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9.9.2. 11º P10

Legenda:

Critério de avaliação: 1 - Apresenta dificuldades; 2 - Não apresenta dificuldade e revela capacidade; 3 - Níveis de mestria revelando elevada capacidade

9.9.3. Componentes constituintes da tabela adaptada e inspirada do GPAI (The Game Performance Assessment Instrument)

N. º Componentes individuais

1 Demonstra inteligência tática/leitura das situações de jogo

2 Possui repertório de variação de jogadas e sabe utilizá-las nos momentos adequados 3 Coloca o volante no campo adversário, usando o jogo curto/longo

4 Reconhece o posicionamento do adversário, e coloca o volante nos espaços vazios e nas zonas de difícil acesso 5 Finaliza o ponto quando tem oportunidade

6 Retoma a posição base, ocupando o espaço sempre da forma mais racional possível 7 Reconhece a importância do equilíbrio ofensivo/defensivo

8 Coloca-se na linha do volante

9 Fecha as linhas de finalização por parte do adversário

10 Recoloca-se adequadamente no terreno de jogo após o batimento 11 Equilíbrio emocional

12 Nível de concentração

13 Tolerância à frustração/perseverança 14 Desempenho sob pressão

15 Autoconfiança/competência percebida 16 Disciplina de jogo

17 Espírito de luta (atitude, intensidade, manutenção de uma situação emocional construtiva) 18 Possui as competências técnicas fundamentais e sabe utilizá-las nos momentos adequados 19 Nível de execução do serviço

20 Nível de execução dos batimentos

21 Intencionalidade na sua utilização e na colocação de dificuldades ao adversário

22 Desloca-se adequadamente, com oportunidade, demonstrando, na utilização dos mesmos, competência técnica/tática 23 Tem conhecimento do regulamento e das técnicas de execução das habilidades de jogo

Ações/habilidades agrupadas a) Ações de ataque / defesa: tomada de decisão (consciência tática)

b) Habilidades psicológicas: fatores volitivos

c) Execução de habilidades motoras: serviço, execução de batimentos (“clear”; “lob”; “drive”; “amorti”) d) Deslocamentos

9.10. Tabela de estudos realizados sobre o Modelo de Educação Desportiva

APLICAÇÃO DO MODELO DE EDUCAÇÃO DESPORTIVA EM BADMINTON

Autor/data País Objetivo do estudo Participantes

/contexto Desporto Duração do estudo Opção metodológica Recolha de dados Conclusões

Fonte (s) de informação Hastie, Sinelnikov e Guarino (2009) Rússia Verificar o desenvolvimento de habilidade e conhecimento tático durante a temporada de Badminton.

Estudantes Selecionados 2 Turmas (7 – 3M, 4F) Badminton N.º Aulas : 18 Tempo da aula: 45’

Aulas por semana: 3

Quantitativa: ANOVA: IV = tempo; DV = habilidade, conhecimento tático e desempenho no jogo Testes de Habilidades (pré e pós) Teste de conhecimentos táticos

Análise do jogo usando GPAI

Os alunos melhoraram significativamente no controlo de objetos e no jogo

Verificaram-se melhorias significativas na capacidade dos alunos em selecionar alternativas táticas e apresentar argumentos para essas decisões.

European Journal of Sport Science

Sinelnikov e

Hastie (2010) Rússia

Descrever as memórias de estudantes sobre as suas experiências no MED

Alunos (34 – 15M, 19F) 9.º Ano Basquetebol, Futebol e Badminton Qualitativa: Indução Analítica e Análise Comparativa Constante

Pesquisas dos Alunos Entrevistas aos alunos (grupos de 2 ou 3) utilizando técnicas de memória

Os alunos guardam memórias mais fortes da atividade, o que reflete uma das principais características do MED.

