• Sonuç bulunamadı

I. BÖLÜM

2. Moğol Hakimiyeti Dönemi İlişkiler

2.2. Sultan Baybars ve Anadolu Selçukluları

aparelho Panoura-10

Tabela 2– Comparação entre as posições do plano oclusal paralelo e com inclinação de menos 5 graus em relação ao plano horizontal.

Observando os resultados obtidos verifica-se que não houve diferença estatisticamente significante entre as duas posições avaliadas (p-valor 0,98). O desvio padrão foi baixo devido ao fato de que as diferenças nas mensurações radiográficas foram de décimos de milímetros, ou seja, muito pequenas.

5.8 Análise da ampliação vertical obtida com plano oclusal a +5 graus em relação ao plano oclusal paralelo ao plano horizontal no aparelho Rotograph plus

Tabela 3– Comparação entre as posições do plano oclusal paralelo e com inclinação de mais 5 graus em relação ao plano horizontal.

Panoura 10 n Média

Desvio

Padrão p-valor

Paralelo 6 26,00 1,83 0,98

com – 5º 6 26,58 1,83

Rotograph Plus n Média

Desvio

Padrão p-valor

Paralelo 6 25,51 1,85 0,97

Observando os resultados obtidos verifica-se que não houve diferença estatisticamente significante entre as duas posições avaliadas (p-valor 0,97). O desvio padrão foi baixo devido ao fato de que as diferenças nas mensurações radiográficas foram de décimos de milímetros, ou seja, muito pequenas.

5.9 Análise da ampliação vertical obtida com plano oclusal a - 5 graus em relação ao plano oclusal paralelo ao plano horizontal no aparelho Rotograph plus

Tabela 4- Comparação entre as posições do plano oclusal paralelo e com inclinação de menos 5 graus em relação ao plano horizontal.

Observando os resultados obtidos verifica-se que não houve diferença estatisticamente significante entre as duas posições avaliadas (p-valor 0,93). O desvio padrão foi baixo devido ao fato de que as diferenças nas mensurações radiográficas foram de décimos de milímetros, ou seja, muito pequenas.

Rotograph Plus n Média Desvio Padrão p-valor Paralelo 6 25,51 1,85 0,93 com – 5º 6 25,60 1,82

Analisando os resultados obtidos na angulação normal verificamos que no aparelho Rotograph plus, na maxila ocorreu um aumento vertical na imagem de 18,97% para a região de incisivos, 16,38% para a região de pré-molares e 14,90% na região de molares. Já na mandíbula o aumento foi de 17,91% nos incisivos, 16,30% para a região de pré-molares e 14,24% na região de molares.

Já no aparelho Panoura-10 na maxila ocorreu um aumento vertical na imagem de 19,70% para a região de incisivos, 18,49% para a região de pré-molares e 16,66% na região de molares. Já na mandíbula o aumento foi de 19,31% nos incisivos, 17,88% para a região de pré-molares e 16,17% na região de molares.

Percebemos que para os dois aparelhos radiográficos utilizados ocorreram ampliações diferentes do mesmo modo nas regiões anatômicas estudadas. Acredita-se que estas ampliações obtidas ocorreram devido a diferença da distância entre o objeto ao filme quando da execução da técnica radiográfica panorâmica. Na região anterior, o objeto (dentes incisivos) ficou mais distante do filme, o que resultou em uma imagem com maior alteração dimensional vertical, já os molares foram os que ficaram mais próximos do filme, o que resultou em uma imagem com menor alteração vertical, já os pré-molares ficaram em uma distância intermediária. Rowse38 (1971), Larhein & Svanaes20 (1986), Ávila4 (1996), Amir et al.3 (1998), assim como nesse estudo, também encontraram alterações diferentes em cada região anatômica. Portanto não devemos concordar com Tronje et al.49 (1981), Chilvarquer12 (1993) e Dula et al.14 (2001) que afirmam poder mesurar verticalmente em

panorâmicas se descontarmos o valor de magnificação do aparelho fornecido pelo fabricante. Além disso, Carneiro Junior et al.8 (2002) encontraram valores de ampliações verticais diferentes dos valores fornecidos pelo fabricante.

