27$7$ +*+48/*':+=>- 9)+<8- +- (E</*-F ',+,/ / G5 4-<,'=H/5 5-4'-/4-<I;'4+5
Participaram da pesquisa 125 crianças e seus respectivos pais/responsáveis, dentre os quais 9 foram excluídos por não terem respondido o ECOHIS. Sendo assim, a amostra foi composta por 116 crianças, 60 (51,7%) do gênero masculino e 56 (48,3%) do gênero feminino, com média de idade de 3,92 (DP = 0,712). A maioria das crianças morava com ambos os pais (62,9%) e 56,9% desses moravam em casa própria. A maior parte das crianças tinha pais com idade inferior a 30 anos (52,4%); entre as mães, 52,2% possuíam 2°grau como escolaridade e 57,4% trabalhavam, enquanto que 61,9% dos pais possuíam 1°grau como escolaridade e 86,7% trabalhavam. A renda familiar mensal variou de 100 reais (0,16 salários mínimos) a 3.500 reais (5,6 salários mínimos) e 79,3% das famílias recebiam até dois salários (1.244 reais).
27$7" +*+48/*':+=>- 9)+<8- G 4-<,'=>- ,/ 5+J,/ .)4+0
Das 116 crianças avaliadas,45 (38,8%) eram livres de cárie e 71 (61,2%) apresentaram cárie precoce na infância, distribuída segundo a severidade em:32 (27,6%) para cárie precoce não severa e 39 (33,6%) para cárie precoce severa.
5.2 ANÁLISE DA QVRSB: ESCALA DE IMPACTO DA SAÚDE BUCAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA – ECOHIS
27"7$ /5?-58+5 ?-* 5)./54+0+5
Os questionários foram respondidos, em sua maioria, pelas mães (53,4%).
As figuras 2 e 3 mostram a distribuição das respostas do ECOHIS de acordo com cada questão da subescala de impacto na criança e da subescala de impacto na família, respectivamente.
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'()*+ " Frequência das respostas para cada questão da subescala de impacto na criança do ECOHIS. Natal/RN, 2013.
Na subescala de impacto na criança, as questões que obtiveram maior frequência na soma das respostas positivas (às vezes, com frequência e com muita frequência) foram aquelas relacionadas à dor (29%), irritação (15,6%), dificuldade para comer (13%) e dificuldade para dormir (12,9%).
'()*+ % Frequência das respostas para cada questão da subescala de impacto na família do ECOHIS. Natal/RN, 2013.
Os itens relacionados a sentir se culpado (21,6%) e ficar aborrecido (12,9%) foram frequentemente relatados na subescala de impacto na família.
Os pais relataram mais impactos relacionados à criança (42,2%) do que à família (36,2%). No total, 50,9% dos pais/responsáveis relataram ausência de impacto (questionários com pontuação total igual a zero). Em todos os questionários, não houve nenhuma questão com resposta “não sei”.
A tabela 1 apresenta as médias, desvios padrões, medianas, quartis e variações observadas no escore total e por domínios do ECOHIS.
36
+./0+ $ Médias, desvios padrões, medianas, quartis e variações observadas no ECOHIS. Natal/RN, 2013.
A pontuação total máxima do ECOHIS foi 27 e as pontuações máximas das subescalas de impacto na criança e na família foram 27 e 15, respectivamente.
27"7" -<,'=>- ,/ 5+J,/ .)4+0 /
As tabelas abaixo apresentam a diferença dos escores total e por domínios do ECOHIS em relação à condição de saúde bucal. O escore total do grupo “cárie precoce severa” teve um impacto negativo na QVRSB, apresentando diferença estatisticamente significativa em relação aos outros grupos (Tabela 2).
+./0+ " Diferença do escore total do ECOHIS em relação à condição de saúde bucal. Natal/RN, 2013.
Em relação aos domínios, na subescala da criança, houve diferença estatisticamente significativa entre o grupo “cárie precoce severa” e os outros grupos em todos os domínios, com exceção do domínio de auto imagem e interação social (Tabela 3).
om ¥ Kruskal Wallis * Mann Whitney
+./0+ % Diferença dos escores dos domínios da subescala da criança em relação à condição de saúde bucal. Natal/RN, 2013.