Os alunos referem que no MED estão mais motivados e participantes do que no modelo tradicional. Journal of Teaching in Physical Education Wallheade, Hagger e Smith (2010) EUA

Verificar os efeitos do MED sobre a participação voluntária dos alunos em atividades desportivas extracurriculares à hora de almoço

Alunos (192 – 9 e 14 anos) Ensino Básico e 10.º Grau Badminton e Rubgy N.º Aulas : 6 Tempo da aula: 30’

Aulas por semana: 2

Quantitativa: MANOVA e Equação Estrutural do Modelo, com ajustamentos Análise Fatorial Confirmatória Inventários Pré e Pós Perceção da autonomia Perceção do Locus de causalidade Teoria do comportamento planeado

Verificou-se que modelos curriculares de apoio, tais como o MED, podem ter o potencial para facilitar a transferência de motivação e participação no Desporto Escolar ou em atividades desportivas em contexto extracurricular.

Research Quarterly Exercise and Sport

Óscar Rodrigues

(2014)

Portugal

Verificar o efeito da implementação de uma unidade de ensino desenhada segundo a estrutura do MED, na motivação, nas aprendizagens e nas perceções dos alunos na aula de Educação Física. Alunos 1 Turma – 9º ano (22- 9M, 13F) Badminton N.º Aulas : 15 Tempo da aula: 45’

Aulas por semana: 2

Qualitativa/Quantitativa: (mista) Questionário traduzido e adaptado do Physical Education Season Survey” (Mohr,

Townsend, Rairigh, & Mohr, 2003);

Análise do jogo, através de uma tabela adaptada do GPAI

Questionário de Kobal (1996)

Podemos constatar que se evidenciaram melhorias significativas na turma em geral no que concerne aos parâmetros avaliados: motivações para a prática, perceções referente ao modelo, e ao nível das aprendizagens.

Dissertação de Mestrado no Ensino da Educação Física nos Ensino Básico e Secundário do Instituto Piaget de Viseu - ISEIT

André Rocha (2014)

Portugal

Compreender as potencialidades e limitações do MED, como método de referência para as nossas práticas pedagógicas, no envolvimento do aluno na tomada de decisões nos processos de ensino aprendizagem.

Estudantes selecionados 2 Turmas (12ºano)

(32- 18M, 14F) Badminton

Aplicação em uma

aula de EF de 45’ Análise estatística simples Quantitativa:

e descritiva com a percentagem e frequência

Inquérito através de questionário misto (abertas e fechadas)

Podemos verificar que a perceção dos alunos em relação as potencialidades da utilização do modelo no processo de enino aprendizagem são bastante positivas.

Dissertação de Mestrado no Ensino da Educação Física nos Ensino Básico e Secundário da Universidade do Minho

– Braga

APLICAÇÃO DO MODELO DE EDUCAÇÃO DESPORTIVA EM DESPORTOS DE REDE

Kim et al.

(2006) Coreia

Examinou as respostas de um professor acerca dos papéis e relacionamentos dos alunos durante o MED

Uma classe do ensino médio

Voleibol

N.º Aulas : 12 (+2 de avaliação)

Tempo da aula: 45’

Aulas por semana: 1

Qualitativa: Indução Analítica e Análise Comparativa Notas de Campo e Apontamentos Jornal do Professor Entrevistas ao professor (1x por cada 2 semanas)

Existiu um crescimento do aluno na sua compreensão e competência nas suas funções e no desempenho dos seus papéis na equipa.

O sucesso no desenvolvimento do MED não está garantido nem é facilmente alcançado.

Os professores profissionais, talentosos e competentes são fundamentais para um resultado positivo. European Physical Education Review McMahon e MacPhail (2007) Irlanda

Exploraram os mecanismos que facilitaram ou inibiram a aprendizagem do ensino do MED a partir da perspetiva de um professor estagiário. 1 Professor Estagiário Feminino Alunos (29-11 aos 13 anos) Desportos de Rede e Basquetebol N.º Aulas : 10 Tempo da aula: 40’

Aulas por semana: 1

Qualitativa: Analítica Comparativa

Constante

Entrevistas ao professor estagiário (na semana 4 e semana 10)

Diário do Professor

Fundamental a abordagem da implementação do MED na formação inicial que influencia a capacidade e competência para a sua adequada implementação em situações reais de ensino.

