• Sonuç bulunamadı

As Tabelas 16 e 17 apresentam, respectivamente, a percepção de dificuldade para subir e para descer degraus de ônibus. Para a percepção de dificuldade para subir degraus de ônibus, a maioria dos participantes considera a tarefa fácil de se realizar (72,2% consideram muito fácil e 47,2% consideram fácil). Apenas 2,8% consideram a tarefa difícil. Quanto à percepção de dificuldade para descer degraus, a maioria dos participantes (66,7%) considera a tarefa muitofácil/fácil de se realizar. Apenas 8,3% dos participantes consideram a tarefa difícil e 25% consideram a tarefa moderada.

Tabela 16 – Percepção de dificuldade na tarefa de subir degraus de ônibus em porcentagem (números absolutos) de participantes.

Grupos Muito fácil Fácil Moderado Difícil Muito difícil

Jovem 50,0 (6) 25,0 (3) 25,0 (3) 0 (0) 0 (0)

Meia-idade 25,0 (2) 37,5 (3) 37,5 (3) 0 (0) 0 (0)

Idoso 9,1 (1) 54,5 (6) 27,3 (3) 9,1 (1) 0 (0)

Muito idoso 0 (0) 100 (5) 0 (0) 0 (0) 0 (0)

Total 25,0 (9) 47,2 (17) 25,0 (9) 2,8 (1) 0 (0)

Tabela 17 – Percepção de dificuldade na tarefa de descer degraus de ônibus em porcentagem (números absolutos) de participantes.

Grupos Muito fácil Fácil Moderado Difícil Muito difícil

Jovem 50,0 (6) 33,3 (4) 16,7 (2) 0 (0) 0 (0)

Meia-idade 25 (2) 37,5 (3) 37,5 (3) 0 (0) 0 (0)

Idoso 9,1 (1) 45,5 (5) 27,3 (3) 18,2 (2) 0 (0)

Muito idoso 0 (0) 60,0 (3) 20,0 (1) 20,0 (1) 0 (0)

Total 25,0 (9) 41,7 (15) 25,0 (9) 8,3 (3) 0 (0)

Observa-se na Tabela 16, que para a maioria dos participantes e independente da idade, a tarefa de subir degraus de ônibus é fácil ou muito fácil, sendo que apenas um indivíduo idoso considerou a tarefa difícil. Nota-se também que no grupo muito idoso, todos os participantes consideraram o subir fácil de se realizar. Também para o descer (Tabela 17), a maioria dos participantes considera a tarefa de descer degraus de ônibus muito fácil ou fácil. Apenas dois participantes do grupo idoso e 1 do grupo muito idoso, consideram a tarefa difícil.

4.4.2. Estratégias comportamentais

Os resultados a seguir foram obtidos através da análise do conteúdo das filmagens. De um total de 720 tentativas (20 tentativas para cada 36 indivíduos), 6 delas não foram incluídas na análise (1 tentativa de 4 participantes e 2 tentativas de 1 participante), devido à perda de sinal do equipamento. Sendo assim, 714 tentativas foram consideradas válidas e utilizadas para análise. As estratégias foram analisadas por tentativa, em função de que os participantes variaram a utilização delas ao longo das tentativas.

As estratégias empregadas (posicionamento dos pés, tipo de passo, e utilização dos membros superiores) foram observadas em duas fases da tarefa: durante a locomoção sobre os degraus superiores e durante a descida do último degrau para o solo. Isso aconteceu em função da diferença entre a estrutura dos degraus, conforme já observado no Estudo 1.

4.4.2.1. Posicionamento dos pés

Quanto à estratégia do posicionamento dos pés (pés posicionados de frente, lateralmente ou de costas em relação ao degrau), das 714 tentativas válidas, 99% foram realizadas posicionando-se os pés de frente, enquanto que em apenas 1% das tentativas foram realizadas com os pés lateralmente durante a descida dos degraus superiores. Na descida do último degrau em direção ao solo, 92,2% foram realizadas com a descida de frente, enquanto que em 7,8% das tentativas ocorreu a descida de lado. A Figura 11 apresenta a porcentagem de tentativas em que ocorreu cada estratégia em função do grupo etário (ver também Tabela 27 no Apêndice 6).

