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3. EĞİTİMDE DOĞANIN KULLANIMI, YARARLANMA BİÇİMLERİ VE

3.2 Türk Tarihinde Doğanın Rolü

Zucchiella sp. A em Sperber (1999)

(Figs. 20, 21, 26A, 27)

Etimologia

O epíteto específico é dedicado a Dra. Maria Kátia Matiotti da Costa, importante Orthopteróloga brasileira.

Tipo

Holótipo, ♂, Brasil, MG, Paula Cândido, “Córrego Reserva”, 16.xii.1993 (Sperber, C. F leg.).

Diagnose

Esta espécie pode ser distinguida através da combinação dos seguintes caracteres: (i) lobo mediano do pseudo-epifalo, quando em vista lateral, apresenta margem distal sub-reta (Fig. 21C); (ii) margem distal do lobo apical do pseudo-epifalo sub-reta, quando em vista lateral (Fig. 21C); (iii) endofalo apresentando escleritos robustos e alargados (Fig. 21A); (iii) esclerito pseudo-epifálico de aspecto triangular, vista lateral (Fig. 21C) e (iv) extremidades dos apódemas do ectofalo e rami se sobrepõem (Fig. 21A, B e D).

Descrição

Holótipo. ♂, mensurações em mm: CC 7,90; DIO 1,00; CP 1,27; LP 1,89; CFP 3,71; CTP 2,54. Cabeça alaranjada apresentando manchas marrom claro e longas cerdas negras em sua região mediana; presença de pêlos finos, curtos e de coloração marrom claro; olhos negros; três ocelos presentes, sendo que o central apresenta mancha superior marrom clara; escapo antenal alargado e com coloração amarelo claro; artículos antenais variando de amarelo claro, nos primeiros artículos, a amarelo escuro

nos últimos; gena alaranjada; clípeo amarelo escuro em sua porção superior e esbranquiçado em sua porção inferior; labro esbranquiçado em sua porção superior e marrom claro em sua porção inferior; mandíbula variando de alaranjado em sua base, a marrom escuro no ápice; palpo maxilar com coloração variando de esbranquiçado em sua base, a marrom claro em seu ápice com pequenas manchas marrom escuro. Pronoto amarelo escuro com duas manchas transversais marrom claro; presença de longas cerdas negras associadas a pêlos finos, curtos e de coloração marrom claro; lobo latero-inferior do pronoto com mancha marrom claro; mesonoto amarelo claro com borda posterior marrom escuro; metanoto variando de amarelo claro em seu centro, a marrom claro em sua porção anterior; fileira de cerdas longas presentes nas bordas anterior e posterior do pronoto. Esternitos abdominais 1-8 com coloração amarelo escuro; esternitos 5-8 com manchas amarelo claro em suas extremidades laterais; tergito 1 com coloração variando de amarelo claro em sua porção anterior a marrom escuro na porção posterior; tergito 2- 10 marmorado com coloração marrom claro sob fundo amarelo escuro; presença de pêlos curtos e de coloração marrom claro recobrindo todos os tergitos e esternitos abdominais; placa supra-anal pouco esclerotizada e com coloração amarelo claro e adornada com longos pêlos de mesma coloração em sua porção lateral e posterior; placa subgenital marrom claro. Primeiro e segundo par de pernas com fêmur amarelo escuro, adornado com pequenas manchas claras associadas a fortes espinhos negros; tíbias amarelo claro com presença de espinhos negros; tarsômeros amarelo claro; tímpano ausente no primeiro par de pernas; fêmur posterior amarelo claro adornado com manchas marrom claro; tíbia posterior amarelo escuro; tarsômeros amarelo claro.

Genitália do macho. Pseudo-epifalo alargado em sua porção mediana (Fig. 21A e B); lobos apicais pouco esclerotizados e parcialmente separados por uma fenda quando em vista ventral, dorsal e posterior (Fig. 21A, B e D); margem distal do lobo

apical do pseudo-epifalo sub-reta, quando em vista lateral (Fig. 21C); margem distal do lobo mediano do pseudo-epifalo sub-reta (Fig. 21C); esclerito pseudo-epifálico de aspecto triangular, vista lateral (Fig. 21C). Endofalo com três escleritos robustos, sendo um central e dois laterais (Fig. 21A, B e D). Apódemas do ectofalo, quando em vista ventral, dorsal e posterior, apresentando sobreposição de suas extremidades com o rami (Fig. 21A, B e D).