Christen & Segreto13 (1968) ao colocarem as marcas metálicas utilizadas como referências em seus estudos, mais anteriormente à mandíbula obtiveram resultados semelhantes à dessa pesquisa, ou seja, 14,5% em pré-molares e 14% em molares. Ávila4 (1996), também encontrou menores ampliações na região lateral (terceiros molares e ramo ascendente da mandíbula) do que na região paramedial (caninos à terceiros molares).

Para Almeida et al.2 (1995) em seus trabalhos, quando realizaram as radiografias no aparelho ortopantomográfico, obtiveram na arcada superior, tanto para os modelos que utilizaram fios metálicos em segmentos de arco e arcos totais para a maxila, na média um maior aumento vertical na região anterior, do que na posterior. Também afirmaram que quando colocaram os fios metálicos entre os pré-molares e depois entre segundo pré-molar e primeiro molar, obtiveram resultados diferentes, pois apesar de estarem em regiões próximas houve uma mudança no plano de corte do aparelho. Porém para a região de pré- molares a ampliação foi em média de 12,5% diferente dos resultados deste trabalho por ser utilizado outro aparelho.

Outro fator que também faz com que as alterações dimensionais verticais ocorram de formas variadas em cada região, são as diferentes inclinações do longo eixo dos dentes (objeto) em relação ao filme. Como as inclinações dos dentes superiores são diferentes das inclinações dos inferiores, encontramos diferenças também entre os valores obtidos na maxila e mandíbula para ambos os aparelhos. Foi possível notar que na maxila as ampliações foram maiores do que na mandíbula, concordando com Akesson et al.1 (1992). Foi por isso que na região dos molares inferiores houve uma menor alteração na dimensão

vertical de suas medidas, pois seus longos eixos estão praticamente paralelos ao filme.

Os autores que utilizaram dentes in vitro foram Thanyakarn et al.46 (1992), que analisaram os dentes também em grupos (pré-molares e molares separadamente, tanto para maxila quanto para mandíbula). Estes autores colocaram esferas metálicas com tamanhos de 1mm nos ápices radiculares dos dentes e os deixaram com seus longos eixos perpendiculares ao feixe de raios X, por isso constataram uma alteração da medida vertical maior na raiz palatal dos molares superiores (28%) devido a sua inclinação; e obtiveram para os pré-molares inferiores de 13% a 15% de alteração dimensional vertical, valores próximos à essa pesquisa.

Mais um fator que devemos levar em consideração para a análise das alterações dimensionais verticais é o posicionamento do paciente. Se o paciente ficar, por exemplo, com a região anterior mais próxima ao filme, ocasionará ampliações menores (McIVER et al.28 1973). Ryan et al.39 em 1973, obteve resultados diferentes entre os lados, já Larhein & Svanaes20 (1986) e Almeida et al.2 (1995) concluíram que não há diferenças estatisticamente significantes entre os lados, quando os pacientes estão posicionados aos aparelhos com a linha média centralizada. Portanto se posicionarmos incorretamente o paciente ao aparelho resultará em distorções evidentes. (KITE et al.19 1962; CHRISTEN & SEGRETO13, 1968; McIVER et al.28 1973; SANDERINK et al.41 1991; CHILVARQUER12, 1993; MURDOCH-KINCH & GEIST29, 1996; BATENBURG et al.5 1997). A própria assimetria facial do paciente, ou pacientes braquicefálicos ou dolicocefálicos, apresentam imagens distintas nas panorâmicas, pois suas estruturas anatômicas em relação ao filme estão em diferentes posições.

Outro resultado obtido neste estudo foi para a variação do plano oclusal em +5 graus e –5 graus em relação ao plano horizontal, as medidas encontradas foram diferentes apenas em décimos de milímetros,

o que não resultou em diferença estatisticamente significante (p>0,05). De acordo com Patel & Manson-Hing34 (1986), encontraram como medidas satisfatórias para o correto posicionamento do paciente entre o plano oclusal e horizontal de 0o a –9o, o que fornece uma amplitude bem razoável.

