• Sonuç bulunamadı

CASTRO FARIA, L. Antropologia: escritos exumados. Espaço circunscrito:

tempos soltos. Niterói: EDUFF, 1998.

CID, Maria Rosa Lopez. O aperfeiçoamento do homem por meio da seleção:

Miranda Azevedo e a divulgação do darwinismo, no Brasil, na década de 1870.

Dissertação de Mestrado – Casa de Oswaldo Cruz – Fiocruz, Rio de Janeiro, 2004. COLLICHIO, Terezinha Alves Ferreira. Miranda Azevedo e o darwinismo no

Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo,

DA MATTA, Roberto. Relativizando: Uma Introdução à Antropologia Social. 3. ed. Petrópolis: Editora Vozes Ltda, 1983.

DANTAS, Elza Alves. As letras da lei X as leis das letras: exame de capacidade

profissional e a instrução pública na província do Ceará (1856 - 1888).

Dissertação de Mestrado em História Social – UFC, Fortaleza, 2010.

DANTES, Maria Amélia M. (Org.). Espaços da Ciência no Brasil: 1800-1930. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001.

DARNTON, Robert. A questão dos livros: passado, presente e futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

DESMOND, Adrien J. A causa sagrada de Darwin. Raça, escravidão e a busca

pelas origens da humanidade. Rio de Janeiro: Record, 2009.

DIAS, Maria Odila Leite da Silva. A interiorização da metrópole e outros estudos. São Paulo: Alameda, 2005.

DOMINGUES, Heloisa Maria Bertol et al. (Org.). Darwinismo, meio ambiente,

sociedade. São Paulo: Via Lettera; Rio de Janeiro: MAST, 2009.

______.; SÁ, Magali Romero. Controvérsias Evolucionistas no Brasil do Século

XIX. IN: DOMINGUES, Heloisa Bertol et.al. (Org.). A recepção do darwinismo no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2003.

______. O homem, as ciências naturais e o Brasil no século XIX. In: Revista do

Arquivo Nacional. Rio de Janeiro, v. 22, nº 1, 2009, p. 167-178.

DUARTE, Regina Horta. História e biologia: diálogos possíveis, distâncias

necessárias. In: Hist. cienc. Saúde – Manguinhos, v.16, nº4, Rio de Janeiro Oct./ Dec. 2009.

DUARTE, Rones da Mota. Natureza, terra e economia pastoril – Soure (CE):

1798-1860. Dissertação de Mestrado em História Social – UFC, Fortaleza, 2012. ELIAS, Nobert. O processo civilizador: uma história dos costumes. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. (Volume 1).

FARIA, Felipe. Georges Cuvier: do estudo dos fósseis à paleontologia. 1.ed. São Paulo: Associação Filosófica Scientia Studia: Editora 34, 2012.

FERNANDES, Ana Carla Sabino. A Imprensa em pauta: entre as contendas e

paixões partidárias dos jornais Cearense, Pedro II e Constituição na segunda metade do século XIX. Dissertação de Mestrado em História Social – UFC, Fortaleza, 2004.

FERREIRA, Ricardo. Quando Wallace concebeu sua lei sobre o surgimento e

novas espécies? In: DOMINGUES, Heloisa Maria Bertol et al. (Org.). Darwinismo, meio ambiente, sociedade. São Paulo: Via Lettera; Rio de Janeiro: MAST, 2009.

FIGUEIREDO, Betânia Gonçalves; CONDÉ, Mauro Lúcio Leitão. Ciência, História e

Teoria. Belo Horizonte: Argvmentvm Editora, 2005.

FILHO, Júlio Cesar da Fonseca. O Ceará e a Proclamação da República. In:

Revista do Instituto do Ceará. Fortaleza. Typographia Minerva, 1924, Tomo

Especial XXXVIII.

FOUCAULT, Michel. Em defesa da sociedade: curso do Collège de France

(1975-1976) / tradução Maria Ermantina Galvão. – São Paulo: Martins Fontes, 1999. – (Coleção tópicos).

FREITAS, Bruno Cordeiro Nojosa de. A exaltação dos eleitos: evolução eleitoral

e política do Império (Ceará – 1846-1860). Dissertação de Mestrado – UFC,

Fortaleza; 2011.

GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes. O cotidiano e as ideias de um moleiro

perseguido pela inquisição. São Paulo: Companhia das letras, 1987.

GIRÃO, Raimundo. O Abolicionista Studart. In: Revista do Instituto do Ceará. Fortaleza. Editora A. Batista Fontenele, 1956, Tomo Especial.

______.; SOUSA, Maria da Conceição. Dicionário da Literatura Cearense. Fortaleza: Imprensa Oficial do Ceará, 1987, p.84.

GIRÃO, Valdelice Carneiro. O Ceará no Senado Federal. Brasília, 1992.

GOMES, Ângela de Castro. Escrita de si, escrita da História: a título de prólogo. In: GOMES, Ângela de Castro (org). Escrita de si, escrita da História. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2004.

________________________. Em família: a correspondência entre Oliveira Lima

e Gilberto Freyre. In: GOMES, Op. Cit.

GOULD, Stephen Jay. A falsa medida do homem. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

GUALTIERI, Regina Cândida Ellero. Evolucionismo no Brasil. Ciência e

Educação nos Museus 1870 – 1915. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2008.

GUIMARÃES, Hugo Victor. Deputados Provinciais e Estaduais do Ceará. Assembleias Legislativas 1835 – 1947. Fortaleza: Editora Juridica LTDA, 1947, p.334-335.

