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Türk-İş’ten Ayrılma ve Hak-İş’e Üyelik Kararına Tepkiler

Belgede Çalışma ve Toplum Dergisi (sayfa 34-40)

Segundo a ABNT (2001), os resultados de um estudo de ACV devem ser relatados ao público-alvo de forma fiel, completa e exata, com o tipo e formato, elucidados na etapa de definição do escopo.

Após a obtenção dos dados, é necessário realizar cálculos adequando-os aos processos unitários e à unidade funcional. Essa fase pode ser dividida em etapas (ISO, 1998), devendo iniciar-se com a da validação dos dados, que consiste em analisar os balanços de massa e energia, além de exames comparativos visando detectar eventuais anomalias existentes, e com a definição do que será feito na ausência de dados. Em seguida, tem-se a adequação dos dados à unidade de processo unitário, na qual se dá a transposição dos dados obtidos na base unitária do processo, que pode ser massa ou energia. Nessa fase, há as necessárias alocações das cargas. Finalmente, realiza-se a

agregação dos dados em que todos são reunidos numa única tabela.

Na continuação da metodologia ACV, há o refino das fronteiras do sistema. Tendo em vista que o processo é iterativo, ao longo do qual se vai progressivamente obtendo maior conhecimento sobre o objeto de análise, a norma (ISO, 1998) sugere que as fronteiras do sistema sejam revistas, o que talvez provoque a necessidade de novos refinamentos e dados adicionais. Devem ser realizadas análises de sensibilidade, quando necessário, de modo a avaliar e excluir estágios do ciclo de vida ou processos sem representatividade no resultado e incluir novos julgados relevantes.

3.2.4 . Interpretação

O objetivo da etapa de interpretação é resumir e discutir os resultados do estudo, fornecendo fundamentos para conclusões e recomendações que atendam aos objetivos propostos. Tem ainda a função de apresentar os resultados na forma de um relatório.

Para a interpretação, são necessários quatro tipos de informação, segundo a norma ISO (2000). A primeira refere-se aos resultados das etapas anteriores do Inventário do Ciclo de Vida (ICV). A segunda, à escolha da metodologia empregada com definição clara dos critérios de alocação, fronteiras, categorias de impacto. Na terceira, juízos de valores admitidos e, por fim, a relação dos envolvidos, seus interesses e obrigações.

De acordo com a norma ISO 14 043 (ISO, 2000 b), existem três elementos básicos na interpretação, assumidos como sendo a identificação dos temas de

relevância, avaliações e as conclusões com as recomendações.

A identificação dos temas de relevância consiste na análise dos resultados do ICV ou do AICV obtidos de acordo com a meta e escopo do estudo, com a identificação dos pontos mais relevantes. Segundo a mesma norma, a relevância pode ser considerada por aspectos do inventário ou suas categorias, tais como o uso de recursos não renováveis, consumo de energia, geração de resíduos, etc. A relevância também pode ser identificada pela categoria do impacto e outros fatores e ainda pelas operações unitárias, processos, transporte, geração de vapor, etc. Não há uma única técnica para essa identificação e os procedimentos variam caso a caso.

Nas avaliações, determina-se a confiabilidade dos resultados apresentados, de forma clara e compreensível, ao usuário, dentro da relevância já identificada.

De acordo com a ISO (2000 b), durante as avaliações, deve ser feita a análise de abrangência, na qual se verifica se as informações relevantes e os dados necessários estão disponíveis e completos. Às vezes, podem ocorrer comentários extras ao relatório do estudo, ou mesmo à revisão do ICV ou do AICV. Deve ser feita também a análise de sensibilidade, pela qual se verifica o efeito final causado com a variação de um dado

de entrada nos resultados e conclusões. Estuda-se, cuidadosamente, se os resultados são afetados pelas incertezas dos dados, métodos de alocação, cálculos dos indicadores, etc. Há de se considerar as hipóteses e simplificações feitas na etapa de definições, as análises de sensibilidade e incerteza, já realizadas nas etapas de ICV e AICV, e também a opinião de especialistas na área e experiências anteriores. E finalmente, a análise de consistência, para verificar se as hipóteses, métodos e dados obtidos são coerentes com as definições iniciais. Verificam-se, por exemplo, as diferenças de qualidade de dados entre as diferentes etapas do ciclo de vida, consideração de variações temporais e espaciais, se a aplicação de alocação e estabelecimento de fronteiras foi adequada, se os elementos da avaliação de impacto estão de acordo com o estabelecido ao início, etc.

Como fases finais da interpretação seguem as conclusões, recomendações e o relatório.

Por intermédio do relatório de ACV, as conclusões e recomendações são fornecidas aos usuários do estudo. O formato deve ser dado na etapa de definições do estudo respeitando alguns itens da norma ISO 14 040 (ISO, 1997). Além disso, o relatório deve fornecer uma visão transparente e completa. Segundo a norma (ISO, 2000 b), deve ser apresentado com as conclusões estabelecidas de modo interativo com outros elementos da etapa de interpretação e sempre de acordo com as definições iniciais. As recomendações sempre de acordo com a meta e escopo estabelecidos, dirigidas aos que irão decidir valendo-se dos resultados da ACV. Devem ser fundamentadas e justificadas nos resultados do estudo.

Ainda em atendimento à norma ISO 14 040 (ISO, 1997), após o término do estudo de ACV, no final do relatório deve ocorrer uma análise crítica verificando o atendimento a todos os quesitos, mormente aos que se referem à metodologia, dados e relatório e os responsáveis pela condução do estudo.

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Benzer Belgeler