Já na subescala da família, houve diferença significativa entre o grupo “cárie precoce severa” e o “livre de cárie” nos dois domínios presentes. Entre os grupos “cárie precoce severa” e “cárie precoce não severa”, houve diferença estatisticamente significativa somente no domínio de angústia dos pais (Tabela 4). Os grupos “livre de cárie” e “cárie precoce não severa” não apresentaram diferença estatisticamente significativa entre as medianas em nenhum domínio.
+./0+ 1 Diferença dos escores dos domínios da subescala da família em relação á condição de saúde bucal. Natal/RN, 2013.
27"7% 55-4'+=>- /<8*/ 4-<,'=>- ,/ 5+J,/ .)4+0F 4-<,'=H/5 ,/;-(*AB'4+5F 4-<,'=H/5 5-4'-/4-<I;'4+5 /
A análise bivariada entre as variáveis independentes condição de saúde bucal, condições demográficas e socioeconômicas e o impacto na QVRSB, representada pelo total de escores do ECOHIS categorizado pela mediana, mostrou associação estatisticamente significativa om Domíniode Sintomas = DS / Domínio de Limitações= DL / Domínio de Aspectos Psicológicos = DP
Domínio de Auto imagem e Interação social = DAIS ¥ Kruskal Wallis * Mann Whitney
Letras diferentes apontam diferença estatisticamente significativa no mesmo domínio
om Domínio Angústia dos pais = DAP / Domínio de Função Familiar = DFF ¥ Kruskal Wallis * Mann Whitney
38
entre a presença de cárie precoce, severa (p < 0,001) e não severa (p = 0,003), e a idade dos pais (p =0,026) (Tabela 5).
As crianças com cárie precoce severa e não severa tiveram prevalência muito maior de impacto (total de ecores >0) na QVRSB em relação às crianças livres de cárie. Já os pais mais velhos relataram melhor QVRSB comparados com os pais mais jovens.
40
27"71 <A0'5/ ;)08'@+*'+,+
A análise multivariada foi realizada por meio da regressão de Poisson com variância robusta. Para tal, foram selecionadas as variáveis gênero e idade (comumente utilizadas como variáveis de ajuste do modelo), escolaridade da mãe e aglomeração familiar (importantes
$. da condição socioeconômica), além da idade dos pais e condição de saúde bucal (as
quais apresentaram valor de p < 0,20 na análise bivariada).
Verificou se que a presença de cárie precoce na infância e a idade dos pais foram significativamente associadas à QVRSB (p<0,05), independentemente das demais variáveis do modelo. A presença de cárie precoce severa na infância resultou em maior impacto negativo sobre a QVRSB (RPaj = 6,016; IC95% = 3,12 11,56; p<0,001). Entretanto, pais mais velhos relataram melhor QVRSB (RPaj = 0,603; IC95% = 0,428 0,850; p = 0,004) (Tabela 6).
+./0+ 3 Associação entre as variáveis independentes utilizadas no modelo múltiplo e a presença de impacto na QVRSB. Natal/RN, 2013.
42
3
A cárie precoce na infância consiste em um quadro grave, agudo, que obriga a mãe a procurar um serviço de Odontologia para seu filho na idade pré escolar (FERNANDES et al., 2011). A dor de dente é a consequência imediata da cárie precoce na infância, especialmente quando não tratada (TINANOFF; REISINE, 2009). Em longo prazo, as lesões de cárie podem comprometer a estética, fonação, mastigação e deglutição, causando dificuldade na alimentação e perda de peso, prejudicando o crescimento, promovendo a redução do desempenho escolar e afetando o desenvolvimento social da criança, isto é, influenciam na qualidade de vida da criança (GIFT; REISINE; LARACH, 1992; AYHAN; SUSKAN; YILDIRIM, 1996; ACS et al., 1999).
