Entre 1923 e 2011, período coberto pelos dados desta pesquisa, foram dezesseis os presidentes americanos, alguns com governos duplos, triplos ou até quádruplos, como é o caso de Roosevelt. Dentre esses, há sete democratas e nove republicanos, segundo informações da Casa Branca21. Segue uma lista com seus nomes, partidos e períodos de governo, a seguir (Tabela 6).
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Fonte: http://www.whitehouse.gov/about/presidents.
Presidente Partido Período de governo
Warren G. Harding Republicano de 04/03/1921 a 02/08/1923 Calvin Coolidge Republicano de 02/08/1923 a 04/03/1929 Herbert Hoover Republicano de 04/03/1929 a 04/03/1933 Franklin D. Roosevelt Democrata de 04/03/1933 a 12/04/1945 Harry S. Truman Democrata de 12/04/1945 a 20/01/1953 Dwight D.Eisenhower Republicano de 20/01/1953 a 20/01/1961
John F. Kennedy Democrata de 20/01/1961 a 22/11/1963
Lyndon B. Johnson Democrata de 22/11/1963 a 20/01/1969
Richard Nixon Republicano de 20/01/1969 a 09/08/1974
Gerald Ford Republicano de 09/08/1974 a 20/01/1977
Jimmy Carter Democrata de 20/01/1977 a 20/01/1981
Ronald Reagan Republicano de 20/01/1981 a 20/01/1989
George H. W. Bush Republicano de 20/01/1989 a 20/01/1993
Bill Clinton Democrata de 20/01/1993 a 20/01/2001
George W. Bush Republicano de 20/01/2001 a 20/01/2009
Barack Obama Democrata de 20/01/2009 a -
Tabela 6: Presidentes americanos de 1923 a 2011
Por se tratar de um período extenso e de um sem número de eventos e realizações, alguns inclusive pertencentes às outras divisões deste subcapítulo, optou-se por apresentar os principais feitos políticos, econômicos e/ou sociais de cada um desses dezesseis governantes, iniciando por Warren G. Harding.
Presidente entre 1921 e 1923, o conservador Harding prometia à nação assustada com o horror da Primeira Guerra Mundial a volta à normalidade. Dessa forma, estimulou a industrialização e a busca por uma economia forte e independente do mercado externo. Assumiu, assim, uma postura fiscal e financeira conservadora. No entanto, possuía uma visão mais liberal quanto às mulheres e às minorias, endossando, por exemplo, os direitos civis dos negros americanos, o que auxiliou na contenção de problemas raciais em todo o país.
Seu sucessor, o também republicano Coolidge, iniciou o mandato seguindo seus passos, ou melhor, resolvendo assuntos pendentes, como a assinatura do Ato de
Imigração (Immigration Act), em 1924, o qual restringia o número de imigrantes no país, e a assinatura do Revenue Act , que indicava o aumento do imposto do Estado e diminuía o imposto individual. Durante seu governo, época denominada Roaring
Twenties (‘os loucos anos vinte’) por historiadores, houve um rápido crescimento
industrial e econômico, favorecido por impostos baixos e pagos por poucos – o que pode ter contribuído com a Grande Depressão, na década seguinte. Entretanto, manteve-se reticente à participação do e no mercado (cf. DeGREGORIO, 1997).
O mandato de Coolidge foi sucedido por uma das maiores crises econômicas da história. Hoover era o presidente à época da quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque, em 1929. Devido a ações protecionistas desde o final da Primeira Guerra, ao estímulo à indústria nacional, ao aumento do estoque da indústria e consequente desvalorização de suas ações na Bolsa, a retirada, em massa, dos investimentos teve efeito assolador tanto em termos econômicos quanto sociais. O país foi à falência: a pobreza chegou às classes mais altas, os pobres ficaram miseráveis, o nível de desemprego atingiu níveis alarmantes. Hoover passou seu mandato traçando estratégias para estimular o crescimento a longo prazo. Contudo, dentre suas ações houve o aumento dos impostos (Revenue Act de 1932) na tentativa de cobrir prejuízos decorrentes da Grande Depressão, o que acabou por favorecer o aumento da dívida nacional e por causar problemas econômicos e diplomáticos internacionais.
Uma proposta de resolução dos problemas surgiu com Roosevelt e seu New Deal - um grupo de ações implementadas com o intuito de recuperar a economia e a sociedade pós-Grande Depressão. Atuando no controle de preços e na produção
agrícola e industrial, o New Deal também contemplava a destruição de estoques de produtos, o investimento em obras públicas e a redução da jornada de trabalho. Para auxiliar na sua implementação, houve a criação de agências federais, tais como a Agricultural Adjustment Administration (AAA) e a Public Works
Administration (PWA). O crescimento econômico foi rápido, porém seguido de nova
estagnação às vésperas da Segunda Guerra Mundial, período em que Roosevelt se destacou como grande líder militar e político.
