4.4 BULGULAR VE DEĞERLENDİRME
4.4.3. Farklılık Analizlerine İlişkin Bulgular
4.4.3.3. Tek Yönlü Varyans Analizine (Anova) İlişkin Bulgular
máximo de agrupamento social, quer dizer, a expre
sfera mais íntima da personalidade dos indivíd
acionalidade espontânea eram comuns a todos os cidadãos (por exemplo, os costumes).
A Lusofonia é uma construção extraordinariamente complexa. É um espaço geo- linguístico, ou seja, um conjunto de regiões, países e sociedades dispersas, cuja língua oficial é o Português (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Portugal, S. Tomé e Príncipe e Timor-Leste). É também um sentimento, a memória de um passado comum, uma cultura e uma história partilhadas. Para além do património simbó
instituições cujo objectivo é a expansão da língua portuguesa.
Num mundo cada vez mais globalizado, o Espaço Lusófono, em geral, e a CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa), em particular, têm o potencial para contribuir para o desenvolvimento de perspectivas alternativas (e necessariamente mais complexas) sobre a forma como uma língua comum poderá mudar a forma como a “diferença” é percebida. Para além
A nação, segundo Georges Burdeau, é a colectividade limite, isto é, desde a horda indiferenciada, passando pelo clã, pela tribo, pela cidade, chega-se à colectividade limite. É a comunidade das comunidades, o
ssão máxima da sociedade humana.
A função da ideia de nação é a de criar e manter um comportamento de fidelidade dos cidadãos em relação ao Estado. A ideia de “laços naturais profundos” desempenha esta finalidade, inserindo-se na e
uos, unidos justamente por estes laços.
Historicamente, este sentimento foi criado pela extensão forçada a todos os cidadãos do Estado de alguns conteúdos típicos da nacionalidade espontânea (por exemplo, a língua) ou, no caso de se revelar inviável esta extensão, pela imposição da ideia de que alguns conteúdos típicos da n
Este processo concretizou-se, nos Estados que o levaram até às últimas consequências, mediante a imposição, a todos os cidadãos, dos conteúdos característicos da nacionalidade espontânea predominante e mediante a supressão das nacionalidades espontâneas menores (exemplo paradigmático: França).
O direito à nacionalidade é direito fundamental da pessoa humana. A partir do momento em que foi disposto na Declaração Universal dos Direitos do Homem no artigo XV, todos os Estados devem acolhê-lo nos seus ordenamentos jurídicos tendo em vista a natureza inerente de ser ele um direito fundamental do homem. Diz o referido texto que toda pessoa tem direito a uma nacionalidade, e ninguém pode ser privado arbitrariamente dela, nem terá negado o direito de trocá-la.
Nota-se então que pela sua disposição no âmbito do direito internacional público, o direito à nacionalidade tem, portanto, natureza pública. Todavia, embora as normas internacionais determinem o direito à nacionalidade, cabe a cada estado regulá- lo dentro dos seus ordenamentos jurídicos.
Há duas abordagens para o conceito de nacionalidade: uma sociológico e outra jurídica.
Sociologicamente é certo que a nacionalidade indica a pertinência da pessoa a uma nação. Neste sentido, nacionais seriam todos quantos nascem num certo ambiente cultural feito de tradições e costumes, geralmente expresso numa língua comum, actualizado num idêntico conceito de vida e dinamizado pelas mesmas aspirações de futuro e os mesmos ideais colectivos.
Em resumo, no sentido sociológico, deve-se ter em mente, que nacionalidade corresponde ao conjunto de indivíduos que possuem a mesma língua, raça, religião e possuem um “querer viver em comum”.
Para o sentido jurídico, é irrelevante o conceito de nação, passando o termo estado a ter importância. Um Estado pode abranger diversas nações, sem descaracterizar a sua nacionalidade, uma vez que se leva em conta não a questão sociológica, mas a jurídica. Desta forma, nacionalidade é o vínculo - político que liga um indivíduo a um certo e determinado Estado, fazendo deste indivíduo um componente da dimensão pessoal deste Estado, a ele se atribuindo direitos e deveres exactamente pela sua condição de nacional. A este conjunto de nacionais chama-se povo.
Os indivíduos que fazem parte do povo são exactamente aqueles que compõem o elemento pessoal, humano do estado, na medida em que só quem faz parte do povo é que está unido por esse vínculo jurídico com o Estado. Num rápido desdobramento do conceito de povo, encontra-se o de cidadão que é o nacional no gozo pleno de seus direitos políticos e participante da vida do Estado.
I. 2.2- A comunidade dos países de língua portuguesa (CPLP)
Criada oficialmente em 17 de Julho de 1996, a comunidade dos países de língua portuguesa, CPLP, congrega os oito países do globo de língua oficial portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe e Timor Leste( entrou posteriormente em 2002, após a sua independência).
Parte inicialmente da identidade linguística que têm em comum, dado que falado por 200 milhões de pessoas, o português é a terceira língua do ocidente, atrás apenas do inglês e do espanhol, e a sétima do mundo. As áreas básicas de actuação da CPLP são a concertação político-diplomática, a cooperação económica, social, cultural, jurídica e técnico-científica e a promoção e difusão da língua portuguesa.
A triangulação hoje institucionalizada pela CPLP possui raízes históricas, dado o passado colonial de intensas trocas entre Portugal, Brasil e ex-colónias portuguesas em África, em especial Angola. Tema de elaborações e justificativas diversas, antes de chegar à forma e condicionantes actuais, estas relações foram objecto de inúmeras propostas e iniciativas nos séculos prévios. D. João VI cria, por exemplo, ainda no século XIX, a comunidade luso-brasileira, vinculando Portugal, as suas possessões ultramarinas e o Brasil recém - independente.
À medida que as condições básicas se efectivam, acumulam-se na década de 80 sinais de um renovado interesse na institucionalização dos lusófonos, a exemplo do posicionamento do ministro dos negócios estrangeiros português Jaime Gama, já em 1983. Observa-se, então, uma ênfase nos temas específicos da língua portuguesa, como a discussão sobre o acordo ortográfico.
Um importante passo concreto ocorre em Novembro de 1989, na cidade de São Luís do Maranhão, com a primeira reunião de chefes de Estado e de Governo dos países