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TÜRK BANKACILIK SEKTÖRÜNÜN BASEL II’ YE UYUM SÜRECİ

A partir da metodologia proposta no item 3, foi elaborada a Tabela constante no Apêndice A, a qual foi utilizada para a seleção dos aspectos ambientais. Com base na referida tabela, foram identificados os seguintes aspectos: resíduos plásticos e aparas plásticas, peças de gaiolas e caixas plásticas, produtos químicos, copos plásticos, lâmpadas, detergente, água, óleos, óleo diesel, graxas, raticidas/inseticidas, energia elétrica, lodo, gases poluentes, material particulado, efluente, bombonas e tambores.

A partir da identificação dos aspectos ambientais, foi realizado um estudo de caracterização do manejo de todos os aspectos ambientais da empresa com a finalidade de verificar os mais significativos.

Apresenta-se a sguir a descrição do manejo de cada aspecto ambiental:

Resíduos plásticos e aparas plásticas

Os resíduos plásticos são provenientes de todos os setores da empresa e as aparas plásticas de embalagem são resíduos do processo de embalagem do produto final. Ambos resíduos são coletados pelo serviço de limpeza da empresa e armazenados em sacos de lixo no pátio. Todos os dias este resíduo é enviado a catadores informais, os quais vendem o material para alguma empresa de reciclagem.

Segundo a Lei estadual n°12.300 de 2006 (SÃO PAULO, 2006), a empresa estudada por se tratar de uma empresa de abate, deveria possuir um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, o qual deveria conter toda a geração dos resíduos e sua adequada disposição final e/ou tratamento. Segundo essa mesma lei, as atividades de transporte devem ser projetadas, licenciadas, implantadas e operadas em conformidade com a legislação em vigor, devendo a movimentação de resíduos ser monitorada por meio de registros rastreáveis, de acordo com o projeto previamente aprovado pelos órgãos previstos em lei ou regulamentação específica. Cabe a empresa geradora do resíduo certificar a regularidade da empresa de reciclagem.

Peças de gaiolas e caixas plásticas

As gaiolas plásticas são utilizadas no armazenamento de aves vivas. Partes dessas gaiolas são freqüentemente quebradas e repostas por novas. Essas partes quebradas são armazenadas no pátio da empresa e entregues a empresa de reciclagem, o que ocorre uma vez por mês. A geração deste resíduo é de aproximadamente 500 gaiolas por mês.

As caixas plásticas são usadas na produção e são retornáveis. Caso alguma se danifique, ela é armazenada no pátio juntamente com as peças de gaiolas quebradas e posteriormente enviada para reciclagem.

A empresa de reciclagem é devidamente licenciada para realizar o serviço.

Produtos químicos

Existem diversos produtos químicos utilizados pela empresa em seus diversos setores (estação de tratamento de efluentes industriais, tratamento de água, caldeira, limpeza, etc.). Muitos desses produtos químicos são considerados perigosos, segundo a ABNT NBR 10.004: 2004, sendo armazenados em uma sala especial para esse tipo de produto. A sala é de alvenaria, totalmente fechada, impermeabilizada e sinalizada, no entanto, não possui canaletas para eventuais derrames de resíduos. Apenas o querosene é armazenado na sala de tintas, a qual também é de alvenaria, totalmente fechada e impermeabilizada e também não possui sistema de drenagem de possíveis derrames.

Após o uso, todos esses produtos químicos são incorporados ao efluente industrial da empresa.

A avícola envia mensalmente à Polícia Federal um relatório de declaração de consumo/ aquisição de produtos químicos controlados por essa instituição.

Copo plástico

Os copos plásticos da empresa são utilizados pelos diversos setores. Esse resíduo é coletado pela limpeza e armazenado junto com as aparas e embalagens plásticas, sendo coletados diariamente por catadores informais, os quais vendem os mesmos para uma empresa de reciclagem. São gerados cerca de 800 copos descartáveis por semana.