Figura 11 – Porcentagem de tentativas em que ocorreram as estratégias de posicionamento dos pés em função do grupo etário: a) nos degraus superiores e b) no último degrau.

Observa-se na Figura 11a que durante a descida dos degraus superiores, em todos os grupos, predominou o posicionamento dos pés de frente em relação ao degrau e que apenas no grupo idoso ocorreu a estratégia de posicionamento lateral dos pés no degrau (3,2%

a) b) 0 20 40 60 80 100 Jovem Meia- idade Idoso Muito idoso Grupos Tentativas (%) lado frente 0 20 40 60 80 100 Jovem Meia- idade Idoso Muito idoso Grupos

das tentativas). Entretanto, durante a locomoção no último degrau (Figura 11b), os grupos idoso e muito idoso apresentaram o posicionamento lateral dos pés em 21,1% e 10,2% das tentativas, respectivamente, enquanto que os grupos jovem e meia-idade, mantiveram o posicionamento dos pés sempre de frente para o sentido da progressão.

Uma Análise de Regressão Múltipla (stepwise) foi executada para verificar as relações entre a estratégia de posicionamento dos pés e a idade, nível de atividade física, utilização dos membros superiores e tipo de passo. A Tabela 18 apresenta os resultados da Regressão para o posicionamento dos pés nos degraus superiores e no último degrau.

Tabela 18 – Variáveis que explicam o emprego das estratégias de posicionamento dos pés durante a descida dos degraus superiores e do último degrau.

Variáveis R2 Beta Significância

Dificuldade para descer 0,045 0,142 0,001

Tipo de passo 0,061 0,176 0,001 Membros superiores 0,074 -0,218 0,001 Gênero 0,085 0,118 0,001 Utilização do ônibus 0,095 -0,189 0,001 Idade 0,111 0,184 0,001 Quedas 0,118 -0,093 0,012 DEGRAUS SUPERIORES (R2 = 0,126, p< 0,02)

Altura do último degrau 0,126 - 0,087 0,014

Variáveis R2 Beta Significância

Tipo de passo 0,154 0,286 0,001

Altura do último degrau 0,197 0,213 0,001

Idade 0,220 0,229 0,001 Utilização do ônibus 0,256 -0,256 0,001 Gênero 0,274 0,132 0,001 Quedas 0,282 -0,094 0,005 ÚLTIMO DEGRAU (R2 = 0,288, p< 0,014)

Dificuldade para descer 0,288 0,094 0,013

Observa-se na Tabela 18 que 12,6% do emprego das estratégias de posicionamento dos pés nos degraus superiores é explicado pela combinação das variáveis:

dificuldade para descer, tipo de passo, utilização dos membros superiores, gênero, utilização de ônibus como meio de transporte, idade, ocorrência de quedas e altura do último degrau. O uso da

estratégia de descer o degrau de lado é favorecido quando: a passada é unida e utilizam-se menos os membros superiores como forma de apoio; utiliza-se menos o ônibus como meio de transporte; a idade do participante é maior; a tarefa é realizada por mulheres e por indivíduos que

declararam ter mais dificuldade em descer degraus de ônibus e não terem sofrido quedas no último ano; a altura do último degrau é menor.

Durante a locomoção no último degrau, a Análise de Regressão Múltipla identificou o conjunto das variáveis: tipo de passo, altura do último degrau, idade, utilização do

ônibus como meio de transporte, gênero, quedas e dificuldade para descer, como explicativas de

28,8% da adoção de estratégias de posicionamento dos pés. A adoção da estratégia lateral de posicionamento dos pés é favorecida quando: utiliza-se a passada unida; o último degrau é mais alto; o participante é mais velho, mulher, sofreu quedas no último ano; utiliza menos o ônibus como meio de transporte e declara considerar a tarefa de descer degraus de ônibus mais difícil.