Alótipo. ♀, mensurações em mm: CC 8,86; DIO 1,07; CP 1,50; LP 2,19; CFP 4,21; CTP 2,92; CO 3,13. Forma geral do corpo muito similar ao macho, apresentando apenas as seguintes diferenças: esternitos abdominais com coloração variando de marrom claro a escuro, presença de manchas laterais amarelo claro e faixa central de mesma coloração, exceto nos esternitos 1 e 7; placa subgenital amarelo claro com borda anterior e faixa central de coloração marrom claro; ovipositor com coloração variando de amarelo escuro em sua base, a marrom claro em sua porção distal (Fig. 20C,D e 21F).

Mensurações

Machos (n=7, excluindo o holótipo). CC 7,62-8,95 (7,97 ± 0,65); DIO 0,93-1,07 (1,01 ± 0,04); CP 1,25-1,48 (1,38 ± 0,08); LP 1,79-2,13 (1,97 ± 0,13); CFP 3,71-4,33 (3,92 ± 0,22); CTP 2,67-2,96 (2,87 ± 0,11). Fêmeas (n=4, excluindo o Alótipo). CC 8,86-9,62 (9,14 ± 0,36); DIO 1,03-1,13 (1,08 ± 0,04); CP 1,50-1,57 (1,50 ± 0,08); LP 2,00-2,13 (2,06 ± 0,07); CFP 4,00-4,38 (4,22 ± 0,17); CTP 2,92-3,00 (2,96 ± 0,04); CO 2,83-3,27 (3,04 ± 0,18).

Ocorrência

Material examinado

Alótipo, ♀, Brasil, MG, Viçosa, Mata do Paraíso, 14.xii.1993 (Sperber, C. F leg.). Parátipos: 1 , Brasil, MG, Paula Cândido, “MG280”, 30.vii.1993 (Sperber, C. F leg.); 1 ♂, 1 ♀, Brasil, MG, Viçosa, Mata do Paraíso, 01.xii.1993 (Sperber, C. F leg.); 1 ♂,

Brasil, MG, Viçosa, Mata do Paraíso, 14.xii.1993 (Sperber, C. F leg.); 1 ♂, Brasil, MG, Viçosa, Paula Cândido, “Córrego Reserva”, 16.xii.1993 (Sperber, C. F leg.); 1 ♂, 1 ♀,

Brasil, MG, Viçosa, “Mata do Prof. Alfredo”, 19.xii.1993 (Sperber, C. F leg.); 1 ♂, Brasil, MG, Viçosa, “Mata do Prof. Alfredo”, 20.xii.1993 (Sperber, C. F leg.); 1 ♂,

Brasil, MG, Viçosa, “MG 280”, 17.i.1994 (Sperber, C. F leg.); 1 ♂, Brasil, MG, Viçosa, “BR120”, 21.i.1994 (Sperber, C. F leg.).

Discussão

P. zefai sp. nov. aparentemente é a espécie mais abundante do gênero Phoremia

na região de Viçosa. Seu padrão de coloração é muito similar ao encontrado em P.

nigrofasciata e P. tabulina. Já P. rolfsi sp. nov. é morfologicamente muito similar a P. circumcincta. Z. matiottiae sp. nov. apresentou um padrão morfológico externo muito

similar a Z. atlantica. Assim, para os dois gêneros, apenas a morfologia do complexo fálico foi utilizada como caráter diagnóstico, pois apresentou menor variação intra- específica, exibindo um padrão mais consistente que a morfologia externa.

Dentre os gêneros de Nemobiinae, Phoremia tem se mostrado, em alguns trabalhos ecológicos (e.g. Ribas et al. 2005, Sperber 1999, Sperber et al. 2007), como o mais abundante em serapilheira de Mata Atlântica. Ao contrário de Zucchiella e

Amanayara, que até o presente momento são conhecidos apenas para este bioma, Phoremia apresenta ampla distribuição, ocorrendo na Amazônia peruana, Cerrado e

muito distante (Peru e sudeste do Brasil) sugere que o grupo possivelmente esteja amplamente distribuído na América do Sul, mas pouco conhecido e estudado, fortalecendo a necessidade de coletas e trabalhos de campo específicos para o conhecimento da diversidade deste grupo. Este desconhecimento impede que seja realizado um estudo biogeográfico mais abrangente, pois dificulta o conhecimento do seu centro de origem e dispersão.

