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13. REHBER SERVİSİ UYGULAMALARI

13.2 Uygulama 2:

utiliz´a-las em conjunto com as formula¸c˜oes condensadas, T GPC e ST GPC, torna-se

necess´ario reescrevˆe-las da seguinte forma: X ℓ∈A+ℓ(i) wℓ ≤ NiT , ∀i ∈ Nℓe; (3.16) X ℓ∈A− ℓ(i) wℓ ≤ NiR , ∀i ∈ N e ℓ. (3.17)

3.4

Traffic Grooming e Reconfigura¸c˜ao de Rede

Em conformidade com os objetivos deste trabalho (ver se¸c˜ao 1.2), esta se¸c˜ao apre- senta uma extens˜ao dos modelos propostos anteriormente para um horizonte de planejamento limitado.

Conforme destacado na revis˜ao da literatura (ver subse¸c˜ao 2.3.2), no TGP di- nˆamico em que se leva em considera¸c˜ao quest˜oes sobre a reconfigura¸c˜ao da rede, utiliza-se um conjunto de matrizes para caracterizar o tr´afego. O padr˜ao de tr´afego pode mudar dentro deste conjunto de matrizes durante um certo per´ıodo de tempo (por exemplo, ao longo de um dia, uma semana ou um mˆes), tornando-se neces- s´ario realizar uma eventual reconfigura¸c˜ao da rede quando o padr˜ao de tr´afego se altera de uma matriz para outra do conjunto. Por reconfigura¸c˜ao entende-se uma modifica¸c˜ao da topologia virtual para atendimento das novas requisi¸c˜oes realizada preferencialmente sem a interrup¸c˜ao das conex˜oes j´a existentes (por exemplo, atra- v´es da utiliza¸c˜ao dos comprimentos de onda j´a em uso ou da aloca¸c˜ao de novos comprimentos de onda).

Este problema ´e denominado de Traffic Grooming and Reconfiguration Problem – TGRP e sua abordagem por completo foge do escopo deste trabalho. Contudo, um investiga¸c˜ao preliminar foi conduzida procurando-se determinar a adequa¸c˜ao das abordagens propostas para os modelos anteriores em resolver o TGRP.

Em particular, apesar do padr˜ao de tr´afego poder variar de diferentes maneiras, neste trabalho s´o foi considerado um padr˜ao de tr´afego incremental, conforme de- fini¸c˜ao adotada em [55]. Entende-se por padr˜ao de tr´afego incremental aquele que ´e dinˆamico e que, por´em, nunca ´e terminado. Isto representa, segundo os autores em [55], a situa¸c˜ao em que se espera que os tr´afegos tenham uma longa dura¸c˜ao (holding time) como no caso do aprovisionamento de conex˜oes de alta velocidade.

Para se formular matematicamente o TGRP deve-se antes construir uma re- presenta¸c˜ao estendida da rede conforme foi discutido na subse¸c˜ao 3.1.1. A subse- ¸c˜ao 3.4.1 introduz a nota¸c˜ao utilizada, bem como uma formula¸c˜ao de programa¸c˜ao matem´atica para o problema. Semelhante ao que foi realizado antes, tal formula¸c˜ao pode ser simplificada pela ado¸c˜ao de uma representa¸c˜ao em camadas (conforme dis- cutido na subse¸c˜ao 3.1.3), resultando em uma formula¸c˜ao condensada do problema (subse¸c˜ao 3.4.2) que ´e utilizada no restante deste trabalho.

3.4.1

Formula¸c˜ao Matem´atica do TGRP

Considere a seguinte nota¸c˜ao a ser utilizada na formula¸c˜ao de programa¸c˜ao mate- m´atica associada ao TGRP, cuja representa¸c˜ao estendida seja G = (N, A):

N representa o conjunto de n´os, que pode ser particionado em dois sub- conjuntos disjuntos, N = Ne∪ No, em que Ne representa o conjunto

de n´os de add-drop e No representa o conjunto de n´os ´oticos;

A representa o conjunto de arcos, que pode ser particionado em dois, A = Ae∪ Ao, em que Ae representa o conjunto de arcos entre n´os de

add-drop e os n´os ´oticos, enquanto que Ao representa o conjunto de

arcos entre n´os ´oticos;

