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2012 YILI FAALİYETLERİ VE BÜTÇESİ

Belgede (1 OCAK 31 ARALIK 2012) (sayfa 73-86)

Tabela 4 - Distribuição do número de homens, de acordo com os materiais laboratoriais coletados e frequência de normalidade, Fortaleza, jun.-nov., 2012.

Variáveis N % Coleta do sêmen(n = 43) Sim Não Normalidade no espermograma (n = 37) Sim Não

Coleta do líquido pré-ejaculatório (n=37) Sim

Não

Presença de espermatozoides no líquido pré-ejaculatório (n = 33) Sim

Não

Intervalo entre a última ejaculação (em dias) e a coleta dos espécimes (n = 33)

x= 4,24; S= 3,07) 0 (8 horas) – 4 5 – 8 9 – 12 13 – 16 37 6 37 --- 33 4 2 31 22 9 1 1 86,0 14,0 100 --- 89,1 10,9 6,0 94,0 66,7 27,3 3,0 3,0

Dos 43 (100%) homens que participaram da pesquisa, 37 (86,0%) coletaram o sêmen para realização do espermograma, cujos resultados foram 100% normais, de acordo com os padrões preconizado pela OMS (volume, Ph, concentração espermática, contagem total, motilidade, morfologia, vitalidade e quantidade de leucócitos) (OMS, 2010).

Destes 37 (100%) participantes que coletaram o sêmen, 33 (89,1%) conseguiram coletar o líquido pré-ejaculatório, destes, apenas dois (6,0%) apresentaram espermatozoides no líquido pré-ejaculatório. Porém, aplicando o teste z de proporção e comparando a proporção dos homens que não apresentaram espermatozoides no líquido pré-ejaculatório (0,94) com a dos que apresentaram (0,06), pode-se afirmar que a presença de espermatozoides no líquido pré-ejaculatório, na amostra estudada, foi devido ao acaso (p<0,0001).

Ao analisar as características dos dois homens que apresentaram espermatozoides no líquido pré-ejaculatório, ao acaso, encontraram-se características comuns, como: não usavam MAC, já haviam praticado CI, consideravam que o CI pode falhar, afirmaram dificuldade para praticar o CI e intervalo entre a coleta e a última ejaculação foi de sete dias, apesar de não ser possível realizar teste estatístico pelo tamanho da amostra. Ademais, foram

observados raros espermatozoides no líquido pré-ejaculatório, tendo movimentos lentos e morfologia aparentemente normal. Não é razoável, através do estudo morfocinético, afirmar se seria possível uma fertilização in vivo por parte destes espermatozoides, de acordo com o laudo laboratorial (ANEXO D).

Desta forma, os achados desta pesquisa confirmam a tese: a ausência de espermatozoides no líquido pré-ejaculatório de homens com espermograma normal contribui para a eficácia do coito interrompido.

Zukerman, Weiss e Orvieto (2003), que em estudo realizado no Projeto Andrologia e Sexo, do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia de Hospital de Ensino de Israel, com a finalidade de verificar a presença de espermatozoide no líquido pré-ejaculatório, examinou amostras pré-ejaculatórias de cinco pacientes com ejaculação precoce, três com líquido ejaculatório excessivo e quatro de voluntários saudáveis, normais. Nenhuma das amostras conteve espermatozoides, sobre o que os autores concluem que o CI não poderia ser responsável por gravidezes.

Rogow e Horowitz (1995) realizaram revisão de literatura, em que analisaram seis relatórios de pesquisa da presença de espermatozoides no líquido pré-ejaculatório. Um estudo do ano de 1938 afirmou que os espermatozoides foram encontrados em cinco das 24 amostras, sendo que destes, dois tiveram muitos espermatozoides e três apresentaram poucos espermatozoides. Outro estudo, de 1978, identificou espermatozoides nos esfregaços cervicais de 8% das mulheres que relataram CI nos últimos 1,8 dias. Nenhum destes estudos indica a exata quantidade e qualidade dos espermatozoides encontrados nas amostras, portanto, limitado para embasar qualquer inferência. Os demais estudos, dois estavam buscando indícios do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) no fluido pré-ejaculatório e dois buscando espermatozoides no líquido pré-ejaculatório, sendo que em nenhum foi observado espermatozoides viáveis. Esse achado também foi encontrado neste estudo.

6 CONCLUSÃO

A prevalência de uso do CI pelo grupo pesquisado no transcurso da pesquisa (4,7%) mostrou-se inferior aos resultados de pesquisa local (14,0%), o que provavelmente esteve relacionado à elevada participação de homens encaminhados de projeto de pesquisa, cuja finalidade era promover a concepção, condição que os tornavam isentos do uso de MAC. No geral, essa prevalência é subestimada, uma vez que o CI não é considerado MAC por parte do imaginário popular.