4.4.2.2. Tipo de passo

Quanto ao tipo de passo adotado (passo alternado ou unido), das 714 tentativas válidas, em 86,6% destas foram realizadas com o passo alternado, enquanto que em 13,4% foram realizadas com o passo unido, durante a descida dos degraus superiores. Na descida do último degrau em direção ao solo, 84,5% das tentativas foram realizadas com o passo alternado, enquanto que 15,5% foram realizadas com o passo unido. A Figura 12 apresenta a porcentagem de tentativas que adotaram cada tipo de passo em função do grupo etário (ver também Tabela 28 no Apêndice 6).

Figura 12 - Porcentagem de tentativas utilizando as estratégias de tipo de passo em função do grupo etário: a) nos degraus superiores e b) no último degrau.

a) b) 0 20 40 60 80 100 Jovem Meia- idade Idoso Muito idoso Grupos 0 20 40 60 80 100 Jovem Meia- idade Idoso Muito idoso Grupos Tentativas (%) unida alternada

Observa-se na Figura 12a que durante a descida dos degraus superiores, o passo unido ocorreu somente no grupo idoso (44,2% das tentativas), enquanto que durante a locomoção no último degrau (Figura 12b), esta estratégia de descida esteve presente no grupo idoso (47%) e muito idoso (10,2%).

Uma Análise de Regressão Múltipla (stepwise), por tentativa, foi executada para verificar as variáveis relacionadas com o emprego de estratégias de passo. A Tabela 19 apresenta os resultados da Regressão para o tipo de passo nos degraus superiores e no último degrau.

Tabela 19 – Variáveis que explicam o emprego dos tipos de passadas ações dos membros inferiores durante a descida dos degraus superiores e do último degrau.

Variáveis R2 Beta Significância

Dificuldade para subir 0,218 0,457 0,001 Transporte mais utilizado 0,291 -0,264 0,001 Nível de atividade física 0,364 -0,302 0,001 Membros superiores 0,396 0,179 0,001 Dificuldade para descer 0,414 -0,294 0,001 Posicionamento dos pés 0,428 0,116 0,001 DEGRAUS SUPERIORES

(R2 = 0,432, p< 0,017)

Idade 0,432 0,108 0,016

Variáveis R2 Beta Significância

Dificuldade para descer 0,206 0,174 0,001 Membros superiores 0,295 0,209 0,001 Transporte mais utilizado 0,350 -0,303 0,001 Nível de atividade física 0,402 -0,252 0,001 ÚLTIMO DEGRAU

(R2 = 0,447, p< 0,006)

Posicionamento dos pés 0,447 0,224 0,001

Observa-se na Tabela 19 que 43,2% do tipo de passo adotado nos degraus superiores é explicado pelas variáveis: dificuldade para subir, tipo de transporte mais utilizado,

nível de atividade física, utilização dos membros superiores, dificuldade para descer, posicionamento dos pés e idade. O uso da estratégia de passada unida é favorecido quando: o

indivíduo é mais velho, realiza a descida de lado e utiliza-se mais os membros superiores como forma de apoio; os níveis de atividade física são mais baixos; usa menos o ônibus como meio de transporte; os indivíduos declaram maior dificuldade para subir, entretanto menor dificuldade para descer degraus de ônibus.

Durante a locomoção no último degrau, a Análise de Regressão Múltipla identificou o conjunto das variáveis dificuldade para descer, utilização dos membros superiores,

tipo de meio de transporte mais utilizado, nível de atividade física, posicionamento dos pés para descer, como explicativas de 44,7% do tipo de passo selecionado. A adoção do passo unido é

favorecida quando o indivíduo: declara maior dificuldade em descer de ônibus; utiliza mais os membros superiores; usa outros tipos de transporte diferentes do ônibus; tem níveis de atividade física mais baixos e utiliza o posicionamento lateral dos pés.

