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İŞ YAPMA/İŞ KURMA KOLAYLIĞI ENDEKSİ

Belgede ENGINEER and MACHINERY (sayfa 25-40)

Economical Indicators in the World and Turkey-Ease of Doing Bu- Bu-siness Index

2. İŞ YAPMA/İŞ KURMA KOLAYLIĞI ENDEKSİ

A superfície Curie, discutida no capítulo 6, aparece sob forma de domos e calhas ao longo da região do Cráton São Francisco e adjacências, representando a litosfera magnética. A geometria em domos e calhas aparentemente é causada pela amalgamação de diferentes blocos crustais em diferentes períodos geológicos. E, no entanto, esta geometria reflete na variação de profundidade que se deve às mudanças de temperatura, ou seja, relacionada à deformação tectônica.

Para melhor compreensão, foram feitos cinco perfis na região de estudo (Fig. 8.1), envolvendo as anomalias geomagnéticas de altitude de 50 km, a topografia, a interface crosta/manto, a superfície Curie e as informações da interface litosfera/astenosfera na área de estudo (Figs. 8.2a, 8.2b, 8.3, 8.4, 8.5, 8.6 e 8.7).

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Figura 8.1: Mapa de localização dos perfis geomagnéticos de altitude 50 km.

E

D

D’

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Figura 8.2a: Profundidades do limite litosfera/astenosfera na região do Cráton do São Francisco (Oliveira 2009). A A’ C’ B’ B C D E D’ E’

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No perfil AA’ (Fig. 8.3) é possível observar que na extremidade leste da Bacia do Paraná, a topografia é inferior a 1 km, as anomalias geomagnéticas apresentam amplitudes intermediárias, a interface crosta/manto, a espessura da litosfera magnética e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) atingem valores em torno de 45 km, 60 km, 240 km, respectivamente. No Cráton São Francisco Meridional, a topografia ultrapassa 1 km, as anomalias geomagnéticas variam de intermediárias a positivas, a interface crosta/manto entre 35 e 40 km, a espessura litosférica magnética e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) apresentam aproximadamente valores entre 30 e 50 km, 200 e 240 km, respectivamente.

A região do Quadrilátero Ferrífero apresenta topografia elevada, destacam-se as amplitudes positivas de anomalias geomagnéticas, a interface crosta/manto em torno de 35 km, a espessura da litosfera magnética entre 20 e 30 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) de aproximadamente de 200 km. Na Faixa Ribeira, a topografia encontra-se abaixo de 1 km, as anomalias geomagnéticas com amplitudes intermediárias, a interface crosta/manto entre 35 e 37 km, a espessura litosférica magnética em torno de 20 e 50 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) atinge a 180 km.

Já na plataforma continental, a topografia está abaixo do nível do mar, as anomalias geomagnéticas de amplitudes intermediárias a negativas, a interface crosta/manto inferior a 35 km, a espessura litosférica magnética entre 5 e 40 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) atinge a 160 km. A crosta transicional e crosta oceânica atingem a 120 e 160 km de limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b). É possível observar que a curva da superfície Curie acompanha a morfologia de profundidades da interface da litosfera/astenosfera (Fig. 8.2b) entre as coordenadas -49°W e -42°W. É notável que o inverso ocorra entre as coordenadas -42°W e -38°W e retorna a acompanhar a curva da interface entre -38°W e -36°W.

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Figura 8.3: Perfil AA’: Interface crosta/manto (vermelho); Litosfera Magnética (verde); Topografia (laranja); Curva Magnética de altitude 50 km (azul).

De acordo com o perfil BB’ (Fig. 8.4), a Faixa Brasília apresenta a topografia em torno de 1 km e amplitudes positivas para as anomalias geomagnéticas. As profundidades associadas à interface crosta/manto são de aproximadamente 45 km, as da espessura litosférica magnética entre 80 e 90 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) em torno de 260 km.

No Cráton São Francisco, a Bacia São Francisco apresenta amplitudes geomagnéticas intermediárias, a profundidade da interface crosta/manto de 45 km, a da litosfera magnética em torno de 90 km e do limite litosférico/astenosférico está entre 260 e 240 km. No Alto Januária, os valores de amplitudes são altos, a interface crosta/manto de 37 km, a litosfera magnética de 40 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) é de 240 km aproximadamente.