O presente estudo avaliou, principalmente, o impacto da cárie precoce severa na infância na QVRSB de crianças pré escolares sob privação social e seus familiares por meio do ECOHIS. Estudos que utilizaram o ECOHIS para avaliar a relação entre condições de saúde bucal e qualidade de vida em crianças pré escolares são recentes e incluem aqueles destinados à validação do instrumento em outras línguas (LEE et al., 2009; SCARPELLI et al., 2011; MARTINS JUNIOR et al., 2012), os que utilizaram amostras de conveniência (MARQUES et al., 2006; ABANTO et al., 2011; ALDRIGUI et al., 2011; SARDENBERG et al., 2013) e amostras de base populacional (GOETTEMS et al. 2011; WONG et al., 2011; SCARPELLI et al., 2012; MARTINS JUNIOR et al., 2013). A amostra utilizada neste estudo foi de conveniência, composta por crianças entre 3 e 5 anos de idade pertencentes a duas instituições da rede de ensino pública do município de Natal e seus respectivos pais/responsáveis. Apesar da amostra não ter sido representativa dos pré escolares da rede pública de ensino da cidade do Natal, os dois Centros Municipais de Educação Infantil escolhidos para a coleta de dados da pesquisa apresentavam o mesmo perfil observado no Censo Escolar de 2011, no que diz respeito ao sexo e idade das crianças matriculadas: assim como no censo escolar, havia mais meninos do que meninas e mais crianças com 5 anos de idade matriculadas (RIO GRANDE DO NORTE, 2011).
Os resultados encontrados neste estudo, assim como aqueles encontrados em estudos anteriores (ABANTO et al., 2011; WONG et al. 2011; SCARPELLI et al., 2012; MARTINS JUNIOR et al., 2013), confirmaram a hipótese de que a cárie precoce na infância afeta negativamente a QVRSB de crianças pré escolares e suas famílias.
A prevalência de impacto negativo (representado pelo escore total do ECOHIS > 0) na QVRSB das crianças e das famílias foi de 42,2% e 36,2%, respectivamente, demonstrando um
maior relato de impacto na criança do que na família, o que também foi encontrado em outros estudos (PAHEL; ROZIER; SLADE, 2007; SCARPELLI et al., 2012; MARTINS JUNIOR et al., 2013). Em um estudo anterior (ABANTO et al., 2011), um valor muito maior de prevalência de impacto negativo na QVRSB da criança foi encontrado (69,3%). Porém, esse valor pode ter sido superestimado pelo fato da amostra utilizada ter sido composta por pacientes que procuraram atendimento odontológico.
Os itens relacionados à dor, irritação, dificuldades para comer e dormir, presentes na subescala de impacto na criança, foram os mais frequentemente relatados pelos pais/responsáveis, estando de acordo com os achados observados em outros estudos (ABANTO et al., 2011; WONG et al., 2011; SCARPELLI et al., 2012; MARTINS JUNIOR et al., 2013). Como esperado, por se tratar de sintomas comumente associados à presença de cárie dentária, as crianças portadoras da forma severa da cárie precoce na infância apresentaram maior impacto negativo nos domínios que abrangem tais itens (domínio de sintomas, psicológico e de limitações, respectivamente) em relação às crianças pertencentes aos outros grupos. O domínio de auto imagem e interação social mostrou baixa frequência de respostas positivas, além de não sofrer impacto negativo de nenhuma das condições de saúde bucal. Tal fato pode ser explicado pela faixa etária utilizada no estudo (3 – 5 anos), visto que é a partir dos seis anos de idade que o pensamento abstrato, o autoconceito e a auto estima iniciam seu desenvolvimento (REBOK et al., 2001).
Na subescala de impacto na família, assim como em estudos anteriores (ABANTO et al., 2011; WONG et al.,2011; SCARPELLI et al., 2012; MARTINS JUNIOR et al., 2013), os itens relatados com maior frequência foram aqueles relativos a ficar aborrecido e sentir se culpado, pertencentes ao domínio de angústia dos pais. Nesse domínio, as crianças portadoras da cárie precoce severa na infância apresentaram impacto negativo em relação às crianças livres de cárie e àquelas com a forma mais leve da doença. Isso pode ter ocorrido devido ao fato da relação entre pais e filhos tornar se mais próxima quanto mais grave é a doença apresentada pela criança, o que pode aumentar seu sentimento de aborrecimento e culpa (BARBOSA; GAVIÃO, 2008).
O domínio de função familiar, que aborda a frequência com que os pais faltaram ao trabalho e tiveram impacto financeiro, apesar de não ter tido alta frequência de respostas positivas, também mostrou impacto negativo na QVRSB das famílias das crianças com cárie severa. Tal achado também foi observado em outros estudos, apontando que a presença de cárie dentária na criança pode causar estresse na família, resultando em distúrbios no sono e perdas de dias de trabalho dos pais/responsáveis, que precisam ficar em casa para cuidar dos
44
filhos, além de gastos no acesso aos cuidados dentários (GIFT; REISINE; LARACH, 1992; ABANTO et al., 2011; ACHARYA; TANDON, 2011; MARTINS JUNIOR et al., 2013).
