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Köycülüğün İdeoloğu Nusret Kemal Köymen’in Köycülüğü Üzerine

3. Türkiye’de Köycülük

criados para facilit ar a m ovim entação de capitais e as aplicações financeiras. Quan- do bem usados, são t am bém inst rum ent os de cobert ura de risco, est im ulando grandes inversões em capit al. Nesse cam po, a im aginação criadora é ext re- m am ent e fért il. Hoj e, nos grandes bancos e nas academ ias, a engenharia econôm ica reina soberana.

1 0 Um a observação im portante: o fato de haver m ais e m elhores

inst rum ent os de cobert ura de risco pode levar a grandes desast res: o freio de um veículo est im ula velocidades m aiores.

nom ia real, com conseqüências catastróficas para a população de baixa renda. E com o est am os num a econom ia globalizada, as adversidades econôm icas de um a parte do m undo t êm efeit os significat ivos e im e- diat os sobre t odas as out ras. A liberação dos m ercados e a desregu- lam ent ação financeira, pont os essenciais da ret órica neoliberal, não cum priram a prom essa de aum ent ar a riqueza para t odos. Houve, sem dúvida, um aum ent o m uit o grande de riqueza, m as apenas para um grupo rest rit o.Os indicadores sociais dos últ im os dez anos são inequívo- cos a esse respeit o. No plano ideológico, a análise do que vem ocorren- do nos últim os anos é im ensam ente instrutiva. Não existe qualquer possibilidade de se m ovim entar a econom ia real, sem recurso ao poder. O m ercado t ot alm ent e aut o- regulador é um m it o. Ora, o exercício do poder apóia- se na const it uição de um saber.1 1 Boa part e da t eoria econôm ica at ual t rabalha nesse sent ido, sendo rigorosam ent e indispensável à preservação de um sist em a que, com o se sabe, não prim a pela capacidade inclusiva. Cont rariam ent e ao que pensa Wallerst ein( 2004) , para quem o sist em a-m undo m oderno ou a econom ia- m undo capit alist a est á ent rando num a fase de bifurcação, ou sej a, de trânsito para outro sistem a, não vej o indícios suficient es para decidir essa quest ão. A passagem de um m odo de produção a out ro é um problem a de vast as proporções t eóricas e a plast icidade adapt at iva do capit alism o é enorm e, com o ficou dem onst rado nos últ im os 150 anos. Um a das forças de coesão de qualquer sist em a social é a ideologia, ou num a acepção m ais am pla, a hegem onia no sent ido

1 1 Não se diz que esse saber é cient ífico. Ele pode const it uir- se de um

conj unt o de proposições coerent es, lógicas e bem sist em at izadas, m as articuladas no sentido de sustentar um a situação de privilégio.

sent ido. A part e rest ant e opera com o caixa de ferram ent as, no sen- t ido de criar inst rum ent os út eis para a gest ão do capit alism o com o sis- t em a de produção e dist ribuição de riqueza, sendo m uito eficaz nesse papel. Segundo a visão pragm at ist a de Charles Peirce( um a t eoria é verdadeira quando produz result ados út eis) ,a t eoria econôm ica neo- clássica seria verdadeira, pois serve de guia na produção de t ais re- sult ados. Mas út eis para quem ? Para que classe social? A raiz do de- sacordo ent re as várias t radições t eóricas de análise sociológica est á em seus pressupost os epist em ológicos. Se se part e do pressupost o de que det erm inada organização social é fundam ent alm ent e corret a, com distúrbios esporádicos, a serem corrigidos( perspect iva conservadora) , qualquer afirm ação abonadora dessa situação seria verdadeira. Se, to- davia, se part e do pressuposto contrário( perspectiva revolucionária) , qualquer afirm at iva abonadora de st at us quo é falsa. Um a vez que t o- da sociedade é produto de um a construção, cuj o resultado deve a- proxim ar- se de um ideal consensual, qualquer sociedade m uito afas- t ada dos ideais de igualdade e de j ust iça, est á m al aj ust ada, a t al ideal. A t ese, segundo a qual, essa preocupação é descabida e não- cient ífica, por envolver j uízos de valor, não se j ust ifica. Sem j uízos de valor, a ciência se im obilizaria num et erno agora. Perderia t odo seu dinam is- m o. Quando um físico decide t om ar out ro cam inho ou cont est ar a sit ua- ção exist ent e, porque a t eoria at ual não o sat isfaz, est á fazendo um j uízo de valor. Ele valorou a sit uação at ual da t eoria, j ulgando- a insa- t isfat ória.Esse j ulgam ent o não foi um parênt ese na sua at ividade cient ífica, m as um at o const it ut ivo dessa própria at ividade. No cam po da análise sociológica, recusar essa análise equivale a se pronunciar, 1 2 A ideologia, no sent ido m arxiano, t em um sent ido negat ivo. Num a

