• Sonuç bulunamadı

TODAS AS REGIÕES (alteração proposta) até 0,4 pontos proporcionais ao número de ambientes de permanência prolongada com instalação deste equipamento

Notas: APP refere-se aos ambientes de permanência prolongada; EqNumEnv refere-se ao equivalente numérico da envoltória da unidade habitacional;EqNumAmbRefrig refere-se ao equivalente numérico da envoltória do ambiente para refrigeração; EqNumAmbResf refere-se ao equivalente numérico da envoltória do ambiente para resfriamento; EqNumAmbA refere-se ao equivalente numérico da envoltória do ambiente para aquecimento; N refere-se à região Norte; NE refere-se à região Nordeste; CO refere-se à região Centro-Oeste; SE refere-se à região Sudeste; S refere-se à região Sul.

A Figura 21 apresenta, de forma resumida, a modificação proposta neste trabalho relacionada ao EqNumAA.

Figura 21 - Diagrama resumido da proposta de modificação do RTQ-R relativa ao EqNumAA.

Fonte: elaboração própria

Notas: EqNumAA refere-se ao equivalente numérico do sistema de aquecimento de água da unidade habitacional; CO refere-se à região Centro-Oeste; SE refere-se à região Sudeste; S refere- se à região Sul.

6.1 Considerações finais

O presente capítulo apresentou análises conclusivas a partir dos resultados obtidos. De forma geral, observou-se que algumas regiões apresentam uma tendência de aumento do consumo de energia elétrica maior que outras.

A contribuição deste artigo insere-se na ciência da eficiência energética no Brasil, particularmente sobre os aspectos regionais da demanda do consumo de energia elétrica pelo setor residencial. Verificou-se, neste artigo, que as regiões brasileiras possuem potenciais de crescimento do consumo do setor residencial diversificados.

EqNumAA

Caso declarado que não existe sistema de aquecimento de água instalado na UH

REGIÃO NORTE (sem alteração)

EqNumAA = 2

REGIÃO NORDESTE (alteração proposta)

EqNumAA = 1

REGIÕES CO, SE,S (sem alteração)

Sendo assim, considera-se de grande relevância a indicação de que a criação de políticas de eficiência energética deveria ser regionalizada, de forma a fomentar adequadamente a eficiência energética do setor residencial brasileiro. Nesse sentido, O RTQ-R deveria ser incrementado com objetivos de refinar cada vez mais os aspectos regionais de consumo de energia elétrica, principalmente nos itens de bonificações.

6.2 Limitações do trabalho

Pelo fato deste trabalho ter utilizado dados de diversas fontes, percebem-se algumas limitações a serem apresentadas. Notam-se divergências de dados entre as fontes pesquisadas, o que levou à consideração de discutir os dados utilizados no trabalho no Capítulo 4.

A primeira limitação no trabalho refere-se às extrapolações de dados elaborados nesta pesquisa. Elas partiram de análises de crescimento linear e consideraram, portanto, a tendência da continuidade futura das geometrias de crescimento socioeconômicos dos períodos anteriores.

A segunda limitação refere-se à ausência de dados de posse dos eletrodomésticos analisados na estimativa da estrutura de consumo residencial por região geográfica, após o ano de 2005. Outras pesquisas do IBGE apresentam dados de posse, mas com uma abrangência reduzida do tipo de aparelhos, o que muito limitaria a estimação dos resultados. Logo, o trabalho partiu para a extrapolação do número de aparelhos por domicílio, por tipo e por região, baseando-se no comportamento de vendas de aparelhos eletrodomésticos do período 2005-2012, para o cenário nacional. A pesquisa disponibilizada não apresenta dados regionais de venda de eletrodomésticos. Logo, para a extrapolação dos dados de posse de aparelhos considerou-se que o crescimento de vendas ocorreu de forma homogênea entre as regiões. Ainda neste contexto, outro fato concerne à consideração de que o cenário econômico do período 2005-2012, que influenciou o comportamento das vendas, foi preservado na extrapolação de dados de posse de aparelhos para os anos 2015 e 2020.

A terceira limitação refere-se à inexistência da inter-relação dos dados oficiais levantados com dados oficiais de disponibilidade energética. Logo, todas as análises elaboradas neste trabalho consideram um cenário de disponibilidade de energia elétrica.

A quarta limitação refere-se à inexistência de dados de posse regional de aparelhos com novas tecnologias, tais como: secadores de cabelo, pranchas de alisamento de cabelos, fritadeiras elétricas, sanduicheiras, triturador de alimentos, caixas de distribuição de serviços de TV digital, carregadores de celulares, câmeras digitais (manuais ou de segurança), dentre outros. Sendo assim, a estrutura de consumo residencial de energia elétrica estimada neste trabalho para os anos 2015 e 2020 não contabilizou o consumo dos aparelhos com novas tecnologias. Ainda assim, considera-se que a não incorporação desses aparelhos na estrutura de consumo não comprometem a fidedignidade dos resultados obtidos, principalmente aqueles oriundos da extrapolação da estrutura de consumo de 2015 e 2020.

6.3 Sugestões para trabalhos futuros

Nas sugestões para trabalhos futuros, recomenda-se a constante atualização da estrutura de consumo de energia elétrica do setor residencial. As pesquisas sobre produção, vendas e posse de aparelhos são de suma importância para possibilitar a compreensão da mudança do hábito de consumo de energia elétrica dos domicílios e da população.

Com relação ao consumo de energia elétrica do grupo Iluminação é importante que a elaboração de pesquisas possa acompanhar a introdução das lâmpadas LED nos domicílios brasileiros e contabilizar o impacto que a substituição ocasiona na estrutura de consumo residencial de energia elétrica.

Realizar um levantamento de mercado com as potências dos aparelhos disponíveis, não avaliados e etiquetados pelo PBE.

Assim, como apontado por Achão (2009), a elaboração periódica das pesquisas oficiais sobre o padrão e hábito de consumo de energia elétrica nos domicílios

Benzer Belgeler