A análise multivariada mostrou associação da cárie precoce na infância com maior impacto negativo na QVRSB das crianças e suas famílias e a influência da idade dos pais na variável dependente; pais mais velhos apresentaram menores escores do ECOHIS em relação aos pais mais jovens, isto é, melhor QVRSB. Autores sugerem que é possível que pais mais jovens sintam se pouco seguros nos cuidados com os filhos, levando a um aumento no impacto familiar (MARTINS JUNIOR et al., 2013).
Diferente do que foi usualmente encontrado em estudos anteriores (ABANTO et al., 2011; GOETTEMS et al., 2011; WONG et al., 2011; SCARPELLI et al., 2012), características socioeconômicas como renda familiar mensal, escolaridade da mãe e aglomeração familiar não foram associadas com maior impacto na QVRSB. Tal achado pode ser explicado pelo fato deste estudo utilizar uma amostra homogênea, com características socioeconômicas semelhantes, já que as duas instituições de ensino utilizadas para a coleta dos dados, além de pertencerem à rede pública de ensino do município de Natal, localizam se em bairros da mesma região administrativa da cidade, a zona leste, e possuem perfil socioeconômico variando de médio a muito baixo (BARROSO, 2003).
A pontuação total máxima do ECOHIS encontrada neste estudo foi baixa (27 pontos), chegando próximo à metade do valor máximo possível (52 pontos). O fato de a amostra ter sido composta por famílias sob privação social pode justificar essa baixa pontuação, visto que outros problemas, que não os relacionados à saúde bucal de suas crianças, podem causar maior preocupação e provocar maior impacto negativo na qualidade de vida dessas pessoas.
Mesmo assim, os resultados deste estudo chamam a atenção em relação à alta prevalência de cárie precoce na infância (61,2%) e do seu impacto na QVRSB das crianças em relação àquelas livres de cárie, visto que as repercussões da cárie dentária na qualidade de vida durante a infância podem prejudicar essa fase da vida fundamental na formação do indivíduo.
A avaliação da QVRSB em crianças com idade pré escolar envolve problemas metodológicos como alterações na capacidade de compreensão da criança em diferentes idades e a dificuldade de separar as percepções da criança das de seus pais (BARBOSA; GAVIÃO, 2008). Porém, como a responsabilidade pela saúde das crianças mais novas é, geralmente, dos pais, torna se de extrema importância o conhecimento da percepção deles em relação à saúde bucal dos seus filhos (JOKOVIC; LOCKER; GUYATT, 2004). O ECOHIS foi desenvolvido de modo a fornecer informações válidas e confiáveis a respeito da QVRSB
de crianças pré escolares a partir da percepção dos pais, o que vem sendo demonstrado em diversos estudos (PAHEL; ROZIER; SLADE, 2007; LEE et al., 2009; SCARPELLI et al., 2012; MARTINS JUNIOR et al., 2013).
A literatura mostra que, no Brasil, as pesquisas que utilizaram o ECOHIS para avaliação da QVRSB de crianças pré escolares e suas famílias são recentes e concentradas nas regiões Sul e Sudeste do país, evidenciando uma carência de estudos nessa área nas outras regiões, como o Nordeste, fato esse que justificou a realização do presente estudo.
Apesar de apresentar limitações, como aquelas inerentes a um estudo com desenho seccional e o fato da amostra não ser probabilística, os resultados deste estudo podem ser úteis, no sentido de estimular o desenvolvimento de novas pesquisas nesse campo, visto que a possibilidade de avaliar a QVRSB de crianças pré escolares permite dimensionar o quanto doenças e desordens bucais podem afetar suas vidas, servindo como fonte de informação para o direcionamento, a elaboração de estratégias que visem à promoção de saúde e para a implementação de políticas públicas voltadas para melhoria da qualidade de vida desses indivíduos em um importante período de crescimento e desenvolvimento humanos: a primeira infância.
46
K &
A cárie precoce severa na infância teve um impacto negativo na QVRSB das crianças pré escolares e de suas famílias.
Crianças com cárie precoce severa apresentaram maior prevalência de impacto na QVRSB em relação às crianças livres de cárie e àquelas com a forma não severa da doença.
Em relação às condições demográficas analisadas, pais mais velhos relataram melhor QVRSB, independente da presença de cárie precoce na infância.
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