Lâmpada

As lâmpadas utilizadas pela avícola são do tipo fluorescente. Essas lâmpadas descartadas são consideradas resíduos perigosos segundo a ABNT NBR 10.004:2004. O setor de manutenção é responsável pela troca de lâmpadas de todos os demais setores. As lâmpadas recolhidas são armazenadas em um tambor no pátio e coletadas pelo projeto municipal Desafio Jovem, projeto esse que recicla sucata e outros materiais. Não existe nenhum registro de lâmpadas quebradas e/ou de acidentes com as mesmas.

Segundo a NBR 12.235 de 1992, este tipo de resíduo deveria ser armazenado em local adequado,de forma que o perigo de contaminação ambiental seja minimizado.

Detergente

Os detergentes são utilizados na empresa na lavagem de utensílios domésticos e na limpeza da empresa. Após a lavagem o resíduo é incorporado ao esgoto industrial da empresa e tratado na ETE.

Água

O sistema de abastecimento de água da empresa é composto por poços de água subterrânea e pela concessionária de água da cidade, correspondendo a 94,51% e 5,49%, respectivamente (Figura 7).

Figura 7: Captação de água da avícola estudada

Parte da água potável utilizada no abatedouro é oriunda do poço tubular localizado dentro da área do frigorífico. A água é bombeada do poço e encaminhada até o filtro de osmose reversa. Após o tratamento, a água é bombeada para reservatórios de armazenamento, nos quais na entrada passa por uma cloração inicial, objetivando atingir teores de 0.5 a 1 ppm. Dos reservatórios, parte da água segue para uma torre de resfriamento, onde é utilizada no

chiller e na fabricação de gelo. Esta água usada para o resfriamento por imersão é clorada

novamente permitindo-se teores de até 5 ppm de cloro livre. Após a cloração, a água é conduzida por meio de dutos para vários pontos do processo produtivo. A água destinada à limpeza e higienização não passa pelo resfriador. A Figura 8 abaixo apresenta o percurso da água do poço na avícola.

O sistema de tratamento de água garante utilização de água potável de pureza física e microbiológica em todos os pontos do abatedouro.

A avícola possui 1 reservatório de 10.000 litros de água não tratada, o qual regula a vazão de água que entra no filtro de osmose reversa , 4 reservatórios de 150.000 litros de água filtrada e tratada e 2 reservatórios de 4.000 litros de água, um destinado ao lavador de autos e outro para o sistema de produção de gelo.

Figura 8: Fluxograma do tratamento e utilização da água no abatedouro.

Para o controle de cloro existe uma bomba dosadora na entrada da rede principal de água do abatedouro. Este controle é feito diariamente, no mínimo uma vez por hora, somente durante o período de abate (estes dados são registrados no controle diário de absorção total, teor de cloro e consumo de água que é encaminhado para o S.I.F. diariamente). Sempre que necessário, o reservatório da bomba dosadora é completado com hipoclorito de sódio.

Poço tubular Reservatório Filtro de osmose reversa Reservatório Cloro Torre de resfriamento Limpeza de caminhões Limpeza/ higienização Chiller Fabricação de gelo Produção

Para a quantificação do aspecto ambiental água, primeiramente, foram analisados dados de consumo de água levantados pela própria empresa, entre os meses de janeiro de 2007 a fevereiro de 2008, excluídos os meses de março, abril e maio de 2007, devido à ausência de dados.

A partir da análise dos dados, estimou-se um consumo médio mensal de água de 6.859,55 m3, sendo que cerca de 4.670 m3 mensais são consumidos na produção, 1.630 m3 na limpeza e 559,55 m3 em outros setores da empresa. A limpeza da planta inclui limpeza da

área de produção, limpeza do pátio e lavagem de caminhões.

A Figura 9 apresenta as porcentagens de consumo de água por atividade na avícola.

