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4.2 Araştırmanın İkinci Alt Problemine İlişkin Bulgular

4.2.3 Türkçe Öğretmenlerinin TPAB Düzeyleri ile Öğrencilerin Öz-

A instituição de uma moral, ou seja, valores concernentes ao bem e ao mal, ao permitido e ao proibido, e à conduta correta, válidos para todos os membros de uma sociedade sempre esteve presente em todas as culturas. No entanto, a simples existência da moral não significa a presença explícita de uma ética, que é entendida como a filosofia moral, ou seja, uma reflexão que discute, problematiza e interpreta o significado dos valores morais. Assim, a Ética é definida como estudo dos valores morais, da relação entre vontade e paixão, vontade e razão; finalidades e valores da ação moral; ideias de liberdade, responsabilidade, dever, obrigação, entre outros (CHAUÍ, 2000).

A partir dos textos de Platão e de Aristóteles, pode-se afirmar que, no Ocidente, a ética ou filosofia moral inicia-se com Sócrates, mostrando que nossos sentimentos, nossas condutas, nossas ações e nossos comportamentos são modelados pelas condições em que vivemos. Somos formados pelos costumes de nossa sociedade, que nos educa para respeitarmos e reproduzirmos os valores propostos por ela como bons e, portanto, como obrigações e deveres (CHAUÍ, 2000).

Ao se relacionar com valores, a ética se manifesta em vários momentos no cotidiano, especialmente quando se impõe a necessidade de tomar decisões acerca de situações, sejam elas mais dramáticas ou menos dramáticas. Toda decisão está imbricada não só de um senso moral, mas também põem à prova a consciência moral de um sujeito, ao exigir decisões que reflitam um posicionamento de valor que justifique individual e publicamente as razões de decisões e todas as suas todas as consequências. Assim, o senso e a consciência moral estão intimamente ligados à vida cultural, uma vez que dizem respeito a valores, sentimentos, intenções, acerca das relações entre as pessoas e, portanto, nascem e existem como parte de uma vida intersubjetiva (CHAUÍ, 2000).

A avaliação externa das decisões tomadas de acordo com o senso e a consciência moral são os juízos éticos de valor, que assim como as decisões são normativos, isto é, enunciam normas que determinam o dever de nossos sentimentos, nossos atos, nossos comportamentos. São os juízos que enunciam obrigações e avaliam intenções e ações segundo o critério do correto e do incorreto. Em geral, a origem cultural dos valores éticos, do senso moral e da consciência

moral, não é consciente porque somos educados para eles e neles, como se fossem naturais ou fáticos, existentes em si e por si mesmos. Com isso, para garantir a manutenção dos padrões morais através do tempo e sua continuidade de geração a geração, as sociedades tendem a naturalizar da existência moral. Isto esconde o mais importante da ética: o fato dela ser uma criação histórico-cultural e de representar as ideias da classe dominante de cada período (SINGER, 2012; CHAUÍ, 2000).

Desta forma, no caso específico da construção da ética que orienta a saúde mental, as diferentes concepções sócio-históricas e econômicas que a loucura assumiu ao longo dos séculos resultaram também em mudanças éticas na forma de entender e lidar com ela.

A história da ética, construída em torno da loucura desde a Antiguidade clássica (greco-romana) até nossos dias, mostra que, a medida que a sociedade assume diferentes formações sociais e culturais, institui conjuntos de valores éticos como padrões de conduta, de relações intersubjetivas e interpessoais, de comportamentos sociais que buscam garantir a conservação do grupo social.

Na Antiguidade o delírio era visto como um privilégio, uma vez que, era entendido como um acesso direto às divindades, e com isso um curso de uma realidade que seguiria leis necessárias e universais, e que por isso, não haveria como, nem o porquê, deliberar e escolher uma forma de lidar com a loucura, pois as coisas acontecem necessariamente tais como as leis que as regem determinam que devam acontecer. Com isso os sujeitos que possuíam esse dom não eram considerados normais, nem iguais, e por isso, eram mantidos à distância (FOUCAULT, 2009).

