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31 ARALIK 2020 TARİHLİ FİNANSAL TABLOLARA İLİŞKİN AÇIKLAMA VE DİPNOTLAR (Para birimi – Aksi belirtilmedikçe Bin Türk Lirası (“Bin TL”) olarak ifade edilmiştir.)

Conforme a amostra da pesquisa, 89 profissionais reconhecem que a instituição na qual atuam realiza a reinserção social de usuários de crack e outras drogas, enquanto que 151 afirmaram não ter conhecimento dessa iniciativa nas suas instituições (tabela 05, pag. 100).

Os profissionais que disseram que a instituição na qual trabalham realiza a reinserção social esclareceram que essa atividade é executada através do acompanhamento terapêutico dos usuários e encaminhamento aos serviços especializados nessa área; o que já foi abordado nos temas anteriores. Portanto, o mais importantes desse conjunto de discursos são os questionamentos e as críticas feitas pelos profissionais quanto a falta de programas e projetos nos serviços para a realização da reinserção social. A partir das inferências sobre os discursos desses profissionais foi possível identificar uma visão crítica sobre a situação atual da reinserção social na rede de atenção aos usuários de crack e outras drogas. Além disso, os profissionais também alegam a insuficiência das estruturas organizacionais dos serviços, falta de condições de trabalho e capacitação profissional.

[...] na nossa instituição não existem projetos onde possa haver uma reinserção dos usuários de drogas, no meu ver não existe uma preocupação das autoridades em implantar projetos que venham recuperar os jovens para enfrentar a realidade que lhe espera.

Essa pedagoga reclama da negligência das autoridades com relação à temática, demonstrando insatisfação com o rumo das políticas públicas sobre drogas no País e que, segundo ela, causa problemas à juventude.

[...] o Estado não oferece condições mínimas de trabalho, sequer tem alguma capacitação, os trabalhadores do SUS tratam usuários de drogas como animais sem

nenhum respeito, os hospitais gerais não tem luvas para os atendimentos de emergência.

O discurso dessa assistente social é mais incisivo quanto à negligência das autoridades com os serviços das políticas públicas sobre drogas. Os discursos expressam a visão crítica dos profissionais quanto ao interesse dos gestores das políticas públicas em dinamizar as ações na área da reinserção social de usuários de crack e outras drogas nos serviços públicos. A assistente social admite que os profissionais da área não têm condições de realizar suas atividades com eficiência por falta de equipamentos fundamentais, a exemplo de luvas para atendimento de emergência. O mais preocupante nos discursos dessa profissional é sobre a acusação de maus tratos aos usuários nos serviços públicos. Na verdade, esse tipo de abordagem remete a uma situação mais complexa que diz respeito ao estigma que existe na sociedade com relação aos usuários de drogas. Em conformidade com o discurso da referida profissional entende-se que nem nos serviços especializados essas pessoas são tratadas com dignidade, o que pode ser atribuído à falta de uma política de capacitação adequada dos profissionais.

[...] no CAPS-AD o trabalho visa a reinserção social do usuário só que não acontece de uma forma direcionada, ocorre como uma consequência da abstinência e não como um objetivo específico.

Esse psicólogo admite falhas nos serviços prestados nos CAPS-AD, com relação à reinserção social de usuários de crack e outras drogas. O que para ele deveria ser uma constante, só acontece de forma ocasional; não como meta do serviço, mas como uma iniciativa da abstinência pelo esforço do próprio usuário.

