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3.3. Sosyal Medyada Tüketici Davranışları

3.3.2. Tüketici Davranışını Etkileyen İç Etkenler

A organização da microestrutura dos verbetes obedece ao modelo seguinte. Veja a descrição completa a seguir.

VERBETE = TERMO-ENTRADA + CATEGORIA GRAMATICAL + DEFINIÇÃO + CONTEXTO (Referência)  IMAGEM/ILUSTRAÇÃO  NOTA  VARIANTE + REMISSIVA

Os quatro primeiros elementos (TERMO-ENTRADA, CATEGORIA GRAMATICAL, DEFINIÇÃO e CONTEXTO) e o último (REMISSIVA) são obrigatórios, os outros três (IMAGEM/ILUSTRAÇÃO, NOTA e VARIANTE) dependem da própria natureza de cada termo (pois nem todos os termos apresentam variantes, por exemplo). As referências (do CONTEXTO) são indicadas por um número, que corresponde a uma obra referenciada nas REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO DICIONÁRIO (p. 351). Por exemplo: "O <refúgio> deve ser indicado no mapa do plano de manejo antes da demarcação do talhão." (15, p. 13). O número “15” corresponde à obra “AMARAL, P. H. C. ; et al. Floresta para sempre: um manual para produção de madeira na Amazônia. Belém: IMAZON, 1998.”, o número

“13” indica a página, na referida obra, de onde foi retirado o trecho citado.

O elemento IMAGEM/ILUSTRAÇÃO foi usado apenas na versão digital do dicionário, aparecendo em 133 verbetes (como já foi explicado). As IMAGENS/ILUSTRAÇÕES são usadas para ilustrar conceitos e precisar definições, além de servir também como abonação para o termo.

O elemento REMISSIVA aparece em todos os verbetes, tendo a função, além da que já é convencional, de inserir o termo num determinado campo semântico.

A apresentação dos verbetes no corpo do dicionário segue a ordem alfabética. Usou-se, preferencialmente, a definição por compreensão, por considerarmos a que reúne elementos que melhor dá conta de precisar um referente por meio da verbalização conceitual68.

Vejamos os seguintes exemplos de verbete:

Forest Stewardship Council. Sm. V.Estr. FSC.

FSC. Sm. Conselho de manejo florestal, de âmbito internacional e de caráter independente, que, por meio de organizações por ele credenciadas, concede selo de certificação a empresas que processam e/ou comercializam produtos de origem florestal.

“( ...) <FSC> (Forest Stewardship Council), ou Conselho de Manejo Florestal, [é um] sistema independente de certificação florestal, um dos mais rigorosos do mundo ( ...).” (90, p. 26).

68Segundo Alves (1996; p.126), “a Norma ISO 1087 prescreve apenas dois tipos [de definição], a definição por

compreensão – que abrange a menção do conceito genérico mais próximo (já definido ou supostamente conhecido) e as características distintivas que delimitam o conceito a ser definido – e a definição por extensão – baseada na enumeração exaustiva dos objetos aos quais um conceito se refere ou nos conceitos específicos que lhe são imediatamente subordinados.” Os grifos em itálico são nossos.

N. A atuação do FSC se dá por meio da criação e desenvolvimento de princípios e normas para a certificação florestal, por meio do credenciamento de organizações certificadoras e por meio do apoio e/ou desenvolvimento de padrões (de exploração dos recursos florestais) economicamento viáveis para cada região, em conformidade com as condições socioambientais locais. O FSC foi fundado em 1993, após a ECO-92 no Rio de Janeiro, e está em operação no Brasil desde 1996.

V.Estr. Forest Stewardship Council.

Ver. Certificação FSC, Selo FSC, FSC Brasil, Tripé da sustentabilidade

Vejamos passo a passo:

a) FSC.

Termo-entrada: em negrito, com inicial maiúscula e seguido de ponto. O termo- entrada, geralmente, é apresentado numa forma lematizada, isto é, no masculino singular.

b) Sm.

Categoria gramatical do termo-entrada: (Substantivo masculino), em itálico, com apenas inicial em maiúsculo, seguida de ponto.

c) “Conselho de manejo florestal, de âmbito internacional e de caráter independente, que, por meio de organizações por ele credenciadas, concede selo de certificação a empresas que processam e/ou comercializam produtos de origem florestal.”

Definição (definição por compreensão): sem estilização textual (negrito ou itálico) e seguida de ponto.

Em caso de homonímia, o enunciado definitório de cada acepção é numerado (polissemia). Quando as acepções são muito próximas (conceitos conexos), ficam reunidas num único texto (numerado) e com um único contexto. Quando as acepções são claramente distintas, elas ficam numeradas e em textos distintos, com contextos específicos para cada uma e com variante (caso a tenham) e remissivas.