A partir da Idade Média, a loucura inicia um movimento de ruptura entre a experiência mística e a consciência crítica, o louco não é mais visto como portador da verdade divina, pois ganha força a constituição de uma sociedade cristã. O cristianismo nasce como religião de indivíduos que não se definem por seu pertencimento a uma nação ou a um Estado, mas por sua fé num mesmo e único Deus, diferentemente de outras religiões da Antiguidade, que eram nacionais e políticas. Isso significa, antes de qualquer coisa, que a vida ética do cristão não será definida por sua relação com a sociedade, mas por sua relação espiritual e interior com Deus, com a lei divina revelada, a qual deve ser seguida obrigatoriamente e

sem exceção. Sem conseguir acompanhar tais dogmas, a loucura passa a ser vista como possessão demoníaca, criando uma necessidade social e ideológica de afastar e de conter tais comportamentos, cabendo práticas e rituais de afastamento e cura diante de tais tormentos (CHAUÍ, 2000; FOUCAULT, 2009).

O período do Renascimento distancia a filosofia moral dos princípios teológicos e da fundamentação religiosa da ética, mas a ideia do dever, instituída por esse período, permanecerá como uma das marcas principais da concepção ética ocidental.

A desestruturação da economia feudal serve de alavanca ao modo capitalista em formação, e a sociedade passa a vivenciar deslocamentos de grandes massas humanas, súbitas e violentamente privadas de seus meios de subsistência e lançadas no mercado de trabalho como levas de trabalhadores destituídos de direitos. A sociedade, progressivamente, se vê submetida ao modo capitalista de produção, e às formas sucessivas que ele assume, conquistando e substituindo as demais formas de organização do trabalho, e com elas, as alternativas para a população trabalhadora (MARX, 1980; BRAVERMAN, 1987). Assim, além de canalizar as necessidades materiais e de serviços, o capitalismo, passa também a ditar os padrões emocionais da vida social e familiar, provocando profundas alterações psicológicas e afetivas nos indivíduos.

As relações passam a se dar através da compara e venda, enfraquecendo a vida comunitária, e criando novos ramos da produção para preencher as lacunas resultantes. Novos serviços e mercadorias proporcionam substitutos para as relações humanas, sob a forma de relações de mercado e todos que não se encaixam nesta emergente forma de relações passam a ser considerados não produtivos, e com isso, deixam de fazer parte do ciclo de produção.

Os indivíduos, excluídos deste ciclo e de relações capitalistas, como os loucos, leprosos, desocupados, delinquentes, pobres e libertinos, passam a ser encaminhados a instituições de correção e reclusão controladas pelo Estado (FOUCAULT, 2009; AMARANTE, 2008). A ética que começa a emergir neste período é a “Ética da tutela”, que se apresenta circunscrita ao campo da reclusão asilar, a partir dela o sujeito do sofrimento é destituído de razão, demanda ou vontade e pode ser juridicamente interditado pelas possíveis consequências de seus atos futuros (COSTA, 1996). Ao ser incorporada a um contingente de marginalizados

e improdutivos, a loucura passou a ter outra representação social, na qual, os loucos eram percebidos pelo senso comum como violentos e perigosos, contribuindo para o processo de estigmatização do louco.

A institucionalização desses indivíduos se destinava unicamente à exclusão e à normatização de condutas socialmente adequadas, para responder às exigências da acumulação de capital, fundamental para que fosse consolidado o novo modo de produção. Em meio a esses acontecimentos, um movimento de cunho médico, pretendia tirar a loucura dessas instituições, que não contavam com qualquer assistência médica, ou terapêutica, para trata-la em um único espaço, a fim de conhecer e intervir em seus sintomas. Fundamentada na ética da tutela, nasce a psiquiatria e os manicômios que segregarão os loucos séculos.