Mesa et al. (1999) adota uma nomenclatura diferente da proposta por Desutter (1987; 1990) e esquematiza a genitália de P. circumcincta e P. nigrofasciata como tendo o endofalo dividido em 5 escleritos distintos, sendo um central e dois laterais; o que discorda do esquema aqui proposto para P. matiottiae sp. nov. e P. rolfsi sp. nov. que apresentam apenas 3 escleritos. Desutter-Grandcolas (1993) também esquematiza a genitália de P. tabulina como tendo 3 escleritos endofálicos. A estrutura que Mesa et al. (1999) nomeiam como stylet é na verdade o esclerito central do endofalo e as esclerotizações secundárias (S1 e S2), interpretadas como placas distintas, são na

verdade uma única esclerotização.

Desutter-Grandcolas (1993) descreve Phoremia como sendo próximo a

Absonemobius, e aponta como principais diferenças a cabeça mais longa que larga (vista

frontal) com vertex arredondado e olhos não proeminentes, coloração variegada, genitália masculina com forma amplamente triangular, lobos apicais individualizados e pequena cavidade dorsal; mas não faz menção a seu parentesco com Zucchiella, apesar de ambos os gêneros (Phoremia e Zucchiella) compartilharem todas as características que diferem Phoremia de Absonemobius. Desta forma, Zucchiella pode ser considerado como próximo a Phoremia e Absonemobius, se diferenciando apenas pela presença de 4 espinhos dorsais internos e externos na tíbia posterior.

A pouca variação encontrada na morfologia externa e na genitália das espécies de Phoremia, fato já observado em 1999 por Mesa et al., também ocorre nas espécies de

Zucchiella. Desta forma, sugerimos que novos estudos sejam feitos a fim de estabelecer

outros caracteres diagnósticos como, por exemplo, morfologia dos espermatozóidesque ainda é muito pouco estudada nos Orthoptera, mas apresenta variação em nível supragenérico (Baccetti 1987) e morfologia do proventrículo, o qual tem se mostrado útil para alguns grupos de Orthoptera (Judd 1948; Bland & Rentz 1991; Fontanetti et al. 2002).

Agradecimentos

Agradecemos ao Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo - MZSP pelo empréstimo de material, em especial à Dra. Eliana Marques Cancello, curadora da Coleção de Orthoptera do MZSP e ao M.Sc. Fernando Campos De Domenico pela preparação e envio do material. Ao Departamento de Biologia da Universidade Estadual Paulista – UNESP, campus Rio Claro, pelo empréstimo de material. Ao Dr. Francisco A. G. de Mello pelo auxílio na análise das espécies deste artigo. Ao Dr. Cristiano Lopes- Andrade pela ajuda na confecção dos mapas. A Micael Eiji Nagai pelo auxílio nas fotografias. Ao Programa de Capacitação em Taxonomia (PROTAX - MCT/CNPq/CAPES) por conceder bolsa de mestrado ao primeiro autor. Ao Programa de Pós-Graduação em Entomologia da Universidade Federal de Viçosa – UFV. À FAPEMIG e ao CNPq por financiar parcialmente este estudo.

Referências bibliográficas

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Figura 15. Holótipos: A,B – Phoremia zefai sp. nov., macho (vista dorsal e ventral); C,D – Phoremia zefai sp. nov., fêmea (vista dorsal e ventral); E,F – Phoremia rolfsi sp. nov., macho (vista dorsal e ventral) e, G,H – Phoremia rolfsi sp. nov., fêmea (vista dorsal e ventral).

Figura 16. Phoremia zefai sp. nov. A – holótipo macho, lateral, B – abdômen macho, C – terminália fêmea, lateral, D – tíbia e tarsos posteriores do macho.