Figura 9: Consumo de água por atividade na avícola

Com base no consumo de água total (produção + limpeza + outros setores) e no número de aves abatidas no período, foi possível estimar o valor de 21 litros da água por ave abatida, sendo este um valor bastante positivo, comparado ao informado por Fernandes (2004) que traz um valor médio por ave abatida nos Estados Unidos é de 25 litros. Segundo Brasil (1998), “o consumo médio de água em matadouros avícolas podem ser calculado tomando-se por base o volume de 30 (trinta) litros por ave abatida, incluindo-se aí o consumo de todas as seções do matadouro. Permitir-se-á volume médio de consumo inferior, desde que preservados os requisitos tecnológicos e higiênico-sanitários previstos na presente Norma, mediante aprovação prévia”. O valor base da Portaria do Ministério da Agricultura n° 210 de 1998 acima se refere ao consumo de água da limpeza e produção.

Óleos

Dentre os óleos utilizados pela empresa pode-se destacar o óleo lubrificante e óleo diesel. Os óleos são utilizados pelo setor de manutenção da empresa na frota de caminhões. Os óleos são armazenados na sala de tintas e seus resíduos são coletados e armazenados em um latão de 200 litros no pátio da fábrica. Esses latões são armazenados em parcialmente impermeabilizada, sem cobertura e sem canaletas de contenção. A empresa não cumpre as exigências de armazenamento de resíduos perigosos em contêineres e/ou tambores, previstos na ABNT NBR 12.235 de 1992.

De 3 em 3 meses o óleo é vendido para uma recicladora, a qual possui licença.

O óleo diesel é armazenado em um reservatório aéreo de 8.000 litros e são utilizados cerca de 6.000 litros por semana. Este óleo é comprado diretamente da distribuidora.

Graxas

As graxas são utilizadas pela manutenção, nos equipamentos da produção. A embalagem muitas vezes é reutilizada pela empresa ou enviada para o projeto municipal Desafio Jovem.

Energia elétrica

A energia utilizada pela avícola é proveniente da concessionária de energia elétrica da cidade. É consumido, em média, cerca de 141.094 Kw por mês.

Lodo

O lodo é gerado na estação de tratamento de efluentes industriais. São coletados dois caminhões de 5.000 L cada de lodo e enviado para as lagoas de tratamento da Graxaria e utilizado posteriormente como adubo. Conforme a Lei estadual n° 12.300 de 2006, nenhum resíduo industrial pode ser disposto no solo, apenas mediante a aprovação do órgão ambiental. No caso do lodo, a avícola não possui autorização para sua disposição.

Emissão de gases poluentes e particulados

Os gases emitidos pela empresa são gerados pela caldeira e no processo de produção. Não se sabe quais são os gases emitidos, pois não foi feito nenhum estudo de caracterização dessas emissões. No entanto a Resolução CONAMA nº 003 de 1990 estabelece padrões máximo de emissão de alguns poluentes atmosféricos, tais como material particulado e monóxido de carbono. A Resolução CONAMA nº 382 de 2006, estabelece limites de emissão para poluentes atmosféricos provenientes de processos de geração de calor a partir da

combustão externa de derivados da madeira. As emissões também são disciplinadas pelo Decreto estadual 8.468 de 1976.

Existem também os gases e material particulado provenientes da queima de combustível fóssil, no caso o diesel, pela frota de caminhões da empresa. Esta emissão deveria estar regida pela Resolução CONAMA nº252 de 1999, a qual estabelece critérios, procedimentos e limites máximos de opacidade da emissão de escapamento para avaliação do estado de manutenção dos veículos automotores do ciclo Diesel, em uso no território nacional. Quanto a estes gases gerados pelos caminhões da empresa, a cada seis meses é feita um análise de fumaça em todos os caminhões e é emitido um relatório de controle.

A avícola não possui nenhum equipamento para controle da poluição do ar, apenas possui um catafagulhas, o qual retém sólidos. No entanto, a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB) vem a cada 6 meses fazer medidas e monitorar a qualidade das emissões.

