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yarıiletken sürücünün değiştirilmesi

Bölüm 4. Donanımın

M.2 yarıiletken sürücünün değiştirilmesi

Na determinação dos condicionantes da evolução da produtividade, foi usada como variável dependente a dinâmica de crescimento da produtividade, obtida por meio da metodologia Malmquist-DEA. A Tabela 08 apresenta o conjunto de variáveis usadas na tentativa de avaliar os fatores contributivos ou não do crescimento PTF de saúde pública no país.

44 Todos os indicadores usados são detalhados na Tabela 08.

45 Para maiores detalhes acerca da técnica de estimação Heteroskedasticity and Autocorrelation Consistent

Tabela 08: Descrição das variáveis usadas no Estágio II Legenda

(Fonte) Variável Algumas notas Ref. teórico

mo

(Elaboração própria)

Crescimento da PTF

da saúde pública Índice de Crescimento de Malmquist - Dgs (Tesouro Nacional) Descentralização dos gastos em saúde pública Gastos estaduais e municipais em saúde per

capita Oates (1977) e Campos (1998) Rf (Tesouro Nacional) Responsabilidade fiscal (anti-caronismo fiscal)

Razão da receita tributária

própria e as receitas totais Clementino (1998) e Campos (1999) Caf

(Tesouro Nacional)

Capacidade de autofinanciamento

Razão da receita tributária própria e as despesas orçamentárias totais Clementino (1998) e Campos (1998) Tpc (Tesouro Nacional) Transferências per capita Receitas de transferências intergovernamentais per capita Clementino (1998) e Campos (1998) y

(IPEADATA) PIB per capita Produto Interno Bruto estadual per capita socioeconômica Variável Pob

(DATASUS) Taxa de pobreza Proporção de pobres por Unidade da Federação socioeconômica Variável

Urb

(DATASUS) Grau de urbanização

Percentual de população

urbana socioeconômica Variável E

(EDUDATA) Nível de escolaridade População com 8 ou mais anos de estudo Variável de controle

Lix

(DATASUS) Taxa de coleta de Lixo

Proporção da população

coberta pela coleta de lixo Variável de controle

Fonte: Elaboração própria.

Salienta-se que várias especificações econométricas foram realizadas e testadas, visando identificar o impacto da descentralização fiscal sobre o crescimento da PTF da oferta pública dos serviços de saúde. Ademais, foram utilizados indicadores de capacidade de autofinanciamento dos estados, considerando a participação da receita tributária municipal nas despesas orçamentárias totais46; das transferências per capita recebidas pelos municípios (Tpc); e da responsabilidade fiscal do governo, expressa pela razão da receita tributária própria47 e as receitas orçamentárias totais48

46 Essa variável foi a mesma usada por Guedes e Gasparini (2007).

dos estados, na tentativa de observar o efeito do caronismo fiscal sobre a oferta do bem público. Além delas, foram incluídas variáveis acerca do desenvolvimento socioeconômico dos estados, tais como: educação, nível de pobreza e PIB per capita. Adverte-se que todas as variáveis consideradas neste segundo estágio estão em taxas de crescimento.

47 Receita tributária própria compreende a arrecadação de impostos, taxas, contribuições de melhoria,

empréstimos compulsórios e as contribuições especiais.

48 A receita orçamentária total engloba as receitas correntes, receitas de capital e as transferências recebidas. A

receita corrente é definida como o somatório das receitas tributárias, de contribuição, patrimonial, industrial, agropecuária, de serviços, as transferências correntes e as demais receitas correntes.

Tendo em vista a indisponibilidade de informações acerca dos gastos públicos, agrupadas por esfera governamental em saúde para todo o período de 1995 a 2007, fez-se necessário adotar uma variável representativa para indicar a descentralização dos gastos em saúde (dgs) para os governos subnacionais.

Enfatiza-se que o melhor indicador para a variável de descentralização seria a expressa pela razão entre as despesas dos estados e dos municípios em saúde pela despesa pública total em saúde (dgs*). Contudo, os dados para todos os estados desse indicador, segundo o nível de governo, estão apenas disponíveis para o intervalo de 2000 a 2006, não abarcando o interregno de análise pretendida. Diante do exposto, a variável escolhida como parâmetro da descentralização dos gastos foi o gasto público estadual e municipal com saúde per capita. Tem-se noção que tal escolha coloca algumas restrições no exame, visto que essa proxy sinaliza o valor médio de recursos públicos alocados pelos governos subnacionais disponíveis por habitante da Federação, mensurando a participação absoluta dessas esferas governamentais no financiamento do SUS.

Para melhor elucidar a diferença dos dois indicadores de descentralização, exibem-se as Equações 23 e 24.

��� =������ ��������� � ���������� �� ��ú���ú���� �� ℎ��������� (23)

���∗ =������ ��������� � ���������� �� ��ú��

������ �ú������ ������ �� ��ú�� (24)

Não obstante, a partir de um confronto entre o dgs escolhido pela análise e o melhor dgs* nos anos de 2000 a 2006, observou-se uma mesma tendência positiva e um desempenho similar entre as duas variáveis, de tal sorte que o Gráfico 03 a seguir ilustra o comportamento de cada indicador.

Gráfico 03: Comportamento dos indicadores dgs e dgs* para os estados brasileiros entre 2000 e 2006 Fonte: Elaboração própria a partir do MS/DATASUS (2008).

A apreciação do Gráfico 03 em conjunto com os dados da Tabela 09 e do Gráfico 04 sinalizam que, apesar de não utilizar a variável dgs*, os resultados de segundo estágio deste trabalho acerca dos efeitos da descentralização do sistema de saúde no país não ficaram comprometidos, pelo fato do dgs ser também um bom índice para representar o citado processo de descentralização, por possuir uma relação estreita com o dgs*.

Tabela 09: Brasil e Regiões – Gastos públicos per capita em saúde, segundo esfera de governo – 2000 e 2006

2000 2006 Estados e municípios (GEM) Federal (GF) Total (GT) % GEM sobre GT Estados e municípios (GEM) Federal (GF) Total (GT) % GEM sobre GT Norte 114,02 122,67 242,54 0,47 319,06 147,97 470,28 0,68 Nordeste 43,18 98,85 144,06 0,30 170,08 152,06 323,98 0,52 Sudeste 91,82 108,25 205,79 0,45 255,20 160,74 419,66 0,61 Sul 72,64 100,98 174,41 0,42 217,44 161,55 382,44 0,57 C. Oeste 78,62 108,57 187,38 0,42 263,78 145,40 415,31 0,64 Brasil 80,58 119,86 200,44 0,40 231,98 218,18 450,16 0,52 Fonte: Elaboração própria a partir do MS/DATASUS (2008).

A primeira intuição vista a partir da Tabela 09 é que, efetivamente, os gastos públicos em saúde per capita entre os dois períodos crescem para todas as esferas de governo. Contudo, percebe-se um crescimento mais contundente das despesas estaduais e municipais no setor e que no ano de 2006 a participação desses entes governamentais superam a participação do governo federal nos financiamentos dos serviços públicos de saúde. Essa inversão da composição dos gastos totais em saúde fica mais evidente ao levar em conta o Gráfico 04 a seguir, no qual depreende-se uma elevação dos gastos públicos per capita na área de saúde, com destaque para a participação mais acentuada dos estados e municípios.

Gráfico 04: Brasil – Gastos públicos per capita em saúde, por nível de governo – 2000 e 2006 Fonte: Elaboração própria a partir do MS/DATASUS (2008).

Benzer Belgeler