1. VERİ TABANI BAĞLANTISI
1.4. Veri Tabanına Bağlanma
A desavença entre os poetas e os filósofos já era antiga ao tempo de Platão. A separação entre imagem (eikon) e idéia (eidos) tem seu início nos primórdios da filosofia. Tanto o poeta como o filósofo tratam da verdade e o fazem pela palavra. Ambos clamam sabedoria e o fazem com base no seu poder sobre as artes linguísticas para compreender a virtu e o real. A disputa é sobre quem possuí a linguagem, quem possui o poder da palavra ou do signo.359 Vico defendeu o poder da imagem e seu conceito de imaginação (fantasia) é a chave para compreensão dos universais fantásticos e de sua nova ciência. Ao fazer sua escolha, reviveu esse conflito.
Segundo Agamben o “contemporâneo é aquele que mantém fixo o olhar no seu tempo para nele perceber não as luzes, mas o escuro. Todos os tempos são, para quem deles experimenta contemporaneidade, obscuros. Contemporâneo é, justamente, aquele que sabe ver essa obscuridade, que é capaz de escrever mergulhando a pena nas trevas do presente.” O escuro do contemporâneo não trata de uma inércia ou passividade, mas “implica uma atividade e uma habilidade particular que, no nosso caso, equivalem a neutralizar as luzes que provêm da época para descobrir as suas trevas, o seu escuro especial, que não é, entretanto, separável daquelas luzes.”360 As luzes que Vico neutralizou em seu tempo foram as do
cartesianismo e a fragmentação do ser humano pelo excesso de racionalismo. Nessa luz viu um ser humano racional e cético, com uma débil potência criadora e imaginativa, tornando-se incapaz, portanto, de compreender e transformar seu mundo. Enxergou no “seu escuro” uma doutrina filosófica poética e retórica para viabilizar a plenitude do pensamento humano. Vico foi contemporâneo ao seu tempo: incompreendido, ignorado e considerado louco. Isaah Berlin o intitula “against the current”, por entender que a originalidade do pensamento viquiano caracteriza-se por ser contrário ao pensamento moderno de sua época. Vico foi contemporâneo em seu tempo ao “fraturar as vértebras de seu tempo”, antevendo os perigos que a fratura do ser humano, causada pelo pensamento moderno, levaria à sociedade civil. Se os anacronismos do passado podem ajudar a compreender o tempo presente, pode-se, por extensão, recorrer aos ensinamentos de Vico para compreender a sociedade civil nos dois primeiros decênios do século XXI. Vico em seus ensinamentos advertia sobre os perigos da
359 Verene em DANESI, G.V and Anglo American, p .202. 360 AGAMBEN, p.62-63.
barbárie da reflexão, uma condição na qual a sociedade ou cultura entra numa fase de declínio e dissolução. A era da razão na história de uma sociedade ou cultura é uma época em que predomina a reflexão e a meditação em detrimento do poder e lutas. Mas a era da razão contém suas próprias sementes de destruição, porque tende ao relativismo na moral e ao ceticismo. A piedade como base da comunidade é minada e cada cidadão passa a conhecer de forma extremamente “humana” as instituições, leis e costumes, estes que deveriam ser tratados como governantes da consciência, por conseguinte a satisfação de prazeres e interesses privados ocorre à custa do bem público. Esse segundo barbarismo é mais bárbaro que o primeiro, aquele dos homens ditos primitivos. Na primeira barbárie, o medo e ignorância impuseram restrições, o que não ocorre na segunda barbárie, a da reflexão. A cultura ou entra em decadência por conta própria ou é vitima de inimigos externos, favorecendo a condições para um novo corso e ricorso na história. Nas palavras de Paul Hazard:
“Se a Itália tivesse escutado Giambattista Vico, se, como no tempo da Renascença, tivesse
ela servido de guia à Europa, não teria sido diferente o nosso destino intelectual? Se assim tivesse acontecido, os nossos antepassados do século dezoito já não teriam acreditado que ‘tudo o que é claro é verdadeiro’ mas, pelo contrário, que a ‘claridade é o vício da razão humana, e não a sua vontade1, pois uma idéia clara é uma idéia acabada, morta. Não teriam considerado a razão mas sim a imaginação, como nossa faculdade primordial, pois a razão, visitante tardia, apenas conseguir ressequir a nossa alma; e tê-los-ia talvez assaltado a nostalgia dos nossos paraísos perdidos. Não teriam talvez acreditado que era necessário iluminar a terra à superfície, mas antes que a explicação das coisas vinha dos abismos do tempo. Não teriam acreditado que nos dirigíamos em linha recta para um futuro melhor, mas antes que as nações estavam submetidas a eventualidades, arrancando- as às barbárie para as conduzirem em direcção à civilização, reconduzindo-as da civilização à barbárie. E teriam sido subvertidas todas as suas idéias, toda a sua concepção do mundo.” 361
Vico, com a Ciência Nova, propunha uma refundação dos saberes (§330):
“(...) desanimamos de encontrar os princípios desta Ciência nos filólogos; por outro lado, a presunção dos doutos, que pretendem ter sido aquilo que sabem eminentemente compreendido desde o principio do mundo, desesperamos de encontrá-los nos filósofos: assim, para esta pesquisa, devemos proceder como se não hovessem livros no mundo.”
