2.2. BEDEVĐ VE HAZERĐ TOPLUMLARDA OTORĐTE
2.2.2. Hazeri Toplumlarda Otorite: Hükümdar/Sultan
2.2.2.3. Toplumda Huzur ve Güvenin Sağlanmasında Hükümdarın Etkisi
A relação existente entre superfície, aparência, percepção e design já foi explicitada por Minuzzi (2001) e por Barachini (2002). De acordo com a primeira, o DS é responsável por tratar dos aspectos superfi ciais ou da aparência dos produtos, e a segunda relega ao
designer de superfícies a responsabilidade de criar elementos para
estimular a percepção da superfície dos objetos pelo sujeito. Em relação aos sentidos solicitados na percepção da superfície, somente o visual e o tátil foram tomados como estudo, sem excluir, no entanto, a necessidade da representação gráfi ca dos demais senti- dos para possibilitar a visualização das relações existentes entre eles quando da projetação da superfície de um objeto. A informação visual é representada por texturas visuais, táteis e relevos, enquanto a in- formação tátil é representada por texturas táteis e relevos, bem como pela sensação que a textura visual pode evocar. Nas duas situações, esses elementos podem ser elaborados por meio de imagens, desenhos e superfícies concretas, desde que representados grafi camente. É frequente o uso de um módulo que, depois de submetido a repetições (simetrias de translação, de rotação, de refl exão, de inversão e de dilatação, equivalência de áreas, fractais, pavimentação do plano), resulta em padrões que compõem ou constituem as superfícies.
O enfoque da dissertação (Schwartz, 2008) manteve-se, portanto, na abordagem representacional com ênfase no Desenho Geométri- co. A partir daí, estudou-se como representar grafi camente e como estruturar a informação perceptiva na superfície de um objeto, consi- derando planejamento de confi guração e de otimização dos recursos utilizados em relação ao volume de tal objeto. Verifi cou-se, para isso, como o projeto do módulo pode ser desenvolvido e como ele pode
ser organizado – por meio de malhas geométricas – para estruturar ou confi gurar uma superfície genérica. Assim, demonstrou-se que essa ferramenta pode ser utilizada no DS de produtos tridimensionais com o objetivo de projetar grafi camente a informação perceptiva, e consequentemente sua aparência, sem desconsiderar as relações com a forma daqueles. O objetivo é poder prever e induzir as primeiras sensações e percepções que o indivíduo adquire sobre um produto ao intervir sobre suas superfícies, reforçando os potenciais do objeto dentro de um determinado contexto de interação.
Conclusão
Seja qual for a abordagem tomada como fi o condutor para a ela- boração da superfície, a função predominante estabelecida, a percep- ção a ser projetada ou o tipo de desenho utilizado, o projeto deverá guiar-se necessariamente pela expressividade que estimula sensações e percepções, para que a superfície seja notada como um elemento elaborado, projetado. Assim, propõe-se um conceito mais amplo de DS, que considere a inter-relação das três abordagens explicitadas neste capítulo, contemplando critérios de expressividade perceptivas:
design de superfície é uma atividade projetual que atribui caracte-
rísticas perceptivas expressivas à superfície dos objetos, concretas ou virtuais, pela confi guração de sua aparência, principalmente por meio de texturas visuais, táteis e relevos, com o objetivo de reforçar ou minimizar as interações sensório-cognitivas entre o objeto e o sujeito. Tais características devem estar relacionadas às estéticas, simbólicas e práticas (funcionais e estruturais) dos artefatos das quais fazem parte, podendo ser resultantes tanto da confi guração de objetos preexistentes em sua camada superfi cial quanto do desenvolvimento de novos objetos a partir da estruturação de sua superfície.
Para tanto, concluiu-se que o DS necessita ser abordado por equi- pes multidisciplinares para propiciar sua aplicação em qualquer tipo de objeto, valorizando não somente os aspectos relativos à forma, mas também aqueles relativos aos critérios necessários para sua produção,
além dos relativos ao usuário/sujeito, compondo a síntese necessária para a análise em DS formada pelas três abordagens – representacio- nal, constitucional e relacional – relatadas na dissertação (Schwartz, 2008). Além disso, sugeriu-se o desenvolvimento, aprofundamento e complementação de tais abordagens, e da representação gráfi ca dos demais sentidos que podem ser utilizados na percepção da superfície, a fi m de propiciar a visão holística necessária às equipes multidisci- plinares para o desenvolvimento de projetos dessa natureza.
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