Como afirmado anteriormente, vários são os fatores que contribuem para a distorção na imagem radiográfica das radiografias panorâmicas, entre eles o movimento do paciente em relação à fonte de raios X, direção dos raios X em relação à arcada dentária, o plano de corte do aparelho, entre outros.(ALMEIDA et al.2 1995; ÁVILA4, 1996; CARVALHO9, 1993). É devido a todas estas circunstâncias que se deve ter cuidado em analisar fórmulas matemáticas como relatadas por Welander & Wickman53 (1978) e Tronje et al.49 (1981), pois o funcionamento do aparelho panorâmico é muito complexo.

Todos os aparelhos radiográficos panorâmicos fornecem imagens ampliadas e variavelmente cada fabricante ou tipo, seja ele elipsopantomográfico ou ortopantomográfico possuem ampliações diferentes (LUND & MANSON-HING23, 1975; ALMEIDA et al.2 1995; AVILA4, 1996 e CARNEIRO-JUNIOR et al.8 2002). Os aparelhos radiográficos panorâmicos testados por outros autores que obtiveram resultados semelhantes à dessa pesquisa foram o PM CC 2002 Proline que obteve 18% de ampliação e o Panorex que obteve 17,1% de ampliação.

Outra alteração comum que ocorre nas radiografias panorâmicas é a distorção horizontal. Segundo Pasler & Visser33 (2001) quando se posiciona a cabeça do paciente com inclinação positiva (flectida ventralmente), a imagem na radiografia panorâmica apresenta sobreposições bem evidentes principalmente na região de pré-molares, havendo assim uma distorção com diminuição no sentido horizontal e quando se posiciona o paciente com inclinação negativa (flectida dorsalmente), há distorção com alargamento no sentido horizontal. Nesta

pesquisa o intuito não foi avaliar as distorções horizontais, porém vale ressaltar que Lund & Manson-Hing23 (1975) e Tronje et al.49 (1981), afirmaram que as alterações horizontais são maiores do que as verticais. Vários autores que mensuraram as distâncias horizontais encontraram variações bastante acentuadas (LUND & MANSON-HING23, 1975; REJEBIAN37, 1979; OLIVEIRA et al.30 1988; FERREIRA et al.15 1992). Amir et al.3 (1998) afirmaram que quando a mensuração ultrapassa a linha média há uma distorção horizontal demasiada.

Verificou-se, portanto, que a radiografia panorâmica por possuir uma imagem com alterações dimensionais nos sentidos vertical, se torna uma ferramenta limitada para que o profissional realize as medições que necessite.

Após o término dessa pesquisa ficam as seguintes conclusões:

a) a radiografia panorâmica não é indicada para se fazer mensurações verticais;

b) ocorrem alterações diferentes nas medidas verticais de dentes humanos dependendo da região anatômica estudada, sendo maior na região de incisivos, menor na região de pré-molares e menor ainda na região de molares, para os dois aparelhos estudados;

c) não houve diferença estatisticamente significante nas medidas verticais quando foi alterado o posicionamento do plano oclusal em +5 e –5 graus em relação ao plano oclusal paralelo ao horizontal;

d) o aparelho Panoura-10 apresentou ampliação média vertical de 18,03%, maior do que o aparelho Rotograph plus (16,45%).

______________________

* Baseado em:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS: Rio de Janeiro.

Informação e documentação: referências, elaboração, NRB 6023, Rio de Janeiro, 2002. 23p

1 AKESSON, L.; HAKANSSON, J.; ROHLIN, M. Comparison of panoramic and intraoral radiography and pocket probing for the measurement of the marginal bone level. J Clin Periodontol, v. 19, n. 5, p. 326-32, May 1992.

2 ALMEIDA, S.M.; BOSCOLO, F.N.; MONTEBELLO FILHO, A Estudo das distorções da imagem radiográfica produzida em aparelhos panorâmicos que se utilizam dos princípios ortopantomográficos e elipsopantomográficos. Rev Odontol USP, v. 9, n. 2, p. 91-9, abr./jun. 1995.

3 AMIR, C. et al. Evaluation of the precision of dimensional measurements of the mandible on panoramic radiographs. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod, v. 86, n. 2, p. 242- 8, Aug. 1998.

4 AVILA, M.A.G. Análise das distorções da imagem radiográfica em diferentes aparelhos panorâmicos. 1996. 124f. Tese (Mestrado em Odontilogia) – Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo, Bauru, 1996.

