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Bilişim Teknoloji ürünü akıllı tahtaları ve EBA yı öğrencilerin öğrenmelerini kolaylaştıracak, teknolojik becerilerini destekleyecek şekilde kullanılmaktadır

AMAÇ, HEDEF VE EYLEMLER

1- Bilişim Teknoloji ürünü akıllı tahtaları ve EBA yı öğrencilerin öğrenmelerini kolaylaştıracak, teknolojik becerilerini destekleyecek şekilde kullanılmaktadır

Sobre o sentimento de igualdade de oportunidade pelos estudantes com deficiência no âmbito da UFC (item 6 do questionário: Você se sente um estudante com

igualdade de oportunidade na UFC?), 47% (21 estudantes) declararam sentir-se “algumas vezes” em igualdade de oportunidade, seguido por 27% (12 estudantes) sentindo-se “raramente”. Um dado negativo é que 78% (35 estudantes) participante da pesquisa encontram-se no grupo que sinalizou “nunca”, ‘raramente” e “algumas vezes” sentirem-se em igualdade de oportunidade com os demais, como pode ser visualizado no gráfico 13. Intrigante pensar que embora exista na UFC uma Unidade destinada a ser suporte para inclusão, serviços e tecnologias disponíveis, ainda assim os estudantes sintam-se instáveis em relação ao sentimento de igualdade, o máximo que se conseguiu foi fazê-los sentir-se “algumas vezes”, o que nos faz pensar que alguma ação precisa ser pensada ou revista no sentido de mudar este quadro, a fim de que uma número maior de estudantes possa disfrutar do sentimento de igualdade no ambiente universitário.

Gráfico 13 – Sentimento de igualdade de oportunidade dos estudantes com deficiência/UFC

Fonte: Dados da pesquisa. Elaborado pela autora.

Analisando por tipo de deficiência, a pesquisa revelou que a maior concentração de estudantes em todos os quatro tipos de deficiência existentes na UFC sinalizou que se sente “algumas vezes’ em igualdade de oportunidade, sendo 10 de 28 para a auditiva, 6 de 9 para a física, 4 de 7 para a visual e 1 para a múltipla.

Esses resultados nos faz pensar no papel da universidade em prol da construção desse sentimento, como trabalhar para que seus estudantes com deficiência possam viver esse sentimento de igualdade de oportunidade? Pensamos se a execução das políticas de inclusão adotadas pela UFC precisa ser revista. Por que os estudantes com deficiência não estão conectados integralmente com a Secretaria de Acessibilidade, conhecendo e participando de suas ações? Pensamos, ainda, na necessidade de mudança de mentalidade dentro da Universidade, pois julgamos, também, ser papel da comunidade universitária a construção do sentimento de inclusão nos estudantes. Se eles não têm esse sentimento intrínseco, se não sentem o clima de inclusão na UFC, acreditamos que é também papel de servidores docentes, técnicos administrativos, colaboradores e todos os que formam a comunidade acadêmica a construção desse sentimento.

Fundamentando-nos na teoria sobre o assunto conseguimos perceber que, ao tempo em que o Art. 28, inciso XIII, da Lei 13.146/2013 incumbe ao Poder Público assegurar às pessoas com deficiência acesso à educação superior em igualdade de oportunidades e condições com as demais pessoas, também reconhece em seu Parágrafo Único do Art. 27 que é dever de todos: Estado, família, comunidade escolar e sociedade assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência, protegendo-a de toda forma de violência, negligência e discriminação, reforçando, assim, o que defendemos nessa discussão.

4% 27% 47% 11% 11% NUNCA RARAMENTE ALGUMAS VEZES FREQUENTEMENTE SEMPRE

Categorizamos, ainda, alguns itens que podem representar barreiras aos estudantes com deficiência no âmbito da UFC, a saber: arquitetônica, humana, tecnológica e pedagógica, barreiras citadas pela Lei de Acessibilidade, Lei 10.098/2000; e pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Lei 13.146/2015. (item 7 do questionário: considerando

as barreiras arquitetônicas, humanas, tecnológicas e pedagógicas, qual a barreira que você sente mais acentuada na UFC?),

Consultados sobre quais destas barreiras eles consideram mais acentuadas, obtivemos o seguinte resultado:

Gráfico 14 – Barreiras que os estudantes com deficiência da UFC sentem mais acentuadas

Fonte: Dados da pesquisa. Elaborado pela autora.

