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Yazma Uygulamaları İle Destekli Matematik Derslerinde Öğrencilerin Bilişsel Öğrenmelerinin İncelenmes

2.4. Verilerin Analiz

A quinta categoria, e as suas subdimensões foram analisadas como indicadores e unidade de registro; foi estabelecida as seguintes, conforme quadro abaixo:

Quadro 6 - Categoria V – Regulador dos processos e percursos de formação C omp etê nc ia ap re se ntad a p or P er re nou d (2002)

Categoria Indicadores Unidade de

Registro Regulador dos processos e percursos de formação  Formação profissional;  Reflexão;  Preocupação;  Mercado  Formação  Motivação  Futuro  Incentivo  Estímulo

Fonte: Elaborado pela autora.

O indicador Formação profissional; Reflexão; Preocupação e Mercado de sua unidade de registro apresentam informação de que os discentes têm conhecimento e sabe da importância de sua formação profissional para o mercado de trabalho e, assim, como uma preocupação pela falta de acompanhamento e incentivo por parte dos docentes com o seu aprendizado.

Sabe-se que o mercado de trabalho tem buscado profissional qualificado e competente que possam desenvolver seu conhecimento e habilidade, apresentar domínio de sua formação. No entanto, as instituições de ensino superior têm apresentado algumas dificuldades em levar esse discente para o mercado de trabalho. A aprendizagem tem sido uma das problemáticas acerca do ensino, uns conseguem aprender o conteúdo ensinado, outros não apresentam a mesma velocidade de capacidade de armazenar esses conhecimentos, que serão transformados em saberes.

Fica evidente a problemática na formação do discente, para Durand (1985) essas dimensões conhecimentos e habilidades; e ainda acrescenta atitudes são consideradas como interdependentes, que o indivíduo para realizar um trabalho, mobiliza simultaneamente um conjunto de competências e não uma de cada vez. E o mesmo autor destaca que é importante que o indivíduo tenha domínio e qualificação técnica também para exercê-las e que desenvolva atitudes favoráveis, construtivas.

No entanto, criar novas possibilidades que viabilizem uma formação profissional foi expresso nas falas dos discentes conforme seguem propriamente ditas, para dar-se um esclarecimento mais preciso e objetivo.

Segue os respectivos relatos como exemplo:

Durante todo o curso até agora acho que só teve um professor que fez essa indagação, ele focava muito na disciplina dele e sempre focava os pontos de empresa interessantes pra trabalhar e em que áreas trabalhar, os demais professores eles focam muito na área acadêmica. (F1)

comprometimento, para que você vista a camisa e se torne um profissional consciente eticamente do seu papel, não tem isso. (F2) O professor que se compromete com o futuro do aluno é um professor que se compromete com o aluno [...] (F3)

Eu não observo muito aqui esse incentivo do professor dizer as opções, as empresas que são boas, ou até trazer essa oportunidade [...] (F4)

Os professores não têm uma visão da importância que a gente vai ter no mercado, eu acho que eles deveriam se importar mais com o que a gente vai fazer porque querendo ou não se a gente não tiver emprego foi a faculdade que preparou a gente e ela tem que nos preparar pra o mercado. (F1)

[...] e se o aluno tiver insucesso ele também vai prejudicar o nome da universidade, então acho que isso conta bastante. (F2)

[...] eu acho que há sim o estímulo de alguns professores pra o que você vai fazer depois mas pra aqueles professores que, digamos, têm os seus pupilos, aqueles alunos que trabalham com ele desde o começo, eu não sei se esse estímulo acontece porque o professor quer mesmo que o aluno vença e cresça, ou se ele quer dizer “aquele ali foi o meu aluno, trabalhou comigo desde o começo do curso e hoje se destacou na sua carreira”. (F3)

Eu acho que esse estímulo talvez venha quando o professor é mais próximo do aluno [...] (F4)