Efluente

A empresa possui 2 tipos de efluentes: os industriais e os sanitários. Os industriais são enviados à estação de tratamento de efluentes industriais (ETE) da avícola e depois enviados para o coletor de esgoto da cidade. Já o esgoto sanitário é enviado diretamente à rede coletora de esgoto.

O efluente industrial é composto pelo efluente de produção, lavagem de caminhão, degelo e parte do efluente pluvial da empresa. São tratados cerca de 28 m3/h na ETE.

Todo o efluente industrial coletado é enviado para a caixa n°1, chamada de caixa de recepção. Uma bomba transporta o efluente para a peneira, onde a sujeira grosseira, penas, fezes das aves e parte da gordura são retiradas.

Todo resíduo retirado da peneira é acondicionado em um tambor e depois enviado para a Graxaria, onde é misturado junto com as fezes da criação de aves, fermentado e utilizado posteriormente como biofertilizante.

Passado pela peneira, o efluente é enviado para a caixa n°2, onde é injetado ar comprimido para posterior flotação dos sólidos e gorduras. O material flotado é removido e disposto juntamente com o lodo.

Em seguida o efluente é enviado para o reator anaeróbio de fluxo ascendente com tempo de residência de 3 dias. Nesta etapa do tratamento, são adicionados polímeros e cloreto férrico. O lodo coletado é enviado a cada dois dias para as lagoas localizadas na Graxaria.

Por se tratar de um processo anaeróbio, ocorre a formação de grande quantidade de metano. O gás é coletado e enviado a uma caixa de recepção, onde é purificado (lavagem com água) e em seguida queimado.

O efluente tratado no reator passa por um sifão hidráulico para misturar o efluente e posteriormente é encaminhado ao decantador. O processo de decantação demora cerca de 8 horas.

A Figura 10 apresenta o fluxograma do tratamento de efluente da avícola.

Análises de qualidade do efluente foram realizadas pela empresa no ano de 2007. Foram amostrados 5 pontos diferentes: na entrada do efluente na ETE, após a peneira, após o flotador, após o reator e após o decantador.

A Tabela 5 apresenta a qualidade do efluente antes e após o tratamento, referente ao ano de 2007.

Tabela 5: Qualidade do efluente do abatedouro antes e após o tratamento

PARAMETROS Antes do

tratamento

Após o tratamento

Valor máximo permitido (Decreto Estadual nº 8.468 de 1976) PH 5,98 6,10 5,0 a 9,0 DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO (mg O2/L) 3680 174 Não especificado DEMANDA BIOQUÍMICA DE OXIGÊNIO (mg O2/L) 1512 56 até 60 mg/l

ÓLEOS E GRAXAS (mg/L) 71 < 2 Não especificado

SÓLIDOS

SEDIMENTÁVEIS (mL/L) 10,0 2,0 até 1,0 ml/l

NITROGÊNIO

Figura 10: Tratamento de efluente industrial

O efluente tratado deve seguir o Decreto Estadual nº 8.468 de 1976. Como o sistema de esgoto municipal é desprovido de tratamento, o efluente da empresa deverá seguir o artigo 18 do mesmo decreto:“Art. 18 - Os efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados, direta ou indiretamente, nas coleções de água, desde que obedeçam às seguintes condições:

I - pH entre 5,0 (cinco inteiros), e 9,0 (nove inteiros); II - temperatura inferior a 40ºC (quarenta graus Celsius);

EFLUENTE

Caixa n° 1 recepção

Peneira

Sujeira, penas e gordura e fezes Adubo Caixa n°2 Injeção de ar comprimido Flotador Gordura sobrenadante Caixa n°3 Reator Anaeróbio

Polímero e cloreto férrico

Gás Metano Combustão Sifão Hidráulico Lodo Lagoas Adubo Decantador Rede coletora de esgoto 3 dias 8 horas

III - materiais sedimentáveis até 1,0 ml/l (um milímetro por litro) em teste de uma hora em "cone imhoff";