Verificamos que a maior porcentagem, 34% (15 estudantes), destacou a barreira humana como a mais acentuada na UFC. Resultado que nos surpreendeu, uma vez que esperávamos uma porcentagem maior para a barreira arquitetônica, considerando as dificuldades detectadas na UFC nesse sentido.

Cabe ressaltar que, ao pensar em barreira humana, logo somos remetidos a atitudes de preconceito, quer seja por parte de outros estudantes, professores ou qualquer outra pessoa no ambiente universitário. Pensamos que este dado pode ser compreendido no fato da maior porcentagem, 47%, dos estudantes com deficiência da UFC ter demonstrado sentir-se “algumas vezes” em igualdade de oportunidade, conforme demonstrado no gráfico 13, pois entendemos que o fato de sentir-se “algumas vezes” em igualdade de oportunidade pode ter estreita relação com as barreiras humanas, não descartando, todavia, a influência das outras barreiras existentes. No entanto, este pensamento merece uma investigação futura, a fim de confirmar a hipótese.

23% 34% 20% 23% ARQUITETÔNICA HUMANA TECNOLOGICA PEDAGOGICA

Ao observarmos os serviços oferecidos pela Secretaria de Acessibilidade da UFC e sua relação com as barreiras humanas, destacamos o serviço de ‘Apoio e acompanhamento pedagógico ao estudante, mediando o relacionamento com o professor, a coordenação do curso e, eventualmente, com a Pró-Reitoria de Graduação da UFC’ como uma importante ferramenta no processo de inclusão, uma vez que fazendo uso deste serviço o estudante com deficiência terá a oportunidade de corrigir possíveis comportamentos: discriminatórios, dificuldade no processo de comunicação, aprendizagem, relações interpessoais, assim como provocar o desenvolvimento de novas posturas e mentalidade, as quais respeitem suas individualidades. No entanto, a pesquisa mostrou um número expressivo de estudantes com deficiência, 21 estudantes, indicando conhecer, mas não utilizar o serviço.

Outra importante ferramenta nesse contexto de barreiras humanas são as ações voltadas às barreiras atitudinais, que faz parte do Projeto de Extensão “Acessibilidade em Ação”, por meio do qual são promovidos eventos de conscientização da comunidade acadêmica quanto ao processo de inclusão, dentre eles: extinção de comportamentos discriminatórios, como aprender a se relacionar com as pessoas com deficiência no ambiente acadêmico e demais comportamentos e ações de inclusão envolvidos. A ação também apresentou uma quantidade alta de estudantes que “desconhecem” ou “conhecem, mas nunca utilizou”: 19 e 21, respectivamente, dentre os 45 pesquisados.

Sobre as barreiras mais acentuadas indicadas pelos estudantes, considerando o tipo de deficiência, a pesquisa evidenciou que 12 estudantes com deficiência auditiva sentem mais as barreiras humanas; 3 estudantes com deficiência visual sinalizaram a barreira tecnológica; 5 estudantes com deficiência física e 1 estudante com deficiência múltipla indicou a barreira arquitetônica como a mais acentuada. Entendemos que os estudantes indicaram barreiras que possuem estreita relação com suas deficiências, em especial os estudantes com deficiência visual e física. Barreiras estas que, superadas, facilitariam significativamente sua inclusão e permanência na vida acadêmica.

Entendemos que a superação de todas as barreiras é extremamente fundamental no processo de inclusão, pensamento confirmado por Leitão (2014) que, ao defender a acessibilidade como ponto fundamental para todo e qualquer processo de inclusão, expõe as diversas dimensões contempladas nesse contexto: atitudinal, física, tecnológica, informacional, comunicacional, linguística e pedagógica, dentre outras.

5.3.3 Grau de satisfação com a acessibilidade na UFC e conhecimento sobre a legislação

Benzer Belgeler