Figura 17. Phoremia zefai sp. nov. A – complexo fálico em vista ventral, B – dorsal, C –lateral, D – posterior. Abreviações: L. A. Ps. – Lobo apical do pseudo-epifalo; L. M. Ps. – Lobo mediano do pseudo-epifalo; P. Ps – Parâmeros pseudo-epifálicos; E. Ps. – Esclerito pseudo-epifálico; D. Ect – Dobra ectofálica; Ap. Ect – Apódema do ectofalo; Esc. End – Esclerito endofálico.

Figura 18. Phoremia rolfsi sp. nov. A – holótipo macho, lateral, B – abdômen macho, C – terminália fêmea, lateral.

Figura 19. Phoremia rolfsi sp. nov. A – complexo fálico em vista ventral, B – dorsal, C –lateral, D – posterior. Abreviações: L. A. Ps. – Lobo apical do pseudo-epifalo; L. M. Ps. – Lobo mediano do pseudo-epifalo; P. Ps – Parâmeros pseudo-epifálicos; E. Ps. – Esclerito pseudo-epifálico; Ap. Ect – Apódema do ectofalo; Esc. End – Esclerito endofálico.

Figura 20. Holótipos: A,B - Zucchiella matiottiae sp. nov., macho (vista dorsal e ventral) e C,D – Zucchiella matiottiae sp. nov., fêmea (vista dorsal e ventral).

Figura 21. Zucchiella matiottiae sp. nov. A – complexo fálico em vista ventral, B – dorsal, C –lateral, D – posterior, E – perna posterior, macho, F – terminália fêmea, lateral. Abreviações: L. A. Ps. – Lobo apical do pseudo-epifalo; L. M. Ps. – Lobo mediano do pseudo-epifalo; P. Ps – Parâmeros pseudo-epifálicos; E. Ps. – Esclerito

Figura 22. Phoremia nigrofasciata Mesa & Ribas, 1999. A – complexo fálico em vista ventral, B – dorsal, C –lateral, D – posterior. Abreviações: L. A. Ps. – Lobo apical do pseudo-epifalo; L. M. Ps. – Lobo mediano do pseudo-epifalo; P. Ps – Parâmeros pseudo-epifálicos; E. Ps. – Esclerito pseudo-epifálico; D. Ect – Dobra ectofálica; Ap. Ect – Apódema do ectofalo; Esc. End – Esclerito endofálico.

Figura 23. Phoremia circumcincta Mesa & Garcia, 1999. A – complexo fálico em vista ventral, B – dorsal, C –lateral, D – posterior. Abreviações: L. A. Ps. – Lobo apical do pseudo-epifalo; L. M. Ps. – Lobo mediano do pseudo-epifalo; P. Ps – Parâmeros pseudo-epifálicos; E. Ps. – Esclerito pseudo-epifálico; D. Ect – Dobra ectofálica; Ap. Ect – Apódema do ectofalo; Esc. End – Esclerito endofálico.

Figura 24. Comparação dos complexos fálicos das espécies do gênero Phoremia Desutter-Grandcolas, 1993. A – Phoremia zefai sp. nov, vista ventral, dorsal, lateral e posterior (de cima para baixo); B – Phoremia rolfsi sp. nov, vista ventral, dorsal, lateral e posterior (de cima para baixo); C – Phoremia nigrofasciata, vista ventral, dorsal, lateral e posterior (de cima para baixo) e D – Phoremia circumcincta, vista ventral, dorsal, lateral e posterior (de cima para baixo).

Figura 25. Zucchiella atlantica de Mello, 1990. A – complexo fálico em vista ventral, B – dorsal, C –lateral, D – posterior. Abreviações: L. A. Ps. – Lobo apical do pseudo- epifalo; L. M. Ps. – Lobo mediano do pseudo-epifalo; P. Ps – Parâmeros pseudo- epifálicos; E. Ps. – Esclerito pseudo-epifálico; Ap. Ect – Apódema do ectofalo; Esc. End – Esclerito endofálico.

Figura 26. Comparação dos complexos fálicos das espécies do gênero Zucchiella de Mello, 1990. A – Zucchiella matiottiae sp. nov, vista ventral, dorsal, lateral e posterior (de cima para baixo) e B – Zucchiella atlantica, vista ventral, dorsal, lateral e posterior (de cima para baixo).

Figura 27. Mapa de ocorrência das espécies do gênero Phoremia Desutter-Grandcolas, 1993 e Zucchiella de Mello, 1990.