T representa o conjunto de per´ıodos, tal que T = {1, 2, . . . , nt}, em que

nt representa o n´umero total de per´ıodos;

C representa o conjunto de containers virtuais (ou comprimentos de onda), tal que C = {1, 2, . . . , W }, em que W representa o n´umero total de containers virtuais (ou comprimentos de onda) dispon´ıveis; P representa o conjunto de produtos a serem transportados, tal que P =

{tp = (sp, dp, fp1, fp2, . . . , fpnt, mp) | sp ∈ Ne, dp ∈ Ne, mp ∈ Z+, 1 ≤ p ≤

np e fpt ∈ Z+, 1 ≤ p ≤ np, 1 ≤ t ≤ nt}, em que np ´e o n´umero total de

produtos e ft−1

p ≤ fpt, t = 2, . . . , nt, ∀tp ∈ P ;

sp representa o n´o de origem do produto tp ∈ P ;

dp representa o n´o de destino do produto tp ∈ P ;

ft

p representa a quantidade (em n´umero de canais) do produto tp ∈ P que

deve ser transportada de sp a dp no per´ıodo t ∈ T ;

mp representa a quantidade m´axima (em n´umero de canais) do produto tp ∈

P que pode ser transportada em um container virtual (ou comprimento de onda);

ct

ijk representa o custo de utiliza¸c˜ao do container virtual (ou comprimento

de onda) k ∈ C no arco (i, j) ∈ A no per´ıodo t ∈ T .

Cumpre destacar que a suposi¸c˜ao do tr´afego ser incremental est´a representada na defini¸c˜ao de P , em que o tr´afego de um per´ıodo n˜ao ´e menor que o tr´afego do per´ıodo anterior, ou ainda, ft−1

p ≤ fpt, t = 2, . . . , nt, ∀tp ∈ P . Al´em disso, as seguintes

vari´aveis s˜ao utilizadas na formula¸c˜ao do TGRP:

fijkpt representa a quantidade (em canais) do produto tp ∈ P que trafega

atrav´es do arco (i, j) ∈ A utilizando o container virtual k ∈ C no per´ıodo t ∈ T ;

wt

ijk indica o uso do container virtual k ∈ C no arco (i, j) ∈ A no transporte

de algum produto no per´ıodo t ∈ T .

Por fim, considere que a capacidade de um container virtual (ou comprimento de onda) ser´a dada por:

∆ = mmc3{ m

p | ∀tp = (sp, dp, fp1, fp2, . . . , f nt

p , mp) ∈ P }.

Ao passo que a contribui¸c˜ao (ou melhor, a ocupa¸c˜ao) correspondente a uma unidade de fluxo de um produto transportado em um container virtual ´e representada

3.4. TRAFFIC GROOMING E RECONFIGURA ¸C ˜AO DE REDE 57 por:

δp = ∆/mp, ∀tp ∈ P .

Sendo assim, a formula¸c˜ao de programa¸c˜ao matem´atica, T GRP , associada ao problema ´e dada por:

(T GRP ) minX t∈T X k∈C X (i,j)∈A

ctijkwijkt (3.18a)

sujeito a: X k∈C X (i,j)∈Ae fijkpt −X k∈C X (j,i)∈Ae fjikpt =    ft p, i = sp −fpt, i = dp 0, i 6= sp6= dp , ∀tp∈ P, ∀i ∈ Ne, ∀t ∈ T (3.18b) X (i,j)∈A fijkpt − X (j,i)∈A fjikpt = 0 , ∀k ∈ C, ∀tp∈ P, ∀i∈ No, ∀t∈ T (3.18c) X tp∈P

δpfijkpt ≤ ∆ Pt˜t=1wtijk˜ , ∀k ∈ C, ∀(i, j) ∈ A, ∀t ∈ T (3.18d)

