2.6 Türkiye’de Medikal Turizm
2.6.3 Türkiye’de Yasal Çerçeve ve Teşvik Durumu
As
Figuras 5.35 a 5.50 apresentam os resultados dos ensaios dos modelos “push out” com lajes mistas com o Deck 60.a) Modelos com Rebite M12
Figura 5.35 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC1 a RC4, modelo “push out” M12-1
Figura 5.36 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC5 e RC6, modelo “push out” M12-1
Figura 5.37 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC1 a RC4, modelo “push out” M12-2
Figura 5.38 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC5 e RC6, modelo “push out” M12-2
Figura 5.39 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC1 a RC4, modelo “push out” M12-3
Figura 5.40 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC5 e RC6, modelo “push out” M12-3
Figura 5.41 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC1 a RC4, modelo “push out” M12-4
Figura 5.42 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC5 e RC6, modelo “push out” M12-4
b) Modelos com Rebite M14
Figura 5.43 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC1 a RC4, modelo “push out” M14-1
Figura 5.44 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC5 e RC6, modelo “push out” M14-1
Figura 5.45 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC1 a RC3, modelo “push out” M14-2
Figura 5.46 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC5 e RC6, modelo “push out” M14-2
Figura 5.47 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC1 a RC4, modelo “push out” M14-3
Figura 5.48 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC5 e RC6, modelo “push out” M14-3
Figura 5.49 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC1 a RC4, modelo “push out” M14-4
Figura 5.50 – Carga x Deslizamento, valores médios de RC5 e RC6, modelo “push out” M14-4
c) Comentários sobre os ensaios e os modos de ruptura dos modelos
- Modos de ruptura
Um dos modos de colapso em modelos com conectores stud bolt é a ruptura por cisalhamento na interface, na base dos studs. A laje de concreto permanece intacta com pequena ou nenhuma fissuração superficial (VELDANDA e HOSAIN, 1992). De acordo com JAYAS e HOSAIN (1988), esse modo de ruptura é o mais desejável para os studs, pois é a condição em que o conector pode contribuir com a máxima resistência ao cisalhamento.
Para outros conectores, especialmente o Crestbond e o Perfobond (OLIVEIRA 2007), o colapso se inicia com a formação de uma fissura longitudinal na laje de concreto, ao longo da linha do conector, seguida do esmagamento do concreto à frente do conector. Se não há armadura transversal, a ruptura ocorre abruptamente, de forma frágil, a partir de uma fissura na laje de concreto no alinhamento do conector.
Para a viga mista com deck metálico, a EN 1994-1-1(2004) recomenda considerar as superfícies típicas potenciais de falha ao cisalhamento no concreto mostradas na Figura 5.51.
(a)
(b)
(c)
Figura 5.51 – Superfícies típicas potenciais de falha ao cisalhamento quando decks metálicos são utilizados, EN 1994-1-1(2004)
Durante os ensaios de todos os modelos “push out” com lajes mistas propostos na presente pesquisa foram observados dois modos de colapso: formação de uma fissura longitudinal na laje de concreto seguida de ruptura do concreto segundo a superfície típica apresentada na Figura 5.51 (a), conforme mostram as Figuras 5.52 a 5.56, mesmo em se tratando de fôrma longitudinal à viga de aço.
Figura 5.52 – Modelo “push out” M12-1 com fissura longitudinal na laje de concreto
Figura 5.54 – Modelo “push out” M12-4 com fissuras típicas da Figura 5.51 (a)
Figura 5.56 – Modelo “push out” M14-4 com fissura longitudinal na laje de concreto
As fissuras longitudinais nas lajes de concreto iniciaram-se em níveis geralmente menores que a metade da carga de colapso, enquanto que as fissuras típicas da Figura 5.51 (a) ocorreram no limiar da carga de colapso, caracterizando a resistência última de cada modelo, quando ocorria o desprendimento total do concreto do deck metálico – conforme mostram as Figuras 5.52 a 5.56. Ressalte-se que todas as lajes dos modelos eram providas de armadura de cisalhamento, sem as quais a ruptura ocorreria abruptamente, de forma frágil, a partir da fissura na laje de concreto no alinhamento dos conectores. No entanto, não foi projetada armadura transversal ao perfil metálico para combater o cisalhamento esquematizado na Figura 5.51 (a).
A Tabela 5.3 apresenta o resumo das observações feitas durante os ensaios dos modelos, sendo também apresentados os correspondentes valores de carga.