4.4.2.3. Utilização dos membros superiores

Quanto à utilização dos membros superiores (sem apoio, uma das mãos ou ambas), das 714 tentativas válidas, em 39,8% das tentativas não ocorreu qualquer tipo de apoio, em 8,4% foi utilizada apenas uma das mãos e em 51,8% ambas as mãos foram utilizadas. Na descida do último degrau em direção ao solo, a proporção foi de 59,9%, 8,1% e 31,9% para a utilização de duas, uma das mãos e nenhuma das mãos, respectivamente. A Figura 13 apresenta a porcentagem de indivíduos que adotaram cada estratégia em função do grupo etário (ver também Tabela 29 no Apêndice 6).

Figura 13 - Utilização dos membros superiores durante a descida em função do grupo etário (em porcentagem das tentativas): a) nos degraus superiores e b) no último degrau.

Observa-se na Figura 13a que durante a descida dos degraus superiores, os grupos variaram a estratégia mais utilizada: na maioria das tentativas, o grupo jovem não utilizou apoio (78,7%), o de meia idade utilizou as duas mãos em metade das tentativas (50,6%), o idoso,

a) b) 0 20 40 60 80 100 Jovem Meia- idade Idoso Muito idoso Grupos 0 20 40 60 80 100 Jovem Meia- idade Idoso Muito idoso Grupos Tentativas (%) 2 mãos 1 mão sem apoio

predominantemente, utilizou as duas mãos (88,9%), da mesma forma que o grupo muito idoso, porém em proporção menor (46,9%). Já no último degrau (Figura 13b), todos os grupos reduziram a utilização dos membros superiores.

Uma Análise de Regressão Múltipla (stepwise) foi executa para identificar as variáveis explicativas do emprego das estratégias de ação dos membros superiores. A Tabela 19 apresenta os resultados da Regressão para ação dos membros superiores nos degraus superiores e no último degrau.

Tabela 20 – Variáveis que explicam o emprego das estratégias de utilização dos membros superiores durante a descida dos degraus superiores e do último degrau.

Variáveis R2 Beta Significância

Idade 0,312 0,637 0,001

Utilização do ônibus 0,332 -0,181 0,001

Tipo de passo 0,350 0,204 0,001

Posicionamento dos pés 0,369 -0,154 0,001

Gênero 0,388 0,121 0,001

Transporte mais utilizado 0,396 0,128 0,001 DEGRAUS SUPERIORES

(R2 = 0,401, p<0,018)

Quedas 0,401 -0,073 0,017

Variáveis R2 Beta Significância

Tipo de passo 0,185 0,273 0,001

Idade 0,258 0,449 0,001

Altura do último degrau 0,292 0,188 0,001 Transporte mais utilizado 0,312 0,135 0,002 Nível de atividade física 0,323 -0,146 0,001 Utilização do ônibus 0,333 -0,158 0,001

Quedas 0,349 -0,140 0,001

ÚLTIMO DEGRAU (R2 = 0,359, p<0,006)

Gênero 0,359 0,088 0,006

Através da Tabela 19, observa-se que 40,1% da ação dos membros superiores durante a descida dos degraus superiores é explicado pela combinação das variáveis: idade,

freqüência de utilização do ônibus, tipo de passo, posicionamento dos pés, gênero, tipo de transporte mais utilizado e quedas. O descer com maior utilização dos membros superiores é

favorecido quando: o indivíduo é mais velho, do gênero feminino e não sofreu quedas no último ano; utiliza o ônibus com menor freqüência, tendo como meio de transporte preferencial o automóvel; emprega o tipo de passo unido e descida frontal.