X

(i,j)∈A

wijkt −X

(j,i)∈A

wtjik= 0 , ∀k ∈ C, ∀i ∈ No, ∀t ∈ T (3.18e) X

t∈T

wtijk ≤ 1 , ∀k ∈ C, ∀(i, j) ∈ A (3.18f) fijkpt ≥ 0 , ∀k∈C, ∀tp∈P, ∀(i, j)∈A, ∀t∈T (3.18g)

wtijk ∈ {0, 1} , ∀k ∈ C, ∀(i, j) ∈ A, ∀t ∈ T (3.18h) fijkpt inteiro , ∀k∈C, ∀tp∈P, ∀(i, j)∈A, ∀t∈T (3.18i)

A fun¸c˜ao objetivo dada por (3.18a) procura minimizar o custo total de utiliza¸c˜ao e/ou aloca¸c˜ao dos containers virtuais. As restri¸c˜oes (3.18b) e (3.18c) garantem a conserva¸c˜ao de fluxo dos produtos para os n´os de add-drop e para os n´os ´oticos. Vale ressaltar que nas restri¸c˜oes (3.18b) todo o fluxo que entra ou sai de um n´o de add- drop (independentemente do comprimento de onda utilizado para transport´a-lo) ´e considerado nos somat´orios, permitindo assim que o fluxo de um produto, que entre em um n´o de add-drop utilizando um dado comprimento de onda, venha a deixar o mesmo n´o atrav´es de um outro comprimento de onda. J´a o mesmo n˜ao se aplica aos n´os ´oticos, uma vez que as restri¸c˜oes (3.18c) s˜ao escritas separadamente para cada comprimento de onda k ∈ C.

As restri¸c˜oes (3.18d) imp˜oem um limite sobre o volume total de produtos trans- portados atrav´es de um container virtual no arco (i, j) ∈ A, isto ´e, um limite sobre a capacidade dos containers virtuais, al´em de estabelecer uma liga¸c˜ao entre as vari´aveis de fluxo (fijkpt) e de decis˜ao (wt

ijk). J´a as restri¸c˜oes (3.18e) garantem a continuidade

dos lightpaths, al´em de serem respons´aveis, juntamente com a estrutura do grafo, pela n˜ao bifurca¸c˜ao dos mesmos. As restri¸c˜oes (3.18f) garantem que a aloca¸c˜ao de um container virtual ocorra em um ´unico per´ıodo.

Por tr´as da utiliza¸c˜ao das restri¸c˜oes (3.18e) e (3.18f) est´a a op¸c˜ao de se conside- rar que uma vez alocada uma capacidade em um dado per´ıodo (ou ainda, alocado um container virtual ) n˜ao poder´a ocorrer outra aloca¸c˜ao no futuro e a capacidade

(container virtual ) estar´a dispon´ıvel em todos os per´ıodos seguintes ao da aloca¸c˜ao inicial. Vale dizer tamb´em que o custo de aloca¸c˜ao s´o ser´a contabilizado para o per´ıodo inicial de aloca¸c˜ao.

Finalmente, as restri¸c˜oes (3.18g), (3.18h) e (3.18i) definem as vari´aveis de fluxo (fijkpt) como vari´aveis inteiras e n˜ao negativas, enquanto que as vari´aveis de decis˜ao (wt

ijk) s˜ao definidas como bin´arias.

Como mencionado acima, uma vez alocada uma capacidade (alocado um con- tainer virtual ), ela estar´a dispon´ıvel para todos os demais per´ıodos no futuro. Isto contribui em parte para que o roteamento de per´ıodos anteriores n˜ao seja drasti- camente modificado apesar do modelo, a princ´ıpio, n˜ao fornecer nenhuma outra garantia expl´ıcita disso.

J´a em rela¸c˜ao a fun¸c˜ao de custo adotada, deve-se destacar que ela ´e semelhante a discutida anteriormente; contudo, ´e comum se supor a utiliza¸c˜ao de uma taxa de desconto que faz com que o custo de aloca¸c˜ao nos primeiros per´ıodos seja maior que nos ´ultimos. Isso, por sua vez, contribui para que a aloca¸c˜ao seja adiada o m´aximo poss´ıvel, uma vez que ser´a mais barato realiz´a-la no futuro.

