D. Çalışmanın Kaynakları
I. BÖLÜM
3.2. Aslî Günahtan Arınma Vaftiz
3.2.3. Vaftizin Gayesi
O questionário pós-teste (Apêndice D) tinha como objetivo avaliar as técnicas de interação, a tarefa, os dispositivos, a interface visual e o protocolo utilizado.
As perguntas 1, 2 e 3 faziam referência à sensação de conforto no uso de diferentes dispositivos, as quais abordaram, respectivamente, a presença de fios presos ao corpo (Q. 01), o tempo de adaptação aos dispositivos não-convencionais (Q. 02) e a comodidade em vestir estes equipamentos. As respostas apontaram uma sensação moderada para alta de conforto à maioria dos usuários, conforme mostra a Figura 32.
Figura 32. Distribuição das respostas nas questões que avaliam o uso dos dispositivos. Resultados satisfatórios foram coletados nas questões 4 e 5, responsáveis pela avaliação de sensações de desconforto (Q. 04) e do tempo para descanso entre as tarefas (Q. 05). As respostas indicaram que sensações de mal-estar estiveram praticamente ausentes durante a experiência, e que o tempo previsto para descanso entre os testes das técnicas foi suficiente, como mostra a Figura 33.
As questões 6 e 11 procuraram avaliar a interface visual do AV. A primeira avaliava o feedback visual (Q. 06), na qual metade dos usuários caracterizaram como totalmente satisfatório. Já as respostas da segunda questão (Q. 11), que avaliava a convicção de ter posicionado corretamente o objeto no local desejado, indicaram que o cenário apresentou uma sensação de profundidade aceitável, apesar da ausência de recursos de estereoscopia. A Figura 34 apresenta os resultados referentes a estas questões.
Figura 33. Distribuição das respostas nas questões que avaliam desconforto e descanso.
Figura 34. Distribuição das respostas nas questões que avaliam a interface visual do AV. Características da tarefa foram avaliadas pelas questões 7, 12, 13 e 14. A primeira, relacionada ao nível de dificuldade da tarefa (Q. 07), apresentou uma variabilidade de respostas, as quais tiveram relação com o nível de conhecimento de RV do participante. Já a questão 12 (Q. 12) apontou como fator de influência no desempenho o fato de que, a cada colisão no cenário virtual, era necessário pegar novamente o objeto desejado. Por sua vez, a questão 13 (Q. 13) estabeleceu entre baixa e moderada impaciência o grau de irritabilidade causado pelas constantes colisões. Por fim, a questão 14 (Q. 14), avaliou
como pouco relevante a pressão exercida pelo tempo limite existente para realizar a tarefa no AV. Os resultados destas questões podem ser visualizados na Figura 35.
Figura 35. Distribuição das respostas nas questões que avaliam características da tarefa. Uma avaliação entre as técnicas de interação foi contemplada pelas questões 9 e 10, as quais buscavam avaliar o grau de satisfação dos recursos oferecidos pelas técnicas. A Figura 36 apresenta uma comparação com base nas respostas dos sujeitos, as quais indicam uma leve vantagem no uso da técnica HOMER (Q. 10) sobre a ray-casting (Q. 09), corroborando com a avaliação de desempenho da Seção 4.5.2.
Figura 36. Distribuição das respostas nas questões que avaliam a interface visual do AV. Por fim, as questões 8 e 15 avaliaram pontos importantes do protocolo utilizado. A questão 8 (Q. 08) analisou as instruções do experimento (Apêndice C), consideradas como esclarecedoras, enquanto que a questão 15 (Q. 15) avaliou a sequência de passos do protocolo, apontada como totalmente satisfatória pelos participantes. Os resultados podem ser visualizados na Figura 37.
Nesta etapa também foi solicitada a colaboração dos participantes por meio de comentários descritivos no questionário pós-teste. A Tabela 4 e a Tabela 5 apresentam uma compilação das contribuições relatadas pelos sujeitos durante o estudo piloto.
Tabela 4. Comentários dos usuários durante o questionário pós-teste.
Natureza da Dificuldade Momentos de irritação, desconforto ou dificuldade
Em relação aos dispositivos
Cabo do HMD ficou preso algumas vezes, restringindo um pouco o movimento da cabeça.
A resolução do HMD é baixa (640x480).
Os cabos dificultaram alguns movimentos. O dispositivo de manuseio era um pouco largo, e causou um pouco de desconforto.
Em relação ao ambiente virtual
Nos momentos de colisão nos cantos do cenário, foi difícil determinar a superfície onde o objeto colidiu.
A ausência de estereoscopia causou um leve incômodo, tornando complicado “imaginar” a posição do sofá, e acostumar- se com o fato.
Faltam sombras nos objetos para se ter noção de distâncias e evitar colisões com o cenário.
Em relação às técnicas de interação
Girar o objeto ao redor do eixo vertical é desconfortável, pois é necessário girar o punho além do limite.
A técnica por raio é muito mais frustrante pela dificuldade em girar o objeto.
Em relação à satisfação do usuário
A primeira tarefa foi mais desconfortável, pois não havia entendido muito bem como mover o objeto, e demorei a perceber que eram as colisões que me obrigavam a pegar novamente o objeto.
Realmente, é frustrante ter que pegar o objeto toda vez que ocorre uma colisão. Atrapalhou na primeira tarefa, porém a partir da segunda já estava acostumado e cuidava para não colidir. Quando me lembrei do limite de tempo, fiquei ansioso para completar a tarefa.
Houve algum desconforto devido à entrada de luminosidade externa no meu campo de visão.
Tabela 5. Sugestões dos usuários durante o questionário pós-teste.
Natureza da Dificuldade Dicas, críticas ou elogios
Em relação aos dispositivos
Uma melhor forma de pressionar o botão, evitando ter que procurá-lo durante a interação.
Melhorar a posição dos fios para não “prender” o usuário.
Em relação ao ambiente virtual
Uma sinalização visual ou sonora ajudaria na identificação das colisões.
Incluir sombra nos objetos, para melhorar a sensação de profundidade, ou usar estereoscopia.
Em relação à satisfação do usuário
A tentativa de irritar o usuário foi válida, e teve relação com a técnica que eu usava no momento.
Dependendo do usuário, o número excessivo de colisões poderia levar a desistência da experiência.
Em relação ao protocolo e a metodologia proposta
Gravar a sessão em vídeo.
Em pesquisas futuras, comparar o uso de dispositivos usando medidas fisiológicas, como, por exemplo, exibir um vídeo no HMD e no monitor.
Limpar sensores fisiológicos e HMD perante o usuário, antes de cada teste.
Utilizar uma imagem de fundo no HMD entre um teste e outro, ou desligá-lo. As imagens “fora de sincronismo” cansam os olhos. Durante a sessão basal, definir se os olhos devem ficar abertos ou fechados. Uma música de fundo poderia também relaxar mais o participante.
Testar o mesmo usuário em horários diferentes. Escurecer mais a sala de testes.