Com sua morte 82 dias após o início do quarto mandato de Roosevelt, Harry S. Truman assumiu a presidência de um país ainda em guerra. Foi a partir de sua ordem que, em agosto de 1945, as bombas atômicas foram lançadas sob as cidades de Hiroshima e Nagasaki. Pouco depois houve a rendição oficial do Japão e o fim da guerra.
O país que Truman assumira estava repleto de desafios internos (cf. WHITNEY, 2001), tais como greves trabalhistas, escassez de produtos e serviços e agitação econômica, ocasionados em especial devido aos anos de crise, seguidos de anos de guerra. Ainda assim, Truman apoiou ações de política externa, dentre elas a política de boa vizinhança com a América Latina, iniciada por Roosevelt em 1942; e a criação das Nações Unidas e o Plano Marshall, cujo principal objetivo era o de auxiliar a Europa pós-guerra financeiramente e, de certo modo, coibir o avanço do comunismo.
Dava-se início à Guerra Fria e os Estados Unidos buscavam maneiras para não perder espaço para os soviéticos. Dentre as estratégias de combate, ainda em seu
primeiro mandato, Truman reconheceu o Estado de Israel e assinou o National
Security Act, em 1947, que possibilitou a reorganização das forças armadas
americanas, da política externa e das agências de inteligência.
Ainda com a intenção de tentar conter o avanço do comunismo, Truman apoiou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), em 1949, que tinha como objetivo principal manter uma cooperação estratégica e auxílio mútuo em caso de ataques dentre os signatários. No mesmo ano, autorizou uma ação militar americana durante a Guerra Civil Chinesa com o intuito de evitar um ataque chinês à Formosa, após a fuga de Chiang Kai-shek e seu exército para a ilha. Já no ano seguinte, interveio, via Nações Unidas, na Guerra da Coreia e em disputa entre os comunistas chineses e os franceses envolvendo a Indochina e, consequentemente, o Vietnam.
Truman foi sucedido por Eisenhower, um político conservador (cf. DeGREGORIO, 1997), que desde seu discurso inaugural mostrou-se comprometido com políticas internacionais e com o mercado externo. Já no início de seu governo, atuou com força22 diante de ameaças comunistas, interferindo no governo do Irã e na Guerra da Coreia, sem abandonar a pressão sobre a União Soviética. Manteve as ações do
New Deal, fazendo pequenas alterações em seguros sociais e lançando o Sistema
Interestadual de Autoestradas (System of Interstate and Defense Highways), que inclui 48 estados americanos e é classificada como a maior rede de autoestradas do mundo. Em termos econômicos, os dois mandatos de Eisenhower foram marcados pela prosperidade.
Talvez um dos presidentes mais conhecidos dos Estados Unidos, seja por sua trágica morte seja pela atenção da mídia durante sua vida, Kennedy figura até hoje como um dos presidentes com maior aprovação da opinião pública, segundo empresas de pesquisa de opinião como a Gallup23 e a Angus Reid24. Assim como no governo de seu antecessor, Kennedy envolveu-se em diversas ações de política externa, devido à Guerra Fria e ao regime Castrino em Cuba. Whitney (2001) destaca que apesar de Kennedy ter governado por um curto período de tempo, já que foi assassinado dois anos após sua eleição, criou sua marca na história americana com uma política externa agressiva. O apoio dado ao desembarque na Baía dos Porcos, conhecida como La Batalla de Girón, e o bloqueio a Cuba são exemplos de sua política. Não menos polêmica foi sua determinação de ampliar a participação norte-americana na Guerra do Vietnam, enviando mais 13.000 soldados (cf. KIERNAN, 2009; WHITNEY, 2001).
Internamente, Kennedy apoiou movimentos que defendiam minorias étnicas e tentou conter o crime organizado e a corrupção. Não menos importante, foi durante o mandato de Kennedy que o Muro de Berlim teve sua construção iniciada na Alemanha e a Corrida Espacial tomou rumos mais promissores para os americanos com o anúncio de que até o final da década pousariam na Lua.
Foi apenas em 1969, já no governo de Johnson, no entanto, que a chegada ao satélite da Terra foi comemorada – o que colocava os americanos um passo a frente dos soviéticos na Corrida Espacial. Além da Guerra Fria, os mandatos de Johnson foram, essencialmente, marcados por outras guerras: a guerra à pobreza, os
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Disponível em <http://www.gallup.com>. Último acesso 24/10/2012.
conflitos urbanos e a Guerra do Vietnam. A primeira envolvia a aprovação de leis que permitissem a criação de programas assistenciais, tais como os que oferecem vale alimentação e auxílio médico. A segunda, os motins urbanos, decorria de protestos violentos em bairros com maioria negra, que atingiram grandes proporções após o assassinato de Martin Luther King Jr. A terceira, uma guerra iniciada durante o governo de Eisenhower, mas que teve a partir de Kennedy e Johnson o impopular aumento da ação americana no conflito. Em termos educacionais, Johnson foi um dos primeiros a injetar dinheiro federal na educação com o objetivo de melhorar as escolas públicas – para ele, a educação era um componente essencial do American
Dream.