Tabela 5.3 – Principais observações feitas durante os ensaios dos modelos “push out” com lajes mistas.
Modelo “push out”
Carga do início da fissura longitudinal nas lajes de concreto
(kN) Carga do início da fissura típica da Figura 5.51 (a) (kN) Carga de Colapso do modelo (kN) M12-1 130 280 313 M12-2 118 291 320 M12-3 132 260 300 M12-4 119 199 321 M14-1 119 261 288 M14-2 160 282 291 M14-3 221 282 325 M14-4 144 260 283
Outro modo de colapso que foi detectado visualmente após a realização dos ensaios e através de cálculos diz respeito à pressão de contato nos furos realizados no perfil metálico para a fixação dos rebites tubulares com rosca interna e os correspondentes parafusos sextavados que trabalharam como conectores de cisalhamento.
Quando, numa ligação, os parafusos estão resistindo ao corte, a pressão desses parafusos na parede dos furos pode causar a ruína da chapa por esmagamento, rasgamento entre dois furos consecutivos ou rasgamento entre um furo e a borda, na direção do esforço. Com relação aos modelos ensaiados, verificou-se a ocorrência do esmagamento sem rasgamento, conforme previsto nos cálculos apresentados no Anexo D.
- Ductilidade da ligação
Conforme pode-se observar nas Figuras 5.35 a 5.50, os deslizamentos medidos com relógios comparadores RC1 a RC4 (perfil metálico-deck metálico) resultaram ligeiramente inferiores que os deslizamentos medidos com os relógios comparadores RC5 e RC6 (perfil metálico-concreto), comprovando a eficiência da laje mista. Em todos os modelos o deslizamento característico é superior ao limite de 6,0 mm, o que permite sugerir a classificação da conexão como dúctil segundo a EN 1994- 1-1(2004).
No entanto, assim como ocorreu com os modelos “push out” com painéis de CCA, deve-se destacar que em todos os ensaios os modelos foram conduzidos a valores de deslizamentos que não configurassem risco de ruptura brusca dos conectores de cisalhamento, evitando assim a repentina mudança da condição de carga centrada para carga excêntrica - o que poderia causar sérios danos ao sistema de aplicação de carga e riscos de acidentes com a equipe de ensaio. Assim, por questões de segurança, todos os modelos foram descarregados antes de se configurar deslizamentos demasiadamente grandes.
5.5 Vigas mistas com lajes mistas
Os resultados experimentais das vigas mistas são apresentados graficamente nas Figuras 5.57 a 5.76.
a) Vigas com Rebite M12
Viga VMM12-1
Figura 5.57 – Momento x flecha no meio do vão, modelo VigaVMM12-1
Figura 5.58 – Momento x deformações na seção central (valores médios), modelo Viga VMM12-1
Figura 5.59 – Momento x deslocamento dos relógios comparadores RC1 e RC3 (valores médios), modelo Viga VMM12-1
Figura 5.60 – Momento x deslocamento dos relógios comparadores RC2 e RC4 (valores médios), modelo Viga VMM12-1
Figura 5.61 – Deformações na seção transversal do concreto e do aço, no meio do vão (valores médios), modelo Viga VMM12-1
Viga VMM12-2
Figura 5.62 – Momento x flecha no meio do vão, modelo VigaVMM12-2
Figura 5.63 – Momento x deformações na seção central (valores médios), modelo Viga VMM12-2
Figura 5.64 – Momento x deslocamento dos relógios comparadores RC1 e RC3 (valores médios), modelo Viga VMM12-2
Figura 5.65 – Momento x deslocamento dos relógios comparadores RC2 e RC4 (valores médios), modelo Viga VMM12-2
Figura 5.66 – Deformações na seção transversal do concreto e do aço, no meio do vão (valores médios), modelo Viga VMM12-2
b) Vigas com Rebite M14
Viga VMM14-1
Figura 5.67 – Momento x flecha no meio do vão, modelo VigaVMM14-1
Figura 5.68 – Momento x deformações na seção central (valores médios), modelo Viga VMM14-1
Figura 5.69 – Momento x deslocamento dos relógios comparadores RC1 e RC3 (valores médios), modelo Viga VMM14-1
Figura 5.70 – Momento x deslocamento dos relógios comparadores RC2 e RC4 (valores médios), modelo Viga VMM14-1