sociedade socialist a, ela deveria desaparecer. Para Gram sci, a ideologia apresenta, t am bém , um aspect o posit ivo, é um a exigência est rut ural básica de qualquer sociedade, sendo a ret órica indispensável à sua legitim ação. Hegem onia é a capacidade de unificar e de m ant er unido, um bloco social não- hom ogêneo, m as m arcado por profundas cont radições de classe.

um j uízo de valor. Não se diz que o cient ist a social, com o cient ist a, de- ve operar a m udança. Mas é seu dever pensá- la. A análise t eórica, em si, não tem a virtude de alterar a vida, m as pode guiar a m udança. Segundo Haberm as não exist e qualquer m ecanism o im anent e ao pró- prio pensam ent o, capaz de fazer com que a produção t eórica consiga, por si m esm a, alt erar o curso da hist ória. As obras do pensam ent o de- pendem da prát ica polít ica. Qualquer prát ica polít ica racional deve est ar ancorada na ciência, inclusive a de const ruir um a sociedade m ais j ust a.

Tom ando Rouanet de em prést im o, “ o verdadeiro progresso consist e no aum ent o da j ust iça, da liberdade, da igualdade entre as nações e no int erior de cada nação, e não no aum ent o isolado do saber cient ífico.” De m odo que, não se pode pensar a sociedade sem pensar valores.

Todo o exposto at é aqui torna- se m ais claro à luz dos fat os. A crise financeira do Leste Asiático pode ilum inar essa discussão. Nela, os problem as de eficiência econôm ica não podem ser dissociados dos problem as sociais e t am pouco da valoração dos sistem as econôm icos.

A

A CCrriissee FFiinnaanncceeiirraa ddoo LLeessttee AAssiiááttiiccoo

Para m uit os analist as, a crise t eve início, em 02 de j ulho de 1997, com a desvalorização do baht t ailandês. Ent ret ant o, nenhum a crise surge do nada, e havia indícios, que a prenunciavam . Em 1994, a China, para favorecer suas exportações, desvalorizara sua m oeda, em detrim ento dos países da região. Em 1995, os Estados Unidos, por m ot ivos de polít ica int erna, decret aram um a forte valorização do dólar. As m oedas asiát icas, vinculadas ao dólar, t am bém foram valorizadas, o que aum entou o preço dos produtos export áveis, dim inuindo a com pet it ividade de t oda a região. As vant agens com eçaram a se

asiát icos aqui considerados, violaram algum as regras básicas da boa gest ão financeira. Um a delas, consist e em nunca cont rair em prés- t im os, de curt o- prazo, para repassá- los, a longo prazo.

