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2.2. Turizm Sektöründe İlişkisel Pazarlama Yaklaşımı

2.2.1. Turizm Sektöründe İlişkisel Pazarlamanın Amaçları

Nesse capítulo, destaca-se alguns dos fios que ajudam a compor o tecido da escola desde a modernidade. Importante destacar que todo o texto deste trabalho está permeado pela subjetividade da pesquisadora, portanto a construção do aporte teórico é resultado do olhar feito pelas lentes da pesquisadora – poderiam ser outras; porém é uma construção histórica marcada pelas possibilidades e limites que compõem o momento.

Alguns fios foram fundamentais para compor a tecelagem do que é a escola hoje. Por outro lado, é possível visualizar na cultura de violência das instituições escolares conseqüências da utilização deles e, em alguns casos, a permanência deles sem uma nova configuração. Há paradoxos entre o avanço da técnica e a defasagem nas relações humanas na atualidade. Observa-se que a esperança de que a sonhada sociedade globalizada traria muitas respostas às necessidades dos indivíduos parece não se confirmar, pois as dúvidas, as inseguranças, o aumento da violência, a perplexidade diante das possibilidades da tecnologia e, ao mesmo tempo, a falta de capacidade para lidar com tudo o que está sendo produzido provoca no ser humano dificuldade em compreender-se como tal.

De um lado, os avanços tecnológicos, presentes cada vez mais na convivência diária e nos diferentes espaços, confirmando, assim, a capacidade de ciência técnica científica produzir bens para melhorar a vida do ser humano. De outro, a luta dos movimentos sociais por uma sociedade mais justa e igualitária que, aos poucos, parece estar perdendo as suas forças, já que é visível a descrença de que é possível algo além da técnica.

Há uma racionalidade funcional. O avanço da tecnologia exige, cada vez mais, respostas precisas e estratégicas, para dar conta de uma sociedade que consome e que vem se afastando do sentido do seu fazer e estar no mundo. O momento é de promessa, tanto da tecnologia quanto das mais variadas formas de manifestação na linha da espiritualidade. A tecnologia continua crescendo e se desenvolvendo. Com isso, ela se impõe no mundo da cada indivíduo, de forma a não poder negar a sua importância e a necessidade que cada um tem dela. Também, as facilidades que ela traz ajudam o ser humano a viver. Isto, porém, não é tudo.

Os movimentos na linha da espiritualidade prometem as mais variadas formas de salvar o indivíduo deste emaranhado no qual ele se encontra. São muitas as manifestações espiritualistas e as promessas de salvação: algumas, lançando mão de fórmulas mágicas, negando a capacidade do indivíduo de utilizar sua razão. De ambos os lados, há promessas de salvação e desconforto diante desta realidade que não tem respostas, nem tampouco caminhos muito claros para a solução de seus conflitos.

Há um desencantamento com o poder transformador da razão. O conhecimento científico, que parecia resolver todas as questões dos indivíduos, tem sido usado como estratégia para o domínio: a manipulação, a dominação e o controle dos indivíduos pela utilização de todo o aparato da razão técnica, a razão instrumental; a manipulação biológica e ideológica pelo conhecimento científico. A razão instrumental não tem fortalecido o ser humano, pelo contrário, o tem deixado preso e dominado, tornando-o impotente, com medos.

A ciência moderna, expressa na razão instrumental, torna o indivíduo manipulável política, econômica e psicologicamente, fazendo com que a identidade deste torne-se, cada vez mais, dependente da resignação a uma ordem que está fora de seu controle. O projeto do Iluminismo ressalta a crença de que, desenvolvendo uma mentalidade, por meio da razão, todos os males seriam vencidos. Através dela, seria possível fazer acontecer a sociedade igualitária. O progresso viria como conseqüência da utilização da razão: o progresso para viver melhor e a ética racional para orientar o viver humano. Kant (1724-1804), Marx (1818- 1883) e Hegel (1770-1831) foram os representantes dessa idéia. A humanidade poderia promover o seu próprio futuro de forma voluntária e consciente.

