A investigação levada a cabo, com as várias contingências descritas sugere-nos as seguintes recomendações, para novas abordagens a desencadear em estudos posteriores mais profundos e complexos alicerçados em tempos de execução mais realistas para um trabalho desta envergadura. Neste sentido, ficam as recomendações: a pesquisa ser alargada a todas as forças que realizaram missões no estrangeiro e assim poder comparar os vários resultados entre os comandantes dos vários escalões dentro desse teatro e mesmo comparar os resultados obtidos entre teatros de operações diferentes, visto que, o nível de ameaça existente nos vários teatros de operações que Portugal participa é diferente o que possivelmente originaria diferentes percepções, para além de se percepcionar teoricamente preparações diferenciadas nas respectivas forças envolvidas.
Outra sugestão deve-se ao facto de terem sido encontradas imensas dificuldades para a aplicação das entrevistas devido a grande parte dos oficiais se encontrarem de férias e/ou mesmo fora do país o que provocou com que algumas entrevistas não pudessem ser realizadas devido à impossibilidade de conseguir contactar esses oficiais, portanto sugere- se a alteração do período atribuído para a realização do TIA.
O número reduzido de oficiais de Infantaria Comandos dos Q P que tivessem participado na FND no Afeganistão, também se constituiu como uma limitação, por isso é sugerido que também se efectue um estudo que aborde os oficiais contratados e se realize uma comparação entre estes para saber até que ponto estes estão aptos para comandar forças em missões portuguesas no estrangeiro.
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APÊNDICES
APÊNDICE A – PROCESSOS DE DECISÃO RACIONAL VERSUS PROCESSOS DE