5 BATENBURG, R.H. et al. Bone height measurements on panoramic radiographs: the effect of shape and position of edentulous

mandibles. Oral Surg Oral Pathol Oral Radiol Endod, v. 84, n. 4, p. 430-5, Oct. 1997.

6 BEAN, L.R.; AKERMAN JUNIOR, W.Y. Intraoral or panoramic radiography? Dent Clin North Am, v. 28, n. 1, p. 47-55, Jan. 1984.

7 CAHALI, J.B.; FREITAS, A.; ARAÚJO, V.C. Estudo das variações dimensionais lineares horizontais e verticais dos seios maxilares, com o emprego das radiografias panorâmicas (elipso e ortopantomografias). Rev Odontol USP, v. 5, n. 1, p. 47-54, jan./jun. 1991.

8 CARNEIRO JUNIOR, E.G.; FREITAS, D.Q.; MONTEBELLO- FILHO,A. Avaliação da ampliação da imagem em radiografias panorâmicas. Rev Assoc Bras Odontol, v. 3, n. 2, p.41-6, jul./dez. 2002.

9 CARVALHO, P.L. Estudo radiográfico comparativo das ampliações de segmentos ósseos crânio-faciais em crânios, nas ortopantomografias e elipsopantomografias. 1993, 121f. Tese (Doutorado em Odontologia, Área de concentração em Diagnóstico Bucal)– Faculdade de Odontologia de São Paulo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1993.

10 CAVALCANTI, M.G.P. et al. Estudo radiográfico comparativo de grandezas lineares maxilo-mandibulares por meio de elipsopantomografias e telerradiografias frontais em leucodermas e descendentes de japoneses. Rev Odontol USP, v. 7, n. 2, p. 115- 9, abr./jun. 1993.

11 CHACON, P.T.Z.; FREITAS, A. Anatomia radiográfica: estudo comparativo nas várias técnicas extrabucais convencionais e pantomográficas. Rev Fac Odontol USP, v. 17, n. 2, p. 107-18, jul./dez. 1979.

12 CHILVARQUER, I. A radiologia e seus avanços contemporâneos. Rev Assoc Paul Cir Dent, v. 47, n.2, p. 1001-4, mar./abr. 1993.

13 CHRISTEN, A.G.; SEGRETO, V.A. Distortion and artifacts encountered in Panorex radiography. J Am Dent Assoc, v. 77, n.5, p.1096-101, Nov. 1968.

14 DULA, K. et al. The radiographic assessment of implant patients: decision-making criteria. Int J Oral Maxillofac Implants, v. 16, n. 1, p. 80-9, 2001.

15 FERREIRA, E.T.T. et al. Estudo das ampliações das imagens radiográficas, obtidas de elipsopantomografias em grupo de leucodermas. Rev Odontol USP, v. 6, n. 1/2, p.45-9, jan./jun. 1992.

16 GUTIÉRREZ, S. F.; DARUGE, E; FRANCESQUINI, J. Análise comparativa das distorções radiográficas em ortopantomografias e elipsopantomografias. Rev Cons Reg Odontol Minas Gerais, v. 3, n. 2, p. 76-80, jul./dez. 1997.

17 JOHNSON, C.C. Analysis of panoramic survey. J Am Dent Assoc, v. 81, p. 151-4, July 1970

18 KEITH, D.A. The detection of abnormalities in the jaws. Br Dent J, v. 134, n. 4, p. 129-35, Feb. 1973.

19 KITE, O.M. et al. Radiation and image distortion in the panorex x- ray unit. Oral Surg, v. 15, n. 10, p. 1201-10, Oct. 1962.

20 LARHEIM, T. A.; SVANAES, D. B. Reproducibility of rotational panoramic radiography: mandibular linear and angles. Am J Orthod Dentofacial Orthop, v. 90, n. 1, p. 45-51, July 1986.

21 LARHEIM, T. A.; SVANAES, D. B.; JOHANNESSEN, S. Reproducibility of radiographs with the orthopantomograph 5: tooth- length assessment. Oral Surg, v. 58, n. 6, p. 736-41, Dec. 1984.

