1.3. Faz Dönüşümleri
1.3.2. Yapı Kusurlarının Perlite
Em seguimento ao dia do Halloween4, a sala da pré-2 encontrava-se a trabalhar esta temática na 2.ª semana da prática pedagógica e como tal, ao longo desta semana foram planeadas atividades que fossem de encontro ao tema em questão, suscitassem interesse no grupo de crianças e seguissem as diretrizes do modelo pedagógico adotado na sala- o MEM.
Figura 22 Fantoches das personagens da história
Sendo assim, a semana iniciou-se com um pequeno diálogo sobre o Halloween em que o grupo pôde referir algumas das figuras que estão associadas a este dia (exemplos: bruxas, abóboras).
Posteriormente, iniciou-se o conto da história “A bruxa e a abóbora gigante” através da utilização de fantoches, que segundo Leenhardt (1974), afirmam-se como um dos elementos primários para a expressividade e comunicação da criança e como tal, é fundamental a sua introdução na EPE.
Figura 23
Fantoches das personagens da história
Após o conto da história “A bruxa e a abóbora gigante” procedeu-se à realização de um diálogo acerca do que entenderam da história e das personagens que surgiram ao longo da mesma. De seguida, reunidas em pequenos grupos, as crianças tiveram oportunidade de explorar os fantoches utilizados no conto da história e recontá-la utilizando os fantoches.
Figura 24
Receita das bolachas de abóbora
Com a finalidade de dar continuidade a esta temática, o dia seguinte iniciou-se com um pequeno diálogo acerca do que foi realizado no dia anterior, relembrando-se a história contada, as suas personagens e o que aconteceu no final da história (a bruxa preparou bolachas de abóbora). Posto isto, foi explicado ao grupo que, tal como a bruxa Matilde, iríamos proceder à confeção de bolachas de abóbora, deixando algumas crianças surpresas pois desconheciam que a abóbora poderia ser utilizada na confeção de doces. Posto isto, foram apresentados os diversos ingredientes a utilizar na receita e os materiais necessários à sua confeção. Para tal, foi apresentada ao grupo, em formato A3, a receita das bolachas de abóbora recorrendo ao uso de pictogramas e foi colocada uma receita em formato A5 na caixa das receitas, existente na sala.
Uma vez que não seria possível a confeção das bolachas por parte de todo o grupo, por sugestão da educadora cooperante, a preparação das bolachas foi realizada por uma pequeno grupo de crianças. Esta sugestão não agradou a grande parte das crianças pois todas elas queriam realizar esta atividade. Nisto, após um momento de diálogo com o grupo, acordou-se que a realização das bolachas ficaria a cargo de três crianças, ficando a promessa de que na realização de outras atividades de culinária os grupos iam alternando, de modo a que todas as crianças tivessem oportunidade de participar. Posto isto, o grupo acabou por concordar manifestando interesse em degustar o resultado final desta atividade- as bolachas de abóbora.
Assim, a preparação das bolachas iniciou-se com um breve alerta para os cuidados de higiene necessários ao confecionar alimentos e ao manobrar os utensílios de cozinha. Posto isto, o grupo de crianças encarregues pela realização das bolachas, começou por
lavar as mãos e colocar um avental e uma touca de modo a salvaguardar a correta confeção e preservação dos alimentos. Uma vez que não existiam toucas para todas as crianças, apenas uma colocou a touca e as restantes colocaram o avental. De seguida, em grupo, começaram por realizar uma leitura atenta sobre a receita com o intuito de conhecer melhor quais os alimentos a serem utilizados e as quantidades indicadas destes mesmos alimentos. Com a leitura feita à receita, o grupo percebeu que faltava um dos materiais essenciais à cozedura- o tabuleiro, e como tal deslocaram-se à cozinha da escola para solicitar o empréstimo de tabuleiros, prontamente disponibilizados já que já havia sido feito um pedido atempado para este momento. Importa ainda salientar que a abóbora necessária à confeção das bolachas já havia sido cozida, uma vez que este era um processo demoroso e por carência de tempo não era possível ser realizado pelo grupo.
Com os materiais e os ingredientes preparados, o grupo começou por juntar os ingredientes como mencionado na receita, realizando a mistura de forma rotativa de modo a permitir a ação de todas as crianças neste processo. Uma vez que optou-se por amassar a mistura dos ingredientes com a mão dada a consistência inicial da massa, uma das crianças demonstrou algum receio em tocar na massa mas após verificar que os restantes colegas estavam a fazê-lo optou por experimentar, realizando-o sem qualquer problema. Realizada a massa, as crianças começaram a untar dos tabuleiros e de seguida colocaram a massa em formato circular no interior dos tabuleiros.
Figura 25 Mistura dos ingredientes
Após este processo, as crianças deslocaram-se até à cozinha com o intuito de colocar os tabuleiros no forno e regressaram ao interior da sala a fim de limpar todo o material utilizado e o espaço circundante às mesas. Após a cozedura
das bolachas, as crianças puderam provar aquando do momento do lanche. Este foi um momento muito esperado pelo grupo, pois todos queriam provar as bolachas feitas pelos colegas.
Figura 26
Processo de confeção das bolachas
Figuras 27 Materiais de jogo
Dando continuidade à temática do Halloween, no 3.º dia de prática pedagógica desta semana, foi realizado um jogo do bingo em pequenos grupos. De acordo com Costa e Cunha (2007), através do jogo a criança
“relaciona-se com o conhecimento, desenvolve-se, constrói a sua formação, através de atitudes sociais, respeito mútuo, cooperação, obediência às regras, sentido de responsabilidade, de justiça, iniciativa pessoal e de grupo” (p.6).
Posto isto, foi explicado ao grupo que o jogo consistia na atribuição de um cartão de jogo com 12 número a cada grupo e após o lançamento de um dado de 12 faces, as
crianças teriam de contar o número de imagens apresentadas na face voltada para cima e seguidamente colocar uma tampa por cima do número correspondente, apresentado no cartão. Para que as crianças entendessem mais facilmente as regras do jogo, foi exemplificado para o grupo a forma como o jogo iria decorrer. Exemplificado o jogo, procedeu-se à visualização do dado e em grande grupo realizou-se a identificação das imagens que constavam em cada uma das faces do dado e a contagem das mesmas.
De seguida, efetuou-se a distribuição dos cartões por cada grupo e iniciou-se o jogo com a escolha de uma criança para realizar o lançamento do dado. Posto isto, as crianças procederam à contagem das imagens da face do dado, voltada para cima e colocaram uma tampinha em cima do número correspondente, apresentando no cartão de jogo.
Figura 28
Realização do “Jogo do Bingo”
6.5.3. Projeto “O fantocheiro”