirigente e da Estação de Tratamento de Águas de Picote, Miranda e Bemposta, realiza também o núcleo Residencial do Cardal do Douro, em Bemposta, para além de colaborar em todos os restantes projetos que paralelamente se desenvolviam.

Cada projeto constitui uma ocasião para experimentar formas, linguagens e materiais, numa pesquisa constante de soluções otimizadas relacionadas com o contexto e com o debate cultural que seguia atentamente (Companhia Portuguesa de Produção de Electricidade [CPPE], 1991).

Este subcapítulo pretende ser um complemento fundamental na leitura global dos elementos resultantes da análise e interpretação dos multicasos, constituindo um conjunto de documentos que serve de suporte para que a fase seguinte seja de melhor orientação, compreensão, correlação/cruzamento com a fundamentação teórica.

São analisados segundo duas vertentes, a Urbanística e a Arquitetónica. Através de fichas de análise, examinando-se segundo uma perspetiva inquisitiva decorrente da especificidade da nossa formação em arquitetura, através da experiência direta e intuitiva, procurou-se, uma leitura das obras e dos projetos com o objetivo de analisar e interpretar o processo de criação enquadráveis com a fundamentação teórica, mostrando em 17 fichas de análise, com vista, à priori, de uma concretização e confirmação de um enquadramento e ligação possível com os indicadores pré estabelecidos. Portanto, nas fichas de análise são identificadas as principais caraterísticas da forma urbana e arquitetónica possíveis de correlacionar com os indicadores transmitidos pela fundamentação teórica.

As seguintes fichas, resultado de análise e interpretação, referentes ao Urbanismo e Arquitetura das intervenções dos complexos das Hidroelétricas do Douro Internacional, são apresentados pela ordem cronológica da realização das respetivas obras. Assim sendo, em primeiro apresenta-se a ficha urbanística de Barrocal do Douro e de seguida os edifícios analisados da respetiva intervenção, seguindo a mesma ordem de ideias são de seguida apresentados respetivamente os casos de Miranda do Douro e Cardal do Douro. Reúnem elementos desenhados, plantas cortes, alçados e esquemas construtivos relativos aos respetivos projetos de construção, apresentadas com o levantamento fotográfico (preto e branco) realizado na época da sua construção e exploração, realizado pelo fotógrafo Alvão, as restantes fotos (a cor) e os desenhos e esquemas apresentados são de autor.

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Benzer Belgeler