Türkiye Garanti Bankası Anonim Şirketi
Aşama 2: Kredinin kullandırım tarihindeki kredi riskinde önemli ölçüde artış meydana geldiğinde, Banka ömür boyu beklenen kredi zararı hesaplamaktadır. Çoklu senaryoların kullanımı da dahil olmak
3.18 Vergi uygulamalarına ilişkin açıklamalar .1 Kurumlar Vergisi
Em observância a perspectiva temporal e histórica do termo Governo Eletrônico, Jardim (2000) ressalta que e-Gov amplia a efetividade e permite a participação do cidadão na elaboração das políticas de estado. Além de proporcionar a obtenção de melhores serviços e
eficiência nas organizações públicas, fornece a disponibilidade de integração de serviços e melhora a qualidade das informações fornecidas.
Na perspectiva de Sanchez (1996), o e-Gov visa à implementação de valores democráticos, tais como a participação do cidadão, a transparência das ações públicas, a atenção à dignidade humana, a representatividade, bem como o controle, pela sociedade, sobre os agentes públicos.
Fernandes e Afonso (2001) observaram que as principais características do uso de e-Gov estão relacionadas à prestação eletrônica de informações e serviços que podem ser: a regulamentação de redes de informações; transparência e monitoramento de execução orçamentária; alfabetização digital; aquisição de bens e serviços por meio da internet e estímulo às transações eletrônicas.
Os autores observam ainda que o Governo Eletrônico se orienta a partir de quatro princípios básicos, são eles: (1) Democratização do acesso à informação; (2) Universalização da prestação dos serviços públicos; (3) Proteção à privacidade individual, e; (4) Redução das desigualdades sociais e regionais.
Na literatura, observam-se diversas definições para o termo e-Gov. Jardim (2000) entende Governo Eletrônico como sendo uma estratégia pela qual os órgãos, entidades e empresas públicas fazem uso das tecnologias para oferecer à sociedade melhores condições de acesso à informação e aos serviços governamentais.
Ferrer e Santos (2004) definem Governo Eletrônico como o conjunto de serviços e acesso às informações que o governo oferece aos diferentes atores da sociedade civil por meios eletrônicos. Nessa perspectiva, Diniz et al. (2009) enriquecem o conceito ao dizer que o e-Gov é considerado uma evolução do uso estratégico das TICs como um elemento facilitador e viabilizador de um novo modelo de gestão pública e uma das principais formas de modernização do Estado.
O Gartner Group3 (2000) fornece uma definição sucinta e global ao termo Governo Eletrônico, interpretando-o como a junção da melhoria na disponibilização de serviços com o envolvimento do eleitorado e a transformação dos relacionamentos internos e externos da administração pública por meio das tecnologias da informação, especificamente a
internet. A partir dessa definição, Laia (2009) observou que, com essa definição, o e-Gov não
se restringe apenas à dimensão de prestação de serviços, mas recebe e fornece influências em
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outros eixos, assim como na melhoria interna nas transações fornecedores/investidores. Deste modo, essa observação alinha-se às perspectivas dos estudos anteriormente citados.
No sítio do governo brasileiro dedicado ao tema Governo Eletrônico, observa-se que a política da Federação segue um conjunto de diretrizes que atuam em três eixos fundamentais, sendo o primeiro junto ao cidadão; o segundo voltado para a melhoria da própria gestão interna e o terceiro busca a integração com parceiros e fornecedores.
Na próxima seção, observa-se que o termo Governo Eletrônico pode ainda ser historicamente contextualizado a partir de uma perspectiva que considera duas etapas chamadas de ondas. Conforme Salomão (2005), a primeira onda é a mais genérica e envolve elementos relacionados ao processo de globalização, tais como: a “crise” de legitimidade do Estado em meados de 1970; o avanço dos princípios econômicos do Estado com foco em redução de gastos e aumento da eficiência, e a influência dos meios de comunicação sobre a política.
A segunda onda aborda a influência provocada pelo movimento New Public
Managment (Nova Gestão Pública - NGP), que conforme Grande, Araújo e Serna (2002), esse
movimento definiu doutrinas administrativas que se popularizou, a partir de 1970, na gestão burocrática de diversos países. Convém mencionar que as doutrinas ressaltam a importância da realização do planejamento de atividades, em especial, as atividades orçamentárias; a necessidade em transformar a gestão fiscal do Estado; e a criação de políticas de recursos humanos, de valorização do servidor público e da gestão por resultados.