22 LINDH, C.; PETERSSON, A.; KLINGE, B. Measurements of distances related to the mandibular canal in radiographs. Clin Oral Implants Res, v. 6, n. 2, p. 96-103, June 1995.

23 LUND, T.M.; MANSON-HING, L.R. A study of the focal troughs of three panoramic dental x-ray machine. Part II. Image dimensions. Oral Surg, v. 39, n. 4, p. 647-53, Apr. 1975.

24 MATTESON, S.R.; LUPTON, C.R.; MORRISON, W.S. Effect of panoramic focal trough topography on radiographic imaging of supernumerary teeth in the anterior region. J Oral Maxillofac Surg, v. 40, p. 318-9, May 1982.

25 McDAVID, W.D. et al. Effects of errors in film speed and beam alignment on the image layer in rotational panoramic radiography. Oral Surg, v.52, n. 5, p. 561-4, Nov. 1981.

26 McDAVID, W.D. et al. Definitions of unsharpness and layer thickness in rotational panoramic radiography. Oral Surg, v. 57, n. 1, p. 96-101, Jan. 1984.

27 McDAVID, W.D. et al. Dimensional reproduction in rotational panoramic radiography. Oral Surg, v. 62, n. 1, p. 96-101, July 1986.

28 McIVER, F.T. et al. Effect of head positioning upon the width of mandibular tooth images on panoramic radiographs. Oral Surg, v. 35, n. 5, p. 698-707, May 1973.

29 MURDOCH-KINCH, C.A.; GEIST, J.R. Pre-operative radiographic evaluation of potential implants sites. J Mich Dent Assoc, v. 78, n.3, p. 38-43, Mar. 1996.

30 OLIVEIRA, J.X. et al. Estudo pantomográfico das ampliações de imagens radiográficas, em grupos de nisseis e sanseis. Rev Odontol USP, v. 2, n. 2, p. 86-91, abr./jun. 1988.

31 OLIVEIRA, J.X. et al. Elipsopantomografia: avaliação das ampliações das imagens radiográficas obtidas de dois grupos étnicos. Rev Odontol UNICID, v. 9, n. 2, p. 87-96, jul./dez. 1997.

32 PAATERO, Y.V. Pantomography and ortopantomography. Oral Surg, v. 14, n. 8, p. 947-53, Aug. 1961.

33 PASLER, F.A.; VISSER, H. Radiologia odontológica: procedimentos ilustrados. Trad. J.P. Stein. 2.ed. Porto Alegre: ARTMED, 2001. 331p.

34 PATEL, J.R.; MANSON-HING, L.R. The horizontal plane in patient positioning for panoramic radiography. Oral Surg, v. 62, n. 3, p. 350-3, Sept. 1986.

35 PHAROAH, M.J. Imaging techniques and their clinical significance. Int J Prosthodont, v. 6, n. 2, p. 176-9, 1993.

36 PHILLIPS, J.E. Principles and function of the orthopantomograph. Oral Surg, v. 24, n. 1, p. 41-9, July 1967.

37 REJEBIAN, G.P. A statistical correlation of individual tooth size distortions of the orthopantomographic radiograph. Am J Orthod, v. 75, n. 5, p. 525-34, May 1979.

38 ROWSE, C. W. Notes on interpretation of the orthopantomogram. Br Dent J, v. 130, n. 10, p. 425-34, May 1971.

39 RYAN, R.B.; ROSEMBERG, H.M.; LAW, D.B. Evaluation of a head positioner for panoramic radiography. J Dent Child, v. 40, n. 2, p. 97-100, Mar./Apr. 1973.

40 SAMAWI, S.S.B.; BURKE, P.H. Angular distortion in the orthopantomogram. Br J Orthod, v.11, n. 2, p. 100-7, Apr. 1984.

41 SANDERINK, G.G.H.; VISSER, W.N.; KRAMERS, E.W. The origin of a case of severe image distortion in rotational panoramic radiography. Dent Maxillofac Radiol, v. 20, n. 3, p. 169-71, Aug. 1991.

42 SEWERIN, I. Artifacts due to movement in rotational panoramic radiography. Angle Orthod, v.53, n. 2, p. 165-71, Apr. 1983.