European Physical Education Review

Filipe Faria

(2013) Portugal

Observar e verificar as perceções dos alunos relativamente à vivência de uma unidade de ensino, através do MED, quando aplicado no processo de ensino e aprendizagem, na disciplina de EF. Alunos 1 Turma (23-15M, 8F) 7.º Ano Voleibol N.º Aulas : 14 Tempo da aula: 90`+45` Aulas por semana: 2 (1 de 90`+ 1 de 45`) Quantitativa: ANOVA: IV = género; DV = Aprendizagem cooperativa; Perceções de escolha; Ênfase na melhoria, Perceções de competência; Autonomia; Relacionamento e Aborrecimento. Qualitativa: Indução Analítica e Análise Comparativa

Questionários O MED revelou uma abordagem motivante, entusiasta e apelativa. Melhoria significativa dos resultados e progressos dos alunos

Dissertação de Mestrado no Ensino da Educação Física nos Ensino Básico e Secundário do Instituto Piaget de Viseu - ISEIT

Fábio Mendes

(2015) Portugal

Analisar as aprendizagens e as perceções dos alunos relativamente às características fundamentais do MED na aplicação do mesmo numa unidade de ensino. Alunos 1 Turma – 11º ano (22- 8M, 14F) Ténis N.º Aulas : 18 Tempo da aula: 50’

Aulas por semana: 3

Qualitativa/Quantitativa: (mista) Questionário traduzido e adaptado do Physical Education Season Survey” (Mohr,

Townsend, Rairigh, & Mohr, 2003);

Análise do jogo, através de uma tabela adaptada do GPAI

Teste teórico (V/F)

Conclui-se, que o MED teve efeitos positivos nas aprendizagens motoras e cognitivas e simultaneamente é bastante elogiado e percecionado pelos alunos.

Dissertação de Mestrado no Ensino da Educação Física nos Ensino Básico e Secundário do Instituto Piaget de Viseu - ISEIT

APLICAÇÃO DO MODELO DE EDUCAÇÃO DESPORTIVA EM OUTRAS MODALIDADES E CONTEXTOS

Dana Perlman

(2010) EUA

Verificar a influência do MED na mudança do afeto e na satisfação das necessidades de alunos desmotivados em contexto Escolar Alunos (78 – 24M, 54F) Ensino Superior Basquetebol Voleibol Futebol Lacross N.º Aulas : 15 Tempo da aula: 60’

Aulas por semana: 3,4 Quantitativa: ANOVA: IV = tempo, tipo de turma; DV = prazer, autonomia, competência e relacionamento. 7 Itens de motivação subescala de IMI Satisfação das necessidades através de BPNS-PE

Verificou-se que nos alunos desmotivados onde foi aplicado o MED revelaram níveis significativamente mais elevados de motivação, relacionamento e satisfação do que os alunos ensinados pelo ensino tradicional. Não houve diferença na necessidade de autonomia e competência.

Journal of Teaching in Physical Education

Irene Coelho

(2011) Portugal

Avaliar o impato e efeitos produzidos nos discentes e na docente, pela utilização do MED no ensino do Atletismo (um salto, um lançamento e uma corrida), durante uma época desportiva Alunos/ Educação Física (21-15F, 6M) 5.º Ano Atletismo N.º Aulas : 28 Tempo da aula: 45’ Aulas por semana: 3

Qualitativa/Quantitativa (mista)

Testes motores, declarativos, um questionário e entrevistas

O MED revelou-se uma abordagem motivante, entusiasta e apelativa, melhoria significativa dos resultados e progressos dos alunos ao nível da competência, literacia e entusiamo e muito significativa nos domínios motor, cognitivo e social.

Dissertação de Mestrado em Desporto para Crianças e Jovens

– FCDEF-UP.