A Faixa Araçuaí, apresenta valores topográficos variados e amplitudes geomagnéticas intermediárias, destacando a interface crosta/manto em torno de 38 km, a litosfera magnética de 80 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) em torno de 200 e 240 km. A zona transicional e crosta oceânica apresentam amplitudes intermediárias, a topografia chega a 4000 m abaixo do nível do mar, a interface

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crosta manto em torno de 37 km. Já a litosfera magnética a 10 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) atingem entre 120 e 160 km.

É possível observar que a curva da superfície Curie acompanha a morfologia de profundidades da interface da litosfera/astenosfera (Fig. 8.2b) entre as coordenadas -49° e -42°. Já entre as coordenadas -42° e -38°, o padrão é inverso e retorna a acompanhar a curva da interface entre -38° e -36°.

Figura 8.4: Perfil BB’: Interface crosta/manto (vermelho); Litosfera Magnética (verde); Topografia (laranja); Curva Magnética de altitude 50 km (azul).

No perfil CC’ (Fig. 8.5), na porção norte da Faixa Brasília, a topografia é inferior a 1 km, as anomalias geomagnéticas apresentam amplitudes positivas, a interface crosta/manto atinge 45 km, a espessura litosférica magnética em torno de 60 e 90 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) atinge a 240 km.

Na região do Cráton São Francisco Setentrional, a topografia é inferior a 1 km, as amplitudes das anomalias geomagnéticas variam de intermediárias a negativas, a interface crosta/manto está em torno de 37 e 43 km, a espessura litosférica magnética 60 e 110 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) entre 180 e 220 km. No Aulacógeno Paramirim, a topografia é inferior a 1 km, as anomalias geomagnéticas de

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amplitudes intermediárias, a interface crosta/manto, a espessura litosférica magnética e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) atingem a 40 km, 60 km e 220 km, respectivamente.

Na Bacia do Recôncavo a topografia é inferior a 1 km, as anomalias geomagnéticas apresentam amplitudes intermediárias, a interface crosta/manto está em torno de 40 km, a espessura litosférica de 60 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) atinge a 220 km. Na plataforma continental e crostas transicional e oceânica, a topografia encontra-se abaixo do nível do mar, as amplitudes de anomalias geomagnéticas variam entre intermediárias e negativas, a interface crosta/manto atinge 35 km, a espessura litosférica magnética inferior a 20 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) inferior a 160 km.

Figura 8.5: Perfil CC’: Interface crosta/manto (vermelho); Litosfera Magnética (verde); Topografia (laranja); Curva Magnética de altitude 50 km (azul).

De acordo com o perfil DD’ (Fig. 8.6) de direção NS, as profundidades associadas à interface crosta/manto são de aproximadamente 40 km, as da espessura litosférica magnética entre 50 e 100 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) entre 200 e 240 km. Já o perfil EE’ (Fig. 8.7) paralelo ao perfil DD’, apresenta também as profundidades associadas à interface crosta/manto em torno de 40 km, as da

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espessura litosférica magnética entre 80 e 100 km e o limite litosférico/astenosférico (Fig. 8.2b) em torno de 180 e 220 km. Em todos os perfis, é possível observar que a interface crosta/manto se mantém constante, sendo que na região cratônica, ela tende a horizontalizar.

Os perfis supracitados permitem constatar que a litosfera magnética cratônica e a interface litosfera/astenosfera (Fig. 8.2b) apresentam variações de espessuras em toda região cratônica, sua morfologia confere um padrão análogo a uma caixa de ovos irregular, provavelmente, por intermédio do fluxo térmico, calor radiogênico (HPEs), depleção do manto e contribuições da tectônica.

Outras evidências possíveis relacionadas ao padrão de caixa de ovos irregular na região cratônica, seriam as deformações Paleoproterozóica de encurtamento NS. Em algumas regiões do Cráton São Francisco, como a Bacia de Irecê e Quadrilátero Ferrífero, o encurtamento EW do evento Brasiliano foram impressas, corroborando com o padrão de caixa de ovos irregular (Figs. 8.8a, b).

Figura 8.6: Perfil DD’: Interface crosta/manto (vermelho); Litosfera Magnética (verde); Topografia (laranja); Curva Magnética de altitude 50 km (azul).

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Figura 8.7: Perfil EE’: Interface crosta/manto (vermelho); Litosfera Magnética (verde); Topografia (laranja); Curva Magnética de altitude 50 km (azul).

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Figura 8.8a: Mapa 3D da litosfera magnética da região do Cráton São Francisco evidenciando um padrão de caixa de ovo irregular.

Figura 8.8b: Mapa 3D da litosfera magnética da região do Cráton São Francisco evidenciando um padrão de caixa de ovos irregular.

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