3. BALTALĠMANI-SARIYER SAHĠL KUġAKLAMA KOLLEKTÖRLERĠ VE BAĞLANTILARI ĠNġAATI PROJESĠ
3.4 Kullanılan Ekipman ve Özellikler
3.4.1 Mikrotünel Makines
3.4.3.2 Çamur Ayırma Sistem
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Anexo I - Entrevistas com as mulheres presas
Entrevista 1 (30.03.04)
CR- reeducanda da Penitenciária Feminina da Capital , vou fazer algumas perguntas para ela referente a pesquisa
sobre a religiosidade aqui no Presídio Feminino.
Pesquisadora (P): Quanto tempo você está aqui nesta Penitenciária?
Entrevistada (E): Desde o dia 06 de junho, deixe eu ver, julho, agosto setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro, fevereiro e março, nove meses.
P: Nove Meses. E você vai ficar quanto tempo Regina?
E: Bom a minha... a minha sentença é de três anos e seis meses, eu to tirando um ano e seis meses de cadeia, mas como eu já te disse né, estou na esperança aí de um semi-aberto, uma desclassificação de artigo, ou uma apelação ganhando a cadeia toda.
P: Tá, então você está esperando ter um retorno do juiz pra saber se diminui a ....
E: É, ou diminui ou me absolve, ou permanece né, porque uma apelação ela tem... pode acontecer três coisas com ela: ou ela diminui a sua cadeia, ou ela aceita que você realmente é inocente e é absolvida ou ela diminui a sentença, entendeu? No meu caso eu tenho essas três chances, como tenho a chance também de ser desclassificado com o artigo XVI por eu ser realmente dependente, como se diz, dependente porque eu não me julgo viciada eu me julgo dependente da maconha. E foi achado comigo três gramas de maconha e fui eu condenada no artigo XII, mas eu creio em Deus.
P: O artigo XII seria o quê? E: Tráfico.
P: Tráfico? E:É....
P: E você, com três gramas de maconha, foi condenada ao trafico?
Você, você é.... Da outra vez que eu conversei com você, você falou que dirigia essa situação de ter sido condenada por um ter feito uma promessa entre aspas que você fez e...
E: Uma promessa não, um propósito!
P: Um propósito. Isso! Fala um pouquinho desse propósito pra gente.
E: Bom no dia 26... eu estava presa já na cadeia de Itapevi, no dia 26 de.... de dezembro, de novembro eu fiz um propósito com Deus, que se ele desse a liberdade do meu filho e do meu marido eu aceitaria a minha condenação sem reclamar e sem blasfemar o nome dele. Aí o que aconteceu. No dia dez de dezembro de 2003 meu marido saiu da cadeia né e dia doze, no dia dez de dezembro meu marido saiu da cadeia, no dia doze de fevereiro eu fui condenada três anos e seis meses aí no dia primeiro de agosto agora do ano passado né, meu filho saiu da cadeia, só que infelizmente agora a duas semanas atrás ele foi preso de novo, depois de sete meses, dando sete meses na rua ele foi preso de novo, no mesmo artigo 157 assalto.
P: É não é fácil! É... Você assim...
E: Ah! Sim deixe eu te falar quando agente tava falando do propósito então, eu acredito que isso foi mesmo Deus ele....
P: Uma ação de Deus.
E: Foi, porque eu penso assim, que nem eu falei, eu num... jamais iria blasfemar o nome dele sendo a condenação do jeito que viesse e no dia que a minha irmã chegou pra mim visitar, antes dela entrar pra dentro da cadeia eu perguntei né, falei pra ela assim e o advogado tem alguma notícia, ela é.. eu falei eu já sei fui condenada né? Ela, é. Eu falei eu sabia! Mas, Deus sabe o que fez. Aí falei ó senhor agora o senhor sabe o que senhor vai fazer, né.
P: E você participa aqui, acho que da outra vez eu perguntei também, eu estou retomando. Ou melhor, de qual religião você se denomina, você é de qual religião?