Patrícia

Soares (2011) Portugal

Observar e analisar a evolução ao nível da motivação e interesse da turma do 10º ano, aquando do processo de ensino-aprendizagem da disciplina de Educação Física com a aplicação do modelo de ensino centrado nos jogos condicionados

Alunos/Educação Física 1 Turma (20- 10M, 10F) Média de Idades: 13,5 Andebol Nº de Aulas: 12 Tempo da aula 90’ + 45’

Aulas por semana: 2

Qualitativa Estatística descritiva

Questionário de Motivação para a Educação Física (QMEF) - alunos

O recurso a metodologias de ensino dos jogos desportivos coletivos inovadoras e adequadas às expectativas dos alunos pode interferir no seu comportamento social, afetivo e disciplinar, concorrendo para que todos os alunos se sintam mais satisfeitos com as aulas de Educação Física.

Dissertação de Mestrado no Ensino da Educação Física nos Ensino Básico e Secundário do Instituto Piaget de Viseu - ISEIT

Tiago Dias

(2012) Portugal

Flexibilização Curricular em Educação Física: o ensino de novas modalidades.

141 Alunos 16 Professores Ultimate Frisbee N.º Aulas : 14 Tempo da aula: 90’

Aulas por semana: 2

Inquérito por Questionários – Respostas

fechadas e semifechadas. Inquérito por Entrevistas

– Semiestruturada. Análise Estatística e de Conteúdo (SPSS). Questionários (141 alunos e 16 professores) Entrevistas (10 alunos da turma)

Grande recetividade dos docentes e dos discentes de EF relativamente à abordagem de novas modalidades nas aulas de EF, contribuindo para a construção e consolidação de uma Escola dinâmica e inovadora.

Dissertação de Mestrado no Ensino da Educação Física nos Ensino Básico e Secundário do Instituto Piaget de Viseu - ISEIT

9.11. Tabelas de dados referentes às perceções dos alunos (Projeto de Investigação) QUESTÃO 8 Diferenças emparelhadas t gl Sig. (bilateral) Média Desvio Padrão Erro Padrão da Média 95% Intervalo de Confiança da Diferença Inferior Superior Par 1 Nível de habilidade ANTES da

época desportiva - Nível de habilidade DEPOIS da época desportiva -2,125 1,424 ,291 -2,726 -1,524 -7,312 23 ,000 QUESTÃO 9 Diferenças emparelhadas t gl Sig. (bilateral) Média Desvio Padrão Erro Padrão da Média 95% Intervalo de Confiança da Diferença Inferior Superior Par 1 Conhecimento sobre o jogo

ANTES da época desportiva - Conhecimento sobre o jogo DEPOIS da época desportiva

-2,958 1,601 ,327 -3,634 -2,282 -9,052 23 ,000 QUESTÃO 11 E 12 Diferenças emparelhadas t gl Sig. (bilateral) Média Desvio Padrão Erro Padrão da Média 95% Intervalo de Confiança da Diferença Inferior Superior Par 1 Classifica o quanto gostavas de

EF ANTES do MED - Classifica o quanto gostas de EF DEPOIS do MED

9.12. Tabelas de dados referentes às aprendizagens motoras e cognitivas dos alunos (Projeto de Investigação) AÇÕES DEF./AT. Diferenças emparelhadas t gl Sig. (bilateral) Média Desvio Padrão

Erro Padrão da Média

95% Intervalo de Confiança da Diferença Inferior Superior Par 1 AI - Demonstra inteligência tática - AF - Demonstra

inteligência tática

-,208 ,415 ,085 -,384 -,033 -2,460 23 ,022

Par 2 AI - Possui reportório de variação de jogadas - AF - Possui reportório de variação de jogadas

-,125 ,338 ,069 -,268 ,018 -1,813 23 ,083

Par 3 AI -Coloca o volante no campo adversário - AF - Coloca o volante no campo adversário