[...] existe pouca contribuição nesse aspecto pela falta de preparação dos profissionais e ainda preconceito que atrapalham o acolhimento desses usuários. No discurso dessa assistente social também se percebe a crítica e a insatisfação com relação às limitações dos serviços e a falta de implementação nas políticas públicas que viabilizem a execução do trabalho nessa área. Ao afirmar que existe preconceito por parte dos profissionais responsáveis pelo acolhimento desses usuários, ela compromete a qualidade da política desenvolvida pelo SUAS que tem como um dos principais objetivos promover o acolhimento dessas pessoas com dignidade, principalmente os usuários de drogas. Tomando-

se como exemplo o Serviço de Acolhimento do SUAS, que é direcionado às famílias e aos indivíduos com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, ou até mesmo sem referência familiar, incluindo-se usuários de drogas, visa garantir proteção integral aos sujeitos atendidos dando atenção personalizada e em pequenos grupos, além da questão de gênero e orientação sexual (MDS, 2012).

[...] pois há falta de compromisso por parte dos que integram a rede e percebemos que são as pequenas falhas e lacunas deixadas as que foram contribuindo para a não reinserção do usuário.

Essa assistente social admite a falta de compromisso dos próprios atores que compõem a rede de atenção, causando prejuízos aos usuários que são pessoas em situação de total vulnerabilidade social e que deveriam ter nessa rede um tipo de apoio fundamental para a resolução desses problemas.

[...] acredito que por falta de condições de trabalho falta de capacitação dos profissionais, particularmente não percebo que a reinserção social é uma prioridade das instituições.

Essa enfermeira reconhece que a reinserção social não seria prioridade dos serviços da rede de atenção, alegando a falta de condições de trabalho e de uma política efetiva de capacitação. Nas diversas vertentes dos discursos dos profissionais ficaram explícitos vários posicionamentos que expõem a falta de estrutura dos serviços ofertados nas redes de atenção voltadas à execução das políticas públicas sobre drogas no Estado da Paraíba. Esse conjunto de discursos expressando uma visão crítica e a insatisfação com as limitações existentes na área constitui um importante posicionamento do ponto de vista dialético para o aprimoramento das instituições que constituem a rede de atenção. A situação desses profissionais torna-se bastante delicada, uma vez que devem ter uma postura ética diante das instituições que representam, ao mesmo tempo em que se veem na circunstância de defender um tratamento mais adequado aos usuários dos serviços; o que também se traduz em uma postura ética, desta vez, com relação aos usuários.

O que se pode dizer sobre essa situação dilemática é que as políticas públicas de intervenção nas áreas das vulnerabilidades sociais, que contemplam o problema das drogas, vêm sendo aprimoradas a partir da Constituição de 1988, que possibilitou a criação das Redes SUS e SUAS. Também é inegável a qualidade das políticas do Ministério da Saúde, da

SENAD, e, mais recentemente, do MDS. No entanto, o discurso dos profissionais da rede de atenção aos usuários de crack e outras drogas no Estado da Paraíba encontra eco nos discursos de vários pesquisadores da área, a exemplo da crítica que faz Andrade (2011) aos serviços prestados nos CAPS-AD. O Pesquisador questiona a eficiência desses equipamentos pela falta de condição para chegar até aos usuários de drogas. Segundo ele, apesar dos CAPS-AD terem uma função territorializada, as ações são desenvolvidas internamente. Para Andrade, a população alvo não tem os CAPS como referência porque a clientela desses serviços, na sua grande maioria, é constituída por pessoas marcadas pela falta de vínculos institucionais; o que às vezes é uma questão iniciada já no convívio familiar, no início da existência. Para o pesquisador a possibilidade de alguém passar uma noite usando drogas e na manhã seguinte procurar um serviço de saúde e enfrentar uma fila para ser atendido é praticamente impossível (ANDRADE, 2011).

Borysow e Furtado (2013), criticam os serviços de saúde mental do Ministério da Saúde, que são os responsáveis pela execução dos serviços de atenção aos usuários de crack e outras drogas, apontando problemas de ordem organizacional e iniciativas das equipes frente ao trabalho de busca ativa aos potenciais usuários, que são os portadores de transtorno, dentre eles, os usuários de drogas, bem como dificuldades em acolhê-los de maneira adequada no CAPS.