3.4.2

Formula¸c˜ao Condensada do TGRP

A ado¸c˜ao da representa¸c˜ao em camadas (conforme discutido na subse¸c˜ao 3.1.3) per- mite reformular o problema de forma mais simples e compacta. Para tanto, deve-se considerar a seguinte nota¸c˜ao a ser utilizada na formula¸c˜ao matem´atica condensada para o TGRP cuja representa¸c˜ao em camadas, conforme descrito na subse¸c˜ao 3.1.3, seja dada pelo grafo Gℓ= (Nℓ, Aℓ):

Nℓ representa o conjunto de n´os da representa¸c˜ao em camadas, que pode

ser particionado em dois subconjuntos disjuntos, N = Ne

ℓ ∪ N

o ℓ, em

que Ne

ℓ representa o conjunto de n´os de add-drop e Nℓo representa o

conjunto de n´os ´oticos independentemente das camadas; Aℓ representa o conjunto de arcos da representa¸c˜ao em camadas;

ct

ℓ representa o custo de utiliza¸c˜ao do arco ℓ ∈ Aℓ no per´ıodo t ∈ T .

As tuplas do conjunto de produtos devem ser ajustadas de modo que os n´os de origem e destino de produtos correspondam aos n´os pertencentes a Ne

ℓ.

Al´em disso, as seguintes vari´aveis s˜ao utilizadas na formula¸c˜ao condensada do TGRP:

fpt representa a quantidade (em canais) do produto tp ∈ P que trafega

atrav´es do arco ℓ ∈ Aℓ no per´ıodo t ∈ T ;

wt

ℓ indica o uso do arco ℓ ∈ Aℓ no transporte de algum produto no per´ıodo

t ∈ T .

Como antes, a capacidade m´axima de qualquer um dos arcos ´e dada por ∆ (a mesma capacidade m´axima atribu´ıda antes a um container virtual ) e cada unidade de fluxo de um produto continua a consumir δpunidades de capacidade de transporte.

Por fim, novamente, A+ (i) ´e utilizado para representar o conjunto de todos os arcos que saem de um n´o i ∈ Nℓ, enquanto que A−ℓ (i) representa o conjunto de todos

os arcos que chegam em um n´o i ∈ Nℓ, isto ´e:

3.4. TRAFFIC GROOMING E RECONFIGURA ¸C ˜AO DE REDE 59 A−

ℓ (i) = {ℓ ∈ Aℓ | ℓ = (j, i), j ∈ Nℓ}, ∀i ∈ Nℓ.

Dessa forma, uma formula¸c˜ao condensada, T GRPC, associada ao problema ´e

dada por: (T GRPC) min X t∈T X ℓ∈Aℓ ctℓwtℓ (3.19a) sujeito a: X ℓ∈A+(i) fpt− X ℓ∈A− ℓ(i) fpt = bpti , ∀tp∈ P, ∀i ∈ Nℓ, ∀t ∈ T (3.19b) X ℓ∈A+(i) wt− X ℓ∈A− ℓ(i) wt = 0 , ∀i ∈ No, ∀t ∈ T (3.19c) X tp∈P δpfpt ≤ ∆ Ptt=1˜ w ˜ t ℓ , ∀ℓ ∈ Aℓ, ∀t ∈ T (3.19d) X t∈T wt ≤ 1 , ∀ℓ ∈ Aℓ (3.19e) fpt ≥ 0 , ∀tp∈ P, ∀ℓ ∈ Aℓ, ∀t ∈ T (3.19f) wt ∈ {0, 1} , ∀ℓ ∈ Aℓ, ∀t ∈ T (3.19g) fpt inteiro , ∀tp∈ P, ∀ℓ ∈ Aℓ, ∀t ∈ T (3.19h)

em que bpti ´e dado por:

bpti =    ft p , se i = sp −ft p , se i = dp 0 , se i 6= sp 6= dp ∀tp ∈ P, ∀i ∈ Nℓ, ∀t ∈ T . (3.20)

Cumpre reafirmar que a formula¸c˜ao T GRPC dada por (3.19a)–(3.19h) ´e total-

mente equivalente `aquela apresentada anteriormente, T GRP , atrav´es das equa¸c˜oes (3.18a)–(3.18i).