Alasdair MacIntyre, filósofo e uma das forças críticas atuais contra o excesso de cientificismo na cultura e especialmente na ética, simpatiza com a ideia de descontruir o atual sistema de conhecimento:
361 HAZARD, Paul. O Pensamento Europeu no Século XVIII (De Montesquieu a Lessing). Tradução Carlos
“imaginemos que as ciências naturais sofressem os efeitos de uma catástrofe. A massa do
público acusando os cientistas a partir de uma série de desastres ambientais. Por todos os lugares tumultos ocorrem, os laboratórios são incendiados, os físicos são linchados, livros e instrumentos destruídos.”362
E Alasdair escreve que foi Vico:
“quem começou por salientar a importância do fato inegável, que já se torna tedioso reiterar, que ao menos as questões da filosofia moral (conceitos de valores e normativos, máximas, argumentos e os juízos que o filósofo moral investiga) não podem ser encontradas senão incorporadas na realidade histórica de grupos sociais específicos e, portanto, dotado das características distintivas da existência histórica (...). A moral que não é a moral em uma sociedade particular não está em parte alguma.” 363
Segundo Vico, sabedoria vulgar é a fonte original que contém a verdade sobre as doutrinas da natureza humana. O papel do filósofo é fortalecer essa sabedoria, explicitá-la e purgá-la do erro. Vico não assume esta forma de dependência, ocasionando uma redução da filosofia ao mito. Sem a ajuda recíproca da filosofia, o senso comum desapareceria. O filósofo para Vico deve servir à realização racional dos costumes humanos e não à sua antítese. Defendia a tópica de Cicero no conceito da ars inveniendi enquanto exploração de todos os tradicionais conteúdos e pontos de vista argumentativamente relevantes de um tema e a ars
judicandi e enquanto emprego da lógica. A imaginação era a sensação, e a tópica sensível, pautada nos sentidos e viabilizada pela imaginação, possibilitou que na história se fizesse a investigação dos primeiros povos, o que levou a identificar nos mitos e suas metáforas, os costumes populares que davam as pistas para o mapeamento do senso comum. Esta foi a nova arte crítica proposta por Vico, pautada no ingenium e estabelecendo uma relação harmoniosa entre a filologia e filosofia.
A natureza humana para Vico é “mente, corpo e fala” que devem assumir um horizonte retórico do perguntar em relação à descoberta e apreciação da crítica, atitude diferente dos modernos que acreditavam que os homens ao tornarem-se críticos, instruídos,
362“imaginemos que las ciencias naturales fueran a sufrir los efectos de una catástrofe. La masa del público
culpa a los científicos de una serie de desastres ambientales. Por todas partes se producen motines, los laboratorios son incendiados, los físicos son linchados, los libros e instrumentos, destruido”. Alaisdair
MacIntyre, Tras de La Virtud,p. 13, trad. Amelia Valcárcel (Barcelona, Austral, 1987). Tradução para o portugues feita pelo autor desta dissertação.
363 Ibdem, n. 362. “quien por primera vez señalo la importancia del hecho innegable, que ya se hace tedioso
reiterar, de que al menos los temas de filosofía moral (los conceptos valorativos e normativos, las máximas, los argumentos y los juicios sobre los que el filósofo moral investiga) no pueden encontrarse sino encarnados en la realidad histórica de unos grupos sociales concretos y, por tanto, dotados de las características distintivas de la existencia histórica (…). La moral que no es moral de una sociedad en particular no se encuentra en parte alguna.”