Tanaka e Ribeiro (2009, p. 484) analisando a questão da atenção integral à saúde no SUS, o que envolve a política de saúde mental, portanto, a política sobre drogas, criticam os procedimentos técnicos relacionados à insuficiência na formação das equipes de saúde, bem como à carência de instrumentos e apoio organizacional para a resolução e/ou encaminhamentos dos problemas identificados e/ou demandados pelos usuários.

Meirelles (2013) corrobora a visão crítica dos profissionais da rede de atenção aos usuários de crack e outras drogas ao afirmar sua concepção de que as duas linhas que orientam as políticas públicas sobre drogas no País ainda estão eivadas de características repressivas. A autora refere-se à atual política sobre drogas da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD); bem como à política da Coordenação Nacional de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, do Ministério da Saúde. A pesquisadora esclarece que esse tipo de visão é incompatível com a política de reinserção social, que procura dar mais uma oportunidade àqueles indivíduos que tiveram suas vidas prejudicadas em decorrência do uso abusivo de substâncias psicoativas.

[...] na instituição não, mas na comunidade há um projeto intitulado uma nota que salva, que atende os usuários da nossa comunidade e que já fez algumas apresentações em determinados eventos da unidade e também tentamos sempre orientar algumas pessoas para procurar tal espaço.

No contexto dos discursos críticos às ações de reinserção social pelos profissionais da rede de atenção aos usuários de drogas no Estado da Paraíba identificam-se, também, o interesse e a responsabilidade dos profissionais da área, mesmo diante de adversidades, para a superação dos problemas. O discurso acima, proferido por um Agente Comunitário de Saúde, demonstra que quando o serviço de uma instituição não se adéqua à demanda, o usuário é encaminhado para outra instituição, sendo preciso contar com setores não governamentais apoiando as políticas públicas através da intersetorialidade.

O discurso desse profissional reitera a importância das ações na área da intersetorialidade no campo da atenção aos usuários de drogas; que, inclusive, está prescrita nas políticas públicas da área. A Política do Ministério da Saúde para a Atenção Integral a Usuários de Álcool e outras Drogas orienta que a assistência a esses usuários deve ser realizada de forma intersetorializada envolvendo toda a rede institucional disponível, a exemplo de CAPS-AD, Programa de Saúde da Família, Programa de Agentes Comunitários de Saúde, Programas de Redução de Danos e Rede Básica de Saúde (SOUZA et al, 2006).

A reinserção social de usuários de crack e outras drogas é uma atividade complexa que requer ações interdisciplinares e intersetorializadas. Pinho defende a articulação entre os sistemas sociais e os de saúde no sentido de aprimorar as intervenções no campo do tratamento dos usuários de drogas. Segundo o pesquisador, a participação de entidades não- governamentais nesse processo deve ser considerada, bem como a participação da sociedade civil organizada (PINHO, 2009).

[...] a falta de políticas públicas que direcionem e assegurem melhores condições para disponibilizarmos ações mais efetivas, o distanciamento da população e a vista curta feita pelo estado acaba contribuindo para anulação da identidade do usuário o número de casas instituições e espaços mais diversos ainda não dão conta da demanda.

Constam da referida amostra da pesquisa discursos acusando a falta de políticas públicas, a exemplo da fala dessa assistente social. Esse posicionamento é bastante contraditório, uma vez que se reconhece a existência das políticas públicas sobre drogas

vigentes no País, a exemplo da Política Nacional Sobre Drogas (PNAD). Vale resgatar, inclusive, que a legislação atual sobre drogas foi atualizada em 2006, com o Projeto de Lei nº 115/02, do Senado Federal, que tornou-se a Lei 11.343/06, colocando o País em destaque no cenário internacional nos aspectos relacionados à prevenção, atenção, reinserção social do usuário e dos dependentes químicos, bem como ao endurecimento das penas relativas ao tráfico dessas substâncias (Brasil, 2010). Existe, ainda, a política de atenção integral aos usuários de álcool e outras drogas, o plano crack, é possível vencer, e a política de drogas do SUAS. Desta forma, não é possível concordar com essa concepção. O que deve ser mencionado é a preocupação pela existência das políticas sobre drogas e a falta de capacidade de enfrentamento dos problemas de forma adequada, como é também uma constante dos discursos da referida amostra. Também não se deve responsabilizar a população pelo distanciamento dos serviços; como já foi dito, nem sempre uma pessoa em situação de uso de drogas tem discernimento para procurar esses serviços que, ao contrário, devem ir ao encontro dos usuários.