Conforme citado anteriormente, além da reformulação da administração pública, diversos outros fatores influenciaram positivamente na consolidação do Governo Eletrônico e o advento do comércio eletrônico foi um desses fatores. De fato, o e-Gov se fortificou tendo suas transações associadas às transações que tipificam o Comércio Eletrônico.
Na perspectiva de Turban (1999), que cita as principais transações de comércio eletrônico, tais como: B2B (Busy to Busy) - transações realizadas entre organizações; B2C (Busy to Costumers) - transações realizadas no varejo e caracterizadas pela compra individual;
C2C (Costumers to Costumers)- em que o consumidor vende direto para outro consumidor.
Fernando e Afonso (2001) apontam três transações que classificam a natureza do e-Gov: G2G (Government to Government) - quando se trata de uma operação intra ou intergovernos; G2B (Government to Busy) - transações entre governos e fornecedores; G2C, (Government to
Costumers) - envolve o relacionamento entre governo e o cidadão.
Nesse sentido, observa-se que a amplitude existente no conceito de e-Gov, conforme Lenk e Traunmüller (2002), envolve, na realidade, quatro eixos:
a) Cliente cidadão: visando a prestação eletrônica de serviços públicos;
b) Processos: cujo objetivo é restruturação interna do Governo, alterando sua gestão, sistemas, processos e rotinas;
c) Cooperação: objetiva a formulação de redes de cooperação intra ou inter órgãos e empresas, organizações não-governamentais e investidores, e;
d) Gestão do conhecimento: que trata a gestão, concepção e a publicidade do conhecimento produzido pelo governo.
Com o intuito de facilitar o entendimento das transações que classificam o e-Gov, Laia (2009) propõe uma Matriz Conceitual exposta no Quadro 3. Logo, considerando os quatro eixos apontados por Lenk e Traunmüller (2002), tem-se:
Quadro 3 - Matriz conceitual de Governo Eletrônico.
GOVERNO CIDADÃO NEGÓCIOS INVESTIDOR
GOVERNO G2G G2C G2B G2I
CIDADÃO C2G
NEGÓCIOS B2G
INVESTIDOR I2G
Fonte: Laia (2009), p.98.
No contexto de G2G, Laia (2009) observa que o ofertante do bem ou serviço e o beneficiário encontram-se horizontalmente relacionados, ou seja, ambos fazem parte do mesmo governo. O autor ainda ressalta que essa situação privilegia e facilita a parceria em várias esferas de governo, tais como saúde, educação e justiça.
Ainda conforme o autor, no âmbito que envolve cidadão e governo, seja o G2C ou C2G, existe uma troca mútua de benefícios. No G2C, observa-se a prestação de serviços e informações que possibilitam agilidade nos serviços públicos e desburocratização no atendimento ao cidadão. Por sua vez, no C2G o autor cita a participação do cidadão como fornecedor de informações subsidiais na tomada de decisão do estado.
Nas relações ente G2B e B2G, observa-se a interação Governo/Empresa. Para o autor, o Governo como fornecedor oferece serviços para empresas, que por sua vez encontram nos instrumentos de e-Gov uma fonte de aumento na eficiência dos processos tanto dos entes privados quanto dos estatais. Já nas relações B2G, o autor ressalta a interface comercial de compra de bens/serviços por parte da administração pública, citando inclusive sistemas de licitação, como o pregão eletrônico, bolsas de compras publicas e leilões virtuais.
Por fim, no contexto das relações eletrônicas entre Governo e Investidor, G2I e I2G, Laia (2009) cita as possibilidade de relacionamentos, tais como o governo disponibilizar
serviços e produtos para investidores, que podem ser: informações para investidores, atrativos turísticos, polos comerciais, industriais, infraestrutura, incentivos fiscais e qualificação da população. Sendo assim, o investidor oferece ao governo serviços ou bens, citando a exemplo os financiamentos internacionais.
De forma resumida, considerando os conceitos anteriormente estabelecidos, o Governo Eletrônico é, sem dúvida, uma estratégia de modernização da administração pública que visa o melhor atendimento ao cidadão, contando com a sua efetiva participação. Na próxima seção foram abordados seus os modelos de maturidade.