A Coréia do Sul e a I ndonésia cont raíram grandes em prést im os de curto- prazo e os repassaram às em presas dom ést icas, a longo prazo. O clim a de euforia reinant e im pediu qualquer visão m ais prudent e do assunt o. Cabe lem brar que essas econom ias est avam obt endo grande sucesso sendo t idas com o m odelares, pelo próprio Banco Mundial, organism o ext rem am ente conservador, cuj as decisões se paut am pela m ais rígida ort odoxia. Est am os diant e de um problem a de racionalidade versus irracionalidade. Não há ocorrência de crises num sistem a racional. Ora, as crises acont eceram . Port ant o, esse sist em a não pode ser racional. Sendo im possível negar a evidência histórica das crises, a única m aneira de refutar esse argum ento consist e em apont ar as int ervenções governam entais e outras interferências exógenas, com o criadoras de obstáculo à racionalidade do sist em a. É est a a argum ent ação de Friedm an e de seus seguidores. Equivale a raciocinar da seguint e m aneira: em condições ideais, o sistem a é racional; se ele não está se com port ando racionalm ent e, é forçoso concluir pela não- idealidade das condições ou pela inexist ência de condições ideais. E quais seriam essas condições ideais? Os m ercados livres, naturalm ent e. A argum ent ação friedm aniana supõe provado o quê deve provar. Já no início da década de 1980, a desregulam ent ação se iniciou, t endo com o referência teórica, a visão neoliberal. Segundo essa visão, os desequilíbrios econôm icos originam - se das int erferências indevidas do poder público.

O fato é, que a crise se abateu sobre o Leste Asiático, dissem i- nando- se pelo rest o do m undo. Nenhum a crise econôm ica deixa de afet ar a vida da sociedade. Em decorrência dessa crise, surgiram

Sul e na I ndonésia. Com o a Coréia do Sul ocupa posição est rat égica na econom ia da região e o volum e de capit al nort e- am ericano invest ido nesse país era grande, os Est ados Unidos at uaram j unt o ao Fundo Monet ário I nt ernacional e a out ros organism os int ernacionais no sent ido da liberação de um pacot e de US$ 57 bilhões, o m aior pacote j á liberado sob a coordenação desse organism o. O governo coreano foi ret icent e, na aceit ação do pacot e, m as acabou cedendo. A aj uda vinha acom panhada de im posições pesadas para o povo. O país t eve que abrir seu sistem a bancário aos investidores est rangeiros. Muit os bancos e em presas locais foram fechados, levando ao desem prego dezenas de m ilhões de t rabalhadores.

Quebrava- se um longo pacto social ent re governo e sociedade civil. Segundo esse pacto, o governo coreano não perm it iria a falência de qualquer em presa dom ést ica. Naturalm ente, a sociedade coreana( os t rabalhadores, em prim eiro lugar) , acolheu, com prot est os, a quebra do pacto social. Mas o m al j á estava feito.

Um processo m uit o sem elhant e repet iu- se na I ndonésia. Em 1998, a rúpia I ndonésia havia perdido 85% de seu valor, e boa part e das em presas est avam falidas. Houve desem prego em m assa, agit ação social, fom e e violência ét nica. A crise, que com eçara na Tailândia, alast rou- se pela Malásia, I ndonésia, Coréia do Sul, Rússia, at ingindo o Brasil, em 1999. Seus efeit os sobre a econom ia foram m uit o diversificados, podendo- se dizer o m esm o de seus reflexos, no cam po social. Mas ficou a lição de sem pre: as cam adas m ais pobres e os países m enos desenvolvidos arcaram com a m aior parte dos custos e, m ais um a vez, o capit alism o aj ust ou- se às t urbulências, socializando as perdas. Exist em t rês versões conflitant es na explicação dessa crise, m as é possível harm onizá- las num a versão única( Gilpin, 2004) . A prim eira afirm a t rat ar- se de um a crise financeira norm al, a segunda vê

depreciat ivam ent e capit alism o de com padres ou capit alism o am igão. Finalm ent e, a t erceira versão explica a crise com o decorrên- cia de um a polít ica volt ada para a defesa dos int eresses econôm ico- financeiros dos Est ados Unidos. Em bora não- int encional, esse t ipo de polít ica t eria ocasionado a crise.