E: Bom, eu não me denomino de nenhuma, entendeu, pra ir direto, fui sim, fui de Umbanda e de Candomblé. Fui um tempo direto. Mas depois que eu parei com isso não sou de Igreja Católica nem Igreja negócio de
que tá terminando um curso lá, não seu como é que chama, pra missionária, tenho meu cunhado que é pastor, a minha mãe é da Adventista, minha, meu irmão é adventista e essa minha irmã que é missionária ela é da Betel Brasileira, meu cunhado também, quer dizer são tudo assim, tipo a minha família ela são dividida entre a Betel e a Adventista entendeu. Então só que eu sou mais de ir na Betel aonde é que a minha irmã vai porque é menos rígida, entende. É menos rígido, você pode louvar a Deus em forma de samba, em ritmo de pagode, você pode passar uma pintura, você pode usar uma saia não precisa ser lá no pé, você pode usar uma calça comprida, você pode usar um brinco, entendeu. E... nas outras igrejas não pode nada disso, apesar que eu penso comigo venha do jeito que estiver, né. Então, e eu por eu gostar muito de pagode, então pra mim que nem a Renascer, a Renascer tá sendo uma, uma como se fala, uma religião pra mim que eu acho que é com ela mesmo que eu vou ficar quando eu sair daqui.
P: Então, aqui dentro você participa da renascer? E: Da Renascer.
P: Só da Renascer ou você de vez em quando vai em alguma outra?
E: Só da Renascer, não, fui uma vez escutar um, umas palavras da, dum pessoal da Universal ai foi justamente que vieram falar justamente sobre os adventistas entendeu, aí eu já não gostei como a mulher se expôs sobre os adventistas, porque eu sou de uma família que tem adventista e eu sei que não é do jeito que ela quis dizer, entendeu? E também acho que falei pra ela que ali não era o lugar pra ela ta falando mal de religião nenhuma, ela tinha que cuidar da religião dela, trazer a mensagem que Deus deu pra ela e não fazendo diferença de uma religião pra outra porque tem várias religiões, mas o Deus é o mesmo, é um só.
P: Me fala um pouquinho dessa experiência que você teve na Umbanda, no Candomblé, você falou que antes de você participar da Betel, com sua família, você participou da Umbanda e do Candomblé, como que foi, que tempo, que idade você participou.
E: Aí também, desde pequena, porque aí era toda a minha família era toda ligada ao espiritismo. P: Mas era a sua mãe, quem era ...
E: Minha mãe era ligada, minha vó principalmente, minha tia que hoje é evangélica também entendeu, o meu avô que já é falecido, a minha mãe eu não digo tanto assim porque né, mas a minha tia, meu finado padrinho, uma tia minha que morreu a pouco tempo e que também ela era muito macumbeira, só que ela morreu evangélica, creio eu né, que ela morreu evangélica, prima, assim, entendeu. É foi, e era uma coisa que eu gostava, entendeu, eu gostava daquilo, eu tenho uma madrinha, que eu chamo ela até hoje de madrinha, né. Era uma coisa que eu gostava, só que agora pra mim já num, eu..., agora não já de muito tempo que eu vejo que..., e mesmo ali, mesmo eu vendo que não resolve nada, que ... entendeu, porque tudo vai da sua fé eu creio que tudo vai da sua fé, então quer dizer o que é que acontece, você pede uma coisa Deus trabalha naquilo que você pediu então você consegue aquilo ali, que nem se tem, você ta aqui com câncer vamos se dizer, eu to aqui tem um copo de água aqui entendeu se eu pensando no espiritismo, na Pomba-gira, no Caboclo, no Zé Pelintra, na Iemanjá, na Oxum, no que for. Ou pensando em Deus numa Igreja evangélica, mas eu creio que aquele como de água vai me sarar, entendeu, e eu vou tomar o copo de água, eu vou sarar, mas foi pela minha fé, entendeu. Foi pela minha fé e Deus viu que apesar da minha fé estar sendo errada, mas era a minha fé, eu tava crendo era nele, entendeu, porque mesmo que seja no espiritismo pra mim o Deus nosso está lá, porque se existe a religião é porque ele permitiu, porque não cai uma folha de uma árvore se ele não permitir, eu acredito assim, entendeu, que nem eu não sei se agente pode dar nome de sina ou destino entendeu, do livro da vida, mas eu creio que agente tem um livro da vida sim e tudo que agente tiver que passar agente vai passar, e não adianta dizer não você podia ter evitado. Sim, eu podia ter evitado, mas eu não evitei porque eu tenho que passar pela aquilo, e Deus dá o peso, dá o frio conforme o cobertor e ele não te dá um fardo que você não possa carregar, ele não te dá.