43 SONICK, M.; ABRAHAMS, J.; FAIELLA, R.A. A comparison of the accuracy of periapical, panoramic, and computadorized tomographic radiographs in locating the mandibular canal. Int J Oral Maxillofac Implants, v. 9, n. 4, p. 455-60, 1994.

44 TEN BRUGGENKATE, C.M.; VAN DER LINDEN, L. W.; OOSTERBEEK, H.S. Parallelism of implants visualised on the orthopantomogram. Int J Oral Maxillofac Surg, v. 18, n. 4, p. 213- 5, Aug. 1989.

45 THANYAKARN, C.; HANSEN, K.; ROHLIN, M. Measurements of tooth length in panoramic radiographs. 2: Observer performance. Dent Maxillofac Radiol, v. 21, p. 31-5, Feb. 1992.

46 THANYAKARN, C. et al. Measurements of tooth length in panoramic radiographs. 1: The use of indicators. Dent Maxillofac Radiol, v. 21, p. 26-30, Feb.1992.

47 TRONJE, G. Image distortion in rotational panoramic radiography. V. Object morphology; inner structures. Acta Radiol Diagn, v. 23, n.1, p. 59-62, Jan. 1982.

48 TRONJE, G. et al. Image distortion in rotational panoramic radiography. I. General considerations. Acta Radiol Diagn, v. 22, n. 3A, p. 295-9, 1981.

49 TRONJE, G. et al. Image distortion in rotational panoramic radiography. II. Vertical distances. Acta Radiol Diagn, v. 22, n. 4, p. 449-55, July 1981.

50 TRONJE, G. et al. Image distortion in rotational panoramic radiography. III. Inclined objects. Acta Radiol Diagn, v. 22, n. 5, p. 585-92, Sept. 1981.

51 TRONJE, G. et al. Image distortion in rotational panoramic radiography. IV. Object morphology; outer contours. Acta Radiol Diagn, v. 22, n. 6, p. 689-96, Nov. 1981.

52 WATKINS, J.J. Unusual radiographic findings from orthopantomograms: 2 case reports. J Dent, v. 5, n. 4, p. 327-30, 1977.

53 WELANDER, U.; WICKMAN, G. Image distortion in narrow beam rotation radiography: a mathematical analysis. Acta Radiol Diagn, v. 19, n. 3, p. 507-12, 1978.

54 WILDING, R.J.C.; LEVIN, I.; PEPPER, R. The use of panoramic radiographs to measure alveolar bone areas. J Oral Rehabil, v. 14, n.6, p. 557-67, Nov. 1987.

Pesquisa da Faculdade de Odontologia de São José dos Campos

Universidade Estadual Paulista, São José dos Campos, 2004.

ABSTRACT

The aim of this work is to analyze and to verify the vertical measurements of the human teeth in vitro by panoramic radiographs. The study was based in set up of 28 teeth in rubber manikin. The radiographs were made with two orthopantomographs (Rotograph plus and Panoura – 10). The manikin with wood supports was radiographic with oclusal plane parallel to horizontal plane and oclusal plane 5 degrees positive and 5 degrees negative to horizontal plane. The results has showed that in incisors region, in Rotograph plus, has enlarged 18,97 % for the maxilla and 17,91% for the mandible; in bicuspid region, 16,38% for the maxilla and 16,30%for the mandible; and molar region, 14,90% for the maxilla and 14,24% for the mandible. The Panoura - 10 has enlarged in incisor region, 19,70% for the maxilla and 19,31% for the mandible, mandible, in bicuspid region, 18,49 % for the maxilla and 17,88 % for the mandible and molar region 16,66 % for the maxilla and 16,17 % for the mandible. The conclusions were that different enlargements in anatomic regions studied occurred. The ANOVA test has known that significance statistical differences between the inclinations of +5 degrees and –5 degrees and oclusal plane parallel the horizontal plane in both (p>0,05) didn’t happen. The Panoura – 10 has enlarged 18,03% in total vertical average and the Rotograph plus has enlarged, 16,45 % in total vertical average.

Autorizo a reprodução xerográfica deste trabalho.

São José dos Campos, 01 de julho de 2004.