GUIMARÃES, Manoel Luíz Salgado. Nação e Civilização nos trópicos: O Instituto

e Geográfico Brasileiro e o Projeto de uma História Nacional. In: Estudos Históricos. Rio de Janeiro, nº 1, 1998, p.5-27.

HEIZER, Alda; PASSOS, Antonio Augusto. (Org.). Ciência, civilização e Império

______. Ciência, civilização e República nos trópicos. Rio de Janeiro: Mauad X: Faperj, 2010.

HELFERICH, Christoph. História da Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2006. HOBSBAWN, Eric J. A era do capital 1848 - 1875. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.

______. Nações e nacionalismo desde 1780: programa, mito e realidade. 4. ed.

São Paulo: Paz e Terra, 2004.

HOLTEN, Birgitte; STERLL, Michael. Peter Lund e as grutas com ossos em

Lagoa Santa; tradução Luiz Paulo Ribeiro Vaz. Belo Horizonte: Editora UFMG,

2011.

HORTA, Marcio Rodrigues. O impacto do manuscrito de Wallace de 1858. Sci.

stud. [online]. 2003, vol.1, n.2, p. 217-229.

______. A primeira teoria evolucionista de Wallace. Sci. stud. [online]. 2003, vol.1, n.4, p. 519-530.

KEULLER, Adriana Tavares do Amaral Martins. Os Estudos Físicos de

Antropologia no Museu Nacional do Rio de Janeiro: cientistas, objetos, ideias e instrumentos (1876 - 1939). Tese de Doutoramento – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. São Paulo: 2008.

KURY, Lorelai. A Comissão Científica de Exploração (1859-1861). A ciência

imperial e a musa cabocla. In: HEIZER, Alda; PASSOS, Antonio Augusto. (Org.). Ciência, civilização e Império nos trópicos. Rio de Janeiro: Access, 2001.

KUHN, Thomas S. A Estrutura das Revoluções Científicas. 10. ed. São Paulo, SP: Perspectiva, 2011.

LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1990.

LEITE, Dante Moreira. O Caráter Nacional Brasileiro: historia de uma

ideologia. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1969.

LEVI, Giovanni. Usos da biografia. In: FERREIRA, Marieta de Moraes e AMADO, Janaína. Usos e abusos da história oral. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1996.

______. A herança imaterial: trajetória de um exorcista no Piemonte do século

XVII. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.

LIMA, Aline Silva. Um projeto de combate às secas os engenheiros civis e as

açude Tucunduba (1909- 1919). Dissertação de Mestrado em História Social

UFC, Fortaleza, 2010.

LIMA, Nísia Trindade. Um sertão chamado Brasil: intelectuais e representação

geográfica da identidade nacional. Rio de Janeiro: Revan> IUPERJ, UCAM, 1999.

LOPES, Maria Margaret. O Brasil descobre a pesquisa científica: os museus e

as ciências naturais no século XIX. Editora Hucitec: São Paulo, 1997.

______. O local musealizado em nacional – aspectos da cultura das ciências

naturais no século XIX, no Brasil. In: HEIZER, Alda; PASSOS, Antonio Augusto.

(Org.). Ciência, civilização e Império nos trópicos. Rio de Janeiro: Access, 2001. ______. Mais vale um jegue que me carregue, que um camelo que me derrube...

Lá no Ceará. In: Revista Manguinhos. v.3, Mar. – Jun., 1996.

MACAMBIRA, Débora Dias. Impressões do tempo. Os almanaques do Ceará

(1870-1908). Dissertação de Mestrado em História Social – UFC, Fortaleza, 2010. MACEDO, Nertan. O clã de Santa Quitéria. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora Renes, 1980.

MALERBA, Jurandir (org.). A história escrita: teoria e história da historiografia. São Paulo: Contexto. 2006.

MARÍAS, Julían. História da Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

MARTINS, Lilian Al-Chueyr Pereira. A teoria da progressão dos animais de

Lamarck. Dissertação de Mestrado: UNICAMP, 1993.

______. Herbert Spencer e o neolamarckismo: um estudo de caso. In: MARTINS, R. A; MARTINS, L. A. C., SILVA, C. C.; FERREIRA, J. M. H., (eds. ).

Filosofia e história da ciência no Cone Sul: 3º Encontro. Campinas: AFHIC, 2004,

p.281-289.

MARTINS, Roberto de Andrade. Thomas Huxley, o debate entre ciência e

religião, e a educação. In: HUXLEY, Thomas Henry. Escritos sobre ciência e religião; tradução Jézio Gutierre. São Paulo: Editora UNESP, 2009. (Pequenos

frascos).

MAYR, Ernst. Biologia, ciência única: reflexões sobre a autonomia de uma

disciplina científica. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

MELO, Regiany Gomes. Crítica de Feuerbach às religiões em defesa do homem

integral e da natureza não-instrumentalizada. In: Intuitio, Porto Alegre, v.4, nº 2,

2011.

MIRANDA, Júlia. O poder e a fé: discurso e prática católicos. Fortaleza, Edições UFC, 1987.

MONTENEGRO, João Alfredo de Sousa. O Trono e o Altar: as vicissitudes do

Tradicionalismo no Ceará, 1817-1978. Fortaleza, BNB, 1992.

MURARI, Luciana. Natureza e cultura no Brasil. São Paulo: Alameda, 2009.

NEVES, Frederico de Castro. A multidão e a história: saques e outras ações de

massas no Ceará. Rio de Janeiro: Relume Dumará; Fortaleza, CE: Secretaria de

Cultura e Desporto, 2000.

NEVES, Margarida de Souza. Os cenários da República: o Brasil na virada do

Benzer Belgeler