-,167 ,381 ,078 -,327 -,006 -2,145 23 ,043

Par 4 AI - Reconhece o posicionamento do adversário - AF - Reconhece o posicionamento do adversário

-,375 ,495 ,101 -,584 -,166 -3,715 23 ,001

Par 5 AI - Finaliza o ponto - AF - Finaliza o ponto -,333 ,482 ,098 -,537 -,130 -3,391 23 ,003

Par 6 AI - Retoma a posição base - AF - Retoma a posição base

-,292 ,464 ,095 -,488 -,096 -3,077 23 ,005

Par 7 AI - Importancia equilibrio def./of. - AF - Importancia equilibrio def./of.

-,667 ,482 ,098 -,870 -,463 -6,782 23 ,000

Par 8 AI - Coloca-se na linha do volante - AF - Coloca-se na linha do volante

-,208 ,415 ,085 -,384 -,033 -2,460 23 ,022

Par 9 AI - Fecha as linhas de finalização - AF - Fecha as linhas de finalização

-,542 ,509 ,104 -,757 -,327 -5,214 23 ,000

Par 10 AI - Recoloca-se adequadamente - AF - Recoloca-se adequadamente

HAB. PSIC.

Diferenças emparelhadas

t gl Sig. (bilateral) Média Desvio Padrão Erro Padrão da Média

95% Intervalo de Confiança da Diferença Inferior Superior Par 1 AI - Equilibrio emocional - AF-

Equilibrio emocional

-,250 ,442 ,090 -,437 -,063 -2,769 23 ,011

Par 2 AI - Niveis de concentração - AF - Niveis de concentração

-,583 ,504 ,103 -,796 -,371 -5,675 23 ,000

Par 3 AI - Frustração / preserverança - AF - Frustração / preserverança

-,250 ,442 ,090 -,437 -,063 -2,769 23 ,011

Par 4 AI - Desempenho sob pressão - AF - Desempenho sob pressão

-,292 ,464 ,095 -,488 -,096 -3,077 23 ,005

Par 5 AI - Autoconfiança - AF - Autoconfiança

-,167 ,381 ,078 -,327 -,006 -2,145 23 ,043

Par 6 AI - Disciplina do jogo - AF - Disciplina do jogo

-,333 ,482 ,098 -,537 -,130 -3,391 23 ,003

Par 7 AI - Espirito de luta - AF - Espirito de luta

-,458 ,509 ,104 -,673 -,243 -4,412 23 ,000

EX. DE HAB. MOT.

Diferenças emparelhadas

t gl Sig. (bilateral) Média Desvio Padrão Erro Padrão da Média

95% Intervalo de Confiança da Diferença Inferior Superior Par 1 AI - Possui as competencias e sabe

utiliza-las - AF - Possui as competencias e sabe utiliza-las

-,250 ,442 ,090 -,437 -,063 -2,769 23 ,011

Par 2 AI - Execução do serviço - AF - Execução do serviço

-,292 ,464 ,095 -,488 -,096 -3,077 23 ,005

Par 3 AI - Execução dos batimentos - AF - Execução dos batimentos

-,125 ,338 ,069 -,268 ,018 -1,813 23 ,083

Par 4 AI - Colocação de dificuldade ao adversário - AF - Colocação de dificuldade ao adversário

DESLOCAMENTOS

Diferenças emparelhadas

t gl

Sig. (bilateral) Média Desvio Padrão

Erro Padrão da Média

95% Intervalo de Confiança da Diferença

Inferior Superior Par 1 AI - Desloca-se adquadamente - AF

- Desloca-se adquadamente -,333 ,482 ,098 -,537 -,130 -3,391 23 ,003 REGULAMENTO Diferenças emparelhadas t gl Sig. (bilateral) Média Desvio Padrão

Erro Padrão da Média

95% Intervalo de Confiança da Diferença

Inferior Superior Par 1 AI - Conhece o regulamento - AF -

Conhece o regulamento

Benzer Belgeler