Johnson fora sucedido por Nixon, que havia sido vice-presidente de Eisenhower e perdido as eleições para Kennedy. Talvez seja mais lembrado não apenas devido ao fato de que a ação americana ao mesmo tempo em que passou a ser mais intensa durante o seu governo na Guerra do Vietnam, foi também nele em que a sua participação diminuiu, mas também pela sua renúncia decorrente do Caso
Watergate, um escândalo político referente à invasão das instalações do Partido
Democrata, rival do partido do presidente, com o intuito de favorecer Nixon em uma reeleição (cf. WHITNEY, 2001).
Ainda em termos de política externa, foi no governo de Nixon que seu deu início à
détente25 e à aproximação dos EUA com a União Soviética e República Popular da China. Em termos sociais, incentivou a luta contra as drogas ilícitas, a busca por meios de tratamento do câncer, a desegregação nas escolas no sul do país e, em
25
Literalmente ‘distensão’ ou ‘relaxamento’. Trata-se de um termo usado em política internacional e se refere a um período de relacionamento diplomático entre nações que tinham relacionamentos hostis.
termos ambientais, criou a Agência de Proteção Ambiental (U.S. Environmental
Protection Agency) (cf. DeGREGORIO, 1997). Economicamente, o país foi assolado
pela recessão e pela inflação entre 1973 e 1975.
Ford, vice presidente de Nixon após a renúncia de seu primeiro vice, Spiro Agnew, assumiu a presidência a partir de sua renúncia de Nixon e foi o único político americano a ter ambos os cargos sem nunca ter sido eleito para qualquer um deles. Seu governo foi bastante criticado e considerado, em termos econômicos, como um dos mais fracos desde a Grande Depressão. O país vivia o momento de desregulamentação, em que o governo reduziu ou eliminou o controle sobre os negócios e simplificou regras que restringiam as forças do mercado. Os destaques do período em que governou foram o fim da ação militar no Vietnam e a assinatura de uma détente com a União Soviética e a China, o que favoreceria o reestabelecimento das ações diplomáticas entre países.
O sucessor de Ford, o ganhador do Prêmio Nobel da Paz, em 2002, Jimmy Carter, prosseguiu nas ações diplomáticas, mas se destacou também pelas políticas de paz e pela defesa dos direitos humanos, participando ativamente de acordos como o de
Camp David, entre Israel e Egito, e o tratado com o Panamá, através do qual os
Estados Unidos se comprometiam a devolver o Canal ao país em 2000. Além disso, contribuiu positivamente em discussões sobre a abertura democrática de países latino-americanos que viviam sob ditadura militar, incluindo o Brasil.
No entanto, Carter fora considerado excessivamente cuidadoso em suas ações e indeciso. Destacam-se como grandes críticas desse porte sua decisão de boicotar
os jogos olímpicos de Moscou, em 1980, como represália à União Soviética que invadira o Afeganistão e as poucas ações na ocasião do sequestro de funcionários da embaixada americana, no Irã, após a Revolução Iraniana. Economicamente manteve a política de desregulamentação iniciada com Ford.
Em 1981, Ronald Reagan assumia a presidência de um país com alto índice de inflação e instaurava políticas econômicas conhecidas como Reagonomics. Essencialmente, centravam-se em controlar os gastos do governo, em diminuir os impostos de renda e a tributação da mais-valia e em controlar os meios de pagamento com o intuito de reduzir a inflação. Tais políticas estimularam crescimento econômico do país e ajudaram a controlar os índices inflacionários.
Durante o governo Reagan, os Estados Unidos tiveram perdas humanas durante a Guerra do Líbano e invadiram a ilha de Granada (Operation Urgent Fury), no Caribe, em 1983, com o objetivo de restaurar o governo constitucional após um golpe de estado. Suas ações, somadas à invasão do Afeganistão pela União Soviética, ocorrida no governo anterior, estimulou a interrupção da détente, firmado por Ford. Com isso, Reagan reascendeu a Guerra Fria, aumentando os gastos com as questões bélicas. A primazia americana ficou evidente em especial devido aos problemas econômicos sofridos pela União Soviética e a Guerra chegou ao fim em 1989, já no governo Bush.