A fun¸c˜ao objetivo dada por (3.19a) procura minimizar o custo total de utiliza- ¸c˜ao/aloca¸c˜ao dos arcos da representa¸c˜ao em camadas. As restri¸c˜oes (3.19b) garan- tem a conserva¸c˜ao de fluxo dos produtos para todos os n´os da representa¸c˜ao em camadas. J´a as restri¸c˜oes (3.19c) garantem que a quantidade de arcos alocados que saem de um n´o ´otico ´e igual a quantidade de arcos alocados que chegam no mesmo n´o (sendo, assim, semelhantes `as restri¸c˜oes (3.18e), respons´aveis pela continuidade dos lightpaths). As restri¸c˜oes (3.19d), por sua vez, imp˜oem um limite sobre o vo- lume total de produtos transportados atrav´es de um arco ℓ ∈ Aℓ, al´em de estabelecer

uma liga¸c˜ao entre as vari´aveis de fluxo (fpt) e de decis˜ao (wt

ℓ), enquanto as restri¸c˜oes

(3.19e) limitam a aloca¸c˜ao do container virtual a no m´aximo um per´ıodo.

Finalmente, as restri¸c˜oes (3.19f), (3.19g) e (3.19h) definem as vari´aveis de fluxo (fℓpt) como vari´aveis inteiras e n˜ao negativas, enquanto que as vari´aveis de decis˜ao

(wt

3.4.3

Limitando o N´umero de GOXCs

De forma an´aloga ao que foi realizado na se¸c˜ao 3.2 para o TGP, pode-se tamb´em limitar a realiza¸c˜ao de grooming a um subconjunto dos elementos da rede no TGRP. Dessa forma, adotando-se um procedimento similar ao que foi realizado na se- ¸c˜ao 3.2, as formula¸c˜oes ST GRP e ST GRPC s˜ao obtidas. Essas formula¸c˜oes re-

presentam, respectivamente, as formula¸c˜oes “natural” e condensada do TGRP em que a capacidade de realiza¸c˜ao de grooming foi limitada a um subconjunto dos n´os. Contudo, tais formula¸c˜oes n˜ao s˜ao apresentadas neste texto, uma vez que represen- tam extens˜oes diretas das formula¸c˜oes de TGRP, T GRP e T GRPC, aplicando-se

as id´eias desenvolvidas na se¸c˜ao 3.2.

3.4.4

Limitando o N´umero de Transceivers

Por outro lado, `a semelhan¸ca do que foi realizado na se¸c˜ao 3.3, pode-se ajustar as formula¸c˜oes propostas para TGRP de modo a se representar as situa¸c˜oes em que a capacidade de realiza¸c˜ao de grooming ´e limitada pelo n´umero de transceivers (ou ADMs) existentes em cada elemento da rede.

Sendo assim, para se impor uma limita¸c˜ao sobre n´umero de transceivers existen- tes em cada elemento da rede, deve-se acrescentar o seguinte conjunto de restri¸c˜oes:

X k∈C X (i,j)∈Ae wt ijk ≤ NiT , ∀i ∈ N e, ∀t ∈ T ; (3.21) X k∈C X (j,i)∈Ae wtjik ≤ NiR , ∀i ∈ N e , ∀t ∈ T . (3.22) em que NT

i e NiR representam o n´umero de transmissores e receptores ´oticos, res-

pectivamente, existentes no elemento da rede associado ao n´o de add-drop i ∈ Ne.

Tais restri¸c˜oes podem ser utilizadas tanto em T GRP como em ST GRP ; por´em, para utiliz´a-las em conjunto com as formula¸c˜oes condensadas, T GRPC e ST GRPC,

torna-se necess´ario reescrevˆe-las da seguinte forma: X ℓ∈A+(i) wtℓ ≤ NiT , ∀i ∈ N e ℓ, ∀t ∈ T ; (3.23) X ℓ∈A− ℓ(i) wtℓ ≤ NiR , ∀i ∈ N e ℓ, ∀t ∈ T . (3.24)

Benzer Belgeler