BÖLÜM 2: TÜRK KAMU YÖNETĐMĐNĐN YENĐDEN YAPILANMA SÜRECĐ
2.1. Türkiye’de Kamusal Alanda Yeniden Yapılanma Serüveni
Na coleta de amostras, o autor deu preferência àquelas já conhecidas, que haviam sido ou seriam utilizadas por pesquisadores, em trabalhos desenvolvidos junto ao Departamento de
Transportes da EESC ou que estavam, de alguma maneira, a ele ligados. Mais particularmente, foram selecionadas amostras que possuiam, pelo menos, resultados de ensaios de classificação MCT.
Assim sendo, foram utilizadas neste trabalho, um total de 297 amostras de solos, cedidas pelo Prof. Alfredo d'Avila, da Universidade Federal Rio Grande do Sul; pela Geola. Noris Costa
Dinis Coelho de Souza e utilizadas em Souza(1992); pela Profa. Teresinha de Jesus Bonnucelli, da
Universidade Federal de Ouro Preto, e utilizadas em Bonuccelli(1992); pelo Prof. Marcos Antonio Garcia Ferreira, da Universidade Federal de São Carlos, e utilizadas em Ferreira(1993); pela empresa Lenc, Laboratório de Engenharia e Consultoria S/C, e utilizadas em Lenc(1991a, 1991b, 1991c, 1991d, 1991e, 1991f, 1991g, 1991h e 1991i), além de amostras já existentes no próprio Laboratório de Estradas do Departamento de Transportes da EESC e já utilizadas por Fabbri e Sória(1991).
4.2.2. DESCRIÇÃO SUSCINTA DAS AMOSTRAS POR ORIGEM
4.2.2.1. AMOSTRAS DO PROF. ALFREDO d'AVILA
Foram utilizadas 64 amostras cedidas pelo Prof. Alfredo, que serão objeto de estudo em sua tese de doutoramento, em andamento. Essas amostras são provenientes de materiais empregados como revestimento primário em estradas de terra no município de Pelotas e proximidades, no estado do Rio Grande do Sul.
São solos podzolizados, de origem de granito e gnaisse, de cor bastante variada, desde pretos até brancos, de granulometria grosseira, tendo uma quantidade considerável de material retido na peneira #4,76 mm e que possuem mica, detectável visualmente, tanto na fração areia (> 0,074 mm) como na fração fina.
Os ensaios de classificação MCT e de Mini-CBR foram executados na Universidade Federal Rio Grande do Sul. As classificações MCT foram obtidas a partir de ensaios com apenas 3 ou 4 teores de umidade de compactação, o que, por vezes, prejudica a qualidade dos resultados, por implicar na extrapolação de valores. Os valores de Mini-CBR foram obtidos de corpos de prova compactados segundo o método MCT e, por conseguinte, não existe constância de energia de compactação por unidade de volume, como é padronizado nos ensaios de compactação. De qualquer forma, todos os ensaios aproveitados foram retraçados e revisados pelo autor. Esses solos são identificados, neste trabalho, como tendo por origem "Alfredo" (vide, por exemplo, Anexo 1).
4.2.2.2. AMOSTRAS DA EESC
Foram utilizadas 25 amostras de solos existentes no Laboratório de Estradas do Departamento de Transportes da EESC, provenientes do interior do estado de São Paulo e já utilizadas e descritas, anteriormente, por Fabbri e Sória(1991). Dentre essas amostras, estão algumas conhecidas e aproveitadas por outros autores, tal como em Villibor(1981), Soria(1985), Nogami e Villibor(1980, 1981), Fabbri(1986), Corrêa(1976, 1989), etc.. Neste trabalho, esses solos são referênciados como tendo por origem "EESC".
Cabe ressaltar que os ensaios de adsorção de azul de metileno foram refeitos, pois o método utilizado nesta tese foi modificado pelo autor após sua primeira apresentação, em 1991.
4.2.2.3. AMOSTRAS DA LENC
Foram utilizadas 160 amostras de solos cedidas pela empresa LENC, Laboratório de Engenharia e Consultoria S/C, oriundas de projetos geotécnicos de pavimentação implantados em conjuntos habitacionais na periferia da cidade de São Paulo, estado de São Paulo, conforme apresentado em Lenc(1991a, 1991b, 1991c, 1991d, 1991e, 1991f, 1991g, 1991h e 1991i).
São solos, na sua maioria, micáceos, finos (passam integralmente na #2,00 mm) e que apresentam as mais diversas cores, variando do branco ao cinza escuro. Neste trabalho, essas amostras são referenciadas como tendo por origem "LENC".
4.2.2.4. AMOSTRAS DA GEÓLOGA NORIS COSTA DINIZ COELHO DE SOUZA
Foram utilizadas 20 amostras de solos cedidas pela Geola. Noris Costa Diniz Coelho de
Souza, retiradas da região correspondente à Folha Topográfica de Aguaí, estado de São Paulo, segundo Souza(1992). Os ensaios de classificação MCT e de granulometria conjunta (peneiramento e sedimentação) foram executados pelos técnicos do Laboratório de Estradas do Departamento de Transportes da EESC, sob supervisão do autor.
Essas amostras são aqui referenciadas como tendo por origem "Noris".
4.2.2.5. AMOSTRAS DA PROFA. TERESINHA DE JESUS BONUCCELLI
Foram utilizadas 8 amostras de solos cedidas pela Profa. Teresinha de Jesus Bonnucelli, da
Ouro Preto, conforme descrito em Bonuccelli(1992). Os ensaios de classificação MCT foram realizados pelos técnicos do Laboratório de Estradas do Departamento de Transportes da EESC.
Essas amostras são aqui referenciadas como tendo por origem "Teresinha".
4.2.2.6. AMOSTRAS DA UFSCAR
Foram utilizadas 20 amostras de solos cedidas pelo Prof. Marcos Antonio Garcia Ferreira, da Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR. Esses solos foram utilizados em sua tese de doutoramento (Ferreira, 1993), tendo sido colhidos aos pares, em 10 taludes de cortes de estradas pavimentadas, num mesmo perfil vertical, acima e abaixo da linha de seixos. A finalidade disso foi avaliar, do ponto de vista estatístico, as diferenças de propriedades entre solos de comportamento laterítico (acima da linha de seixos) e de comportamento não laterítico (abaixo), segundo a classificação MCT.
Os ensaios de classificação MCT foram realizados pelo laboratório de solos da Universidade Federal de São Carlos. Estranhamente, não foram encontradas diferenças significativas entre os pares de solos provenientes de um mesmo perfil vertical, tanto do ponto de vista da variação de propriedades como mini-CBR, expansão, RIS, etc. e, mesmo segundo a classificação MCT. A maioria das amostras foi classificada como de comportamento laterítico. Essa aparente incongruência será discutida, oportunamente, no próximo Capítulo.
Essas amostras de solos são aqui referenciadas como tendo por origem "UFSCAR".