seriam capazes de encontrar a verdade de qualquer questão. Mas, o verossímil (ou provável), que é vizinho da verdade, pode ser visto, em parte, sem o ensinamento de um tópico. Todavia, seria possível ter alguma certeza sem que se tenha visto tudo?364
Compreender a imaginação da imaginação corresponde a acessar a sabedoria primeira, in
natura, e desvelar o desenvolvimento das instituições humanas. Para Vico, a imaginação é conhecimento porque é ela que engenha as percepções sensoriais em imagens de conhecimento. Ela ocupa o lugar de sacerdotisa da cognição365 e não algum lugar aparte do processo cognitivo, dominado pelo romance e novidade, que de tempos em tempos visita a dimensão cognitiva com um insight. Ela está presente (e é a chave decodificadora) nos espaços do senso-comum, onde habitam os costumes dos povos e nos mitos com suas metáforas sensoriais, estes relatos fantásticos que contam uma verdade civil como um impossível crível. A imaginação e os universali fantastici, como propõe Vico, é a revelação de que a humanidade, em sua proteiforme manifestação é sempre inexoravelmente a mesma. Vico defende que a imaginação oferece ao homem uma reconexão entre homem e Deus. Ela é então a unificadora da espiritualidade humana.
Com seu texto labiríntico, a Ciência Nova é a cornucópia viquiana a tratar do renascimento do homem, destacando os seguintes elementos: a tradição retórica, a imaginação como poder mental de conhecimento, e a relação com a providência divina como fator de conexão com o divino a favorecer a condição humana contra as consequências de uma barbárie da reflexão. O homem do século XXI busca, de maneira inacessível, entender a imaginação pela razão. A natureza e essência da imaginação seduz a razão, esta por natureza que compreender seu funcionamento daquela. Mas este conhecimento, seja da razão pela imaginação ou da imaginação pela razão não é possível, porque tratam-se de naturezas humanas mas antagônicas. O homem viquiano harmoniza suas naturezas, e busca que com que a tensão entre imaginação e razão, possa gerar luz ao invés de calor. Vico nos convida à uma humanidade integral, plena.
O sentido do divino e a conexão deste com o humano definem de forma clássica a sabedoria, mas este sentido foi perdido. As verdades que só podem ser expressas em fábulas são ignoradas; embora estas sejam as mais divinas e tratem de verdades ideais. A metafísica,
364 Karl-Otto Apel, pp.301-302, em A Cidade dos Homens e a Cidade de Deus, Ernildo Stein (org.), EST
edições. Porto Alegre, 2007.
dita culta, separou o objeto daquilo que os oradores, historiadores e poetas poderiam contribuir, ou elaborar a respeito.
A ideia de radicais racionalistas que preconizavam ser possível obter verdades objetivas, universais e eternas, acerca do homem e da natureza pela razão estava errada, segundo Vico. Sua obra, entretanto, ficou desconhecida durante a ascensão do Iluminismo a apenas com o contra-Iluminismo e o Romantismo será redescoberta. Vico foi o primeiro pensador a ver no racionalismo moderno de Descartes as sementes de doutrinas que se desenvolveriam como a-históricas, inflexíveis, determinísticas, homogeneizantes e sem sentido. Vico oferece uma reflexão filosófica e uma antropologia vigorosas a serem ainda absorvidas e consolidadas. Seus ensinamentos conseguem ultrapassar os limites encontrados pelo Iluminismo e Racionalismo, daí sua redescoberta no Pós-Iluminismo.
James Joyce, em uma entrevista com o escritor Tom Kristensen366, deixou-nos o seguinte diálogo:
— Você acredita na Ciência Nova? Perguntou Kristensen.
— Eu não acredito em nenhuma ciência, mas minha imaginação cresce quando leio Vico e não quando leio Freud ou Jung.
366 Mali, p. 270.
Referências Bibliográficas
A – De Giambasttista Vico
Ciência Nova. Portugal, Editora da Fundação Calouste Gilbenkian. 2004.
La Scienza Nuova (1744). A cura di Paolo Cristofolini e Manuella Sanna. Edizioni di Storia
e Letteratura. Roma. 2013.
Opere. A cura de Andrea Battistini. Milano ,Arnaldo Mondadori S.p.A.,Milano. 2005
On Humanistic Education (Six Inaugural Orations, 1699-1707). Translated by Giorgio
Pinton and Arthur Shippe. New York: Cornell University Press. 1993.
Oraciones Inaugurales y La antiquísima sabiduria de los italiano. Trad. Del latin y notas
de Francisco J. Navarro Gomez. Barcelona. Anthropos Editorial. 2002
Principi di Scienza Nuova. Tradução de Jorge Vaz de Carvalho. Lisboa , Editora da
Fundação Calouste Gilbenkian. 2005.