A partir de Philippe Pinel, a loucura passa a ser observada, categorizada, classificada de acordo com hábitos, atitudes, gestos e olhares, tudo é anotado, comparado, transformado em uma nosografia. Médico, filósofo, matemático e enciclopedista, ao final do século XVIII, Pinel integrou o movimento conhecido como “Os Ideólogos”, que tem como referência a História Natural, essa orientação teórica busca o conhecimento do homem a partir do que lhe é impresso pelas suas experiências, para consigo mesmo e para o que lhe é exterior. Para a história natural, conhecer é classificar, separar e agrupar as diferentes manifestações (AMARANTE, 2007, 2008). Fundamentado nos saberes da clínica do ato perceptivo, Pinel transforma a forma de lidar com a loucura, que agora ganha o estatuto teórico de alienação mental.

O tratamento moral, como ficou conhecido, o tratamento imposto por Pinel, tinha como principal fundamento de intervenção o isolamento, a partir deste, o médico afasta o alienado de seu meio social, o qual acreditava-se continha as causas da alienação, e aumenta as possibilidades de comunicação com o alienado (AMARANTE, 2007). O isolamento é justificado para garantir a segurança pessoal dos loucos e de suas famílias; liberá-los das influências externas; vencer suas resistências pessoais; submetê-los a um regime médico; e impor-lhes novos hábitos intelectuais e morais (FOUCAULT, 2007). Com isso, Pinel imprime uma mudança de atitude ética e clínica que liberta a loucura das correntes, mas a deixa definitivamente apropriada pelo saber médico e pelo espaço fechado do manicômio. O indivíduo agora com status de alienado tem seus interesses subordinados aos

interesses de uma instituição, confundindo as histórias da psiquiatria e de seu asilo, o manicômio.

A psiquiatria institui-se sobre o pano de fundo de uma nova sociedade na qual valoriza-se a capacidade produtiva, e o objetivo é extrair o maior lucro possível (CASTEL, 1978; COSTA-ROSA, LUZIO, YASUI, 2001). Dessa forma, as pessoas deixam de ter necessidades/carecimentos e passam a obedecer a um sistema que representa os interesses de uma classe dominante. As relações de dominação que um grupo social exerce sobre outros grupos, se dão de modo a manter uma ordem política e repressiva que salvaguarda certas normas fundamentais à existência do capitalismo.

Com isso, o Estado atua como instaurador de um pensamento hegemônico por meio de uma ordem jurídica e repressiva, que penetra no interior da formulação dos interesses de cada grupo, tentando desarticular as visões de mundo de cada um dos grupos e classes sociais adversários, e procura rearticulá-la sob a égide de uma visão de mundo proposta como universal. Tal construção compõe a ideologia dominante do sistema capitalista, difundindo-se na sociedade enquanto concepção de mundo e de vida, fortalecendo e sustentando relações sociais (STACCONE, 1990; PAOLI, 1981).

Como representação de uma ideologia dominante, o modelo de assistência centrado no manicômio foi instaurado e permaneceu por séculos como forma hegemônica de tratamento em psiquiatria. Esta foi definida em seu papel de ciência dogmática, que diante do próprio objeto, limitou-se a definir sua diversidade e incompressibilidade, traduzindo-as concretamente numa estigmatização social. Sua nosologia etiqueta o sujeito sem deixar possibilidade de saída, e o psiquiatra, para fazê-lo, lança mão de sua bagagem de conhecimentos técnicos, os quais, a partir do sintomas é capaz de reconstruir o fantasma da doença. Tão logo formulado o diagnóstico, o sujeito desaparecerá, pois está definitivamente codificado em um papel que lhe sanciona, sobretudo, um novo status social (BASAGLIA, 2010).

