1. TCP/IP HATA MESAJLARI
1.2. ICMP Mesajını Kullanan Komutlar
1.2.2. TRACEROUTE Komutu
É corrente a informação de que a DVA surgiu primeiramente na Inglaterra, depois na França e na Alemanha, a partir da década de 60, e tem sido cada vez mais adotada em nível internacional, em virtude da recomendação por parte da ONU + Organização das Nações Unidas. Conforme Marion (2001, p.243), “[...] o Valor Adicionado ou Valor Agregado é muito comum nos países da Europa Ocidental, esses valores procuram evidenciar para quem a empresa está canalizando a renda obtida [...]”.
Ribeiro (apud CUNHA, 2002) esclarece que há referências sobre a DVA no Tesouro Americano do século XVIII, embora se divulgue que tenha surgido na Europa. Seu desenvolvimento estaria associado à introdução do imposto sobre valor agregado nesses países. A nova demonstração ganhou destaque a partir de 1975, com a publicação do
" " pelo # !! , atual IASB + 5
# , que recomendava a elaboração da DVA para evidenciar a distribuição da riqueza gerada.
Para melhor compreender a origem da DVA, faz+se necessário abordar o conceito de Valor Adicionado e as diferenças conceituais, levando+se em conta o enfoque econômico e o contábil. Essa consideração ganha relevância, uma vez que o conceito de Valor Adicionado, sob o ponto de vista econômico, contempla dois aspectos: o macroeconômico e o microeconômico, sendo que o primeiro guarda relação com as contas nacionais de um país, ou seja o PIB + Produto Interno Bruto, e o segundo com a empresa.
Para Santos (2007, p.26+27), o Valor Adicionado, se observado sob o ponto de vista da macroeconomia, está intimamente ligado à apuração do Produto Nacional, ou seja, ao PIB. De outra parte, se observado pela ótica da microeconomia, está relacionado à empresa e ao
quanto de riqueza ela pode agregar aos insumos de sua produção que foram pagos a terceiros, inclusive os valores relativos às despesas de depreciação.
Para o IBGE + Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o PIB obtém+se pela conjunção dos fatores e elementos que perfazem o Sistema de Contas Nacionais. Aliás, é o que consta no seu website:
[...] O Sistema de Contas Nacionais consolida as informações sobre a origem e o destino dos bens e serviços produzidos no País e permite não somente analisar, de forma integrada, como cada setor institucional participa da geração, apropriação, distribuição e uso da renda e da acumulação de ativos não financeiros, como também evidenciar as relações entre a economia nacional e o resto do mundo.5
Tinoco (2008, p.64) entende que o Valor Adicionado é utilizado em macroeconomia como elemento da Contabilidade Nacional, sendo também denominado Valor Agregado. Por sua vez, Simonsen (1975, p.83) assevera que se denomina Valor Adicionado a diferença entre o valor bruto e os consumos intermediários de determinada etapa de produção. Assim, o produto nacional pode ser concebido como a “soma dos valores adicionados, em determinado período de tempo, em todas as etapas dos processos de produção do país”.
A par dessas digressões, forçoso concluir que a origem do Valor Adicionado ou Agregado está intimamente vinculada aos PIB’s dos países, ou seja, à contabilidade nacional ou social.
A DVA, portanto, extrapolou do âmbito das contas nacionais, vale dizer, do aspecto macroeconômico, para a vertente da microeconomia, atingindo as empresas, mais precisamente a sociedade anônima aberta. Essa transposição para a vertente microeconômica torna+se compreensível porquanto, se o desenvolvimento de um país está sem dúvida alguma atrelado à sua capacidade de gerar riqueza, a compreensão de valor adicionado pode ser depreendida como essa medida de criação de valor, atendendo ao objetivo de demonstrar, sob os pontos de vista quantitativo e comparativo, a pujança de uma nação. Logo, faz sentido aplicar critérios semelhantes para constatar a geração de riqueza produzida pelas empresas.
5
BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. IBGE + Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. &(% ( & : + Brasil 2003+2007. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/ estatistica/economia/contasnacionais/referencia2007/default.shtm>. Acesso em: 28 jan. 2010.
Nesse contexto, correta é a visão de que a DVA é um conjunto de informações de natureza econômica. É um relatório contábil que visa a demonstrar o valor da riqueza gerada pela empresa e a distribuição para os elementos que contribuíram para sua geração (DE LUCA, 1998).
A esse respeito, Tinoco e Kraemer (2001, p.64) argumentam:
[...] Uma das formas que ampliam a capacidade de se analisar o desempenho econômico e social das organizações, é através do valor econômico que é agregado aos bens e serviços adquiridos de terceiros, valor este denominado de Valor Adicionado ou Valor Agregado (valor total da produção de bens e serviços de um determinado período, menos o custo dos recursos adquiridos de terceiros, necessários a esta produção), bem como a forma pela qual este está sendo distribuído entre os diferentes grupos sociais, que interagem com suas atividades. [...]
Complementa Kroetz (2000, p.40), sem se distanciar dos demais autores:
[...] a DVA é na realidade a diferença entre os recursos consumidos que a organização adquiriu de terceiros e o que ela produziu, ou seja, representa o que foi agregado de valor ao produto/serviço (riqueza gerada), dentro de seu ciclo operacional. Demonstra, ainda, sua distribuição para empregados, governo, financiadores, acionistas/sócios etc. [...]
No mesmo sentido, Neves e Viceconti (2002, p.293) afirmam que “[...] valor adicionado ou valor agregado representa a riqueza criada por uma entidade num determinado período de tempo (geralmente, um ano). Podemos afirmar que a soma das importâncias agregadas representa, na verdade, a soma das riquezas criadas [...]”.
Destarte, a DVA continua sendo peça do Balanço Social e, em conjunto com as outras demonstrações contábeis, passou a fazer parte das peças que compõem as demonstrações financeiras e contábeis das Companhias Abertas.