Princípios de (uma) Ciência Nova (Acerca da Natureza Comum das Nações). Tradução
Antonio Lázaro de Almeida Prado. 2a ed. São Paulo, Abril Cultural. 1979. (Coleção “Os Pensadores”).
The New Science of Giambattista Vico: Unabridged Translation of the Third Edition.
Translated by Max Fisch & Thomas Bergin. New York: Cornell University Press. 1984
Vico - The First New Science (1725). Edited and Translated by Leon Pompa. New York,
Cambridge University Press. 2001
The Autobiography of Giambattista Vico. Translated by Max Fisch & Thomas Bergin. New York: Cornell University Press. 1975
On the Most Ancient Wisdom of the Italians. Tradução de Jason Taylor. Connecticut, Yale
University Press. 2010.
B – Pesquisadores de Vico
BADALONI, Nicola. Introduzione a Vico. Roma, Editori Laterza. 2008 .
BAYER/VERENE, Thora/Donald. Keys to the New Science. New York, Cornell University Press. 2009.
BERLIN, Isaiah. Ideias Políticas na Era Romântica. Rio de Janeiro, Companhia das Letras. 2009
BURKE, Peter. Vico. São Paulo, Unesp. 1997
CROCE, Benedeto. The Philosophy of Giambattista Vico. New Jersey, Transaction Publishers. 2006.
DANESI, Marcel. Vico, Metaphor and the Origin of Language. Indianapolis, Indiana University Press. 1993.
DANESI, Marcel. Giambattista Vico and Anglo-American Science Philosophy and
Writing. New York, Mouton de Gruyter. 1994.
FIKER, Raul. Vico, O Precursor. Petrópolis, São Paulo, Editora Moderna. 1994. FLINT, Robert. Vico. Elibron Classics, London, Adamant Media Corporation. 2007.
GOETSCH, James Robert. Vico’s Axioms: the geometry of the human world. New Heaven, Yale Univeristy Press. 1995.
GUIDO, Humberto. Giambattista Vico – A Filosofia e a Educação da Humanidade. Petrópolis, Editora Vozes. 2004.
GUIDO/SEVILLA/NETO, Humberto/José M./Sertório Silva Neto. Embates da razão: mito
e filosofia na obra de Giambattista Vico. Uberlandia, Edufu 2012.
KANT, Immanuel, A Crítica da Razão Pura. Portugal, Editora da Fundação Calouste Gilbenkian. 1985.
LILLA, Mark. G. B. Vico – The Making of an Anti-Modern. Cambridge, Harvar Press. 1994. LIMA, José Expedito Passos. Estética entre Saberem Antigos e Modernos na Nuova
Scienza de Giambattista Vico. São Paulo, Educ. 2012.
MALI, Joseph. The Rehabilitation of Myth. New York, Combridge University Press. 1992. MARCUS, Nancy du Bois Marcus. Vico and Plato. New York, Peter Lang. 2001.
MINER, Robert C. Vico Genealogist of Modernity. Notre Dame, University of Notre Dame Press. 2002
MONDOLFO, Rodolfo. Momentos Del Pensamiento Griego y Cristiano. Buenos Aires, Editorial Paidos. 1964.
MONDOLFO, Rodolfo. Verum Factum desde antes de Vico hasta Marx. Buenos Aires, Siglo veintiuno editores. 1971.
MOONEY, Michael. Vico in the Tradition of the Rethoric. Princeton, Princeton University Press. 1985.
NICOLLINI, Fausto. Commento Storico Alla Seconda Scienza Nuova (2 vol). Roma, Ediziona di Storia e Letteratura. 1978.
PAPINI, Mario. Il Geroglifico dela Storia. Bologna, Cappelli editore. 1984.
ROSSI, Paolo. Os Sinais dos Tempos. Historia da Terra e Historia das Naçoes de Hooke a Vico. São Paulo, Compahia das Letras 1992.
SCHAEFFER, John D. Sensus Communis: Vico, Rhetoric, and the Limits of Relativism. North Caroline , Duke University Press. 1990.
STONE, Harold Samuel. Vico’s Cultural History. New York, E.J. Brill. 1997.
TAGLIACOZZO, Giorgio. Giambattista Vico: An International Symposium. Maryland, John Hopkins Press. 1969.