Após anos de segregação e violência nos asilos e colônias de alienados a tecnologia manicomial começa a ser questionada em meio a um cenário de intensa modificações estruturais, gerados no período pós Segunda Guerra Mundial (AMARANTE, 2007). Sobre as grande mudanças sociais Hegel afirma que podemos perceber ou reconhecer o momento em que uma sociedade e uma Cultura entram

em declínio, perdem força para conservar-se e abrem-se às crises internas que anunciam seu término e sua passagem a uma outra formação sociocultural. Esse momento é aquele no qual os membros daquela sociedade e daquela Cultura contestam os valores vigentes, sentem-se oprimidos e esmagados por eles, agem de modo a transgredi-los. É o momento no qual o antigo acordo entre as vontades subjetivas e a vontade objetiva rompem-se inexoravelmente, anunciando um novo período histórico.

Tais mudanças sócio-históricas apontam para o que Nicácio (2003) afirma ser uma mudança na relação com a loucura e suas formas de abordagem, devendo instaurar uma nova resposta social ao sofrimento e ao sujeito em sofrimento psíquico. A ética da tutela que opera na exclusão da subjetividade, sobretudo no protagonismo necessário do indivíduo para ação no processo de se tratar, demonstra seu falimento, e em diversos países inicia um movimento de organizar novas propostas de mudanças da assistência psiquiátrica. Como exemplo temos: as comunidades terapêuticas e a Antipsiquiatria, na Inglaterra; a psiquiatria Institucional e a Psiquiatria de setor na França; a psiquiatria preventiva ou comunitária nos EUA; entre outros movimentos questionadores à lógica de asilamento (AMARANTE, 2008; COSTA-ROSA, LUZIO, YASUI, 2003).

Contudo, a maioria destes movimentos ainda mantem a presença do hospital psiquiátrico, ou seja, mantém o cerne da psiquiatria tradicional, e com isso apresentam éticas reformadas, mas que não rompem de vez com a ética caraterística do modo manicomial. Para Costa (1996) as éticas que a sucedem estão mais para deformações do que aperfeiçoamentos.

A experiência de transformação que de fato rompe com a ética da tutela, e propõe um novo modelo assistencial em saúde mental, dentre as reformas que tiveram curso na década de 1960 e 1970, foi o movimento da Psiquiatria Democrática Italiana. Este movimento surge no início da década de 1960, por iniciativa do médico Franco Basaglia3 com a proposta de desmonte do hospital

       

3

Basaglia foi um psiquiatra italiano, que coordenou os movimentos da Psiquiatria Democrática e da Rede Alternativas à Psiquiatria, bem como participou da promulgação da Lei 180 (que é também conhecida por Lei Basaglia, em sua homenagem), que dispõe sobre o fim dos hospitais psiquiátricos e montagem dos serviços territoriais da Itália (AMARANTE, 2008).

psiquiátrico de Gorizia, Itália tendo como contrapartida a construção de novos espaços e modos de lidar com a loucura. Esse processo se consolidou apenas na década de 1970, com o efetivo desmonte do aparato assistencial baseado no manicômio, que foi realizado na cidade de Trieste (AMARANTE, 2007).

É a primeira vez que a história da loucura tem como foco o sujeito e seu sofrimento, e isso transforma toda a relação que envolve a loucura e a sociedade. Basaglia começa um movimento de pensar sobre loucura na perspectiva do sujeito que a vive e não daqueles que por anos buscaram suprimi-la com métodos de exclusão e eliminação de subjetividades. A história da loucura, depois do fechamento do manicômio de Trieste, deixa de ser protagonizada por psiquiatras e passa a ser construída conjuntamente por aqueles que experimentam uma forma diversa de interagir com a vida. Este talvez seja o momento mais importante na transformação da ética, porque mais do que desinstitucionalizar, a mudança dá voz a uma história de silêncio, e abre outras possibilidades de vida a quem antes só tinha uma: a exclusão.

A dimensão mudança pode ser entendida por um escrito deixado por Basaglia, em que afirma que se algum dia a história da experiência de Trieste fosse contada, ele preferiria que não fosse por meio de datas, números de atos legislativos ou portarias de serviços, mas pelas histórias de vidas que foram reinventadas, reconstruídas, redescobertas a partir deste processo de transformação (AMARANTE, 2007).