[...] a dificuldade de colocar em prática as políticas públicas propostas assim como as limitações oriundas deste todo na prática.

Ao invés de acusar a falta de políticas públicas, esse profissional refere-se, de forma mais coerente, às limitações para se colocar em prática, ou executar, o que está previsto nas políticas públicas. Dito, desta forma, a questão torna-se compreensiva, já que existem outros profissionais que, nos seus discursos, reforçam essa concepção ao atribuírem as dificuldades à falta de capacitação profissional adequada para essa atividade.

[...] acho que a falta de capacitação para que trate os usuários de forma humanizada, a falta de verbas e também de um projeto já que a cada instante mais pessoas sendo jovens ou adultas ingressam cada vez mais nas drogas.

Há, também, outros discursos mais pertinentes que se referem às dificuldades constatadas nos processos de reinserção social pela falta de investimentos, incentivo e recursos humanos, como ilustra os excertos da fala dessa assistente social que, além de reconhecer a insuficiência dos serviços, também refere-se ao agravamento do problema das drogas.

[...] falta recursos tanto materiais como mão-de-obra qualificada falta mais apoio do governo para qualificar os profissionais, falta melhores condições de trabalho. O discurso dessa enfermeira também remete ao problema das limitações para fazer funcionar a rede de atenção. Nesse contexto, vale esclarecer que o aporte de recursos financeiros para a manutenção dos serviços ofertados na rede de atenção está previsto nas políticas de atenção, principalmente, na área de saúde que adota um método de gestão descentralizado e autônomo envolvendo os três níveis da administração pública. A política define que é de fundamental importância para o êxito das suas diretrizes a captação, utilização e repasse de recursos financeiros pelos três níveis de governo, de forma a dar suporte e sustentação às gestões no que tange aos gastos nas áreas de vigilância, tratamento, prevenção e redução de danos (BRASIL, 2003). A PNAD também prevê o aporte de recursos financeiros para dar sustentação às atividades e serviços previstos na política, dispondo de um Fundo Nacional para financiar as atividades da referida política sobre drogas. Vale destacar que está inscrito no texto que a política deve ser contemplada financeiramente pelo orçamento geral da união com a previsão de dotações em todos os ministérios responsáveis pelas ações da PNAD. Essa política também valoriza a capacitação continuada, avaliada e atualizada de todos os setores governamentais e não governamentais envolvidos com tratamento, recuperação, redução de danos, reinserção social e ocupacional dos usuários, dependentes e seus familiares, com aporte financeiro para o aprimoramento dos conhecimentos da área (BRASIL, 2010, p. 17/18). No entanto, Couto (2013) afirma que existe um problema de centralização de recurso no nível da administração federal que, às vezes, impede a execução de projetos identificados com as realidades locais, já que o repasse de recursos, muitas vezes, fica condicionado à execução de programas desconectados da realidade dos municípios; situação que pode ser confundida com a falta de recursos.

