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4.2. Hemşirelik İmajı Ölçeği’nin Türkçe Versiyonunun Geçerlik ve Güvenirlik Analizlerine İlişkin Bulgular
4.2.6. Test Tekrar Test Analiz
Com base nos dados de avaliação das condições de processamento, estas se mantiveram inalteradas durante a aquisição das imagens, a constância de tais condições é importante para que os dados de densidade óptica analisados não sejam afetados por fatores como variação de temperatura e concentração de químicos. Com base nos dados obtidos na avaliação dos parâmetros de processamento (tabela 1), nota-se que o valor de base+véu está dentro do valor de referência de 0,20 ± 0,03.
A avaliação do contraste utilizando a escada de alumínio (5.2) apresenta os valores e o comportamento de referência para a mesma análise com os simuladores antropomórficos. De acordo com o gráfico 5 nota-se que para a variação de mAs apresentada o comportamento das curvas de densidade ópticas é apenas deslocado, sendo assim as curvas apresentam grau de inclinação muito próximos variando apenas o step em que inicia-se a porção útil com acuidade visual para distinção de diferentes tons de cinza, isso ocorre pois o aumento do tempo de exposição eleva o número de fótons de maneira linear, de modo que a resposta do filme dentro da avaliação sensitométrica não afeta o contraste, assim sua inclinação e consequentemente seu gradiente médio permanecem inalterados.
Este impacto no contraste pode ser analisado no gráfico 6 através da subtração do valor de densidade óptica dos steps 6 e 8, apresentando-se com pequena variação em torno de 1,00. Essas pequenas variações podem ser justificadas pelo tipo de gerador, sendo um equipamento monofásico a influência do
ripple pode afetar a variação dos valores em até 10%. Para um tempo de exposição
mais longo, resultando em 20 mAs nota-se uma queda neste valor de contraste, uma vez que a densidade óptica do filme começa em steps mais curtos a atingir a região de limitação de sensibilidade do filme.
Já a avaliação com a variação de kVp demonstra que a medida em que se eleva o valor de tensão do tubo o nível de contraste é diminuído (gráfico 8), isto ocorre pois o poder de penetração do feixe é aumentado, assim o número de fótons que chega ao filme é elevado também, porém de maneira não proporcional.
O primeiro fantoma antropomórfico utilizado simula uma extremidade, onde ocorre o predomínio de interações do tipo efeito fotoelétrico uma vez que a faixa de energia utilizada é baixa. Para tais regiões a melhor visualização das estruturas se dá com um alto contraste, uma vez que a composição dos tecidos é bastante diferente, sendo ossos, tecidos moles e espaços interarticulares. A partir
das imagens da avaliação com o simulador de pé apresentadas nas figuras 13 e 14, nota-se a o impacto visual na variação dos parâmetros de tensão do tubo e tempo de exposição, esta avaliação qualitativa pode ser realizada de maneira satisfatória por especialistas, uma vez que de acordo com o enegrecimento do filme a acuidade visual permite ou não a distinção entre as estruturas.
O aumento do tempo de exposição, variando o valor de mAs entre 6,4 e 10, a quantidade do feixe foi aumentada, resultando em imagens mais enegrecidas com o nível de contraste também elevado para até 1,57. Essa maior diferença entre d.o. faz com que seja diminuído o gradiente médio da imagem uma vez que passamos a ter um menor número de tons de cinza.
Porém ao avaliarmos os dados apresentados no gráfico 5, onde está apresentada a evolução da diferença de densidade entre a porção óssea e os tecidos moles, admitida para avaliação do contraste para a variação do tempo de exposição nota-se que seu desenvolvimento não se faz linear como o apresentado pela escada de alumínio.
Para o comportamento do contraste da imagem do simulador de pé para a variação da tensão do tubo de raios X nota-se que para até 50kVp o valor de contraste se eleva, e somente quando a tensão é elevada a 55kV é que este valor passa a decrescer, isto ocorre pois os valores de d.o. para tecido mole começam a atingir a região onde a limitação de sensibilidade do filme e de acuidade visual são fatores determinantes para a diminuição da distinção entre estruturas. Desta forma é contrariada a avaliação realizada com os degraus de alumínio.
