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Çalışma Sorusu, Veri Tasarımı, Yöntem ve Literatür

3. BURSA’DAN GÖÇ ÇIKIŞLARININ GİDİLEN İLLERDEKİ İSTİHDAMA

3.1. Çalışma Sorusu, Veri Tasarımı, Yöntem ve Literatür

Para encontrar um modelo cinético que melhor se ajustasse aos dados experimentais, foi empregada a análise de regressão linear que permitiu descrever a relação entre os tamanhos dos pites e o tempo mediante uma equação, usando o software ORIGIN 7,0.

No modelo cinético de crescimento dos pites artificiais iniciados por experimentos eletroquímicos, a dependência da profundidade (P) ou o raio do pite (L) de crescimento no tempo de imersão pode freqüentemente ser expressa por uma equação simples da forma P ou (L) = k t m, onde k e m são constantes empíricas. Sendo k > 1 uma constante que depende da liga e do eletrólito (BLANC e MANKOWSKI, 1998; CODARO et al., 2001) e m dependente da geometria do pite (FOLEY, 1986).

Considerando que o modelo matemático de maior aceitação na literatura é do tipo P = k t m, para o estudo da corrosão por pites em ligas de alumínio ou em aços inoxidáveis, o mesmo foi adotado para ajustar os parâmetros estatísticos obtidos nesse trabalho.

As curvas obtidas para as diferentes áreas dos pites em função do tempo foram representadas pelas letras A quando se tratou de área mediana e B para as áreas médias, ambas em µm2. As equações encontradas para os casos em estudo estão reportadas nas Tabelas 13 e 14.

Após análise de regressão linear dos dados experimentais relativos às áreas média e mediana dos pites, a família de curvas de melhor ajuste estará vinculada ao valor obtido para o coeficiente linear em módulo somente se este superar os valores tabelados dos coeficientes críticos de Person, rc* (TRIOLA, 2008). Sendo esses requisitos satisfeitos fica confirmada a existência da correlação linear entre as áreas médias e as áreas medianas no tempo de imersão. Caso contrário, não haverá evidência suficiente para apoiar essa suposição.

Aplicando as considerações supracitadas aos resultados encontrados nas Tabelas 13 e 14, verifica-se que os valores de |r| > rc* ocorrem para a área media, sem

exclusão das partículas e das cavidades existentes; para área média e área mediana, com exclusão das partículas intermetálicas e das cavidades existentes.

No caso da área mediana, sem exclusão das partículas intermetálicas e das cavidades existentes, obteve-se |r| < rc*, isto implica que não há evidência para apoiar a existência de correlação linear entre as variáveis.

Tabela 13 – Equação encontrada para família de curvas em função do tempo de imersão pelo método da regressão linear, sem exclusão das partículas e de cavidades existentes

VARIÁVEL SEM EXCLUSÃO

ÁREA (μm2) EQUAÇÃO |r| rc*

MEDIANA A = 5,60 (± 0,31) t0,022(± 0,014) 0,529 0,666 MÉDIA B = 9,76 (± 1,35) t0,098(± 0,033) 0,775 0,666

rc* Valores críticos do coeficiente de correlação de Person, ao nível de significância Į igual a 0,05 (TRIOLA, 2008)

Tabela 14 – Equação encontrada para família de curvas em função do tempo de imersão pelo método da regressão linear, com exclusão das partículas e de cavidades existentes

VARIÁVEL COM EXCLUSÃO

ÁREA (μm2) EQUAÇÃO |r| rc*

MEDIANA A = 22,94 (± 2,59) t0,082(± 0,027) 0,775 0,666

MÉDIA B = 36,78 (± 3,33) t0,106(± 0,021) 0,894 0,666

rc* Valores críticos do coeficiente de correlação de Person, ao nível de significância Į igual a 0,05 (TRIOLA, 2008).

Na Figura 48 a dependência da área média dos pites após imersão em NaCl 0,0043 mol/L, sem exclusão de partículas intermetálicas e de cavidades existentes, pode ser melhor descrita pela família de curvas: B = 9,76 (± 1,35) t0,098(± 0,033), com coeficiente de correlação linear igual 0,78.

Após a exclusão das partículas intermetálicas e de cavidades existentes a dependência das áreas dos pites, A ou B, no tempo, t, dado em hora, pode ser descrita pela equação que melhor represente esta relação como sendo:

a) Na Figura 49, a área mediana dos pites sendo A = 22,94 (± 2,59) t 0,082 (± 0,027), sendo r2 igual a 0,60.

b) Na Figura 50, a equação obtida para a área média pode ser representada por B = 36,78 (± 3,33) t (0,106 ± 0,021), com r2 igual a 0,80.

Na Figura 51 a equação de regressão obtida para os dez maiores pites é expressa por Bmáx = 268,02 (± 125,04) t (0,341 ± 0,102), com r2 igual a 0,70. Nesta equação m está aproximadamente de acordo com os valores citados na literatura.

Similarmente, Godard (1960) encontrou que a profundidade máxima dos pites (D) do alumínio exposto a várias águas naturais varia como sendo função da raiz cúbica do tempo como mostra a seguinte relação: D = Kt1/3, sendo K uma constante que depende das composições da água e da liga. Ele avaliou os pites mais profundos, ou seja, para uma população reduzida de pites.

Os resultados das Tabelas 13 e 14 indicam que os menores valores do expoente m estão relacionados às menores velocidades de corrosão. Isto pode ser associado com o fato da área total dos pites pequenos ser maior que a área total dos pites grandes (Tabelas 11 e 12). Nesta situação, para uma mesma área catódica, a relação de áreas anódica/catódica é maior na presença de pites pequenos, em consequência a velocidade de corrosão é menor.

Os maiores valores para os coeficientes de correlação foram encontrados para os pites nucleados nas partículas grandes. O coeficiente de determinação para a área mediana foi de 0,60, ou seja, 60% da variabilidade da área mediana são explicados pela variável regressora (tempo) e de 80% para a área média. Pode-se afirmar que a exclusão de partículas intermetálicas e de cavidades existentes com tamanhos menores

e iguais a 5,59 µm2, foi um bom critério e contribuiu para intensificar essa relação linear.

Figura 48. Dependência da área média dos pites após imersão em NaCl 0,0043 mol/L, sem exclusão de partículas intermetálicas e de cavidades existentes

Figura 49. Dependência da área mediana dos pites nucleados nos defeitos grandes no tempo, após imersão em NaCl 0,0043 mol/L, com exclusão de partículas intermetálicas e de cavidades existentes

Figura 50. Dependência da área média dos pites nucleados nos defeitos grandes no tempo após imersão em NaCl 0,0043 mol/L, com exclusão de partículas intermetálicas e de cavidades existentes

Figura 51. Dependência da área média para os 10 maiores pites no tempo após imersão em NaCl 0,0043 mol/L

6.3 ESTUDO CINÉTICO DE CRESCIMENTO EM PROFUNDIDADE E