Em período marcado pela queda do Muro de Berlim e posterior dissolução da União Soviética, a presidência de George H. W. Bush se destacou pelas primeiras ações militares que não relacionadas com a Guerra Fria desde há muito, no Panamá, em
1989, e no Golfo Pérsico (Guerra do Golfo), em 1990. Contribuiu também com ações humanitárias na Somália, em 1992, após a Guerra Civil. Internamente, Bush herdou déficits econômicos do governo Reagan que acabaram levando-o à não reeleição. Ainda assim, o país vivia um momento de prosperidade econômica por conta da globalização e de sua hegemonia mundial.
O democrata Bill Clinton cumpriu dois mandatos após Bush, caracterizados como longos períodos de paz e tranquilidade econômica. Durante seus mandatos, promulgou a política do ‘Don’t ask, don’t tell’, que possibilitou o serviço militar a homossexuais uma vez que protegia a opção sexual do/a soldado/a e o Tratado Norte Americano de Livre Comércio (NAFTA), o qual promove o livre comércio entre Canadá, México e Estados Unidos. Talvez muito conhecido por conta de seu envolvimento extraconjugal com a estagiária da Casa Branca, Monica Lewinsky, Clinton atualmente se destaca por suas obras humanitárias.
George W. Bush, filho do antecessor de Clinton, o sucederia na presidência e já iniciaria seus mandatos travando uma luta contra o terrorismo. Alguns meses após sua eleição, o país sofria um dos piores ataques em seu território, às Torres Gêmeas, em Nova Iorque. Iniciava, assim, a Guerra ao Terrorismo, a qual inclui a Guerra do Afeganistão, a partir de 2001, e a Guerra do Iraque, a partir de 2003.
Apesar do foco em questões bélicas e de segurança interna, em especial por meio do Patriot Act que permitiu maior controle dos imigrantes e suas ações no país, o governo Bush também debruçou-se sobre a educação com o No Child Left Behind Act (NCLBA), através do qual instaurou-se a obrigatoriedade de cada estado desenvolver testes que avaliassem o aprendizado das habilidades básicas nas
escolas públicas.
Houve também preocupações com relação a questões de saúde pública, como por exemplo, a determinação de auxílio remédio para pessoas com mais de 65 anos por meio do programa de saúde Medicare, surgido em 1965, no governo de Johnson. Bush foi severamente criticado devido a ações tomadas na ocasião do furacão Katrina, em 2005, prejudicando ainda mais sua popularidade, já sensível por conta das ações militares no Oriente Médio; e devido à criação do criticado USA Patriot Act (Uniting and Strengthening America by Providing Appropriate Tools Required to Intercept and Obstruct Terrorism), o qual legitima ações do governo em caso de suspeita de terrorismo, tais como a espionagem de cidadãos, invasão de lares, interrogação e tortura de suspeitos, sem direito a defesa ou julgamento.
Não obstante, foi também durante o governo Bush que a crise econômica que explodiu nos primeiros meses de governo de Barack Obama começou a dar sinal de atividade. Classificada por economistas como a pior crise financeira mundial desde a Grande Depressão (cf. ROUBINI e MIHM, 2010), a crise financeira começou a dar indícios em 2007 com ameaças de colapso de grandes instituições financeiras, resgates financeiros de bancos por governos e quedas nas bolsas de valores. A explosão da bolha especulativa do mercado imobiliário, que atingiu seu auge em 2006, levou a crise a instituições financeiras em todo o mundo que tinham valores atrealados ao mercado americano nos anos seguintes.
Em 2009, Barack Obama, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, assumia um país em crise e em guerra. Logo nos primeiros dias de mandato, ordenou a
retirada das tropas do território iraquiano e o fechamento do Campo de Detenção da Baía de Guantánamo - ação barrada pelo Congresso. Dentre suas outras ações de política externa, destacou-se também a operação responsável pela localicação e morte de Osama Bin Laden, em 2011, encerrando de certa maneira um capítulo aberto na história americana desde o ataque às Torres Gêmeas, em 2001.
Em termos de política interna e economia, Obama tinha a incumbência de ajudar o país a recuperar-se do momento de recessão. Com esse propósito, assinou, em 2009, o American Recovery and Reinvestment Act (ARRA), cujos objetivos eram o de criar e manter empregos e de ajudar as áreas mais prejudicadas com a crise. Em termos sociais, o governo de Obama avançou de uma maneira diferente: foi o primeiro a apoiar abertamente o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Favorecendo o combate ao preconceito, Obama assinou o Don't Ask, Don't Tell Repeal Act, em 2010, que invalidava o Don't Ask, Don't Tell Act, assinado em 1993 por Clinton e que não permitia que militares homessexuais assumissem sua preferência abertamente às Forças Armadas.
Todos os presidentes americanos apresentados - suas ações, deliberações e até mesmo suas gafes - foram reportados nas capas e matérias da revista TIME. Conhecer, mesmo que brevemente, a história norte-americana e seus personagens ajuda a compreender melhor a importância dada a alguns assuntos e a frequência com que eles ganharam a capa da revista.