P: Mas assim, você.... eu to insistindo um pouco, até pra saber como, porque mesmo que você deixou, foi insistência da sua família, da sua irmã, do seu cunhado pra você deixar, ou você parou de participar da Umbanda do Candomblé, você falou não vou mais...
E: Parei por mim mesmo, parei, achei que não compensava porque quando era alguma coisa pra mim eu não conseguia, entendeu, e quando era pros outros dava certo. Pra mim não dava, então não pode ser...
E: Sim filha de santo, raspada, na Umbanda eu, como, né, recebia os orixás, agora no Candomblé agente já fala virar no santo, entendeu, eu virei no santo no Candomblé, na Umbanda eu recebia mesmo também, mas nenhuma das duas, quando eu precisava de alguma coisa não me atendia, então era só pros outros, então já que é pra fazer só pros outros eu não quero, quero uma coisa que eu possa me ajudar. É que nem seu eu pedir pra Deus, ai senhor ajude a minha amiga, mas me ajude também, ele vai ajudar minha amiga e vai me ajudar também. Agora não eu quero que o senhor ajude minha amiga, tá, quando eu peço pra ajudar a mim, não vai me ajudar, não então essa parte... Aí eu fui desencantando, achando que... eu não desacredito entendeu...
P: Permanece acreditando...
E: Que o espiritismo existe sim, que no Candomblé a pessoa virá no santo sim, que na Umbanda a pessoa recebe um orixá sim, eu acredito sim, entendeu, eu acredito porque eu recebia, entendeu, então eu sei, mas pra mim ir nem passa mais pela minha cabeça.
P: E essa idéia, vamos dizer que as vezes as igrejas evangélicas, neopentecostais passam de que a Umbanda e o Candomblé é do diabo, é uma coisa ruim. Isso passaram pra você, tentaram passar em algum momento, ou não. E: Na igreja?
P: É, ou mesmo sua família, irmã, seu cunhado que participavam.
E: Não, eu vou te falar pra você a minha família, a respeito a mim com respeito a religião deles e a minha maneira de ser é uma coisa assim extraordinária, porque eles não me forçam a nada, eles não me obrigam a nada. A minha irmã faz o quê, meu cunhado faz o quê? Oh! Vai na igreja! Eu falo tá. Somente! Não de ficar o CR posso abrir uma campanha na sua casa, de culto. Pode abrir uma campanha na minha casa. Mas se eu falar não. Ocha, mas deixa eu quero! Ou vir me buscar, dizendo você vai pra igreja! E eu tenho que ir pra igreja. Não nunca teve isso. Entendeu. Que nem eu realmente na rua a um tempo atrás antes deu ir presa eu mexia com trafico, como eu já fui presa outra vez. Entendeu? E eles mesmo eles sendo evangélicos eles nunca me censuraram a respeito de nada. Nunca foram contra mim, entendeu. Chegar em mim e me recriminaram, não! Eles não acham certo, mas eles também não me recriminam. Por que eles já sabem eu tô pagando pra justiça e só Deus que sabe o que a gente já sofre aqui dentro, entendeu? Então eles não me recriminam em nada e não tem esse negócio de querer me obrigar a ir na igreja, não! Que nem as vezes numa vez foi um grupo de pagode na igreja que meu cunhado é pastor, né, e inclusive a mulher do cara que era um dos pagodeiros, agente era amiga de salão de baile, de fumar baseado junto, e foi ela , foi o marido dela, e eu falei nossa que firmeza Edna você é evangélica, né . Ela disse você também? Eu falei, não, eu vim aqui porque minha irmã me chamou. E Ela já tinha se convertido, entendeu. Ai eu falei. Então eu quero, eu quero me entregar a Deus assim, eu quero corpo, alma, espírito e coração, por completo. Enquanto não for por completo eu não quero. Eu não quero! Mas eu quero que seja num lugar assim, que eu possa dançar, que eu possa cantar, que seja em ritmo de pagode. Não interessa como você louva a Deus, o importante é que você está louvando e você orar do jeito que você souber orar, eu acho que Deus escuta, se é que você está falando com ele, ele te escuta, entendeu? Não precisa tá com uma saia no pé ou com um véu na cabeça e como tem muitas que fazem isso, mas elas tão ali só de enfeite, entendeu? Ela tão ali só de enfeite. E Deus sabe quando ela tão ali só de enfeite, então é assim que eu penso, eles nunca me obrigaram a nada.