Por exemplo:

Face Sf. 1. As duas maiores superfícies longitudinais de uma peça de madeira ou compensado, ou as quatro superfícies longitudinais, nos casos de peças de madeira em que largura e espessura sejam iguais ou aproximadamente iguais.

"As rachas podem aparecer nas <faces> laterais e nas extremidades/topos da peça." (251, p. 8). V.Sint.: Face da peça de madeira; V.Sint.: Face da peça.

2. Lado de dentro da ponta do dente da serra, oposto à costa, que forma, juntamente com a reta do passo, o ângulo de corte.

"Faze a linha cortante da <face> do dente é qualquer outra posição da lâmina." (36, p. 56).

V.Sint.: Face do dente; V.Sint.: Face do dente da serra; V.Sint.: Peito do dente. Ver: Passo; Reta do passo; Ângulo de corte.”

d) “( ...) <FSC> (Forest Stewardship Council), ou Conselho de Manejo Florestal, [é um] sistema independente de certificação florestal, um dos mais rigorosos do mundo ( ...).” (90, p. 26).

Contexto: entre aspas, em fonte menor que a da definição, com o termo-entrada em evidência dentro de parênteses angulares.

A referência da fonte, de onde foi extraído o termo-entrada, é indicada por um número, como já foi explicado acima.

e) “N. A atuação do FSC se dá por meio da criação e desenvolvimento de princípios e normas para a certificação florestal, por meio do credenciamento de organizações certificadoras e por meio do apoio e/ou desenvolvimento de padrões (de exploração dos recursos florestais) economicamento viáveis para cada região, em conformidade com as condições socioambientais locais. O FSC foi fundado em 1993, após a ECO-92 no Rio de Janeiro, e está em operação no Brasil desde 1996.” Nota: apenas a inicial, em maiúsculo e seguida de ponto.

A “Nota” consiste em informações de caráter enciclopédico que, embora não

diretamente relacionadas ao conceito, podem eventualmente contribuir para uma melhor compreensão ou contextualização do termo. O texto da nota será grafado na mesma fonte que a da definição.

f) V.Estr.: Forest Stewardship Council.

Variante terminológica (V.Estr.:): em itálico, com as iniciais maiúsculas e seguidas de dois pontos.

O sintagma “Forest Stewardship Council” é uma denominação que juntamente com “FSC” correspondem a um mesmo conceito. “Forest Stewardship Council” e “FSC” são, portanto, formas variantes de um mesmo conceito (“Conselho de manejo florestal, de âmbito

concede selo de certificação a empresas que processam e/ou comercializam produtos de origem florestal.”). As variantes terminológicas serão grafadas da mesma forma como aparecerão como entrada no corpo do dicionário, ou seja, em negrito e com iniciais maiúsculas. Quando houver mais de uma variante, elas aparecerão no verbete organizada por uma ordem que vai da mais freqüente para a menos freqüente (exceto no caso dos nomes das espécies, em que as variantes, geralmente em grande número, são organizadas obedecendo,

também, à forma como aparecem nos textos especializados). Por exemplo: “V.Sint.: Face do dente; Face do dente da serra; Peito do dente.”.

g) Ver: Certificação FSC, Selo FSC, FSC Brasil, Tripé da sustentabilidade

Remissiva: expressa pela forma Ver:, com a inicial em maiúsculo, em itálico e seguida de dois pontos. Quando houver mais de uma termo em remissiva, eles serão organizados ou pela ordem como aparecem no texto da definição, ou pela ordem de relevância para a compreensão ou ampliação de aspectos do termo do verbete em evidência.

Diferentemente de “Forest Stewardship Council” (que pode substituir “FSC”), “Certificação FSC, Selo FSC, FSC Brasil, Tripé da sustentabilidade” são outros termos

(outras entradas). Por apresentar uma forte relação semântica com o termo em evidência

(“FSC”), a consulta destas entradas indicadas na remissiva permitirá ampliar ou restringir o conceito de “FSC”.

As relações semânticas entre o termo em evidência e sua(s) remissiva(s) pode(m)-se estabelecer por antonímia, hiperonímia, hiponímia, conceitos conexos. Além disso, a

remissiva, por “envolver” o termo num determinado universo semântico, desempenha

também a função de determinar o campo semântico do termo. Quando uma entrada tem várias acepções, como no caso de homonímia (tais como ocorre em Corte, Face e Lâmina), cada acepção apresenta a sua própria remissiva que enquadra o termo no seu campo semântico correspondente.

Como observa Faulstich (1993, p. 651), a “remissiva, enquanto indicativo de relações nocionalmente ligadas, surge no âmbito da microestrutura, mas vai ter reflexo direto na

macroestrutura textual [do dicionário ou glossário]”.

Na verdade, as remissivas permitem uma maior integração entre as partes de um dicionário, contribuindo para que o mesmo não seja uma lista fragmentada de denominações e conceitos, mas um todo coeso e coerente. Em outras palavras, as remissivas fazem do dicionário um texto com possibilidade multilinear de leitura.