A crença na ineficácia do CI mostrou-se elevada (69,7%), mesmo entre os que o praticaram alguma vez, opinião atribuída à credibilidade da presença de espermatozoides no líquido pré-ejaculatório. Logo, cabe aos profissionais de saúde, em particular aos enfermeiros, desmistificar o CI, introduzindo a prática baseada em evidências científicas.

As dificuldades quanto à prática do CI foram comuns a 46,5% dos homens, estando estas relacionadas à ausência de habilidade para perceber a ejaculação, interromper o coito e ejacular fora da vagina. Desta forma, constata-se que os homens precisam de apoio para a prática do CI, sendo indicadas estratégias educativas grupais para preencher esta lacuna.

Conclui-se que homens com espermograma normal não apresentaram espermatozoides no líquido pré-ejaculatório, o que está amparado no teste z de proporção que comparando a proporção dos homens que não apresentaram espermatozoides no líquido pré- ejaculatório (0,94) com a dos que apresentaram (0,06), permite afirmar que a presença de espermatozoides no líquido pré-ejaculatório, na amostra estudada, foi devido ao acaso (p<0,0001).

Mediante o exposto, confirma-se a tese de que a ausência de espermatozoides no líquido pré-ejaculatório de homens com espermograma normal contribui para a eficácia do coito interrompido.

Dessa forma, este estudo acrescenta conhecimento à literatura quanto ao mecanismo de ação do MAC coito interrompido e sua eficácia, uma vez que desmitifica conceitos atuais a respeito de sua “baixa eficácia”. Neste sentido, profissionais de saúde, particularmente enfermeiros, passam a contar com evidência científica para o manejo adequado da clientela que pratica ou deseja praticar o CI.

Almejam-se, portanto, pesquisas futuras, do tipo longitudinal, para acompanhar casais em uso do CI e verificar a eficácia do mesmo, aplicando o índice de Pearl como medida de cálculo. Este índice calcula o percentual de mulheres sexualmente ativas que engravidaram em uso de um MAC durante um ano.

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ZUKERMAN, Z.; WEISS, D.B.; ORVIETO, R. Does Preejaculatory Penile Secretion Originating from Cowper’s Gland Contain Sperm? Journal of Assisted Reproduction and Gentics, v. 20, n. 4, p. 157-159, 2003.

APÊNDICE A – Procedimento Operacional Padrão (POP) para Coleta de Dados Procedimento Operacional Padrão

Responsável pela coleta de dados: enfermeira Objetivo:

Obter informações acerca de dados sócio-demográficos;

Obter informações acerca da data e horário da última ejaculação; Obter informações acerca do uso de método anticoncepcional;

Obter informações acerca da prática e percepções sobre a eficácia do coito interrompido; Registrar data e horário da coleta do líquido pré-ejaculatório e do sêmen.

Material necessário de responsabilidade da pesquisadora:

Formulário para coleta de dados (APÊNDICE - B), caneta, lápis, borracha; Termo de Consentimento Livre Esclarecido (APÊNDICE - C);

Jaleco com identificação pessoal.

Material necessário de responsabilidade do laboratório:

Frascos estéreis rotulados com a identificação do paciente, de boca larga; Lâmina;

Material para análise das duas secreções. Descrição da atividade:

- Preencher o formulário corretamente, em ambiente privativo, sem deixar questões não respondidas e explicar o procedimento a ser realizado (Neste momento, peça ao participante para assinar o termo de consentimento livre e esclarecido), utilizando os apêndices B e C; - Orientar o paciente sobre a necessidade da coleta do líquido pré-ejaculatório e em seguida continuar até a coleta do sêmen; a coleta do líquido pré-ejaculatório e sêmen serão feitos em ambiente privativo;

- Informe as características do líquido pré-ejaculatório para facilitar a identificação do mesmo pelo homem;

- Informe que a coleta do líquido pré-ejaculatório e sêmen ocorrerá por meio de masturbação; - Oriente o homem que quando visualizar na ponta da uretra, o líquido pré-ejaculatório, o mesmo deverá passar a lâmina na glande, com o intuito de coletá-lo, de forma superficial; - Oriente ao homem que continue a masturbação até a liberação do sêmen;

- Informe que tenha cuidado para evitar a contaminação e perda do material e a necessidade de coletar novamente;

- Ao receber o frasco, abra tirando a tampa e colocando-a virada para cima. Cuidado para não tocar o frasco ou a tampa por dentro;

- Informe ao homem que tampe imediatamente o frasco depois da coleta e coloque no local indicado pelo laboratório, para análise;

- Solicite ao homem que se dirija ao local adequado para coleta do líquido pré-ejaculatório e

Belgede (1 OCAK 31 ARALIK 2012) (sayfa 73-86)

Benzer Belgeler