A prim eira explicação foi proposta pelo econom ista Jeffrey Sachs, da Universidade de Harvard. Sachs afirm ou t rat ar- se de um a crise norm al, com o t ant as out ras, ocorridas no curso da hist ória do capit alism o. Esse t ipo de crise, segundo ele, pode ocorrer a qualquer m om ent o, independent em ent e dos fundam ent os econôm icos do país afet ado. No lest e Asiát ico, sabe- se que esses fundam ent os eram excelent es, com o at est aram t ant o o Fundo Monet ário I nt ernacional com o o Banco Mundial. A versão de Sachs aproxim a- se do m odelo de Minsky. Com o se sabe, a explicação de Minsky afasta- se da ortodoxia. O fat o é, que a econom ia asiát ica passou, inesperadam ent e, da euforia ao caos. Nessas sit uações, um m ercado deixado a si m esm o, cam inha, inevitavelm ente, para o desastre. Os governos defrontaram - se com duas alt ernat ivas indesej áveis: ou aum ent ar as t axas de j uros, prej udicando as em presas envolvidas na produção, ou desvalorizar a m oeda, levando à falência dezenas de em presas endividadas, em m oeda est rangeira. As duas alt ernativas foram aplicadas em m om ent os diferent es, m as sem result ado posit ivo algum . Mesm o porque, o m ovim ento de liberalização dos m ercados anulava os efeit os dos ins- t rum ent os t radicionais de polít ica econôm ica. Os governos encontra- vam - se de m ãos at adas.

A segunda explicação at ribui a crise ao capitalism o de com pa- dres, expressão pej orat iva, cunhada por alguns econom ist as, com boa acolhida em W all St reet e j unt o aos organism os m ult ilat erais de aj uda. Est a explicação t eve um a acolhida t anto m ais calorosa em W all

asiát ica, de alguns m eses ant es. O êxit o econôm ico desses países levou- os a exaltar os valores asiáticos e, ao m esm o tem po, apontar a decadência dos valores ocidentais. O desenvolvim ento asiático não se aj ust ava aos padrões neoliberais. Na verdade, o que os defensores dessa versão denom inam capit alism o de com padres não é outra coisa senão um capit alism o de alianças ent re o set or público e o set or privado( governo, bancos e em presas indust riais) . Esses t rês set ores, t rabalhando em conj unt o, deram im pulso decisivo ao desenvolvim ento da região. O papel do Est ado foi essencial nesse em preendim ent o. Nada disso se aj ust ava ao figurino do Est ado m ínim o. Adem ais, esse novo est ilo de desenvolvim ent o apresent ava- se com o alt ernat iva ao capitalism o anglo- saxão. É útil abrir parênteses para fazer um a pequena incursão pelo t em a. Na década de 1960, quase t odos esses países eram pobres. Trint a anos depois, na década de 1990, est avam se aproxim ando, e rapidam ente, dos padrões do prim eiro m undo. Qual o segredo desse desem penho? O que provocou, em 30 anos, um crescim ent o m uit o superior ao dos países latino- am ericanos ou africanos? A receit a é m ais sim ples do que parece e t em t udo a ver com o capit alism o de alianças. A art iculação ent re Est ado, Banco e I ndúst ria criou condições favoráveis à ocorrência dos seguintes eventos posit ivos, responsáveis pelo desenvolvim ent o:

1) Aum ent o da t axa de poupança e invest im ent o. A t axa m édia de poupança desses países é de 34% cont ra m e- nos da m et ade, no caso dos países lat ino- am ericanos. 2) Educação básica para t odos. O índice de m atrícula no

ensino básico, aproxim a- se de 100% .No ensino supe- rior, as universidades procuram ser cent ros de excelên- cia e, não apenas agências de prom oção social.

t im ent os produt ivos e im pedindo um a excessiva con- cent ração de renda.