Estímulo mesmo pra carreira profissional eu não vejo em nenhuma parte, pode ser que haja pra aquela pessoa que tem mais convivência com os professores, que participam dos eventos da universidade , mas o restante eu não vejo nenhum tipo de preocupação do professor com o aluno; ele só joga assim “ vocês tem que se preocupar com o que vocês vão querer fazer”, mas não vejo nenhum tipo de incentivo. (F5) Eu concordo nessa parte de quando o professor é seu tutor em algum grupo, ou tem algumas amizade e afinidade com você fora da aula há uma preocupação de lhe guiar e lhe influenciar naquela área que ele domina, a gente não vê esse incentivo e preocupação com o que a gente vai fazer depois daqui. (F6)

Frente às percepções dos discentes, suas preocupações acerca da importância de um profissional qualificado, com boa formação, Pedro Demo (2001) diz que saber fazer profissionais técnicos e especialistas nas áreas da atividade humana em todos os setores acadêmicos tem sido um desafio para as instituições de ensino.

docente para que venham influenciar o discente na sua formação profissional para o mercado de trabalho.

É pertinente lembrar ainda o que Aquino (2008) diz, com o surgimento e aumento de instituições acadêmicas privadas que se transforma em organização, transmite-se saberes instituídos em supermercados do conhecimento, que oferece aos discentes saberes reduzidos a informações banalizadas, estereótipos, preconceitos, repetição de conteúdos já dito e feito, conteúdos curriculares como se fossem certezas de uma nova afirmação prontas e acabadas. Enfim, imposição de modelos de ensino, de formas e ação e de reação vem proporcionando diversos estudos relacionados ao tema.

O percurso de formação foi observado na fala dos entrevistados em algumas situações, como falho devido à falta de recursos que viabilizem a formação profissional. Nesse sentido, Depresbiteris (2005) aponta que o mercado de trabalho exige parcerias contínuas e interativas com o mercado de trabalho, atividades acadêmicas devem ser inseridas na missão e nas atividades das instituições de ensino superior.

Com relação à qualidade do trabalho profissional, observou-se na fala dos entrevistados a importância de se criar um ambiente motivacional para que todos possam se sentir estimulados e valorizados. E ainda a esse respeito, Demo (2006) fala dessa relação que mobilizam os estudantes a desenvolver suas habilidades; que é fundamental que exista o cuidado em criar e garantir liberdade para as diversas escolhas de modalidades oferecidas pelo mercado de trabalho.

Sabe-se que as instituições de ensino superior vêm crescendo a cada ano, com isso a qualidade do ensino tem deixado a desejar, e a preocupação tem sido esses profissionais expostos ao mercado de trabalho sem conhecimento, sem formação adequados.

Com relação ao avanço das mudanças no ensino superior, lembramos que Therrien (2009) aponta que as modalidades de ensino têm crescido, levando um número significativo de profissionais para o mercado de trabalho. No entanto, a preocupação com a formação para autonomia ou para mercado é uma constante problemática na discussão em que se envolve a qualidade do ensino.

A UNESCO (2009) diz que essas relações devem ser baseadas nos princípios de liberdade acadêmica e autonomia institucional, que são essenciais para a preservação de qualquer instituição de ensino superior como comunidade de livre pesquisa, podendo realizar suas funções criativas, reflexivas e críticas na sociedade.

Na etapa final das entrevistas com os discentes, foi feita um teste de associação livre da palavra “COMPETÊNCIA”. O que os discentes entendem por competência.

Os discentes associaram com mais ênfase a palavra “competência” a expressão Domínio, Comprometimento e Conhecimento.

A esse respeito pode-se enfatizar que as três expressões estão relacionadas com todas as categorias apresentadas por Perrenoud (2002). Também expressa nos relatos dos

discentes.

O ensinar requer um sacrifício; Tardif (2002) transforma esse sacrifício em ofício do docente. Expressar seu conhecimento e saber com comprometimento em sua prática pedagógica.

Assim, também se fez necessário entrevistar o coordenador e o gestor da instituição, para que se pudesse proporcionar uma reflexão acerca das respostas dos discentes.

Benzer Belgeler