Durante a locomoção no último degrau, a Análise de Regressão Múltipla identificou o conjunto das variáveis: tipo de passo, idade, altura do último degrau, transporte mais

utilizado, nível de atividade física, utilização do ônibus como meio de transporte, quedas no ultimo ano e gênero, como explicativas de 35,9% da estratégia de utilização dos membros superiores. A

maior utilização dos membros superiores é favorecida quando o indivíduo: é mais velho e mulher, utiliza a estratégia de passo unido, desce um degrau de maior altura do solo, declara utilizar o automóvel com o meio de transporte preferencial, não sofreu quedas no último ano, utiliza o ônibus com menor freqüência, tem baixos níveis de atividade física.

Para a realização da tarefa de descer degraus, a informação dada aos participantes foi que tocassem o solo primeiramente com o pé direito, em função da localização da plataforma de força. A utilização das estratégias de posicionamento dos pés, utilização dos membros superiores e tipo de passo ficou livre para escolha. Entretanto, alguns participantes não conseguiram realizar a descida como solicitado, atingindo o solo com o pé esquerdo, em algumas tentativas. Observando as tentativas de todos os participantes foram identificados 6 padrões de descida:

a) alternado direito: a transposição de todos os degraus ocorreu com passadas alternadas,

chegando ao solo com o pé direito;

b) alternado esquerdo: a transposição de todos os degraus ocorreu com passadas alternadas,

chegando ao solo com o pé esquerdo;

c) unido direito: em todos os degraus ocorreu o tipo de passo unido, iniciando com o membro

inferior direito;

d) misto A: o primeiro degrau foi transposto com o pé direito que aterrissou no segundo

degrau; o pé esquerdo alcançou o terceiro degrau; o pé direito pisou o terceiro degrau; o solo foi atingido primeiro com o pé esquerdo;

e) misto B: o primeiro degrau foi transposto com o pé esquerdo que aterrissou no segundo

degrau; o pé direito alcançou o terceiro degrau; o pé esquerdo pisou o terceiro degrau; o solo foi atingido primeiro com o pé direito;

f) misto C: o pé direito pisou primeiro o segundo degrau, seguido pelo pé esquerdo; o pé direito pisou o terceiro degrau, seguido do pé esquerdo; o solo foi atingido primeiro com o pé esquerdo.

A Tabela 20 apresenta o número de tentativas e de participantes que realizaram cada tipo de padrão de descida.

Tabela 21 – Padrões de descida identificados em número de tentativas (indivíduos). Grupos Alternado

direito Alternado esquerdo unido Misto A Misto B Misto C

Jovem 239 (12) - - -

Meia-idade 160(8) - - -

Idoso 113(7) 2(1) 88(4) 3(1) 3(1) 8(1)

Muito idoso 88(5) - - 10(1) - -

Observa-se na Tabela 20 que apenas os indivíduos dos grupos idoso e muito idoso realizaram padrões de descida diferentes do alternado direito. Os padrões mistos ocorreram somente na condição em que a altura entre o último degrau e o solo era maior (43 cm). No grupo idoso, dos 7 participantes que utilizaram o padrão alternado direito, 5 realizaram todas as tentativas com este padrão, enquanto que 2 participantes utilizaram o padrão alternado direito e outro padrão; os padrões misto A, misto B e alternado esquerdo foram realizados por um único participante; para o padrão unido, 3 participantes idosos que executaram este padrão, o realizaram ao longo de todas as tentativas, independente da condição de altura, enquanto que apenas 1 idoso utilizou este padrão e o misto C ao longo das tentativas.

4.4.3. Variáveis cinéticas

Para análise das variáveis cinéticas (força de reação vertical e taxa de crescimento), foram utilizadas as tentativas realizadas com os padrões alternado direito, unido e

misto B. As demais foram excluídas, pois não proporcionaram a colocação total do pé sobre a

consideradas as médias das tentativas de 29 participantes, que realizaram a descida nas duas condições de altura com os padrões válidos.

Benzer Belgeler