Depois de três séculos de investimento na razão, a humanidade se encontra em crise de valores. A dimensão técnico-científica, instrumental, teleológica ainda mantém a razão instrumental, com o objetivo de dominar os fenômenos externos. O capitalismo mantém-se inabalável com a utilização do conhecimento técnico-científico, pois se utiliza de sua força para dominar e crescer na sua organização. Alguns apresentam o triunfo do capitalismo sobre todas as demais formas de organização econômica e política. Não há mais futuro, somente o presente. Não há contradição, nem oposição. Este é o fim dos conflitos que alimentaram a luta política por anos.

No contexto atual, os conflitos estão como que escondidos em formas muito sutis. A sociedade capitalista prega a igualdade, mesmo na desigualdade social e econômica. Há tendência à padronização nas mais variadas expressões da vida. O que facilita o

gerenciamento do trabalho e da produção de bens não responde a outras demandas e necessidades dos indivíduos.

A humanidade vive carências profundas de base teórica, faltando fundamentação quanto ao futuro. A ciência positiva não se ocupa com a dimensão subjetiva e espiritual do ser humano, por não considerar que tenha sentido se ocupar dela. Diante dessa falta, a insegurança e a necessidade do ser humano se expressam na busca pela literatura futurística, especulativa e espiritualista.

A crise atual se configura como tal por colocar em suspeita a capacidade da razão em sustentar um projeto histórico e está relacionada à significação da vida humana e do poder de intervenção na realidade vivenciada. Tem sido bastante reforçada a idéia de que o ser humano não tem capacidade de intervir na realidade que se apresenta, restando-lhe aceitar o que está estabelecido, em uma atitude de resignação. O que está em questionamento é o sentido da cultura moderna e da sobrevivência do projeto do Iluminismo. É a crise contra a modernidade que elevou a razão como caminho para o desenvolvimento e que está gerando uma desconfiança em relação às virtudes e despertando desde esoterismos a irracionalismos. Questiona-se o que é ético, o que é justo. A dificuldade está em desenvolver a importância e o reconhecimento das virtudes e dos valores do ser humano.

É importante ressaltar qual a origem de toda essa crise. A razão em si e o desenvolvimento técnico-científico não são abomináveis, pelo contrário, respondem a necessidades do ser humano. A origem da crise se encontra no hiper-racionalismo. A razão tornou-se um instrumental, para justificar atitudes dogmáticas e totalitárias, que negaram o ser humano como tal.

A contradição está na cegueira que a razão provocou no ser humano, quando ela tem a função de possibilitar outros olhares. O que era para ajudar a ver melhor acabou cegando, impedindo a visão. A razão, assim, tornou-se a expressão do determinismo e absolutismo, tornou-se cega, negou-se, perdeu o seu espaço de construção de ser referência e, assim entendida, foi utilizada para criar e manter projetos políticos cruéis e desumanos, comprovando, cada vez mais, a sua ineficácia.

No entanto, o fato de a razão entrar em crise é normal e saudável, visto ser importante colocar-se em suspeita, questionar-se. O problema da crise atual é a tentativa da retirada da razão do cenário de desenvolvimento do ser humano, a rejeição da razão. Afirmar que a razão não tem mais nada a dizer é o que agrava a crise nesse contexto conturbado. Afirmar que o projeto da modernidade está acabado é o que está no cerne da crise.

Nesse contexto, o homem foi sendo destacado como um ser racional deixando de lado a questão da emoção, da dimensão política, social e estética. Essa é também uma parte da expressão da crise, tratar o ser humano como somente um ser racional. Ele é razão, mas também é emoção. Incluir as duas faces do ser humano continua sendo um desafio.