É um segredo de polichinelo. Mas, a esquerda brasileira não dis- cute o desenvolvim ento nesses term os. A educação para t odos nunca foi obj et o de um a ação polít ica decidida, no Brasil. Talvez por um a com preensão equivocada da visão m arxiana. Marx j am ais considerou a possibilidade de um a t ransform ação profunda da sociedade, por m eio do sist em a educacional. E isso, por dois m ot ivos. Pret endia a revolu- ção, ist o é, a subst it uição da classe dom inant e burguesa por um a nova classe dirigent e. É esse o verdadeiro sentido de revolução. Ora, isso não pode ser feit o por um sist em a educacional, que reproduza as condições exist ent es. A segunda razão é que, na época, as escolas eram inacessíveis à classe operária, não entrando com o forças posit ivas na solução do problem a. Seria irrealist a esperar qualquer t ransform a- ção part indo do sist em a educacional. Hoj e, a sit uação é out ra. A his- t ória m ost rou que, cedo ou t arde, o avanço do conhecim ento provoca m udanças profundas na sociedade t radicional e seria possível( desde que houvesse vont ade polít ica, para isso) , abrir o sist em a educacional a todas as cam adas sociais. Um a reflexão, nesse sent ido, seria út il at é para um alargam ent o e aprofundam ent o do universo t eórico do m ar- xism o. Fecho os parênteses voltando à quest ão da crise asiát ica.

A terceira versão explicativa da crise aproxim a- se m ais de um debat e m oderno, em t erm os de im perialism o. Essa versão foi propost a por Bhagwati, professor de Econom ia I nt ernacional da Universidade de Colum bia, e Robert Wade, especialist a nort e- am ericano para assunt os asiáticos. É tam bém a versão incorporada a O Desafio do Capitalism o Global, de Robert Gilpin, professor de Relações I nt ernacionais, da Universidade de Princet on. Segundo essa linha de raciocínio, a crise foi provocada pela polít ica do Tesouro dos Est ados Unidos, orient ada no

t odo o m undo. Bhagwat i denom ina o processo todo de Com plexo W all St reet - Tesouro.

“ Segundo Bhagwati e Wade, a crise financeira foi efe- t ivam ent e precipit ada pela liberalização prem atura dos m ercados financeiros e das cont as de capit al( liberdade de m ovim entos de capit al) im post a a essas econom ias pelo Com plexo Wall St reet - Tesouro, para usar a ex- pressão de Bhagwat i.De acordo com est a t ese, o Te- souro am ericano, sob fort e influência de int eresses fi- nanceiros am ericanos( bancos, fundos hedge, etc.) , va- leu- se de seu im enso poder político para forçar essas econom ias a se abrirem aos invest im ent os am ericanos, inclusive à aquisição de bancos e de inst ituições finan- ceiras locais, por em presas am ericanas. Na opinião de Bhagwati, um papel decisivo nest a pressão da m at riz am ericana, para abrir as econom ias à finança int erna- cional foi desem penhado conj unt am ente pela ideologia de livre m ercado, que prevalece desde Reagan e a derrocada do com unism o, por poderosos int eresses e- conôm icos e por est reit os vínculos pessoais(com pa- drio) .Muitos observadores frisam , por exem plo, que o secretário do Tesouro, Rubin, t eve negócios em Wall St reet . Não só o FMI sofre fort e influência am ericana, com o suas próprias am bições inst it ucionais seriam at endidas com o exercício da função de gerente do sist em a financeiro int ernacional e, portanto, principal operador da econom ia global. A abertura dos m erca- dos financeiros locais a invest idores int ernacionais, efetivam ente, revelou-se um desastre, na m edida em que esses países, realm ente, se tornaram vítim as de fluxos internacionais especulat ivos de capit ais. En-

para as econom ias do Sudest e Asiát ico chegava a US$ 93 bilhões, em 1997, a direção inverteu- se, e US$ 12 bilhões fugiram da região. Poucos países seriam capa- zes de sobreviver a um a situação com o esta.” ( Gilpin, 2004)

A com pet ição int ercapit alist a agravou a sit uação. As várias agências int ernacionais de em prést im o de dinheiro abraçaram essa avent ura, prem idas pela concorrência. Nenhum a delas queria ficar para