2. Kavramsal Çerçeve
2.2. Güç Kavramı ve Gücün Tanımı
2.2.2. French ve Raven’a göre gücün kaynakları
2.2.2.5. Uzmanlık gücü
Nella parte del programma dove si manifestano i valori fondamentali si ha la prima vera e propria definizione di popolo:
«A nação é composta por uma comunidade de pessoas com uma mesma herança étnico- historica. O sentindo de comunidade uniforme e una apoia-se apenas numa etnia característica do povo português em que existe de Norte a Sul de Portugal de forma homogénea a partir do século XVII.» (39)
nazione caratterizzata storicamente, etnicamente e geograficamente. Si comprende meglio la concezione di popolo del PNR quando si analizza qual'è il loro rapporto con l'istituzione familiare:
Para o PNR a Família é a célula básica da comunidade, o espaço natural de aprendizagem dos valores e tradições. Consideramos que é dever do Estado salvaguardar os direitos da Família, entendida esta em sentido tradicional como a união de um homem e uma mulher com vista a assegurar descendência (o pai, a mãe e os filhos).(40)
[...Deve [...] ser protegida a todo o custo
[...]entendemos a Família como uma unidade indivisível formada por espiritualidade, politica, cultura, de sangue e de terra como organismos vivos desta comunidade.(41)
La famiglia insieme alla patria occupa un posto privilegiato nell'insieme di valori che compongono l'ideologia del PNR, questa, definita come «cellula basica della comunità»(42), deve essere difesa a tutti i costi in quanto le è attribuita la funzione di
formazione delle nuove generazioni che può avvenire in maniera "sana" solo se questa è composta "naturalmente" ovvero da un uomo e da una donna:
«[...]presença natural de um elemento feminino e masculino, seio fundamental para uma educação e crescimento saudável das crianças» (43)
Benché nel programma non compaia nessun riferimento alla omosessualità queste sono state fatte trasparire in una manifestazione della primavera del 2011 dove i militanti del PNR hanno mostrato una posizione nettamente ostile rispetto alla omosessualità, a cui associano direttamente la pedofilia come funzione causa effetto.
«Família está no centro de todos os ataques dos sucessivos governos e dos lóbis capitalistas. Ao destruírem os valores de pertença do homem a uma família e a uma comunidade, trocando-as pelo individualismo, os mundialistas (quer os da vertente
marxista, quer os da vertente liberal- capitalista) poderão mais facilmente desenraizar culturalmente os cidadãos e globalizar o mundo.»(44)
La famiglia è in una situazione di grave pericolo in quanto soggetta agli attacchi dei classici nemici dei partiti populisti: il Governo, ovvero i partiti del sistema, e le lobbies economiche. Si dà vita ad una teoria del complotto dove lo sgretolamento dei legami famigliari tradizionali è visto come tentativo dei "mondialisti" di controllare il mondo eliminandone le differenze culturali. Se consideriamo la centralità che la famiglia occupa nell'ideologia del PNR ad essere in pericolo non è solo questa bensì in gioco c'è la sopravvivenza stessa del popolo. Lo schema logico è chiaramente quello populista dove in questo contesto il popolo si avvicina a quel «popolo ethnos» definito da Meny e Surel(45).
Il popolo, concepito in termini organicistico-ontologici si fa risalire a legami di sangue, legami con gli eroi portoghesi, molto distante dalle qualità comuni dell' «ordinary people» enfatizzate nel «popolo plebs»(46):
Azul:
«É a cor das Armas de D. Afonso Henriques, e foi adoptada para a primeira bandeira
nacional: Cruz azul, sobre fundo prata.
Atribuímos também o azul à elevação do homem. Uma dimensão vertical que aponta para o alto e eleva. Azul é ainda a cor do mar que é inseparável da História de Portugal.
V ermelho:
Atribuímos também ao vermelho a representação do sangue. O derramado nas batalhas dos nossos antepassados e por isso uma homenagem, mas também o herdado e por isso uma ligação estreita à nossa identidade..»(47)
Ancorato saldamente al passato il PNR trova l'heartland intorno alla fiamma del suo simbolo in un passato mitico ed eticizzato (Annesso II.VIII).
fogueira que reúne à sua volta os membros da comunidade, de presença, que marca uma
posição e afugenta os agressores.
A Chama é símbolo de união da comunidade ancestral. A Chama como símbolo numa organização é um archote comum que se partilha, passa de mão em mão, e a todos aquece. Que só se apaga com egoísmos e a indiferença face aos únicos valores que a criaram, mas, nunca enquanto estiver em nós viva.»(48)
L'appello al «popolo ethnos» è sottolineato anche dalla continua preferenza nazionale. Si trova in campo:
a) culturale:
«[...] atitude imposta e generalizada em todas as áreas que desvaloriza a nossa cultura, produção e direito para dar valor ao estrangeiro em geral, criando situações inconcebíveis de preferência de opções sociais a estrangeiros, de valorização artística e cultural externa criando uma amálgama tal que nada já é nada e tudo é permitido desde que as directrizes sejam as da multi- culturalização e de um vazio total de conteúdo tradicional e nacional. Com sinal contrário a esta ordem estabelecida, defendemos vigorosamente a preservação e valorização da nossa unidade étnico- cultural.»(49)
b) economico:
«Promover a criação de uma “marca nacional”, que transmita uma ideia de qualidade do produto, oposta à ideia de preço baixo ou mão-de-obra barata.
Dar prioridade à energia nacional e europeia. Reduzir a dependência energética de países extra- comunitários, nomeadamente muçulmanos.»(50)
c) sportivo:
«Acabar com a lógica do número ilimitado de estrangeiros a jogar nos clubes portugueses, a chamada “Lei Bosman”, voltando a impor um limite de não-portugueses a jogarem nos nossos clubes. Com isto, as equipas voltarão a ser preenchidas quase na totalidade por jogadores portugueses»(51)