Esse comportamento se dá, pois a constituição do fantoma, ainda que simule uma região do corpo humano com apresentação óssea idêntica não apresenta densidades proporcionais em suas outras estruturas acrílicas. Também a medição mecânica com a utilização de densitômetros aumenta as chances de erros tanto para o local das medidas quanto para a sua incerteza intrínseca de medição.
Contudo, para técnica adotada como base os valores de d.o. nas regiões de interesse variam de 0,40 para a porção óssea a 1,42 para os tecidos moles, ou seja, encontram-se dentro da porção útil da curva sensitométrica, onde a acuidade visual permite visualizar os tons de cinza presentes na imagem, possibilitando que sejam distinguidas com nível satisfatório de resolução tanto a porção óssea e trabecular, quanto os espaços interarticulares e bordas do tecido mole.
Um dado importante a ser analisado nesta parte da avaliação é o valor de d.o. para 3,2 e 4mAs apresentado na tabela 3, uma vez que estes permaneceram praticamente inalterados. Como analisado anteriormente o comportamento em geral do contraste não se adéqua ao previsto pelos valores admitidos como referência e neste ponto a dependência de gerador monofásico influencia em pequenas variações tempo, neste caso de apenas 10ms, tornando essa variação numericamente equivalente.
As figuras 15 e 16 mostram como a variação da tensão do tubo e do tempo de exposição impacta na qualidade das imagens com o simulador de joelho. A técnica radiológica inicial utilizada com este phantom (63kVp x 12mAs), forneceu uma imagem com valores de d.o. variando entre 0,58 e 1,50 nas estruturas de interesse, ou seja, dentro da porção útil da curva sensitométrica sendo o valor de contraste de 0,92, este mesmo valor foi o encontrado na variação de tempo (16mAs) imediatamente superior ao primeiro, já para uma combinação menor de 10mAs tivemos uma diminuição de aproximadamente 5,5% deste valor. Levando em consideração o tipo de gerador utilizado estes valores têm comportamento similar ao do contraste na escada de alumínio, permanecendo praticamente constantes.
Porém ao avaliarmos a variação maior de combinação de tempo e corrente (20 e 25 mAs) notamos um aumento de até 25% no valor de contraste, enquanto este deveria permanecer constante ou dentro de um limite de até 10% de variação para que não perdesse propriedade. Esse aumento se deve a combinação da constituição física do simulador com a limitação do filme radiográfico.
Na análise do contraste com a variação da tensão do tubo nota-se uma inversão de comportamento em relação ao padrão de referência, uma vez que à medida que a energia do feixe é aumenta o valor de contraste também se eleva e chega a um patamar constante. De acordo com as medidas realizadas com os degraus de alumínio o contraste da imagem diminui à medida que a energia do feixe é aumentada.
O tórax em particular é uma região que necessita de um baixo contraste para que suas imagens apresentem as estruturas anatômicas diferenciadas. Devido à proximidade de composição das ramificações brônquicas muitos tons de cinza devem ser diferenciados para que estes possam ser visualizados, esta influencia qualitativa se apresenta de forma clara nas figuras 17 e 18..
O comportamento do contraste para a variação do tempo de exposição com o fantoma de tórax apresentou variações de até 10% para 8, 10, 12 e 16mAs, assim em um análise comparativa com os valores de do step de alumínio levando em conta o equipamento estes valores se mostram adequados para uma avaliação do contraste, excetuando-se a imagem realizada com 6,4mAs a qual apresentou valor de contraste muito inferior as demais conforme apresentado no gráfico X.
Da mesma maneira que no simulador de joelho, o tórax apresentou um nível de contraste progressivo à medida que a energia foi elevada, sendo que apenas para a última seleção de energia notou-se uma queda no valor de contraste, sendo esta por limitações do filme e de medida do densitômetro. Ainda assim a diferenciação de estruturas se mostra evidente e pode ser analisada por especialistas uma vez que o enegrecimento das imagens foi alterado de forma nítida e com impacto direto na visualização.