Souza (2010) também refere-se ao problema de repasse financeiro aos serviços das políticas sobre drogas. O pesquisador aborda o problema do SUAS que está presente em cerca de 99% dos municípios brasileiros; no entanto, o sistema também ainda não conta com um sistema eficaz de transferência e aplicação dos recursos. Portanto, talvez o problema não esteja não falta de verbas, mas nos processo de aplicação desses recursos financeiros. Couto (2013) garante que o SUAS tem se preocupado com a política de formação de recursos humanos nas suas diversas áreas de atuação. Segundo o referido pesquisador a implantação do SUAS exige novas formas de regulação e de gestão do trabalho, bem como a ampliação do

número de trabalhadores com estabilidade funcional, sendo condição essencial desta política, ao lado de processos continuados de formação e qualificação. Desta forma, se constata que há uma identificação entre os discursos dos profissionais com relação à preocupação com o problema da falta de recursos financeiros e de capacitação adequada para os profissionais poderem realizar um trabalho mais adequada na área da reinserção social. O fato é que existem os mecanismos de repasse dos recursos financeiros e de capacitação, no entanto, os entraves de ordem administrativa e burocrática continuam sendo uma dura realidade nos serviços públicos no Brasil.

[...] a maior dificuldade enfrentada ainda é o preconceito e o medo que as pessoas erroneamente têm de conviver com uma pessoa usuária de crack ou outras drogas por desinformação e exclusão.

Como relação aos limites nos serviços executados pelos profissionais que atuam na rede de atenção, abordado por essa enfermeira, pode ser atribuído ao estigma e preconceito gerados pelos resquícios da visão moral e de guerra às drogas que ainda perpassam alguns setores da sociedade, inclusive, nos serviços públicos. Um dos grandes problemas que dão sustentação ao preconceito e ao medo, com relação aos usuários de drogas, está na visão moral sustentado por alguns redutos mais conservadores da sociedade que entendem o usuário de drogas como pecador e criminoso; “[...] visto que ele pode ser induzido pelas contingências de sua dependência a cometer delito, além de fazer uso de substâncias proibidas por lei [...]” (MOTA, 2009, p. 32).

No entanto, segundo Acselrad (2000), a política de atenção aos usuários de drogas, ou dependentes químicos, tem seguido parâmetros próximos em todo o mundo. Para o pesquisador, o modelo biopsicossocial de atenção aos usuários de drogas tem suplantado a visão médico-sanitarista e o jurídico-moral, que se constituem de métodos que vão desde a higienização, à demonização, a estigmatização e a segregação dos usuários. Podem ser citados também os movimentos sociais que se opõem a esses modelos, a exemplo do movimento antimanicomial, redução de danos e “advocacyofrecovery”, este último nos Estados Unidos, a partir do ano 2000 (WHITE, 2006), que muito tem contribuído para humanizar a visão sobre os usuários de drogas.

Vales salientar que até recentemente, no Brasil, as diretrizes da política sobre drogas estavam eivadas de insuficiências históricas no campo da promoção e proteção social, de saúde e tratamento para pessoa que usavam, abusavam ou eram dependentes de álcool; o que

era determinante para o aumento das vulnerabilidades nesses segmentos. Some-se, a essas insuficiências, o rigor da criminalização do uso de drogas que, pelo status de ilícitas, atribuído a algumas substâncias, provocavam pânico na sociedade ao lado do incentivo ao uso de substâncias lícitas, a exemplo do álcool (BRASIL, 2003). A partir da aprovação da Lei 11.343, em 2006, o quadro passou a ser outro com a descriminalização progressiva do uso de drogas na sociedade. No entanto, a situação de pânico ainda persiste em alguns segmentos pela falta de informações adequadas. O problema vem sendo tratado efetivamente no campo das políticas de direitos humanos.

Desta forma, resgate-se o que já foi dito com relação à visão dos princípios de dignidade humana que devem embasar as ações na área da reinserção social. Nesse sentido, Pinho (2009) acredita na reinserção social como sendo um apoio para que os usuários eses usuários consigam gerenciar suas vidas com maior autonomia e capacidade de escolha, possibilitando o processo de trocas sociais, a restituição plena dos direitos, das vantagens e das posições que essas pessoas tinham ou poderiam vir a ter, se as barreiras fossem minimizadas ou desaparecessem (PINHO, 2009).

3.7.4 O papel do profissional no processo de reinserção social de usuários de crack e

Benzer Belgeler