A grande perspectiva do projeto Iluminista foi o esclarecimento e a libertação, sendo Immanuel Kant (1724-1804) o representante desta sustentação: o esclarecimento pela capacidade cognitiva e na prática moral, desenvolvendo a capacidade de explicação e argumentação, assim como de desenvolvimento de princípios racionais para o agir humano. A autonomia do sujeito foi buscada com muita ênfase, e a crença de que ele pode desenvolver-se cada vez mais como ser capaz de fazer questionamentos também. A educação é o principal recurso para a formação de sujeitos cada vez mais críticos e para a construção da sociedade justa, livre e igualitária, pois aquela fornece os elementos necessários para o discernimento claro e assertivo, para o que deve ser assumido e o que deve ser descartado.

Surge, então, a idéia da educação como a grande redentora, como a responsável por transformar a sociedade. A educação, a partir do século XVIII, torna-se totalizadora. Muita energia é investida em propostas pedagógicas para dar conta dessa tarefa, e não faltam grupos trabalhando em educação com esse propósito.

No projeto da modernidade, a educação se constitui em um dos caminhos para o desenvolvimento do projeto e também é sua expressão, revelando a importância do quantitativo sobre as demais dimensões do processo de desenvolvimento do ser humano. Nietzsche (1844-1900) foi o primeiro a criticar o projeto da modernidade e a fé nessa pedagogia. Adorno (1995) destaca que é preciso que a educação inclua em seus programas e projetos a possibilidade de aprender sobre a barbárie, e que a escola, necessariamente, precisa discutir as questões da cultura. Para Adorno: “A cultura, que conforme sua própria natureza promete tantas coisas, não cumpriu a sua promessa. Ela dividiu os homens. A divisão mais importante é aquela entre trabalho físico e intelectual. Deste modo ela subtraiu aos homens a confiança em si e na própria cultura” (p. 164).

A tese do autor é de que a educação, ao invés de livrar os homens do medo, contribuiu para as grandes catástrofes.

O conflito está estabelecido, e o que está em crise é o projeto civilizatório moderno, elaborado pela ilustração européia a partir de princípios da cultura judaico-cristãos e aprofundado pelo movimento liberal do capitalismo e socialismo. Os conceitos que estão sendo questionados são: universalidade, subjetividade e autonomia. Como é possível sustentar

esses conceitos? Isso constitui conflito. Nesse contexto, proliferam os conceitos de particularismo, relativismo, hiperindividualismo, determinismo e esoterismo, aparecendo assim outro aspecto do conflito.

A crise da educação está ligada ao esgotamento do projeto da modernidade. Há limitadores e contradições na educação vigente. A pergunta que emerge é: o projeto de educação, nascido com o Iluminismo, está superado ou apresenta algum potencial de transformação? A resposta é buscar uma alternativa para a educação, caso contrário ela servirá somente como instrumento de reprodução e manipulação. Aqui se estabelece o conflito da educação. A pergunta é pela intencionalidade da ação educativa e pelos seus propósitos.

A teoria crítica afirma a capacidade de a educação retomar o seu potencial crítico e emancipador. Para Habermas (1987), por exemplo, a emancipação virá pela capacidade comunicativa que é a da razão de compreensão. A compreensão exige um processo cooperativo de interpretação e o reconhecimento intersubjetivo. Incluem-se aqui elementos importantes que alargam o uso da razão, quais sejam a interpretação e a dimensão da intersubjetividade.

Nesse sentido, falar de educação é se reportar a uma educação emancipatória que, segundo Habermas (1994), seria a expansão dos processos de ação comunicativa, sem dispensar os aspectos técnicos e científicos para o melhoramento da vida. O conhecimento é fundamental para o desenvolvimento de processos técnicos que facilitem e aperfeiçoem, cada vez mais, os recursos necessários para a vida. Porém, a emancipação do ser humano vem pelo desenvolvimento da capacidade comunicativa e pela utilização do conhecimento para o melhor viver em sociedade.

Na trajetória do desenvolvimento de práticas pedagógicas, na linha do desenvolvimento da autonomia, surgem as chamadas pedagogias ativas, em que o centro do ensino passou a ser o próprio sujeito, com base nas necessidades e capacidades – como defendeu Dewey (1859-1952), um dos expoentes da Escola Nova. Outro representante da idéia de construção da autonomia foi Decroly (1871-1932), ao defender a participação direta da criança no meio educativo.