TAGLIACOZZO, Giorgio. Vico: Past and Present. New Jersey, Humanites Press. 1981. TAGLIACOZZO, Giorgio. The Arbor Scientiae Reconceived and the History of Vico´s
Resurrection. New Jersey, Humanity Press International. 1993.
TAGLIACOZZO/VERENE, Giorgio/Donald P. Giambattista Vico´s Science of Humanity. London, John Hopkins Press. 1976.
TAGLIACOZZO/VERENE/MOONEY. Giorgio/Donald/Michael. Vico and the
Contemporary Thought. New Jersey, Humanity Press. 1976.
VAUGHAN, Frederick. The Political Philosophy of Giambattista Vico. Netherlands, The Hague. 1972.
VERENE/BAYER, Donald/Thora Giambattista Vico – Keys to the New Science. London,
Cornell University Press. 2009.
VERENE, Donald. Vico’s Science of Imagination. New York, Cornell University Press. 1991.
C – Referências a Vico
ARENDT, Hannah. Entre o Passado e o Futuro. 6ª ed. São Paulo, Editora Perspectiva, 2007.
AUERBACH, Eric. Mimeses. 5ª ed. São Paulo, Editora Perspectiva, 2004.
BOSI, Alfredo. O Ser e o Tempo da Poesia. 8ª ed. São Paulo, Cia das Letras, 2010. BOSI, Alfredo. Dialética da Colonização. 4ª ed. São Paulo, Cia das Letras, 2010.
CASSIRER, Ernst. A Filosofia das Formas Simbólicas I – A Linguagem. São Paulo, Martins Fontes, 2001.
SAID, Edward W. Humanismo e Crítica democrática. São Paulo, Companhia das Letras, 2007.
VALVERDE, A. J. R. “Bacon e o significado alegórico das fábulas”. In: Hypnos. N 10. São Paulo: Educ-Loyola, 2003.
C - Outros:
ABBAGNANO, Nicola. Dicionario de Filosofia. São Paulo. Martins Fontes, 2000.ARISTOTELES, Obras. Madrid. Aguilar, 1967.
AGAMBEN, Giorgio, O que é contemporâneo e outros ensaios. Chapecó, Ed. Argos.2009. ALIGHERI, Dante. Divina Comedia. São Paulo. Editora Itatiaia, 2006.
AYDIN, Hilm. The Sacred Trust. Instanbul. Tughra Books, 2012. BACON, Francis. A Sabedoria dos Antigos. São Paulo. Unesp, 2002.
BENJAMIN, Benjamin. Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo. Brasiliense, 1996 BERTI, Enrico. No principio era a maravilha. São Paulo. Edições Loyola, 2010. BOSI, Alfredo. Ideologia e Contraideologia. 1ª ed. São Paulo, Cia das Letras, 2010.
CARPEAUX, Otto Maria. Ensaios Reunidos-Vol 1. 1ª ed. Rio de Janeiro, Universidade Editora / Topbooks,. 1999.
CONTI, Natale. Mythologiae 2 vol. (trad de J. Mulryan e S. Brown). Tempe (Arizona). AMRS, 2006.
CELLARIUS, Andreas. Harmonia Macrocosmica. Berlim. Taschem, 2006.
JACOB, André. Encyclopedie Philosophique Universelle Vol I-V. Paris. Presses Universitaires de France, 2002.
JOYCE, James. Finnegans Wake v. 1. trad de Donaldo Schuler. São Paulo. Ateliê Editorial. 2004
KONERSMANN, Ralf (org.). Dicionário das Metáforas Filosóficas. São Paulo. Edições Loyola, 2012.
LALANDE, Andre. Vocabulario Tecnico e Critico da Filosofia. São Paulo. Martins Fontes, 1999.
MALHADAS/CONSOLIN/NEVES, Daisi/Maria/Maria Helena (coord.). Dicionário Grego-
Português. São Paulo. Ateliê Editorial, 2008.
MAQUIAVEL, Nicolau. Discursos sobe a primeira década de Tito Lívio. São Paulo. Martins Fontes, 2007.
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. São Paulo. Martins Fontes, 2010.
MONTANDON, Alain. O Livro da Hospitalidade. São Paulo. Editora Senac, 2011. PLATON, Obras Completas. Madrid. Aguilar, 1969.
REALE/ANTISERI, Historia da Filosofia vol. IV. São Paulo. Paulus, 2009. RIPA, Cesare. Iconologia I/II. Madrid. Akal, 2007.
SANTOS, Mario Ferreira dos Santos. Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais Vol I-