IV - Substâncias solúveis em hexana até 100 mg/l (cem miligramas por litro);

V - DBO 5 dias, 20ºC no máximo de 60 mg/l (sessenta miligrama por litro). Este limite somente poderá ser ultrapassado no caso de efluentes de sistema de tratamento de águas residuárias que reduza a carga poluidora em termos de DBO 5 dias, 20ºC do despejo em no mínimo 80% (oitenta por cento);

VI - concentrações máximas dos seguintes parâmetros: a) Arsênico - 0,2 mg/l (dois décimos de miligrama por litro); b) Bário -5,0 mg/l (cinco miligramas por litro);

c) Boro -5,0 mg/l (cinco miligramas por litro);

d) Cádmio - 0,2 mg/l (dois décimos de miligrama por litro); e) Chumbo - 0,5 mg/l (cinco décimos de miligrama por litro); f) Cianeto - 0,2 mg/l (dois décimos de miligrama por litro); g) Cobre -1,0 mg/l (um miligrama por litro);

h) Cromo hexavalente - 0,1 mg/l (um décimo de miligrama por litro); i) Cromo total - 5,0 mg/l (cinco miligramas por litro);

j) Estanho - 4,0 mg/l (quatro miligramas por litro);

k) Fenol - 0,5 mg/l (cinco décimos de miligrama por litro); l) Ferro solúvel (Fe2+) -15,0 mg/l (quinze miligramas por litro); m) Fluoretos -10,0 mg/l (dez miligramas por litro);

n) Manganês solúvel (Mn2+) -1,0 mg/l (um miligrama por litro); o) Mercúrio - 0,01 mg/l (um centésimo de miligrama por litro); p) Níquel - 2,0 mg/l (dois miligramas por litro);

q) Prata - 0,02 mg/l (dois centésimos de miligrama por litro); r) Selênio - 0,02 mg/l (dois centésimos de miligrama por litro); s) Zinco -5,0 mg/l (cinco miligramas por litro).

VII - outras substâncias, potencialmente prejudiciais, em concentrações máximas a serem fixadas, para cada caso, a critério da CETESB;

VIII - regime de lançamento com vazão máxima de até 1,5 (um vírgula cinco) vezes a vazão média diária”(SÃO PAULO,1976, p.5).

Segundo o decreto citado, “a incorporação de águas de refrigeração dos despejos industriais só poderá ser feita mediante autorização expressa da entidade responsável pelo sistema público de esgotos, após verificação da possibilidade técnica do recebimento daquelas

águas e o estabelecimento das condições para tal, vedada a utilização de água de qualquer origem com finalidade de diluir efluentes líquidos industriais”( SÃO PAULO,1976, p.7).

Como visto na Tabela 5, o efluente da empresa, dentre os parâmetros analisados, encontra-se em conformidade com a legislação, no entanto, nada se pode afirmar quanto aos demais parâmetros.

Bombonas e tambores

As bombonas e tambores são utilizados para o armazenamento de produtos químicos e são armazenados na graxaria da empresa. Não há descarte desse material, pois essas bombonas e tambores são trocados por outras com o projeto Desafio Jovem.

A cada 2 meses é enviado para reciclagem 15 bombonas de 20 e 50 litros e são trocadas por uma maior, a qual é utilizada na avícola.

No APÊNDICE B segue tabela de caracterização do manejo dos aspectos ambientais selecionados.

5.3.2 Seleção dos Aspectos Ambientais mais Significativos

Nesta fase foi analisada a significância do aspecto ambiental por meio da analise de seu impacto ambiental relacionado, segundo a metodologia citada.

O APÊNDICE C traz a tabela de seleção dos aspectos ambientais mais significativos. Os aspectos selecionados são: produtos químicos, lâmpadas, detergente, água, óleos, energia elétrica, gases poluentes, material particulado, efluente e lodo.

Benzer Belgeler