O caminho de construção da autonomia no processo educativo se fortaleceu na medida em que as experiências foram sendo efetivadas e, da mesma forma, foi recebendo críticas e argumentações contrárias. No entanto, vale ressaltar que a educação deu passos significativos na busca de fundamentação para a construção de um sujeito mais autônomo.

Habermas (1994) é o grande defensor dessa idéia, priorizando a ação comunicativa, como uma das formas de desenvolver processos educativos com base na razão comunicativa.

A crise da educação é percebida de forma muito clara e se expressa em diferentes manifestações, dependendo do contexto, mas sempre apresentando a insuficiência de princípios para dar conta das necessidades do momento. A teoria habermasiana pode ser um potencial de renovação pedagógica pelo poder crítico da racionalidade humana e a concepção de conflito como algo positivo e importante para o processo de emancipação.

Alguns aspectos que revelam a crise da educação são: a falta de princípios e de valores claros; a inadequada formação dos educadores; falta de senso crítico e criatividade por parte dos educadores; a carência intelectual da clientela escolar; a falta de hábito de leitura e de escrita dos professores e dos estudantes; os currículos e os programas ultrapassados; a ausência das tecnologias atuais; as técnicas e os procedimentos pedagógicos improdutivos; a visão dicotômica entre teoria e prática; os conteúdos vagos, não atraentes e teoricamente pouco fundamentados; os critérios e os métodos de avaliação punitivos; os livros e os materiais didáticos inadequados e de má qualidade; as instalações precárias; a pouca valorização do poder público, do profissional do ensino e da educação, entre outras manifestações da crise.

A idéia de uma fundamentação racional, universal, para o saber e o educar, está sendo questionada. No contexto de dúvidas do que está sendo válido para a educação e para ressaltar que esta, de acordo com o projeto da modernidade, não tem mais validade, tem-se uma diversidade de concepções para os encaminhamentos da educação e dos projetos educativos. São múltiplas as fundamentações, com visões diversas – todas elas tentando dar respostas ao processo educativo.

Atualmente, ficam bem evidentes dois reducionismos: o conservadorismo e o relativismo pós-moderno. O conservadorismo, baseado na ideologia positivista, tecnocrática e funcionalista, apresenta uma visão antropológica pessimista, nega as conquistas sociais no campo dos direitos humanos. O pensamento neoconservador mantém a visão positivista da ciência e refuta a fundamentação racional das ações prático-morais humanas. Esse conflito repercute sobre o processo educacional. O mundo pedagógico se encontra em conflito, e as instituições de ensino têm lançado mão de diferentes abordagens teóricas para responder aos diversos questionamentos da educação.

Em alguns momentos, as escolas optam por perspectivas mais construtivistas, interacionistas e construcionistas. Em outros, acabam priorizando tendências mais diretivas. É

comum as escolas escolherem tendências mais tecnicistas e liberais, teorias mais críticas e de cunho mais social, assim como entrarem em certos ‘modismos pedagógicos’, sem muito aprofundamento.

É difícil identificar em qual teoria a instituição de educação está fundamentando seu projeto, gerando, desta forma, um conflito. Para resolver aqueles, inerentes ao processo educativo, não é fácil, porque há contradições que vêm das concepções e, em muitos casos, o método acaba traindo o que a instituição se propõe ou tem a intenção de propor como processo pedagógico. De acordo com Morin (2000), o conhecimento não é construído de forma linear, e é preciso incluir, neste processo, as complexidades do ser humano e da sociedade. Para isso, é necessário que a escola tenha clareza dos processos pedagógicos, assim como da forma pela qual é construído o conhecimento e as ações geradas a partir deste conhecimento.