P: Você já pensou na possibilidade de ter a Umbanda aqui dentro, ou um grupo do Candomblé, como tem dos outros grupos religiosos. Fala um pouco disso pra mim.
E: Eu pensar em ter aqui, eu nunca pensei, entendeu? De eu entrar, por que eu tenho certeza que deve ter sim, mulheres presas aqui que são da religião Espírita, Umbanda ou Candomblé.
P: Tá, mas vir o grupo, fazer atividade E: Não, não tem. Isso não tem.
P: Você já ouviu alguém comentando que gostaria que tivesse essas religiões aqui dentro? E: Não isso eu nunca ouvi ninguém comentando.
P: E você pensa o que sobre isso, de nunca ninguém ter pensado nisso. Ninguém gosta, tem gente que é, mas também não liga de pedir pra vir fazer a visita.
E: Eu acho que eles num vem, não é por causa das presas não pedirem, eu acho que é por que eles não querem. Porque eu acho que se eles conseguissem viessem aqui falassem com a diretoria que queria um espaço, como tem pra evangélico, tem pra católico, eles queriam um espaço pro espiritismo, que tem gente que é dessa religião, que segue. Umbanda, Candomblé, eu acho que aconteceria, poderia, porque como eu falei pra você da outra vez na casa de detenção tinha, entendeu! Aqui não é. E as presas também não. Sei lá.
P: Nunca teve ninguém pedindo.
E: Nunca vi tocar no assunto que queria, nem nada, mas se no caso. Que nem no meu caso se quando eu viesse presa tivesse ainda nessa religião eu faria um jeito, inventava um jeito inventava uma moda de poder continuar seguindo a minha religião aqui dentro. Por que cada um faz a sua.
P: Você está no pavilhão dois , né? E: Três.
E: Conheço algumas.
P: E elas falam naturalmente, que são ou elas têm receio de falar .
E: Não. Falam naturalmente, que são. Aí eu respondo pra elas é eu também já fui, já mexi com esses baratos, agora já não ligo mais. Mas eu acho que o negócio é ir direto no dono dos porcos. Então você vai direto a Deus, que é mais fácil.
P: Você falou que participa da Renascer, aqui dentro. Como que é a sua prática religiosa durante a semana. Você falou que gosta da Renascer, dos louvores, da animação quando eles vem. Durante a semana como você faz sua oração, você tem um horário pela manhã ou a tarde.
E: Não eu não tenho horário nenhum. As vezes eu é assim, eu é de cinco minutos. Agora tem um quartinho de oração que as meninas conseguiram, cada semana tem oração todos os dias, cada semana abre campanha pra alguma coisa, entendeu
P: Mas de quem é, de qual grupo que é este espaço? É de todos? E: É de todos....
P: Tá então tem um quarto de oração, e é pra todos? E: É prá todos.
P: Não é de um grupo ou de uma igreja só, não.