No Brasil, a Psiquiatria Democrática Italiana inspirou o movimento de transformação que se instaurou no Brasil durante a década de 1970, e que deu origem ao movimento de Reforma Psiquiátrica Brasileira. A experiência do processo será problematizada com mais detalhes, nesta tese, em capítulos posteriores, aqui cabe ressaltar que foi um processo ético porque inscreve-se em uma dimensão contrária ao estigma, à exclusão, à violência do paradigma ao que se opõe. É uma ruptura ética quando reconhece novos sujeitos de direito e novos direitos para os sujeitos e práticas cientificas, abrindo assim, espaços de invenção de novas prática e novas possibilidades de reprodução social destes mesmo sujeitos (AMARANTE, 2007).

Diferentes modos de produção implicam em diferentes resultados produtivos, isto é, em diferentes formas dos produtos, e a ética que emerge neste cenário

transformado é a Ética da Atenção Psicossocial, que tem se encaminhado para uma modalidade de Atenção em que o sujeito é considerado simultaneamente como individuo com possibilidade de produzir sentido novo para diferentes injunções sociais e subjetivas do seu cotidiano. Este, empoderado, deve poder chegar a situar- se no lugar do trabalhador, deve ver uma consequência imediata da diretriz que propõe a participação popular no planejamento, na gestão e no controle dos processos de produção; bem como nas decisões de o quê e como produzir. Essa diretriz é a essência das proposições e das experiências de Reforma, e constitui herança preciosa para a Atenção Psicossocial e sua ética (COSTA-ROSA, 2013; 2011).

A ética da clinica na Atenção Psicossocial deve considerar que onde há sofrimento há necessariamente trabalho subjetivo. Essa concepção de saúde não separa o físico do psíquico, mas distingue sua especificidade. Embora necessariamente integrando os dois aspectos, a Atenção Psicossocial dá destaque aos aspectos subjetivos e sociais dos impasses. Costa-Rosa (2013; 2011) destaca ainda a centralidade dos sujeitos em sofrimento psíquico na proposta da ética para clinica da Atenção Psicossocial, e afirma que isso implica que eles sejam assumidos como a referencia fundamental quando se trata de analisar as particularidades do trabalho subjetivo a ser realizado, e das formas de apropriação dos seus resultados pelos diferentes participantes do processo de produção da Atenção.

Cabe, ainda, ressaltar que propor eticamente o sujeito em sofrimento como o principal produtor não significa menosprezar a importância dos outros componentes do processo de produção. Ao contrário, são significativas as consequências dos modos da atuação e da organização dos trabalhadores nas instituições, as transformações na forma de entender o sujeito modificam também as práticas as quais passam a ser orientadas não mais para a cura, mas para novas possibilidades de vida, levando em conta as subjetividades dos indivíduos que sofrem.

Na Atenção Psicossocial não há pretensão de estabelecer fórmulas padrões para o processo, as certezas poderiam levar a um retrocesso para os antigos conceitos manicomiais, é importante olhar para todas as possibilidades de vida da pessoas em sofrimento, levando em conta tudo o que está presente naquela subjetividade, sem a busca por parâmetros de uma homogeneização social.

Por fim, acredito que o universo que se abre diante da mudança de paradigma constitui-se em um terreno fértil de possibilidades para a construção de práticas no contexto dos territórios de vida das pessoas, contudo, por tratar-se de um campo ainda cheio de tensões e conflitos, fruto das amarras mantidas por uma tradição autoritária, acabam por produzir contradições entre a política e seu processo de concretização. Sabe-se que ainda há um caminho a percorrer para avançar em termos de aproximação entre a política e a prática, de modo a solidificar a produção de boas práticas em saúde mental, na atenção psicossocial.

Benzer Belgeler