Diante do quadro de insegurança, de dúvida e da ausência de perspectivas claras para a educação, qualquer proposição tem servido como alternativa de solução. Essa postura expressa a ausência da noção de verdade, vinculada à ética, e na contingência dos critérios de formulação do conhecimento. A escola tem mostrado dificuldade em ensinar os conhecimentos tecnicamente necessários para a vida no mundo atual e, conseqüentemente, de estabelecer os critérios de formação ética para o cidadão, que está inserido nesse mundo complexo.

Há, dessa forma, dúvidas do que ensinar e como agir – estes são conflitos reais na escola hoje, existindo confronto de concepções. A preparação para resolver conflitos e conviver com diferenças constitui dificuldade para os profissionais da educação.

Hoje estão em questionamento os fundamentos ontológicos e antropológicos do modelo de saber empírico-analítico. Os envolvidos com a educação têm se mostrado desanimados com o poder transformador da educação, pois suas práticas são direcionadas para manter o status quo. O que é comum nos questionamentos de ambas as tendências da crise da educação é a necessidade de reconstrução do modelo de racionalidade que os sustenta.

Tanto as relações sociais como o conhecimento se dão na interação de sujeitos concretos no mundo da vida. Nada pode ser inventado como justo, verdadeiro, veraz e inteligível se não for fundamentado racionalmente, mediante argumentos. Entretanto, estamos inseridos em um contexto de forte tendência ao relativismo da verdade, por exemplo. Antropólogos afirmam que não há qualquer racionalidade que tenha validade universal, mas

apenas diferentes racionalidades, de diferentes culturas. A escola tem absorvido muito desse momento de crise diante do relativismo da verdade e de alguns valores que ela preconiza como importantes.

A escola como instituição vive certo dualismo e dificuldade de saber por onde desenvolver a sua função educativa. De um lado, as demandas da sociedade, que solicita aprendizagens cada vez mais técnicas e precisas para responder ao mercado capitalista. De outro, certa dificuldade em visualizar um projeto que faça sentido para a sua razão enquanto instituição de desenvolvimento do ser humano.

Habermas (1990) apresenta um caminho para a reconstrução a partir da teoria crítica desse contexto de crise da educação. Como educar nesse contexto? Como desenvolver uma educação não-violenta diante de tantos conflitos? O autor parte de uma visão ampliada da razão, encontrando nela elementos para restabelecer a crença no seu poder emancipador. Substitui a visão transcendentalista e cientificista de razão pela concepção de uma razão comunicativa. A manifestação da razão na história é pela linguagem, o espaço da expressividade do mundo, a instância em que este se torna inteligível. É impossível compreender o mundo sem a linguagem. A construção dos saberes depende das condições formais da ação comunicativa.

A descoberta da linguagem como mediação de sentido, constitui hoje, um dos campos centrais da investigação filosófica. A revolução de centrar a atenção não mais no objeto, mas no sujeito traz como conseqüência uma mudança em relação ao lugar da linguagem. A linguagem não é um instrumento do pensamento, mas a manifestação do ser, de modo que chega-se ao ser pela linguagem. A linguagem humana é capacidade de estabelecer uma interação com outro sujeito, portanto, um processo de socialização. A linguagem torna-se uma práxis comunicativa, mediadora de intersubjetividade.

Morin (1990) lembra que as pessoas estão desprovidas de certezas e dúvidas absolutas, porque, na vida e nas ciências, não há saber total, ele se constitui aos poucos, nunca se esgotando. Com essa idéia, dá início a uma forma de entender a complexidade, em que diz que o ‘todo’ é complexo, para estabelecer uma análise dialógica da relação. A relação de pontos, em particular, é para construir um pensamento mais completo. A complexidade é um modo de pensamento que vincula tanto a ordem, o universal e o regular, como a desordem, o particular e o devir. O termo ‘complexo’ vem do latim complexus, diz-se do que se compõe de elementos diversos e do que está tecido em conjunto.

Assim, o desenvolvimento da compreensão de si e de sua capacidade de expressar, bem como a consciência de suas dúvidas e certezas relativas, é indicativo de um projeto de educação que possa talvez responder aos desafios de tempo de hoje, um tempo de crise.