E: Não é não. Então quer dizer, eu creio que não, porque eu vejo Adventista, também eu só vejo Adventista aqui. Ah não, parece que tem a Assembléia que veio, e a Universal. Bom a Universal ela bate cartão.
É mas aí na hora que agente vai orar agente se une por baixo, independente da religião, entendeu, agente se une, porque como se diz na bíblia onde tiver uma ou duas pessoas pode acreditar que lá eu estarei, então é assim entendeu. Eu tem dia , tem semana que eu vou direto, todos os dias, tem semana que eu não vou.
P: No espaço de oração tem todo dia culto? E: Todo dia.
P: Que horas?
E: No horário... é mais assim no horário do almoço. P: Do meio dia a uma mais ou menos.
E: É, entendeu? Pelo menos lá no pavilhão três é assim. Agora a tarde eu não seu. A tarde as meninas já falou pra mim que tem, mas eu não sei, por que eu também não vejo e eu tô la em cima, eu chego tomo um banho vou fazer carta, limpar cela. Tem semana que eu já não vou, que eu falo não estou bem eu não vou, e eu não vou. Tem semana que eu vou lá fora e escuto um louvor que eu gosto eu entro, aí eu canto aquele louvor e saio pra fora, e é assim. Que nem sábado eu fui, teve o batismo e teve uma apresentação que o salgadinho veio, o Katinguelê, veio cantar pra gente com o grupo da Renascer. E tem esse espaço que eu te falei que muita gente se reúne todo o dia , só que eu não tô ali todo dia. As vezes a bíblia tá lá, porque ela fica aberta direto em cima da minha cama. Aí eu olho pra ela e falo não vou ler não, sabe eu fiz alguma coisa de errado não dá pra mim pegar. As vezes eu faço alguma coisa, terminei de fazer, vou lá e pego a bíblia, leio a bíblia, mas assim tudo quando me dá aquele negócio. As vezes me dá aquela vontade, mas eu não consigo chegar até a bíblia, é que nem as vezes me dá vontade de ir no culto, mas eu não consigo ficar muito tempo, parece que tem uma coisa que não me deixa ficar lá dentro então é assim eu vou quando eu quero. Eu leio a bíblia, quando eu quero.
P: Você pede o quê nas suas orações, normalmente?
E: Bom o que eu mais tava pedindo a Deus, mais do que a minha própria liberdade, como eu falei foi. Era que meus dois filhos viesse morar com o meu marido, porque eles não estavam morando com o meu marido, eles estavam morando onde morava esse outro meu filho que foi preso. O que eu mais queria era ver os meus filhos juntos com o meu marido, agora eles estão juntos, só não a minha filha, porque ela ainda é menina, vai fazer dez anos no dia primeiro, então ela fica com a minha mãe, ela estuda onde minha mãe trabalha, então até eu ir embora só ela quem vai ficar longe. Mas o que eu mais quero mesmo é que Deus ajunte meu marido e os meus dois filhos, porque o meu filho mais velho não é filho dele, mas também quero que tenha uma aproximação e com os dele que é o W e o N é o que eu mais quero, que os três se dê bem lá na rua, que eles entrem numa sintonia só, entre pai irmão e filho. Porque aí sim, que Deus me ajudando eu vou tirar minha cadeia de boa sem preocupação e que livre meus filhos do mundo do crime, porque eu não quero perder meus filhos pro crime, não quero. Eu já perdi um, assim, que tá lá preso novamente, mas eu tenho fé em Deus que eu vou recuperar ele, eu não vou dizer pra você que eu saindo daqui, dali dois meses eu vou me batizar eu vou me evangelizar não, mas que eu vou eu vou, eu vou morrer em cristo.
P: Como você vê a presença da Renascer aqui dentro, no que ela contribui pra você?
E: Ah, a Renascer ela ajuda muito agente, ela dá as palavras que o pastor fala, ele dá muito animo pra gente. Ele passa muita fortaleza. Ele falando nunca desista, você não pode desistir. Por mais que seja dor, por mais que tudo aconteça, vocês não tem que desistir, vocês tem que ajoelhar no chão conversar com o seu Deus, porque você